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O ministro Flávio Dino voltou atrás em sua decisão anterior após despacho, e determinou que ordens de tribunais internacionais continuam a ter eficácia imediata no Brasil. A reviravolta acontece no contexto da crise da Lei Magnitsky, aplicada pelos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes. Reportagem: André Anelli.

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Transcrição
00:00Vamos falar sobre essa situação envolvendo o ministro Flávio Dino, que ao atender a uma ação proposta pelo setor de mineração, disse que
00:08decisões tomadas por outros países não devem ser cumpridas no Brasil de maneira imediata, que o que vale é a lei brasileira.
00:15E fez uma notificação à Federação dos Bancos, ao Banco Central, não falando diretamente sobre a lei Magnitsky, que sancionou o ministro Alexandre de Moraes,
00:24mas deixando um recado de que transações em reais poderiam ser, sim, autorizadas por esses bancos.
00:30Pois é, isso gerou mais uma confusão, mais uma insegurança jurídica e aí o ministro fez uma nova determinação.
00:37Vamos entender com o André Anelli qual foi a alegação apresentada pelo ministro nesta atualização, digamos assim.
00:43Bem-vindo, meu amigo.
00:47Obrigado, Evandro. Muito boa tarde a você e a todos aqui no 3 em 1 da Jovem Pan.
00:51A gente acabou de receber uma postagem do Supremo Tribunal Federal em relação a esse assunto e o STF acaba dizendo que, na verdade,
01:02o que houve nesta terça-feira não foi nenhum tipo de recuo, mas sim de diferenciação por parte do ministro Flávio Dino,
01:09de que, na verdade, a decisão dele, o despacho publicado na última segunda-feira, era referente a tribunais do Poder Judiciário de cada um dos países.
01:19Se o Poder Judiciário, se o tribunal de cada um desses países tomasse uma decisão,
01:25essa decisão só teria validade aqui no Brasil através de homologação, através de uma validação do Judiciário Brasileiro.
01:34E, nessa decisão, então, o ministro Flávio Dino acabou fazendo uma diferenciação que, nas palavras do STF,
01:41foi esclarecida nessa terça-feira em um novo despacho.
01:44O ministro continua valendo o entendimento, então, do ministro de que as decisões dos tribunais lá fora,
01:51vinculados especificamente ao Poder Judiciário de cada país, não têm validação sem uma homologação aqui no Brasil,
01:58mas as decisões dos tribunais considerados supranacionais, ou seja, aqueles que não têm vinculação específica a um país,
02:06esses dos quais o Brasil é signatário, continuam tendo validade aqui no país.
02:12A gente destaca um exemplo bem emblemático, que é o do Tribunal Penal Internacional, o TPI,
02:19que recentemente condenou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, por crimes de guerra, por conta da atuação lá na Ucrânia.
02:27Então, esse entendimento do TPI continua tendo validade aqui no Brasil,
02:32o que significa dizer que, se Vladimir Putin visitar aqui o país, colocar os pés aqui no Brasil,
02:37ele seria preso por conta do entendimento do Tribunal Penal Internacional, ao qual o Brasil é signatário.
02:44Portanto, o ministro Flávio Dino, por meio dessa publicação oficial agora há pouco no STF,
02:50fez essa diferenciação entre o que é tribunal vinculado a um país e o que é tribunal supranacional,
02:57não vinculado especificamente a nenhum país, aos quais o Brasil continua sendo signatário.
03:03E o ministro esclareceu mais uma vez que, como você disse agora há pouco, né, Evandro,
03:08fez essa manifestação no âmbito de um questionamento do Instituto Brasileiro de Mineração, o IBRAN,
03:14que questionava justamente, então, a possibilidade de municípios brasileiros ajuizarem ações no exterior contra essas mineradoras,
03:24uma vez que elas estariam, então, sujeitas a ter que responder internacionalmente.
03:30E aí, se essa decisão judicial que foi proferida num judiciário do exterior, de um outro país, teria validade aqui no Brasil.
03:40Então, portanto, o ministro Flávio Dino, por meio dessa publicação dessa terça-feira,
03:44acabou fazendo isso que o STF chama de esclarecimento e não necessariamente um recuo.
03:51Muito obrigado pelas informações, viu, André Anelli, um abraço pra você.
03:55Obviamente, como nós comentamos aqui, depois daquela primeira decisão do ministro Flávio Dino,
03:59os bancos, principalmente, muitas pessoas e autoridades ficaram inseguras sobre o que seguir e que decisão tomar.
04:07Aí vem o ministro, numa atualização dessa determinação e diz,
04:11Decisões tomadas por tribunais de outros países não teriam validade imediata aqui,
04:17mas de tribunais internacionais dos quais o Brasil é signatário, sim.
