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#concursopublico#AuladePortugues#Aulaportugues
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00:00Nós já sabemos o que é que a empresa faz.
00:04No longo prazo, a empresa tem que definir ali qual é a sua alocação de capital e trabalho
00:11que vai gerar um determinado nível de produção e associado a esse nível de produção
00:19vai gerar também ali um determinado padrão de custos.
00:23Nisso nós já vimos, tanto nas isoquantas quanto nas curvas de isocusto, nas retas de isocusto
00:30e nós vimos isso exatamente no bloco anterior.
00:34O que é que nós precisamos compreender agora ou especificamente agora?
00:42O que eu preciso compreender é o que é que a empresa quer no longo prazo
00:47e ela vai querer fazer um processo de otimização que pode ser visto de duas formas diferentes
00:57que geram o mesmo resultado para a empresa.
01:01Então o que eu tenho é o seguinte, é que no longo prazo eu vou dizer que a empresa possui como objetivo
01:10maximizar o seu padrão de produção e essa maximização do padrão de produção é visto através da sua isoquanta
01:25e aí ele vai maximizar essa produção sim sujeito a um determinado orçamento
01:33e esse determinado orçamento é o que nós chamamos de isocusto.
01:39Então é isso que nós temos aí, caberá a empresa fazer esse processo de maximização.
01:48Só que eu falei a vocês que a empresa vai ter dois objetivos distintos,
01:54mas que vão culminar em um mesmo resultado.
01:59E eu posso dizer agora que de forma inversa, eu posso dizer que a empresa está interessada
02:06em minimizar os seus custos sujeito a um determinado nível de produção.
02:14Então vamos organizar aqui, eu posso dizer então assim,
02:17que a determinada empresa possui como objetivo minimizar custos
02:24e isso é visto pela curva de isocusto sujeito a um determinado nível,
02:34nesse caso aqui, de produção que é visto mais uma vez pelas isoquantais.
02:46E aí é isso que nós temos aqui definido para vocês.
02:52E aí o fato é que esses dois problemas, esses dois objetivos se equivalem
02:59e a esses dois objetivos nós dizemos que existe uma dualidade na produção.
03:08Certo, Amanda?
03:09Como é que eu vejo isso nesse caso aqui?
03:13Olha a figura que você vai compreender.
03:16Vamos pensar no primeiro caso.
03:19Vamos pensar que a empresa quer maximizar a sua produção sujeito a um determinado orçamento.
03:28E vamos pensar que o orçamento vai ser estabelecido pela nossa curva de isocusto,
03:32que vai de B até B'.
03:36Então deixa eu só aqui organizar para vocês, nossa reta de isocusto é essa aqui.
03:42E o que é que eu vou querer?
03:44Eu vou querer nesse caso aqui, que essa reta de isocusto, ela me entregue a maior produção possível.
03:56E aí para isso, eita, ficou horroroso, né?
03:59Para isso eu vou ter aqui diversas curvas de isoquanta que passam por essa produção,
04:11que passam por esse custo.
04:13Vamos começar para simplificar nessas duas curvas de isoquanta,
04:17na curva Q0 e na curva Q1.
04:21Vejam que ambas passam pela curva de isocusto.
04:26A curva Q1 passa no ponto X.
04:31A curva Q2, ou Q0, passa no ponto K e passa nesse ponto chamado de ponto W.
04:40E aí eu quero saber qual é o nível de produção, em qual isoquanta,
04:46ou ainda em qual ponto a empresa desejará alocar os seus fatores.
04:54Aqui para a gente está muito claro.
04:56Veja que o nível de produção entregue por Q1 é maior que o nível de produção entregue por Q0.
05:05Então, o que é que nós vamos ter nesse caso aqui?
05:09Eu tenho o seguinte, que esse nível aqui de produção,
05:16nesse nível aqui de produção Q0,
05:22embora nos pontos W e K nós tenhamos essa exaustão aqui,
05:29em termos de orçamento, eu vou entregar uma quantidade menor.
05:36Então, a quantidade que efetivamente maximiza o meu processo de produção
05:46está associada aqui à alocação X.
