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O presidente Lula (PT) voltou a falar sobre o governo americano e a oposição. Em um recado a Donald Trump, disse que se o Brasil "gostasse de imperador, seria uma monarquia". No mesmo discurso, Lula chamou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) de "traidor da pátria" por sua articulação nos Estados Unidos.

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Transcrição
00:00Eu quero começar contando que durante uma reunião ministerial, o presidente Lula voltou a criticar Donald Trump e reforçou que o Brasil é um país soberano.
00:08André Anelli já está conosco e vai trazer as informações pra gente agora.
00:12O presidente Lula também fez críticas a Eduardo Bolsonaro. André Anelli, bem-vindo.
00:20Sim, Evandro, muito boa tarde a você, boa tarde a todos aqui no 3 em 1 da Jovem Pan.
00:25Essa reunião ministerial, que foi a segunda do ano aqui no Palácio do Planalto, reuniu todos os 38 membros do primeiro escalão do governo federal.
00:35Durou cerca de 3 horas, começando às 10 da manhã, terminando pouco depois da 1 da tarde.
00:41E foi nessa ocasião, então, que o presidente Lula fez diversas críticas ao presidente americano Donald Trump no âmbito do tarifácio imposto pelos Estados Unidos.
00:51Primeiro, o presidente Lula voltou a garantir que a soberania do país não está em negociação,
00:59se referindo novamente às demandas dos americanos de que haja interferências aqui no Brasil no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro,
01:07que é interpretado pelo presidente Donald Trump como uma caça às bruxas,
01:12algo que o governo brasileiro nega e ainda nega qualquer tipo de interferência,
01:17e também pelo fato de regulação das redes sociais, que é algo defendido pelo governo federal aqui internamente
01:25e que tem resistências lá nos Estados Unidos.
01:28Então, por conta dessas exigências para acabar com o tarifácio dos produtos que são exportados aqui do Brasil para os Estados Unidos,
01:36o presidente Lula fez novas críticas nesse sentido, dizendo que Donald Trump se comporta como o imperador do mundo,
01:45uma espécie de líder mundial e que nem por isso, então, poderia aplicar qualquer tipo de interferência aqui no Brasil,
01:55qualquer tipo de sanção a autoridades brasileiras.
01:59E o presidente Lula afirmou que se o Brasil gostasse de imperador, teria continuado com esse regime político.
02:06Nós aceitamos relações cordiais com o mundo inteiro, mas não aceitamos desaforo e ofensas, petulância de ninguém.
02:18Se a gente gostasse de imperador, a gente não tinha acabado, sabe, o império.
02:26Se a gente gostasse de imperador, o Brasil ainda seria monarquia.
02:30A gente não quer mais.
02:32A gente quer, sabe, esse país democrático e soberano, republicano, que é o que nós aprendemos a construir.
02:40E nessa mesma ocasião, o presidente Lula também voltou a fazer críticas à família Bolsonaro,
02:49especificamente a Eduardo Bolsonaro, o deputado federal licenciado,
02:53que nesse momento continua morando nos Estados Unidos e que tem, de acordo com ele próprio,
02:59atuado favoravelmente às sanções que são aplicadas aqui ao Brasil.
03:03O presidente Lula classificou a atitude de Eduardo Bolsonaro e também da família Bolsonaro
03:08por estar bancando a permanência de Eduardo nos Estados Unidos como traidores da pátria,
03:14porque estariam atuando em benefício dos interesses americanos e em detrimento dos interesses aqui do Brasil.
03:21Portanto, novas críticas foram feitas à família Bolsonaro pelo presidente Lula.
03:25O que está acontecendo hoje no Brasil com a família do ex-presidente
03:32e com o comportamento do filho dele nos Estados Unidos
03:35é, possivelmente, uma das maiores traições que uma pátria sofre de filhos seus.