04:23Diante disso, Gani, a gente tem uma solução ou nos mantivemos numa insegurança jurídica?
04:29Não, a gente continua numa insegurança jurídica, porque a lei norte-americana não obriga as empresas aqui no Brasil
04:38cumprirem uma decisão judicial aqui no Brasil.
04:42Simplesmente, a lei norte-americana, a Magnistic...
04:45Olha lá, já errou a publicação.
04:47Ele é de novo?
04:47Magnitsky.
04:48Magnitsky.
04:50A lei...
04:51Ontem foi...
04:51A lei M.
04:53Magnitsky.
04:54Magnitsky.
04:54Magnitsky.
04:55Bom, vamos lá.
04:56Vamos lá.
04:56A lei norte-americana, ela diz o seguinte, olha, essas empresas, elas devem cumprir a decisão lá nos Estados Unidos.
05:06Então, cabe à empresa ignorar a decisão aqui no Brasil e cumprir a decisão nos Estados Unidos,
05:13ou ignorar a decisão lá nos Estados Unidos, a lei norte-americana, e cumprir a lei aqui no Brasil.
05:20Ela não está interferindo no judiciário brasileiro.
05:23Ela simplesmente está dizendo, olha, o banco aqui no Brasil deve cumprir a lei norte-americana.
05:29Esse que é o ponto.
05:31Só que isso causa um impasse para o banco, porque cumprir lá significa descumprir aqui.
05:36Descumprir aqui significa cumprir lá.
05:38E olha a confusão, Bruno Musa, porque os bancos passaram a consultar e procurar escritórios internacionais
05:44para entender com esses escritórios como agir.
05:47Se eles deveriam seguir aquilo que foi determinado pela lei Magnitsky ou pelo ministro Flávio Dino.
05:56Sem dúvida.
05:57E me parece que tem uma total falta de ou conhecimento ou falta de preocupação com realmente os serviços no Brasil.
06:06O Alan já deixou muito claro, e isso eu comentei ontem.
06:10A lei está sendo imposta nos Estados Unidos.
06:12Ok, Banco A, Banco B, Banco C, Banco D.
06:16Você não quer cumprir a lei Magnitsky e cumprir a lei do Supremo Tribunal Federal?
06:21Ok, fique à vontade.
06:23Mas você vai encerrar as suas operações aqui nos Estados Unidos.
06:26Mas tem um problema, que ninguém fala também.
06:28A gente chegou a ouvir, e eu coloquei até como patético, que a Magazine Luiza tem um serviço de nuvem,
06:36porque grande parte dos bancos brasileiros utilizam a AWS, que é o serviço de nuvem da Amazon.
06:42E alguns chegaram a comparar.
06:44Não tem problema, a Magazine Luiza tem um serviço de nuvem que pode substituir a Amazon.
06:49Olha, isso soa como come.
06:51O que eu quero dizer é que grande parte da infraestrutura que os bancos brasileiros utilizam
06:55para prover os serviços aqui no Brasil, são providos por empresas americanas,
07:02que estas sim cumprirão a sanção da lei Magnitsky.
07:07Ou seja, como é que os bancos poderão realizar operações como PIX, TED,
07:12qualquer tipo de transferência, pagamento, emissão de boleto DDA,
07:16arquivar tudo o que ele tem com os dados dos seus clientes,
07:20como se todas as empresas que fornecem a parte de tecnologia de infraestrutura
07:25são todas americanas.
07:28Portanto, está na hora das pessoas começarem a entender
07:30como é importante a descentralização do poder.
07:34Você jamais pode confiar em alguém que centraliza o poder nele.
07:38Ele passa a tomar decisões sobre a sua vida.
07:40Agora, imagine se todas essas empresas começarem a desligar os serviços no Brasil.
07:45Isso afeta o WhatsApp, todas as operações bancárias, investimentos,
07:50a parte de televisão, de mídia.
07:52Como é que a gente vai conseguir fazer isso?
07:54O país simplesmente para por conta de um, dois ou três pessoas?
07:59Será mesmo razoável?
08:01Ora, me parece que isso se torna até ingênuo.
08:04Ok, o Brasil tem que cumprir a lei do STF.
08:06Será que não haverá alguma interlocução por lá para dizer
08:09vocês vão parar o país em nome de três, quatro pessoas?
08:12Me parece bastante razoável esse discurso.
08:16Ô, Fábio Piperno, como é que você avalia a situação?
08:18Porque todos os bancos têm algum tipo de operação financeira lá fora,
08:21tirando a Caixa Econômica Federal, que mesmo assim ainda é acionista,
08:25junto com o Bradesco e também do Banco do Brasil,
08:29daquela bandeira ELO para o cartão de crédito
08:31e que utiliza também o sistema SWIFT para transações internacionais.
