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O governo dos Estados Unidos está cobrando ações do Irã. Em sua rede social, o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu que o governo iraniano se renda à Israel. Em outra publicação ele declarou que tanto o governo israelense como o americano, sabem onde está o líder supremo Ali Khamenei, mas por hora decidiram não matá-lo. Por fim, Trump também solicitou que os civis dentro de Israel sejam poupados. Em paralelo, os líderes do G7, reunidos no Canadá, pedem uma desescalada e uma saída diplomática, embora reforcem o direito de Israel se defender e a visão de que o Irã não pode obter uma arma atômica.
No programa Linha de Frente, o correspondente internacional Luca Bassani informou que Trump também alertou para que civis evacuem Teerã, indicando que a região vai ser atingida pelos ataques israelenses. Bassani também reportou que a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou danos em instalações nucleares subterrâneas do Irã. A análise do tema contou com Leandro Ferreira, Rodolfo Maris e Laura Porto.
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No programa Linha de Frente, o correspondente internacional Luca Bassani informou que Trump também alertou para que civis evacuem Teerã, indicando que a região vai ser atingida pelos ataques israelenses. Bassani também reportou que a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou danos em instalações nucleares subterrâneas do Irã. A análise do tema contou com Leandro Ferreira, Rodolfo Maris e Laura Porto.
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NotíciasTranscrição
00:00Sobre a repercussão dessa guerra, parece que o governo dos Estados Unidos está cobrando ações do Irã.
00:05Nós vamos acionar o nosso correspondente internacional, Luca Bassani.
00:09Chega pra gente aqui no Linha de Frente, trazendo novidades a respeito dessas manifestações vindas dos Estados Unidos da América.
00:16Luca Bassani, seja muito bem-vindo ao Linha de Frente.
00:20É isso mesmo, Koba. Boa tarde a você e a todos que nos acompanham.
00:24O presidente Donald Trump, inclusive na sua rede social Truth Social, acabou de escrever há poucos minutos
00:29rendição incondicional, ou seja, em letras inclusive maiúsculas, pedindo, obviamente, que o governo do Irã se renda a Israel.
00:38Ele também, em outra publicação, disse que o governo israelense e os Estados Unidos sabem onde está o líder supremo Ali Khamenei,
00:46mas que por hora decidiram não matá-lo.
00:49Eles pedem que os civis dentro de Israel sejam poupados, senão a paciência dos Estados Unidos vai acabar.
00:56Nós vemos que durante as últimas horas, os últimos dias, também uma outra declaração de Donald Trump
01:01levou bastante atenção quando ele pediu para que os cidadãos de Teherã, a capital iraniana,
01:07com mais de 15 milhões de pessoas na sua região metropolitana, evacuassem a cidade e seguissem para o interior do Brasil,
01:14deixando claro que toda essa região vai ser atingida pelos ataques israelenses, assim como tem sido durante os últimos quatro dias.
01:24As imperações pontuais também têm sido bastante bem-sucedidas por parte de Israel,
01:30já que a Agência Internacional de Energia Atômica hoje também publicou uma nota dizendo que as instalações subterrâneas
01:37do complexo nuclear de Natanz foram também danificadas, não só aquelas na superfície, já no primeiro dia de ataque,
01:44mas também aquelas subterrâneas onde o urânio enriquecido pode chegar a níveis de mais de 60% de enriquecimento.
01:52Agora ainda há duas instalações onde isso também acontece que não foram atingidas, segundo a própria agência.
01:59Isfahan e Fordos, como nós sabemos, muitas dessas instalações subterrâneas a cerca de 80, 90 metros abaixo da superfície
02:07ou no interior de montanhas.
02:09O governo de Benjamin Netanyahu deixa claro que todos os objetivos militares de Israel ainda não foram alcançados
02:15e continuará com os ataques, principalmente agora que tem o controle total dos céus iranianos
02:20pela supremacia aeronáutica israelense, segundo a versão do próprio Premier.
02:25Obviamente que a gente está aqui monitorando 24 horas por dia o que acontece neste conflito,
02:30que já deixou mortos dos dois lados e também muitos feridos,
02:33além de elevar essa tensão global sobre a possibilidade de um conflito generalizado,
02:37que afetaria também a economia global como um todo,
02:40dada a importância do Irã na fabricação, na produção de petróleo, de gás natural
02:45e as rotas comerciais, sobretudo perto do estreito de Hormuz.
02:49Luca, já havia uma grande expectativa sobre o que poderia falar o presidente americano Donald Trump,
02:54porque ele havia deixado a reunião do G7.
02:58Isso não é comum, não é natural que ele deixe uma reunião dessa relevância, dessa importância.