05:50E essa alocação X tem um ponto importante.
05:54É nessa alocação X que nós temos uma condição de tangência.
06:04Então, o que é que nós vamos ter quando nós falamos de equilíbrio de longo prazo da firma?
06:12Se a empresa quer maximizar a produção sujeita ao orçamento,
06:16hoje eu mostrei que esse equilíbrio acontece ou é estabelecido através de uma condição de tangência
06:24em que a nossa curva de isoquanta tangencia,
06:31nesse caso aqui, a nossa curva de isocusto.
06:37Ou, eu vou dizer que no equilíbrio de longo prazo, que é o que está aqui,
06:42a minha curva de isoquanta mais alta passará tangente à minha curva de isocusto.
06:51E aí, eu vou dar uma apagadinha aqui, para não ficar com tanta coisa poluindo a informação.
06:57Então, está aqui estabelecida.
06:59Só que eu disse a vocês que o processo de maximização,
07:02o processo de otimização da empresa, em termos de produção, é um processo dual.
07:07E o que é, então, esse processo dual?
07:13O que eu tenho nesse caso aqui é o seguinte,
07:17esse processo dual, ele vai acontecer, nesse caso,
07:23quando eu penso agora em, opa, sem apagar,
07:27minimização de custos sujeito a um determinado nível de produção.
07:34Para começar, vamos dizer o seguinte, vamos dizer que a partir de agora,
07:38ao invés de eu ter um orçamento, como eu tinha de B' a B,
07:43agora eu não tenho mais um orçamento.
07:46O que eu efetivamente tenho agora é um determinado nível de produção.
07:54A empresa faz, você precisa produzir Q1,
07:58e nesse caso aqui, você vai precisar produzir Q1 com o menor custo possível.
08:07Veja, eu vou produzir Q1 em Y, em X e em Z.
08:15Nesse caso aqui, o que é que eu vou ter?
08:20Veja que, apesar do mesmo nível de produção em Y, X e Z,
08:27Y e Z estarão associados a uma realidade de custos bem maior.
08:34Essa realidade de custos está aqui em cima.
08:37Então, o que é que eu tenho nesse caso aqui?
08:39O que eu vou ter é que, diante dessa realidade,
08:45esses dois níveis de produção não são os níveis que minimizam os meus custos.
08:53Quem está minimizando os custos é esse ponto X.
08:58E qual é, então, aqui a característica desse ponto X?
09:02No ponto X, eu entrego a minha produção,
09:06mas eu entrego no menor custo possível.
09:10E esse menor custo é essa linha de isocusto B'B.
09:15Ou seja, o que é que eu tenho aqui?
09:19A empresa vai minimizar custo dado o mesmo nível de produção.
09:28E aí, vejam que, quando eu falo em maximizar a produção,
09:33sujeito a um orçamento ou a minimizar custos sujeito à produção,
09:40o que eu tenho é que, nos dois casos, o equilíbrio de longo prazo equivale
09:44e ele é materializado no que nós chamamos,
09:50nesse caso aqui, de condição de tangência.
09:56Então, é essa condição de tangência aí que vai fazer com que nós tenhamos essa otimização.
10:05E aí, qual é a característica dessa condição de tangência?
10:10É que na condição de tangência, nós vamos ter que a inclinação
10:15da taxa marginal, aliás, a inclinação, arruma isso aqui, Amanda,
10:25da nossa isoquanta, e aí a inclinação da isoquanta,
10:31que é estabelecida pela taxa marginal de substituição técnica,
10:35vai ser igual à inclinação da nossa curva ou da nossa reta de isocusto.
10:44Então, está aqui, isso vai ser igual à inclinação da isocusto,
10:55que vai ser dada pela relação salário por remuneração do capital.
11:02E aí, é isso que nós temos quando nós falamos em termos de inclinação das curvas.
11:11Então, no equilíbrio, a taxa marginal de substituição técnica
11:18é igual à relação da remuneração dos fatores.
11:24E é isso que está sendo visto para vocês.
