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O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, anunciou que o partido enviará cartas a embaixadas de diversos países, denunciando o que considera violações de direitos humanos no Brasil. A iniciativa repete a estratégia de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que buscou sanções internacionais.
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NotíciasTranscrição
00:00Pois é, nós falávamos que essa medida, essa MP, vai ser o álibi perfeito para os presidentes das casas engavetarem aquelas propostas que são defendidas pela oposição.
00:11Bem, o líder da oposição está se movimentando.
00:15Sóstenes Cavalcante, ele é o líder do PL na Câmara, disse que pretende repetir a estratégia de Eduardo Bolsonaro
00:22de levar até as embaixadas estrangeiras sediadas em Brasília uma carta de denúncia e repúdio sobre as graves violações de direitos humanos no Brasil.
00:33O parlamentar falou sobre esse plano em uma postagem feita na rede social X, no qual ele também disse que o dossiê vai mostrar que tem sido criado no país um perigoso precedente de exceção
00:45que ameaça a integridade do processo democrático e as liberdades civis.
00:51O documento vai apresentar à comunidade internacional, de forma clara e fundamentada, casos concretos de prisões arbitrárias, censura institucional e perseguição política
01:02que violam a Constituição e tratados internacionais de proteção aos direitos humanos, dos quais o Brasil é signatário.
01:10Fecha aspas, essa manifestação do líder da oposição, o deputado federal Sóstenes Cavalcante, do PL Partido Liberal.
01:18Você, Cristiano Beraldo, a estratégia que deve ser adotada por Sóstenes Cavalcante, que deve circular entre várias embaixadas,
01:29ele vai entregar uma carta, um documento com as denúncias de violações que são cometidas aqui no país.
01:37O que você acha disso? É importante publicizar o que tem acontecido?
01:40Mas dá para projetar algum resultado prático?
01:45É bom reforçar o que tem acontecido?
01:47Talvez conseguir algum tipo de apoio?
01:50Mas, enfim, as pessoas têm dúvidas o quanto isso vai repercutir de fato.
01:55É, isso é um ato político, né?
01:59A gente, aliás, hoje, no Brasil de hoje, esse Brasil que nós vivemos de decisões judiciais absolutamente inexplicáveis,
02:09é até um ato de coragem, porque o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível justamente porque fez uma reunião com embaixadores
02:17para denunciar falhas que ele via no sistema eleitoral brasileiro.
02:22Qual a consequência dessa reunião?
02:26Absolutamente nenhuma.
02:27Nenhum embaixador saiu dali, fez um reporte para a presidência do seu país,
02:32e esse país tomou uma medida, fez uma denúncia, fez uma intervenção no Brasil.
02:38Nada aconteceu.
02:39O Brasil conduziu a eleição de 2022 conforme estabelecido,
02:44então o TSE teve o protagonismo esperado, tomou as decisões que quis tomar.
02:50Agora, uma coisa importante dentro de todo esse contexto, Caniato.
02:54Veja, o que nós tivemos por parte do TSE depois das eleições,
03:01vou nem falar durante, porque aí fica no campo da especulação,
03:05mas depois nós tivemos o caso de Deltan Dallagnol,
03:08que foi um caso muito claro.
03:09Quando há na carta de Donald Trump essa menção que nos lembrou aquilo,
03:14Mota, das eleições transparentes, aí eu quero perguntar ao nosso ouvinte,
03:20o nosso espectador, depois que Deltan Dallagnol foi caçado por um crime
03:25que eventualmente ele pudesse vir a cometer,
03:29quem entrou no seu lugar não foi aquele candidato que estava na primeira suplência
03:36de Deltan Dallagnol, não.
03:38Quem entrou no seu lugar foi um candidato que sequer atingiu o número,
03:45o percentual mínimo de votos no Paraná para ser elegível a uma cadeira na Câmara.