03:02Então, já tínhamos todos a expectativa de que ele pudesse manifestar
03:07essas manifestações que você traz para a gente agora.
03:10Mas, por outro lado, os líderes do G7, os outros, continuaram lá
03:14e discutiram essa questão envolvendo Israel e Irã.
03:17O que saiu dessa reunião ou o que está saindo dessa reunião entre os líderes do G7, Luca?
03:24Nós vemos que muitos deles, principalmente os europeus, pedem uma desescalada,
03:28Kobayashi, dizendo que ambos têm que vir à mesa de negociação,
03:32achar uma saída diplomática ao invés de uma guerra contínua e interminável.
03:37Mas muitos também deixaram claro que Israel tem direito de se defender
03:40e tantos outros explicitamente disseram que o Irã nunca poderá alcançar uma arma atômica,
03:46porque seria um perigo generalizado para o Oriente Médio e para o mundo.
03:50Quem falou isso de maneira mais explícita foi a presidente da Comissão Europeia,
03:54Ursula von der Leyen.
03:55Exatamente por conta dessas declarações que o porta-voz da diplomacia iraniana
04:00acusou o Ocidente e os países do G7 de terem uma postura unilateral
04:05e fez uma pressão diplomática para que eles também acionem Israel
04:09ou pressionem Israel para rever a sua postura bélica e evitar novos ataques.
04:15A gente vê que o mundo segue dividido e Netanyahu,
04:18que tinha uma credibilidade muito diminuída durante os últimos meses pela guerra em Gaza,
04:25com os líderes europeus, agora entra num status de melhora,
04:29porque muitos países na Europa e também no mundo islâmico,
04:32os árabes sunitas principalmente, veem o Irã como uma ameaça maior.
04:36Então o inimigo mais maligno na visão deles acaba sendo aquele onde o foco é voltado nesse momento
04:43e nós vemos que a situação, pelo menos midiática em torno da questão israelense,
04:48melhorou aqui na Europa em detrimento do que era durante as últimas três semanas
04:52durante a cobertura da guerra na faixa de Gaza.
04:55Luca, o Leandro Ferreira está com a gente na mesa aqui, ele quer te fazer uma pergunta.
04:59Luca, boa tarde, muito obrigado aí pela sua cobertura, que é sempre de muita qualidade.
05:03E a minha pergunta é a respeito de uma situação similar do que a gente viu em relação ao Iraque,
05:10na justificativa do presidente Bush à época de invadir o Iraque sem a confirmação do uso de armas,
05:19ou pelo menos da criação e da manutenção de armas atômicas, destruição em massa na época,
05:24se utilizou esse termo.
05:25Israel tem, dessa vez, provas de que o Irã estava construindo ou armazenando armas de destruição em massa,
05:33porque acho que vai ter um certo paralelismo no julgamento pós-guerra
05:38sobre se foi justificado ou não em razão de ter ou não,
05:42porque uma ameaça etérea talvez não justifique mais uma guerra no mundo.
05:49Olá, Leandro, sempre bom reencontrá-lo aqui.
05:52E a sua pergunta, a sua questão, ela é extremamente conivente com aquilo que muitos outros analistas têm apontado.
06:00Mas para que isso, mas para que haja um paralelo completo, é necessário que haja uma mudança de regime.
06:05Afinal, sabemos que a invasão americana ilegal perante as Nações Unidas no Iraque
06:09causou a queda de Saddam Hussein, uma mudança de regime, uma guerra civil e muitas dificuldades para o país.
06:16A gente hoje vê que o Iraque até hoje não se recuperou, muitos mortos.
06:20E o Irã, inclusive, politicamente domina várias partes do Iraque por conta de ser um país chiíta muito poderoso ali nas fronteiras.
06:28Em relação a esse paralelo e aqueles argumentos apresentados, de fato, os americanos trouxeram uma versão para a ONU
06:35que nunca foi, de certa forma, comprovado por observadores internacionais sobre as armas de destruição em massa
06:42que o governo de Saddam Hussein teria em suas mãos.
06:45No caso iraniano, muitas agências de inteligência ocidentais dizem que eles estariam há poucos meses na arma atômica.
06:52Mas essa visão, obviamente, é enviesada.
06:55No caso em questão, a gente tem mais argumentos contra o regime iraniano
06:59porque a própria Agência Internacional de Energia Atômica, no dia 12 de junho,
07:03publicou também um relatório dizendo que em muitas instalações o Irã já está enriquecendo o urânio acima de 60%, 70%.
07:11Nós sabemos que para uma arma atômica é necessário 90%, então é algo um pouco mais robusto do aspecto argumentativo
07:19do que tinha sido no Iraque, mas obviamente que uma invasão ou um ataque num país soberano
07:24ele está sujeito a retaliações militares, exemplo como a gente está observando o Irã reagir.
