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  • há 6 meses
A implosão do submersível Titan, que provocou a morte de cinco pessoas em 2023, foi de responsabilidade da operadora Ocean Gate, por negligência na segurança e na manutenção. É o que aponta a guarda Costeira Americana depois de mais de dois anos de investigações.

JOEL SAGET, LAUREN OWENS LAMBERT, BASTIEN INZAURRALDE, ANDRE CRUZ, BRUNO VIGGIANOOceanGate / U.S. Coast Guard video courtesy of Pelagic Research Services / HANDOUT / OCEANGATE EXPEDITIONS / AFP PHOTO / Dirty Dozen Productions / AFP / SATELLITE IMAGE ©2022 MAXAR TECHNOLOGIES / AFPTVAFP

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Transcrição
00:00Um relatório final americano publicado nesta terça-feira indica que a companhia proprietária
00:07do submersível Titã, que implodiu com cinco pessoas a bordo perto dos destroços do Titanic
00:13em 2023, descumpriu protocolos básicos de segurança.
00:18O Titã, um pequeno submarino de cerca de 6,5 metros de comprimento, submergiu em 18
00:24de junho de 2023 para observar os restos do Titanic e deveria voltar à superfície
00:30sete horas depois, mas implodiu.
00:34Os cinco ocupantes morreram.
00:35O chefe da operadora Ocean Gate, um cientista francês, um explorador britânico e o magnata
00:42paquistanês britânico Chazada Dawood e um filho dele.
00:46O relatório da Guarda Costeira Americana identificou o descumprimento dos protocolos de engenharia
00:52estabelecidos para a segurança, os testes e a manutenção por parte da empresa como
00:57principal fator causador da tragédia.
01:01Cada passageiro pagou 250 mil dólares, aproximadamente 1 milhão e 200 mil reais em valores da época,
01:08para explorar os destroços do Titanic, uma das maiores catástrofes marítimas do século XX.
01:22E aí
01:27E aí
01:29E aí
01:41E aí
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