03:52E mesmo assim o TSE na caneta, no autoritarismo,
03:57colocou um candidato ilegítimo como deputado federal.
04:02Esses detalhes todos são monitorados, são acompanhados, são observados.
04:08Levar isso às embaixadas, levar todas essas confusões que acontecem no Brasil às embaixadas
04:12é um ato simbólico, mas todos os governos sérios, pelo menos,
04:18já sabem exatamente como as coisas estão se dando no país.
04:23Agora, vão fazer uma interferência? Não.
04:26O que eles vão fazer é tomar medidas para se protegerem,
04:30protegerem as suas empresas, por exemplo,
04:33as empresas estrangeiras que querem investir no Brasil
04:36e que, diante de toda essa confusão, estão percebendo
04:39que o Brasil não é um país confiável.
04:42Essas embaixadas, à medida que forem consultadas
04:46pelos setores da economia dos seus países, vão dizer,
04:50olha, cuidado com o Brasil.
04:53A situação no Brasil é realmente complicadíssima, é imprevisível.
04:57Você coloca o seu dinheiro ali, quer ajudar o país a se desenvolver,
05:01quer fazer negócio, quer criar emprego, movimentar a economia,
05:05mas, de repente, você pode tomar um tapa na cara
05:07e perder o teu investimento e tem que ir embora,
05:09com uma mão na frente e outra atrás,
05:11em razão de uma decisão judicial que a gente nem sabe de onde saiu.
05:15Então, essas coisas todas, Caniato, já são sabidas,
05:19mas não deixa de ser um ato de coragem do líder do Partido Liberal.
05:22Pois é, deputado Sostenes Cavalcante disse que levará
05:26várias embaixadas que estão em Brasília
05:29denúncias sobre as violações que acontecem aqui no Brasil.
05:33E aí o Reinaldo Rocha, nosso espectador, enviou a seguinte mensagem,
05:37o deputado Sostenes vai às embaixadas porque não consegue,
05:41e ele faz um jogo de palavras,
05:42porque não consegue parlar no parlamento.
05:45Faz acordo, mas o presidente não cumpre,
05:48presidente da Câmara, ele se refere.
05:50Dias difíceis.
05:51Obrigado pela mensagem, viu, Reinaldo?
05:53Passo para você, Mota, a manifestação do líder do PL,
05:57que disse que vai recorrer às embaixadas
05:59nesse ato político, como mencionou o Beraldo.
06:03Faz ele muito bem.
06:05Os políticos da chamada direita,
06:09que às vezes eu coloco com muitas aspas,
06:12ainda tem muito que aprender
06:13em termos de guerra política com a esquerda.
06:17Se a direita copiasse ao pé da letra
06:21o que a esquerda brasileira fez nos anos 70 e 80,
06:26o jogo mudaria em pouco tempo.
06:29Eu quero lembrar aqui, em 1977,
06:33a esposa do então presidente americano Jimmy Carter,
06:37Rosalind Carter, visitou o Brasil.
06:40Eu me lembro como se fosse hoje.
06:43A visita ocorreu durante o governo do presidente Ernesto Geisel,
06:49durante o chamado regime militar.
06:51Durante a sua estadia aqui no Brasil,
06:54Rosalind Carter, a primeira dama americana,
06:57foi procurada por inúmeras pessoas
07:00para denunciar as violações de direitos humanos e democracia.
07:06Ela se encontrou, por exemplo,
07:09com o então arcebispo Dom Helder Câmara.
07:12Ativistas de esquerda entregaram a Rosalind Carter.
07:17Eu me lembro da notícia no jornal.
07:20Uma carta com graves denúncias
07:23sobre violações de direitos humanos.
07:26A direita brasileira não precisa inventar nada.
07:30Basta usar algumas das táticas
07:34que a esquerda brasileira usou
07:36nas últimas quatro décadas.
07:39Você, Dávila, como avalia esse movimento
07:42de alguns parlamentares?