03:44Não existe nada que possa ser mais grave do que uma família inteira
03:50ter um filho custeado pela família, um cidadão que já deveria ter sido expulso da Câmara dos Deputados,
03:58estuflando com mentiras e com hipocrisias um outro Estado contra o Estado Nacional do Brasil.
04:06Eu não conheço na história, não conheço na história desse país algum momento
04:13em que um traidor da pátria teve a disfarçadez de mudar para o país
04:19em que ele está adotando como pátria,
04:23ele está adotando os Estados Unidos como pátria,
04:26negando a sua pátria e tentando insuflar
04:30o ódio de alguns governantes americanos contra o povo brasileiro.
04:36Apesar de todo esse discurso de críticas,
04:42o próprio presidente Lula reafirmou
04:44que o Brasil continua à disposição das autoridades americanas
04:48para negociar novas tarifas para as exportações brasileiras aos Estados Unidos.
04:53O presidente Lula deu um exemplo que ele deixou muito claro junto aos ministros
04:58que pelo menos dois deles estão 24 horas à disposição
05:02para essas negociações com os americanos.
05:04seriam, então, o vice-presidente, o ministro do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços,
05:10Geraldo Alckmin, além do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
05:14Mas, até o momento, as negociações ainda não avançaram
05:18e o governo federal continua apostando em medidas paliativas,
05:22como, por exemplo, então, crédito para aquelas empresas
05:25que dependem das exportações aos Estados Unidos
05:27e que tiveram o faturamento afetado por conta do tarifaço.
05:32Evandro.
05:32Obrigado pelas informações, André Anelio.
05:34A gente vai se falando ao longo do nosso 3 em 1.
05:37Ô, Alangani, o presidente da República diz que o Brasil está tentando uma negociação
05:42por todos os canais e usando todas as pessoas que hoje estão no primeiro ou não
05:46no primeiro escalão do governo
05:47para tentar solucionar a situação na base da conversa, na base do bate-papo.
05:53Mas que o Brasil topa sentar à mesa desde que ele fale de igual para igual com o presidente
06:00Donald Trump e não de maneira subalterna.
06:02Como é que você avalia essa estratégia e a maneira como o governo se posiciona mais uma vez
06:07diante dessa situação?
06:08Olha só, é claro que o Brasil não tem que ter nenhum tipo de submissão aos Estados Unidos,
06:13um diálogo aberto entre as nações é muito bem-vindo.
06:17Agora, por exemplo, as declarações que a gente viu do presidente do Brasil não contribuem em nada.
06:23Ele está falando para o seu eleitor, ele está jogando para a torcida, mas isso aumenta a temperatura.
06:29O que a gente ganha com isso nessa negociação com os Estados Unidos?
06:33Nem o Xi Jinping fala assim com os Estados Unidos e esse, sim, tem muito poder.
06:37Nem o Putin, que também tem muito poder, fala dessa maneira com o presidente Trump.
06:42Portanto, é mais proveitoso fazer um discurso pragmático, um discurso mais racional e mais sereno.
06:52Nada contribui em aumentar a temperatura.
06:54Agora, Zé Maria Trindade, o presidente da República cita essa situação envolvendo os Estados Unidos
06:59e diz que um dos grandes responsáveis seria o deputado Eduardo Bolsonaro.
07:04Falando que ele nunca viu na história do Brasil um traidor da pátria tão grande quanto Eduardo Bolsonaro
07:10que, além de trabalhar contra o Brasil, ainda se muda para o país do qual ele quer fazer parte
07:17e não atuando para a soberania daquele do qual ele saiu, o Brasil.
07:24Como é que você avalia essa fala do presidente da República que mantém esse embate com a família Bolsonaro?
07:32Pois é, e cadê o conteúdo desta super reunião ministerial com 38 integrantes?
07:39É o momento em que esses integrantes do primeiro escalão puderam ver cara a cara o presidente da República.
07:45E o presidente Lula sabe o nome de todos eles e os nomes dos ministérios.