11:26Logo, matematicamente, nós temos o seguinte,
11:30que no equilíbrio de longo prazo,
11:32a taxa marginal de substituição técnica,
11:36que é dada por delta K, delta L,
11:39é igual à relação salário, custo do capital ou taxa de juros.
11:47Então, é isso que nós temos aí para especificar para vocês.
11:52Você fala, nossa, Amanda, muito fácil isso aqui.
11:55Muito simples, é só uma condição de equilíbrio
11:59que não tem um bicho de sete cabeças aí.
12:02E aí, eu diria que concordo com você em partes.
12:08Porque, apesar de ser algo super simples,
12:12as bancas podem, e eu sempre reforço,
12:15as bancas vão dificultar a nossa vida.
12:19E como é que as bancas vão fazer isso?
12:21É que elas não vão olhar o equilíbrio
12:23nessa relação de taxa marginal de substituição técnica,
12:28delta K, delta L.
12:30Elas vão traduzir a taxa marginal de substituição técnica
12:35em uma relação dos produtos marginais do trabalho
12:41e do produto marginal do capital.
12:45Mas, fique tranquilo que você vai começar a compreender isso agora
12:49e não precisa decorar.
12:52Vejam só, o que é que eu tenho aqui?
12:54Eu tenho o seguinte,
12:55eu tenho que a taxa marginal de substituição técnica
12:58vai ser delta K, delta L.
13:02Vamos fazer o seguinte,
13:03vamos pegar essa taxa marginal de substituição técnica
13:07e vamos dividir todo mundo por delta Q ou delta Y,
13:12que é a nossa variação de produção.
13:17Então, é isso que nós temos aí
13:19com a nossa variação de produção.
13:24Como eu tenho divisão de frações,
13:27o que eu posso fazer?
13:28Eu repito a primeira.
13:31Ah, arrumadinho, né?
13:33Eu vou repetir a primeira fração,
13:37delta K, delta Q,
13:39e eu vou multiplicar pelo inverso da segunda.
13:44Delta Q, delta L.
13:46O que eu posso fazer aqui?
13:48Como é a multiplicação, eu posso inverter a ordem.
13:52E aí, nesse caso,
13:53a ordem dos fatores não altera o produto.
13:57Delta Q, delta L,
14:00multiplicado por delta K, delta Q.
14:03Só que agora, o que é que eu quero fazer?
14:06Eu quero transformar essa estrutura
14:09que está aqui em uma estrutura de fração.
14:14Então, eu repito a primeira,
14:17delta Q, delta L,
14:18e divido pelo inverso da segunda,
14:22delta Q, delta K.
14:25Ora, quem é delta Q, delta L?
14:27A gente conhece essa expressão.
14:30Produto marginal.
14:32O trabalho é a variação da produção
14:34pela variação do fator trabalho.
14:38Quem é delta Q, delta K?
14:40É o produto marginal do capital.
14:44Delta Q, delta não L,
14:47mas delta K.
14:49Então, está aqui.
14:51Delta K.
14:52Então, o que nós temos aqui no final
14:54é que a taxa marginal de substituição técnica,
14:59ela pode ser expressa por uma relação
15:01entre as produtividades dos fatores.
15:05Vai ser o produto marginal do trabalho
15:08pelo produto marginal do capital.
15:14E aí, é isso que nós temos aqui.
15:17E aí, nesse sentido,
15:18ou entendida essa relação
15:20da nossa taxa marginal de substituição técnica,
15:24eu posso reescrever esse equilíbrio.
15:26E o que eu vejo é que no equilíbrio,
15:31o que eu vou ter é que
15:32produto marginal do trabalho
15:35por produto marginal do capital
15:38vai ser salário
15:40pelo custo capital,
15:42que ele chamou aqui de C,
15:43eu posso chamar aqui de R,
15:44mas é a mesma coisa, tá?
15:45E aí, eu posso ajustar isso aqui.
15:48E posso colocar tudo que tem trabalho
15:50de um lado
15:51e tudo que tem capital do outro.