07:43E no caso de Sóstenes Cavalcante,
07:46ele deve adotar uma estratégia
07:48que já foi utilizada, inclusive,
07:49por Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
07:52Agora ele pretende repetir a estratégia aqui no Brasil.
07:56É um bom momento para o líder da oposição
07:59fazer esta peregrinagem pelas embaixadas
08:02porque o Brasil está em evidência
08:05no noticiário internacional.
08:08Isto está ajudando a trazer mais luz
08:11à real situação brasileira
08:14para o restante do mundo.
08:16Então, este esforço internacional,
08:20neste momento,
08:21vai ajudar a dar mais visibilidade
08:24a essas coisas estranhas
08:26que acontecem por aqui.
08:28como abuso da justiça,
08:31violação das regras do devido processo legal,
08:33do direito à ampla defesa,
08:35dando respeito à liberdade de expressão,
08:39do respeito da imunidade parlamentar
08:42e, principalmente,
08:45dos desaforos
08:46que o Brasil vem fazendo
08:48para o mundo livre e democrático,
08:51como é o caso do pouso
08:52deste avião cargueiro
08:55que, na verdade,
08:57supri armas
08:58para governos autoritários
09:00e milícias terroristas.
09:05Programa Os Pingos nos Isos,
09:06os assuntos importantes do dia,
09:07sempre contando com as análises
09:09dos nossos comentaristas.
09:10A notícia em destaque,
09:12o líder do PL na Câmara,
09:13deputado Sostenes Cavalcante,
09:15vai levar
09:16a várias embaixadas
09:17que estão em Brasília,
09:19uma carta,
09:19um documento
09:20com várias denúncias
09:21de violações
09:22que acontecem aqui no Brasil.
09:24Deixa eu receber as pessoas
09:25que nos acompanham
09:25pelas emissoras de rádio
09:27espalhadas por todo o Brasil,
09:28passar para o Cristiano Beraldo,
09:30que fará uma análise
09:31sobre as opções
09:32da oposição
09:33no Congresso Nacional.
09:34Quantas vezes, né, Beraldo,
09:36nós não escutávamos,
09:37não, a solução
09:38está na mão
09:40do Congresso Nacional.
09:42Talvez esse processo
09:43de pacificação passe
09:44pela atuação
09:45de deputados e senadores.
09:47É preciso
09:48esperar que o Congresso
09:51faça alguma coisa
09:51nesse momento.
09:52Bem,
09:53a oposição
09:54aos trancos e barrancos
09:56tem tentado, né?
09:57Teve aquele manifesto,
09:58aquela movimentação,
10:00aquela obstrução física,
10:01inclusive,
10:02foi amplamente criticada
10:03na semana passada,
10:05mas a impressão
10:06que muitas pessoas têm
10:07é que as opções
10:08estão acabando.
10:09O Congresso,
10:10ou pelo menos a oposição
10:11dentro do Congresso Nacional,
10:13tenta de todas as maneiras.
10:15Faz um movimento aqui,
10:17fecha um acordo a colar,
10:19aí o acordo não é cumprido,
10:21tenta uma negociação,
10:23enfim,
10:23a gente observa
10:24movimentações
10:25de várias figuras
10:26da oposição
10:27no sentido de
10:28destravar
10:29algumas pautas,
10:31mas parece que não vai.
10:32Tem uma força maior
10:33que impede
10:35que esse movimento
10:36consiga avançar.
10:38Você vê a chance
10:39do Congresso Nacional,
10:41dessa oposição,
10:42conseguir avançar
10:43com alguns desses projetos
10:44que eles entendem
10:45que seria
10:46o pacote
10:48da pacificação
10:49do país?