07:49O presidente se reúne ali com setores, com o Ministério do Setor de Economia, fazenda e planejamento, com o setor de saúde e pronto.
07:57O ministro Rui Costa, chefe da Casa Civil, é que coordena o que é considerado o segundo escalão, mas é o primeiro escalão do governo.
08:05Se era para dar essa mensagem, o presidente poderia dar uma entrevista ou então convocar uma rede nacional de rádio e televisão.
08:12Não, ele tem esta competência, mas não, foi preciso reunir a todos e mostrar, vamos unificar o nosso discurso.
08:20E aí tem os discursos.
08:22O primeiro é a palavra-chave, soberania.
08:25O presidente Lula agarrou essa palavra e está indo até o fim sob estratégia de marketing.
08:31Por outro lado, cadê o vermelho? Cadê o boné vermelho?
08:34Trocou de cor, agora tem até a bandeirinha do Brasil no boné azul, não tem nem gravata vermelha mais ali.
08:42Então assim, esta é uma estratégia eleitoral, é uma estratégia de campanha.
08:47É claro que se fosse um presidente poderoso, não falaria assim com o presidente dos Estados Unidos.
08:53Mas sabe aquela história ali de que o mais fraco pode às vezes até agredir verbalmente o mais forte,
09:03porque o mais forte fala, ah, não vou mexer com isso?
09:05É isso que ele está contando.
09:07Para outros, o deputado Eduardo Bolsonaro pode ser um herói que está se prejudicando,
09:13se imolando em nome de projetos como liberdade, como futuro do país.
09:18É a subjetividade da política, né?
09:20Mas, enfim, é uma estratégia de marketing.
09:24Exatamente, Zé Maria Trindade.
09:25E é muito interessante.
09:26Bruno Musa, seja muito bem-vindo, boa tarde para você.
09:29Já já te passo a palavra aí, meu amigo.
09:30Mas, Piperno, é interessante perceber o quanto tem sido difícil romper essas bolhas.
09:35O Alangani aponta muito bem.
09:36O discurso do presidente Lula é um discurso para os seus.
09:40Mas será que esse discurso consegue atingir aqueles que hoje
09:43veem de maneira um pouco crítica a atuação de Eduardo Bolsonaro lá fora,
09:48mas que não necessariamente concorde com tudo o que este governo está fazendo
09:52ou dizendo sobre essa atuação?
09:54Como é que você avalia essas palavras do presidente da República,
09:57não só em relação a Eduardo Bolsonaro, mas também em relação a Donald Trump,
10:02a dizer que o Brasil não tem um imperador, que seria Donald Trump,
10:07e se tivesse um imperador ainda seria a monarquia?
10:09Veja, é muito importante, sim, o presidente reforçar as diferenças dele
10:14em relação aos outros grupos que são, digamos, atores importantes desse contencioso.
10:20Primeiro, diferente do que acontece com a China, com a União Europeia,
10:24com vários outros países que também foram tarifados,
10:29o Brasil é um país atacado.
10:32O governo do Brasil é atacado, as instituições também.
10:34Hoje, por exemplo, o presidente Lula comunicou nessa reunião
10:40que mais um ministro do seu governo teve o visto lá para os Estados Unidos caçado,
10:47o ministro Lewandowski.
10:50Por quê? Qual é a razão?
10:51Então, é óbvio que o governo brasileiro está sob ataque, sim.
10:56Não é simplesmente uma briga retórica, uma batalha retórica,
11:03um fala daqui, outro responde lá.
11:05Não, os Estados Unidos estão tomando medidas objetivas
11:10contra importantes personagens do Brasil, do governo do STF
11:14e contra a economia brasileira.
11:16E veja, eu já disse aqui, há um movimento das big techs
11:21que preparam questionamentos na justiça americana contra o PIX.