15:53E aí, o produto marginal do trabalho
15:56dividido pelo salário
15:58é igual ao produto marginal do capital
16:02dividido pelos juros
16:04ou pelo custo de capital.
16:06E essa aqui é a condição
16:08de equilíbrio
16:10no longo prazo.
16:19Então, é isso que nós temos
16:21quando nós falamos
16:23de produção
16:24no longo prazo.
16:27A minha produção
16:28no longo prazo,
16:30ela será dada
16:31por essa relação
16:33que existe
16:34entre produto marginal
16:36do trabalho
16:39e produto marginal
16:41do capital.
16:43Então, é isso
16:44que nós temos
16:45quando nós falamos
16:46em equilíbrio
16:47da empresa
16:49no longo prazo, tá?
16:53Então,
16:53a gente não ter dúvidas
16:55nem nenhuma consideração.
16:57E aqui tem um apontamento
16:59que eu acho muito interessante
17:00é que a firma
17:02minimizará
17:04o custo de produção
17:07quando utiliza,
17:09quando ela utilizar
17:10capital e mão de obra
17:12até o ponto
17:13que seus custos
17:14marginais
17:15relativos,
17:17esses custos
17:18marginais
17:20relativos
17:21aqui
17:21é exatamente
17:24o nosso
17:25análise
17:27em termos
17:28de salários,
17:30das remunerações.
17:31Então,
17:32quando a relação
17:33dos salários
17:34sejam
17:35apenas
17:35iguais
17:36às produtividades
17:38marginais
17:39relativas.
17:40isso aqui
17:41que ele está falando
17:41é essa
17:43relação
17:44exposta
17:45aqui
17:46para vocês.
17:47Então,
17:48é isso
17:48que está mostrado
17:50aqui
17:50para vocês.
17:53E aí,
17:54ele fala
17:55ainda
17:55aqui
17:56o seguinte,
17:58vamos lá
17:58arrumar
17:58nossa vida
17:59passando
18:00para o próximo slide.
18:00ou ainda
18:01de modo
18:02mais simples,
18:03podemos dizer
18:04que a firma
18:05atinge
18:06o equilíbrio
18:07quando
18:08a razão
18:09entre
18:09as produtividades
18:11marginais
18:12de mão de obra
18:14e capital
18:15seja igual
18:16à razão
18:17de seus
18:19preços.
18:20E aí,
18:20essa é a forma
18:21alternativa
18:23quando eu
18:24falo
18:25em termos
18:26do equilíbrio
18:28da firma
18:29no longo
18:31prazo.
18:34E aí,
18:35é isso,
18:35se eu me enquadrar
18:36aqui,
18:36é isso
18:37que está expresso
18:38para vocês.
18:39Só que tudo
18:40que nós já vimos
18:41estava associado
18:43ao caso
18:44das curvas
18:46de isoquanta
18:46em que nós falamos
18:47que são curvas
18:48de isoquanta
18:49bem comportadas.
18:50mas eu posso
18:53ter o caso
18:54em que as curvas
18:55de isoquanta
18:55não são assim
18:57exatamente
18:57bem comportadas.
18:59Elas podem ser
18:59muito
19:00mal comportadas
19:02e é isso
19:03que a gente vai
19:03começar a ver
19:04agora.
19:05As funções
19:06de produção
19:08isoquantas
19:09nos casos
19:10especiais.
19:12E aí,
19:12o caso
19:13número 1
19:13é o caso
19:14dos fatores
19:15que estão
19:16em proporções
19:18fixas
19:18ou o caso
19:20da função
19:20de produção
19:21do tipo
19:22Leontief.
19:24Que característica
19:25é essa
19:26dessa função
19:27de produção,
19:28Amanda?
19:29Às vezes,
19:30existem
19:31produções
19:31que pedem
19:33proporções
19:34fixas
19:35entre os
19:36fatores.
19:38Por exemplo,
19:38eu produzi
19:39essa aula
19:40aqui,
19:40eu preciso
19:40de um espaço,
19:42eu preciso
19:42de uma base
19:43de equipamentos,
19:44que é uma lousa,
19:45um microfone,
19:45uma câmera,
19:46um retorno ali atrás,
19:47para que um
19:48professor,
19:49para que eu possa
19:50produzir a aula.