07:28Vamos ver se os Estados Unidos escolherão ou não a via militar também direta neste conflito como fizeram com o Iraque.
07:35Lembrando que até hoje a baixa credibilidade que os Estados Unidos têm na região do Oriente Médio
07:39é por conta da invasão ilegal do Iraque que mais criou inimizades do que criou pontes com os árabes muçulmanos
07:46ou o mundo muçulmano de maneira geral.
07:49Muito bem, o Luca Bassani vai seguir conosco aqui na programação da Jovem Pan,
07:52no Linha de Frente, voltando a qualquer momento com mais informações.
07:56Por aqui eu já quero rodar o nosso time aqui, agora com o Rodolfo Maris.
08:00Essa é uma questão interessante, Rodolfo, que o Leandro trouxe aqui para o nosso debate,
08:04que é a prova ou não de enriquecimento de urânio acima do limite permitido,
08:08desse preparo de armamento nuclear que vinha sendo feito segundo as forças de defesa de Israel,
08:15aliás, segundo as forças de defesa de Israel, em poucas semanas eles já teriam esse armamento pronto,
08:22esse armamento nuclear pronto.
08:24E por isso é que Israel está atacando o Irã.
08:27Inclusive até de uma maneira independente dos ataques que sofreu dos grupos terroristas financiados pelo Irã.
08:35Como você avalia essa motivação de Israel de atacar o Irã?
08:40Tem a ver com essa questão do armamento nuclear?
08:43Ou é uma retaliação a todos os ataques que Israel sofreu de tantos grupos terroristas,
08:49como no caso Hamas, vindo os ataques da faixa de Gaza,
08:53ou do próprio Hezbollah, vindo da fronteira com o Líbano,
08:55nesses últimos anos todos, claro que agravados a partir de outubro de 23,
09:01naquele fatídico dia 7 de outubro.
09:04Como você vê a motivação de Israel para o ataque ao Irã?
09:06Rodolfo Maris.
09:07Boa tarde, Nelson Kobayashi, meus amigos de bancada,
09:09você que nos assiste em casa, obrigado pela sua audiência.
09:12Nelson, eu acredito que Israel tem uma força muito inteligente ali
09:16e que eles não estão fazendo um ataque ao esmo simplesmente por resposta.
09:20A gente sabe que o Irã, em toda a sua história,
09:22foi um país muito ameaçador de outros continentes e de outros países também,
09:27justamente por enriquecer o seu urânio a 60%.
09:30As forças israelenses ou a inteligência de Israel
09:33chegou à conclusão que eles estavam enriquecendo a 90%
09:37em seus túneis subterrâneos, o que enriquece mais ainda,
09:41e chegando a 90% já tem condições de uma bomba barra arma nuclear.
09:46E foi isso que fez Israel atacar o Irã.
09:49E sobre o fatídico dia de 2023, em outubro, o que acontece?
09:55Nós tínhamos uma guerra, realmente começou contra um grupo de radicais,
09:58que foi o Hamas, mas o que foi noticiado também pelas agências,
10:02principalmente pela Reuters, foi que um grupo estava financiando,
10:06e que chegou à conclusão desse grupo, chegamos ao Irã.
10:10O Irã estava financiando esse ataque terrorista.
10:13Israel começa uma guerra, então, contra o Irã.
10:15E chegando à capacidade total ali do seu armamento,
10:18porque a inteligência de Israel fez o que no dia de ontem?
10:21Acabou com os veículos de comunicação,
10:25tirando do ar a rede de comunicação televisiva e também das rádios.
10:29Ou seja, detendo ali, colocando no complô toda a informação.
10:33E agora, as notícias de hoje, que você acabou de noticiar aqui,
10:37Nelson Kobayashi, é de que o ataque ao Irã, o mais recente,
10:42foi ali dos lançadores de mísseis.
10:44Ou seja, Israel, com toda a sua inteligência, vai cercando o Irã,
10:48cabendo ao líder supremo, agora se entregar,
10:51que é, inclusive, o que pede Donald Trump e toda a cúpula do G7.
10:55Quero também a análise da Laura Porto conosco aqui,
10:58nessa cobertura especial.
10:59Como é que você tem visto tudo isso, Laura?
11:02Bom, primeiro, boa tarde a todos os meus colegas de bancada.
11:06Uma alegria estar aqui.
11:07Boa tarde a todos os nossos telespectadores aqui,
11:10que estão acompanhando.
11:11E até brincavamos no começo que o tema é guerra, guerra, guerra.
11:14Quando será que isso vai acabar?