11:27Então, é importante, sim, agora o presidente salientar,
11:30olha, nós estamos sob um ataque, um ataque impiedoso,
11:36um ataque da maior potência do mundo,
11:38mas nós não provocamos esse ataque.
11:41Mas o fato é que, por exemplo, amanhã, depois,
11:44eles podem tentar algo contra o PIX.
11:46E aí?
11:47Vão enquadrar todos os bancos do Brasil na lei Magnitsky também?
11:51Então, é óbvio que o governo também faz uma defesa preventiva.
11:57Agora, a questão do Eduardo Bolsonaro, o quinta coluna,
12:01é óbvio que isso, sim, é mostrar para o público interno
12:07quem é quem nessa, enfim, nessa história.
12:10E também acho que o governo brasileiro, nesse momento,
12:13não pode nem pensar em usar um bonezinho vermelho.
12:16E isso é coisa de quem apoia o movimento MAGA.
12:19É, ô Bruno Musa, apesar dos bonezinhos aí,
12:22independentemente das cores deles, o Piperno diz aqui,
12:25não há subjetividade na resposta do governo,
12:28porque também não há subjetividade nas medidas
12:30que estão sendo aplicadas contra o Brasil.
12:32Elas são reais e a resposta do governo precisa estar à altura.
12:36Você concorda?
12:38Olha, bom, primeiro, boa tarde, vamos lá.
12:41Eu acho que resposta à altura, a gente tem que entender
12:44a posicionamento do Brasil.
12:45Fica muito claro, como eu sempre mencionei aqui,
12:48que nós somos a ponta mais fraca.
12:50Não adianta mencionar, a economia do Brasil é mais fraca,
12:53a produtividade é um quinto, 20% da produtividade americana.
12:57O Piper capita, então, nem se fala.
13:00É, assim, quase 10% do Piper capita dos Estados Unidos.
13:04A abertura comercial é simplesmente antagônica.
13:08A capacidade de produção é totalmente diferente.
13:10A flexibilidade da economia americana supera e muito a economia brasileira.
13:15Portanto, se você quiser tratar em pé de igualdade,
13:18temos que entender que as consequências também são muito mais fortes
13:21e nós não temos a resiliência que os Estados Unidos teriam
13:25se o Brasil atacasse na mesma medida.
13:28Nós vimos esses dias, que viralizou também um post,
13:33a respeito das principais empresas de tecnologia americana
13:35e qual o percentual da receita que essas empresas têm no Brasil.
13:40É praticamente irrisório.
13:42Ou seja, se essas empresas tivessem que ou pagar uma multa em reais
13:46ou simplesmente deixar o mercado brasileiro,
13:49claro que seria ruim para elas.
13:50Mas representa uma fração muito pequena da receita global dessas empresas.
13:56Mostrando que o Brasil precisa entender que as consequências podem ser severas.
14:01Agora, vamos lá.
14:02Quando a gente fala de ataque às instituições ou ao governo,
14:06isso não é crime nenhum ao que eu entenda.
14:08Ou seja, numa democracia, a gente poderia falar.
14:11Goste ou não do ex-governo, do Bolsonaro,
14:14aqueles que gostavam de taxá-lo de uma série de adjetivos fascistas,
14:19genocida, tinham total liberdade para fazê-lo.
14:21Nada acontecia.
14:23Eu não posso criticar com veemência o governo atual.
14:26Portanto, qualquer atividade de criticar com respeito,
14:30com ideias às instituições,
14:33elas devem ser legítimas numa democracia.
14:35Até mesmo para o aprimoramento dessa democracia,
14:39para ela funcionar com os seus plenos poderes,
14:42com todos os pilares que sustentam uma eventual democracia.
14:46Agora, um ataque do governo americano contra pessoas,
14:49ou com a economia brasileira como foi colocado,
14:52se aqueles que defendem a tal da soberania,
14:55devem defender também que a soberania americana,
14:57é eles imporem a regra deles, lá no país deles.