19:51Então,
19:52nesse caso
19:52aqui,
19:53não dá,
19:53por exemplo,
19:54eu colocar
19:54dois microfones
19:56e não ter uma câmera,
19:57ou eu colocar
19:58três computadores
19:59e não colocar
20:00o professor.
20:01Essa produção
20:02aqui opera
20:03em proporções
20:04fixas.
20:06E aí,
20:07quando os fatores
20:08estiverem
20:09em proporções
20:10fixas,
20:11nós temos
20:12que as suas
20:12curvas
20:13de isoquanta,
20:14longe de serem
20:15aquelas curvas
20:16complexas,
20:18aquelas curvas
20:18convexas,
20:19elas terão
20:20um formato
20:20de L.
20:22E é isso
20:22que está
20:24aqui mostrado
20:26para vocês.
20:27Essa aqui
20:28é a nossa
20:29função
20:30de produção
20:32tipo
20:32Leão Tf.
20:33E o que ele fala
20:34aqui,
20:34quando dois fatores
20:36de produção
20:36são
20:37complementos
20:39perfeitos,
20:40eu preciso
20:41dos dois fatores
20:43juntos,
20:46afirma
20:47deverá aumentar
20:47a quantidade
20:48dos insumos
20:49em proporções
20:51fixas,
20:52caso queira
20:53aumentar a produção.
20:55Nesse caso,
20:56as isoquantas
20:57terão o formato
20:59em L.
21:01Então,
21:01se eu estiver
21:02em proporção
21:03fixa,
21:05eu tenho
21:05que a minha função,
21:07que a minha
21:07curva de isoquanta
21:08terá esse formato
21:10aí em L.
21:12E é isso
21:13que está
21:13mostrado
21:14para vocês,
21:15para que a gente
21:16não tenha
21:17qualquer
21:18nível
21:20de dificuldade
21:21em termos
21:21de compreensão.
21:23Só que,
21:23de um lado,
21:24eu tenho fatores,
21:25então,
21:25que eu vou andar,
21:26vou utilizar
21:27sempre juntos.
21:29Só que,
21:30existem fatores,
21:31existem situações
21:32ou processos
21:33de produção
21:33em que eu posso
21:34utilizar a mão de obra,
21:36se eu me enquadrar aqui,
21:37em que eu posso
21:38utilizar a mão de obra
21:40ou a máquina.
21:41E aí,
21:42para mostrar um exemplo
21:43disso,
21:44eu tenho uma notícia
21:45que é antiga,
21:46mas para que reforça
21:47essa compreensão.
21:49A notícia diz o seguinte,
21:51a Nestlé
21:51usará mil robôs
21:54para vender
21:55máquinas de café.
21:58Os robôs
21:58serão capazes
22:00de dar explicações
22:01sobre vários produtos.
22:03O fabricante japonês
22:04irá colocá-los
22:05à venda
22:06ao público
22:07a partir de fevereiro,
22:08essa notícia
22:08que é uma notícia
22:09velha.
22:12Mas,
22:13mostra aqui
22:14uma característica
22:15importante
22:16que eu quero destacar.
22:17É que,
22:18quando a empresa
22:19usa robôs
22:20para fazer
22:21a venda
22:22de café,
22:22ela está fazendo
22:24aqui uma operação
22:25de substituição.
22:29Substituição
22:29de quem?
22:31Substituição
22:32da mão de obra
22:33ou,
22:34para ficar mais formal,
22:35está substituindo
22:37o fator
22:38trabalho
22:40pelo fator
22:41capital.
22:43Está existindo
22:43aqui uma troca.
22:45E aí,
22:46como é que eu vejo
22:47o caso
22:47das curvas
22:49de isoquanta?
22:50Quando nós falamos
22:52em termos de efeito
22:53substituição.
22:56O que eu vou ter
22:57nesse caso aqui
22:59é que as minhas isoquantas
23:00adotam
23:01o seu formato
23:03de reta.