11:16Eu acompanho com muita preocupação,
11:18porque nós estamos vendo uma escalada muito grande.
11:21E com essa saída da reunião do G7 do Trump,
11:24que mostrou que ele vai, de fato, intervir de alguma forma,
11:28com uma possível escalada.
11:30E muitos falam do perigo do Donald Trump entrar
11:33e não ficar apenas como um mediador de um conflito ali territorial.
11:37poderíamos ter uma questão indo para a Rússia, para a China,
11:41o que é muito preocupante.
11:42Então, eu estou vendo essa escalada com extrema preocupação.
11:46O Trump mostrando que ele não quer um cessar-fogo,
11:49ele quer o final exato, agora, dessa guerra,
11:53o que seria bom para todos.
11:54Vamos combinar aqui que nenhuma vida deve estar indo em vão,
11:59embora.
11:59Nós temos muitos civis morrendo com essa guerra.
12:01E o G7 se colocando, inclusive, queria até voltar num ponto
12:05que já foi falado aqui,
12:07da reunião do G7 que disse que irá trazer um documento
12:11falando sobre essa guerra.
12:15E o que muitos disseram que estão ali,
12:17talvez alguns furos de reportagem,
12:19que viram uma minuta do que vai sair do G7 sobre a guerra,
12:23é que eles estariam passando,
12:26não colocando a culpa em nenhum dos lados
12:28e sendo mais a menos do que seria necessário,
12:31mas pedindo que houvesse, de fato,
12:34o fim da guerra e um cessar-fogo.
12:36Então, estamos aguardando qual vai ser o documento
12:38que virá desse G7,
12:40inclusive aguardando, talvez,
12:41um pronunciamento do nosso presidente Lula nessa reunião.
12:44Ô, Leandro Ferreira,
12:45qual a possibilidade de o G7 liderar a mediação desse conflito?
12:50Esses fóruns internacionais,
12:52que reúnem blocos de países,
12:55eles talvez tenham perdido uma relevância,
12:57sua relevância ao longo das últimas duas décadas.
13:01A gente tem, por exemplo,
13:02a própria Nações Unidas,
13:04que é o fórum máximo do multilateralismo,
13:08tendo sido muito enfraquecida,
13:09especialmente pelos Estados Unidos,
13:12ao desrespeitar e invadir o Iraque ilegalmente,
13:15contra, inclusive, decisões do Conselho de Segurança da ONU,
13:18que é mais ou menos parecido com o G7.
13:21Eu diria que o G7 tem pouca possibilidade de liderar
13:26do ponto de vista geopolítico.
13:28No G7 é possível que tenham acordos econômicos relevantes.
13:32Acho que no G20 isso é mais provável, pertinente.
13:36A presidência do G20, nesse momento,
13:38está com a África do Sul,
13:39que é um país muito mais neutro nesse conflito,
13:42inclusive, crítica a Israel.
13:44É uma nação que tem, inclusive,
13:46promovido os processos no Tribunal Internacional
13:49contra Israel por genocídio,
13:52ao qual se somaram várias outras nações.
13:54O genocídio a ser avaliado em Gaza.
13:59Essa questão do Irã,
14:00certamente, vai acabar passando por esses fóruns.
14:03Mas, nesse momento, essa cúpula do G7,
14:05ainda mais sem a participação dos Estados Unidos,
14:07porque o Donald Trump voltou corretamente,
14:09na minha opinião, para Washington,
14:11a gente não deve ter grandes expectativas
14:14em relação a isso.
14:16Importante lembrar,
14:17Koba, que essa reunião do G7
14:18está acontecendo no Canadá,
14:20e o Canadá tem um primeiro-ministro recém-eleito.
14:22Eu acho que é muito improvável
14:24que a gente possa ter bons encaminhamentos
14:28vindos dali.
14:29Eu diria que o próximo grande palco internacional
14:34para esses encontros
14:36vão ser o encontro do BRICS,
14:38que vai ser no Rio de Janeiro em julho,
14:39no começo de julho.
14:41E o Irã, inclusive, é um membro do BRICS+,
14:43e a gente vai ter, mais relevante ainda,
14:47em setembro, a Assembleia Geral da ONU.
14:50Nesta ocasião, sim,
14:52eu acho que a gente vai ver declarações
14:53extremamente fortes contra Israel,
14:57também contra o Irã,
14:58mas, certamente, o Brasil sendo crítico
15:00em relação à postura de Israel
15:02relacionado ao tema da faixa de Gaza.
15:06Uma coisa contamina a outra,
15:07mas é até bom que seja contaminado,
15:10porque eu acho que precisa ser melhor avaliado
15:13se está coberto de legalidade
15:15e de razões esse ataque tão forte ao Irã.
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