15:01Se essas empresas quiserem sofrer as consequências aqui,
15:05ou deixar de atuar no Brasil,
15:07a gente tem que entender que essa regra foi colocada lá.
15:10Portanto, estamos dispostos a, eventualmente,
15:13vermos empresas importantes que nós usamos aqui no nosso dia a dia,
15:17com celular, com meios de pagamentos,
15:20com, enfim, tudo que a gente sabe,
15:21com empresas de nuvens, que são todas americanas.
15:25Estamos dispostos a voltarmos há não sei quantos anos
15:28para termos uma economia completamente esvaziada
15:31sob o ponto de vista tecnológico,
15:33porque as empresas não querem sofrer as sanções
15:35lá nos Estados Unidos em dólares,
15:38por isso abrem mão, eventualmente,
15:39de uma receita aqui em reais,
15:41que representa um percentual pequeno da sua receita global.
15:44Agora, quando nós falamos desse ataque,
15:47por que então que a gente não expande um debate
15:48sobre subsídios que outros países também praticam,
15:52controles da moeda,
15:53que China desvalorizou sua moeda em 1994
15:56e a mantém desvalorizada
15:57para que eles possam se tornar competitivos
16:00na exportação de seus produtos.
16:02Tudo isso a gente não fala,
16:03tudo isso não é um ataque à soberania
16:04e um ataque à economia brasileira,
16:07ou seja, nós temos que socializar o prejuízo
16:09com pagadores de impostos
16:11para conseguir suprir o que outros países se subsidiam,
16:15controlam as suas moedas,
16:16mas aí as políticas de esquerda são bonitas
16:19de serem defendidas?
16:20Isso não é um ataque à economia brasileira
16:22quando um país desvaloriza a sua própria moeda
16:24para se tornar competitivo?
16:26Ou seja, vamos ampliar o debate
16:28e aprofundar muito mais,
16:29porque pegar na ponta do iceberg
16:31fica muito raso o debate, né?
16:33O que foi, Piperno?
16:34Rapidamente, arremate.
16:35Eu não sei quais são,
16:36que políticas de esquerda são essas, Bruno.
16:39Honestamente, eu não sei.
16:40O que a gente está falando é exatamente
16:42de um governo da maior democracia,
16:45da maior economia do mundo
16:46que agora atua contra a liberdade de mercado, né?
16:51Contra o livre mercado.
16:53Então, existe uma coisa que eu sempre chamei aqui
16:55de um liberal brasileiro.
16:57O liberal brasileiro, ele atua conforme a conveniência.
17:00Agora, nesse momento,
17:03é muito difícil dizer que, por exemplo,
17:05o presidente americano é mais a favor
17:08da abertura de mercados do que o do Brasil.
17:10Eu concordo, Piperno, com isso.
17:13Não foi um ataque a você, não.
17:14Me desculpe se pareceu ou não é isso.
17:16Mas eu concordo amplamente
17:18que o Trump tem sido protecionista
17:20e eu bato nisso.
17:21Eu não concordo com esse tipo de fechamento de mercado.
17:24As políticas de esquerda que eu mencionei
17:26são políticas defendidas por vários governos,
17:29majoritariamente de esquerda,
17:30de subsídios à produção,
17:32da política nacional,
17:33da substituição à importação,
17:35de controle de capitais,
17:37de manutenção de uma taxa de juros desvalorizada
17:39para ser competitivo.
17:40Ou seja, um governo que interfere na economia.
17:44Quanto maior a interferência,
17:46nós vemos polos,
17:47seja muito mais à esquerda
17:48ou alguns à direita,
17:49que também interferem
17:50e eu amplamente critico.
17:52Eu, como eu sempre falo,
17:53eu sou a favor da total economia aberta
17:55de mercado como um todo.
17:57Então, não foi especificamente a isso, não,
17:59Tope, Piperno.
18:00Foi um ponto, digamos, global
18:03que eu defendi nessa minha introdução aqui.
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