10:49Eu acho
10:53essa história
10:54de pacificação
10:55um folclore,
10:57isso não existe,
10:58é uma palavra
10:59bonita,
11:00então a gente vê
11:01muita gente
11:02que grava vídeos,
11:04faz manifestações,
11:05precisamos pacificar
11:06o país,
11:07não,
11:07não vai pacificar o país
11:08coisa nenhuma,
11:09a realidade da política
11:10brasileira
11:11é essa,
11:12as pessoas não estão
11:13se movimentando
11:14por amor,
11:15as pessoas estão
11:16se movimentando
11:18por rejeição
11:19a outro,
11:20não,
11:21eu vou votar
11:22nesse candidato aqui
11:22porque aquele outro ali
11:23eu tenho o gerismo
11:25a ele,
11:25eu não quero isso,
11:26mas é de jeito nenhum,
11:27então eu vou votar
11:27naquele,
11:29e não porque
11:29o candidato em que você
11:31vai votar,
11:31o candidato em que você
11:33está apoiando,
11:34o candidato que você
11:34está divulgando,
11:35tem ali qualidades,
11:36que você fez uma
11:37grande avaliação
11:39profunda
11:39dos seus posicionamentos,
11:41a firmeza
11:42das suas convicções
11:43ideológicas,
11:44não existe nada disso,
11:46então o que a oposição
11:47tem que fazer
11:48é exercer
11:50o seu papel
11:51de minoria
11:52usando o regimento,
11:55sinceramente
11:55não adianta
11:56ficar ali
11:56ocupando a mesa
11:57diretora
11:58com esparadrapo
11:59no olho,
12:00não vai resolver
12:01absolutamente nada,
12:04é um protesto,
12:05é uma coisa simbólica,
12:06mas convenhamos,
12:07é preciso ter
12:08uma estratégia
12:10mais efetiva
12:11do que essa,
12:12porque agora
12:13a gente tem aí,
12:13são 14 processos
12:15do Conselho de Ética
12:16usando aquele episódio
12:18como uma justificativa
12:20para tentar
12:21impor punições
12:23a esses deputados,
12:24a oposição
12:25tem elementos
12:26que são muito importantes
12:27nessa batalha,
12:28aliás,
12:28eu faço até
12:29que um destaque,
12:30o Mota nos trouxe
12:31essa atuação
12:34da esquerda
12:34durante as décadas
12:35de 70 e 80,
12:37mas o Mota
12:38eu só peço
12:39que por favor
12:40a direita brasileira
12:42não chegue
12:43nesse ponto,
12:44o ponto que chegaram
12:46esses militantes
12:47de esquerda
12:48naquela época,
12:49porque eles
12:50eram criminosos,
12:52pegaram em armas,
12:54roubaram bancos,
12:56sequestraram pessoas,
12:57inclusive o embaixador
12:59norte-americano
13:00que depois foi usado
13:01como moeda de troca
13:03para liberar marginal
13:04que estava preso
13:06por atos criminosos
13:07praticados no Brasil.
13:09Então,
13:09o que precisamos
13:10é de uma oposição
13:12que jogue de forma limpa,
13:14mas muito eficiente.
13:15Isso sim,
13:16que pegue o regimento
13:16da Câmara dos Deputados
13:19e dentro do regimento
13:20utilize-se
13:21de todos os instrumentos
13:23ali previstos
13:24para causar um tumulto
13:25até que haja
13:27condições
13:28de que
13:29todos os parlamentares
13:31que estão ali na casa
13:33tenham
13:34os seus interesses
13:35atendidos.
13:36E o interesse
13:37hoje da oposição
13:38não é o interesse
13:39de aprovar
13:40a anistia,
13:42de aprovar
13:43o fim do foro privilegiado,
13:44é o interesse
13:45de ver esta matéria
13:47discutida e votada.
13:49Se tiver voto,
13:50vai aprovar.
13:50Se não tiver voto,
13:51não vai aprovar.
13:52Agora,
13:53qual é o medo,
13:54qual é a preocupação
13:55de não colocar
13:56o tema em discussão?
13:57É isso que não dá
13:58para compreender.