08:35Então, mesmo a Caixa Econômica Federal, que não diretamente opera no exterior,
08:40também teria algum tipo de impossibilidade em parte das transações.
08:45Como é que você avalia essa situação e, digamos assim,
08:48você considera que essa decisão do Flávio Dino foi um recuo
08:51depois de muitas críticas e, digamos, dúvidas sobre a primeira determinação dele?
08:58Não, de forma alguma.
08:59Até porque...
09:01Não, veja, vamos voltar um pouquinho no tempo.
09:03Quando o Brasil sediou a reunião do G20,
09:06o presidente Lula, em um dos seus arroubos e tal,
09:12disse que esperava, aguardava inclusive pela presença do Putin aqui.
09:17Aquilo deixou o pessoal do Itamaraty, né, com os pelos eriçados aí,
09:24porque o Putin não pode pisar no Brasil,
09:27porque o Brasil é signatário desses tratados
09:31que dão ao TPI, ao Tribunal Penal Internacional,
09:35esse tipo de jurisdição internacional,
09:39obrigando todos os países signatários a, por exemplo,
09:43prenderem pessoas que são consideradas aí,
09:48enfim, que são passíveis, que são, digamos, procurados pelo TPI.
09:53Então, por que o Putin pode ir para os Estados Unidos
09:56e não pode pisar aqui no Brasil?
09:59Porque os Estados Unidos não são signatários do TPI.
10:03Por exemplo, Netanyahu,
10:05se ele pisar em qualquer país da Europa,
10:07ele vai direto para a cadeia.
10:09Ele vai ser preso e entregue,
10:12porque ele também tem o seu pedido de prisão solicitado pelo TPI.
10:17Então, vejam, é uma situação diferente.
10:20O Brasil é signatário desse tratado internacional,
10:22tem que cumprir.
10:23No caso da justiça americana, não.
10:25Ela tem jurisdição dentro dos Estados Unidos.
10:28Então, por exemplo, o Banco do Brasil,
10:31ele, dentro dos Estados Unidos,
10:34ele não vai, obviamente, poder operar uma conta
10:37do ministro Alexandre Moraes,
10:39que ele nem tem visto americano.
10:41Aí, o que que alguém,
10:42que também é uma torcida do, enfim, da Bolsa Holandia,
10:45para que essa lei, de fato,
10:48estabeleça asfixia financeira ao ministro?
10:51Mas vamos lá.
10:52Então, o Banco do Brasil,
10:54lá nos Estados Unidos,
10:55se fizesse uma operação com o ministro,
10:57ele seria passível de punições.
11:00Mas tem um detalhe.
11:02A punição, ela não teria um caráter imediato.
11:05É uma questão que iria para os tribunais,
11:09o banco iria fazer a defesa dele,
11:11e caso ocorra uma condenação,
11:15aí, sim, o banco iria avaliar.
11:17Isso é melhor.
11:18Se for uma condenação lá ou aqui.
11:19Mas eu fico pensando se o banco teria essa disposição
11:21em encarar tudo isso por causa de uma pessoa,
11:24Fábio Piper.
11:24Mas aí que está o negócio.
11:25Porque tudo bem,
11:26é um ministro do Supremo Tribunal Federal,
11:28tem toda a situação política também envolvendo essa história,
11:30mas, digamos, tirando o cargo dele,
11:34é uma pessoa física como qualquer outra.
11:35Ele é uma pessoa física como qualquer outra, Evandro,
11:38mais ele estaria descumprindo uma lei brasileira.
11:45Ah, sim.
11:45Mas aí que está o dilema.
11:46Se ele está descumprindo uma lei brasileira,
11:48ele vai ser punido aqui.
11:49Mas aí que está o dilema.
11:50Ele pode ser punido aqui.
11:52Ok, o banco pode ser punido aqui.
11:54Concordo contigo.
11:55Mas ele poderá ser cumprido nos Estados Unidos.
11:59Por quê?
11:59Cumprir a lei brasileira significa automaticamente
12:03descumprir a lei norte-americana.
12:04Aí que está o dilema.
12:05Onde é que ele tem uma operação maior?
12:06Aí o banco vai fazer essa conta.
12:09E tem uma outra coisa.
12:10Mas se escala essa situação,
12:12ele pode ser excluído do Swift.
12:14Ah, não.
12:15Não, não.
12:16Enfim, o executivo do Swift já declarou no final de semana
12:21que o ministro Alexandre Moraes
12:24não vai ser alcançado pelo Swift,
12:28porque ele não é considerado um infrator.
12:30É uma situação aberta.
12:33O Swift está sediado em Bruxelas.
12:36Não há jurisdição americana sobre Bruxelas.
12:39Mas, na prática, os Estados Unidos têm muita influência.
12:42Tem, mas aí é uma questão de jurisdição.
12:45A justiça da Europa, a justiça da Bélgica,
12:49não se pauta pelas decisões da justiça americana.
12:52José Maria Trindade, bem-vindo.
12:53Boa tarde, meu amigo.
12:54Qual é a tua análise?
12:55José, muito boa tarde.
12:58Boa tarde a todos.
12:59Olha, Cine, hoje eu conversei com um jurista
13:02que disse que esse assunto virou um debate interno ali
13:06em quem lida os chamados supremalistas aqui,
13:09que lidam com o Supremo e com legislação internacional.
13:12E, veja bem, o que eu ouvi,
13:15sabe aquela tragédia grega que fala de uma esfinge
13:19que ficava na rua, nas estradas, abordando os viajantes,
13:24na base do decifra-me ou te devoro?
13:26Então, assim, eles dizem que o Donald Trump
13:29está exatamente nesse sentido.
13:31Ou seja, existem muitas dúvidas.
13:34A conclusão geral é de que é mesmo um assunto delicado
13:37e difícil de ser resolvido.
13:40Eles dizem o seguinte,
13:41que o ministro Flávio Dino, nesse recuo, na verdade,
13:47ele excetua os organismos internacionais,
13:51que praticamente são dois, a AIA e o Interamericano.
13:57Esses organismos, sim,
13:59porque o Brasil, a signatário, aprovou no Congresso Nacional
14:02a adesão e, mesmo assim, decisões deles
14:05têm que ser validadas pelo Supremo Tribunal Federal.
14:09Mas que é de uma obviedade tão grande
14:12dizer que a lei brasileira tem que ser cumprida
14:14por todas as empresas, órgãos que militam aqui.
14:19É tão óbvio que é difícil negar.
14:22Aí ele diz, imagine se o Flávio Dino
14:25desse, nesse caso do Ibram, uma decisão contrária,
14:30dizendo que uma decisão do Reino Unido
14:32poderia mudar um processo aqui lá de Mariana,
14:36de indenização.
14:38Então, ninguém iria nem mais se preocupar
14:40em ir ao Supremo.
14:41iria todo mundo procurar um país que desse uma decisão
14:46para mudar uma situação aqui no Brasil,
14:49uma prisão, uma indenização ou algo assim.
14:52Então, é óbvio demais.
14:54Agora, é o seguinte, ele faz essa projeção.
14:57Se um determinado banco...
14:58A gente está muito preocupado com o banco,
15:00mas existem outras dúvidas.
15:02Por exemplo, plataformas digitais, grupos de adesão.
15:06A economista está toda intrigada, está toda junta
15:10numa teia de aranha.
15:12Então, assim, o diretor de um banco diz,
15:14não, eu não vou aceitar o Alexandre como um cliente.
15:21Aí, mas a ordem do Supremo manda prender
15:23o diretor que não aceitou.
15:25E aí o outro que assume vai ter que aceitar.
15:28Se ele não aceitar, manda prender também.
15:29Então, é muito complexo.
15:31Não há como optar.
15:34Aí, não é uma opção.
15:36É uma determinação da justiça
15:38de cumprir a lei brasileira.
15:41Então, é muito complexo para não atender.
15:43E, por outro lado, fica, sim, a conclusão,
15:46exposto à possibilidade de uma sanção dos Estados Unidos.
15:51E mais, o mundo se pergunta o seguinte,
15:53nós temos 513 deputados, agora 512, né?
15:57513 deputados, mais 11 ministros do Supremo,
16:02o presidente da República e seus ministros.
16:04Como esse pessoal todo, essa quantidade de autoridade
16:08seria vencida por um deputado federal lá nos Estados Unidos?
16:12Isso é meio lenda, não é por aí.
16:14É a esfinge determinando aí o que é, qual é a charada
16:19para ser resolvida e colocar um ponto final
16:22nesse monte de interrogação, né?
16:24Muito bom, Zé.
16:25Aliás, essa foi uma manifestação feita pelo governador Ronaldo Caiado
16:28naquela conversa que eu e Zé e outras pessoas
16:31que participaram da bancada tivemos ontem
16:33com ele no Direto ao Ponto.
16:35Ele menciona que não acredita também
16:36que um deputado poderia fazer todo esse estrago
16:39que estão colocando nas costas do Eduardo Bolsonaro.
16:43Mas, enfim, é a visão e a análise que ele tem.
16:46Outras autoridades podem pensar diferente.
16:49Então, vamos lá.
16:50Então, vamos lá.
16:50Vamos lá.
16:50Vamos lá.
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