13:59Então, Caniato,
14:01há muitas coisas
14:02que estão acontecendo
14:03nesse momento,
14:04mas a oposição
14:05tem que ser muito firme
14:07e, sobretudo,
14:08efetiva.
14:09O Motta,
14:10eu acho que também
14:10quer fazer uma ponderação
14:12em cima disso.
14:13Só para a gente fechar
14:14as reflexões,
14:15as análises
14:16sobre essa notícia,
14:17você também não concorda
14:18com essa história
14:19de pacificação,
14:20né, Motta?
14:20Mas se não é a pacificação,
14:22a saída seria o quê?
14:24O apaziguamento?
14:25Respeito às leis?
14:29Eu vou acreditar
14:30em pacificação.
14:32Eu vou acreditar,
14:33Caniato,
14:34em pacificação
14:35quando,
14:36ao invés de ter
14:3740 mil homicídios
14:39por ano,
14:40o Brasil tiver
14:4010 mil,
14:41por exemplo.
14:43Eu vou acreditar
14:43nessa história
14:44de pacificação
14:45quando todo mundo
14:46que eu conheço
14:47não tiver sido assaltado,
14:49que é o caso de hoje.
14:51Eu vou acreditar
14:52em pacificação
14:52quando a gente puder
14:53andar nas ruas
14:54do Brasil
14:55sem ficar olhando
14:56para os lados
14:56o tempo inteiro,
14:57sem ter que entrar
14:58numa loja
14:59para usar um celular.
15:01Essa é a verdadeira
15:02pacificação.
15:04O acirramento
15:05de ânimos políticos
15:06está acontecendo
15:07no mundo inteiro.
15:09os que levantam
15:10essa história
15:11de pacificação,
15:12levantam essa bandeira,
15:13esse tema,
15:14eles querem é calar
15:16a metade
15:17ou dois terços
15:18do país.
15:19A pacificação
15:20que eles querem
15:21é supremacia,
15:23supremacia
15:24da turma da esquerda.
15:25Eu queria lembrar aqui
15:26uma coisa
15:27muito importante
15:28que muita gente esquece.
15:31A função
15:31dos representantes
15:33do povo
15:34é muito maior
15:36do que simplesmente
15:37fazer leis.
15:39Aliás,
15:40essa,
15:40na minha opinião,
15:41não é nem
15:41a função principal.
15:43O Brasil já tem
15:44leis suficientes.
15:46O Brasil devia começar
15:47um mutirão
15:47para acabar
15:49com leis,
15:49anular metade,
15:51dois terços
15:52das leis
15:52que existem no Brasil.
15:54A missão
15:55principal
15:56dos representantes
15:57eleitos
15:58é representar
16:00o povo.
16:01Os representantes
16:02do povo
16:03não podem
16:04ser anulados
16:06por funcionários,
16:08por servidores
16:09estatais
16:10não eleitos.
16:12Servidores
16:13que nunca tiveram
16:14um único voto.
16:16Não é assim
16:17que a democracia
16:19funciona.
16:20Com a democracia,
16:21o poder
16:22é exercido
16:23pelo povo
16:24através
16:25de seus representantes.
16:27Se esses representantes
16:29não têm
16:29mais nenhum poder,
16:31se eles não conseguem
16:32mais fazer nada,
16:33se eles não conseguem
16:34mais decidir coisa
16:35nenhuma,
16:36desculpe,
16:37acabou a democracia.
16:38E o que os representantes
16:40do povo
16:40podem fazer
16:41quando acaba a democracia,
16:43quando eles perdem
16:44o poder?
16:45Há várias possibilidades.
16:47Agora,
16:48a única coisa
16:49que eles não
16:50podem fazer
16:51é fingir
16:52que nada
16:53está acontecendo.
16:54é o que os representantes
16:56não têm
16:56o que os representantes
16:57não têm
16:58o que os representantes
16:59não têm
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