23:05As curvas
23:06passam
23:09a ter
23:10esse
23:10formato
23:12em
23:12L,
23:14esse formato
23:15em retas.
23:17É isso
23:17que está aí
23:18mostrado
23:19para vocês.
23:20Ele fala aqui
23:20o seguinte,
23:21quando dois fatores
23:22de produção
23:23são
23:23substitutos
23:25perfeitos,
23:27a taxa
23:28marginal
23:28de substituição
23:29técnica
23:30é uma constante
23:32e esses
23:33isoquantas
23:34serão
23:34nesse caso
23:35aqui
23:36linhas
23:37retas.
23:38Uma forma
23:39inclusive
23:40de analisar
23:42ou de ver
23:43essa função
23:44de produção
23:45dois bens
23:47substitutos
23:48é observar
23:49que elas vão
23:50ser expressas
23:51da seguinte forma,
23:52a produção
23:53em função
23:54de K
23:55e em função
23:56de L
23:57vai ser
23:57AK
23:58mais BL
24:00em que
24:00A e B
24:01são simplesmente
24:02parâmetros
24:03e podem
24:03inclusive
24:04ser iguais
24:06a 1.
24:07Então,
24:07é isso
24:08que está aí
24:09expresso
24:09para vocês.
24:11Essa aqui
24:12é a nossa
24:12produção
24:14para que a gente
24:15não tenha
24:16dificuldades
24:18para analisar.
24:20Então,
24:20está aqui
24:21Q
24:22em função
24:23de K
24:23e de L
24:24A
24:25K
24:26mais
24:27BL.
24:29Então,
24:29essas aqui
24:30são os nossos
24:31casos especiais
24:32em termos
24:34de isoquantas.
24:36Só que tem um ponto
24:37especial
24:38que eu queria
24:38muito reforçar
24:39com vocês
24:40já nessa reta
24:41final da nossa aula
24:42que são os
24:43rendimentos
24:44de escala
24:45característicos
24:47especificamente
24:49quando nós
24:50falamos de produção
24:50no longo prazo.
24:52E o que são
24:54esses rendimentos
24:55de escala?
24:57Imagine que eu
24:58dobre
24:58o número
25:00de fatores
25:00de uma determinada
25:02firma.
25:03Eu dobrei
25:04o volume
25:04de capital
25:05e eu dobrei
25:06o volume
25:06de trabalho.
25:07Eu estou falando
25:08em dobrar
25:09só para ficar
25:09mais fácil,
25:10mas eu poderia
25:10multiplicar
25:11meus fatores
25:12por qualquer
25:13escalar positivo,
25:14por qualquer
25:15número positivo.
25:16E aí eu vou ter
25:17três tipos
25:18de rendimentos
25:20de escala.
25:21Vamos pensar
25:21comigo aqui.
25:22vamos dizer
25:23então
25:23que eu tenho
25:23aqui uma produção
25:24que é uma função
25:26de K
25:28e de L.
25:30Vamos pensar
25:31agora
25:31que eu tenho
25:322K
25:33e que eu tenho
25:342L.
25:35Eu dobrei
25:36os meus fatores.
25:38Se a minha
25:40nova produção
25:41Y'
25:42for maior
25:44do que
25:442Y,
25:45então eu estava
25:46produzindo 100
25:47e com a minha
25:48dobro dos meus fatores
25:50eu produzir
25:51mais do que
25:52100,
25:53eu vou dizer
25:54que essa firma
25:55apresenta
25:56rendimentos
25:57crescentes
25:58de escala
26:00ou economias
26:02de escala.
26:04Mas muito
26:05mais frequente
26:06falar em termos
26:06de rendimentos
26:08crescentes
26:10de escala.
26:11Então,
26:11Y'
26:12é maior
26:13que 2Y
26:14e eu tenho
26:15rendimentos
26:17crescentes
26:21de escala.
26:24se a minha
26:25nova produção
26:26Y'
26:27for exatamente
26:29igual
26:30ao dobro
26:31da produção
26:32anterior,
26:33então nesse caso
26:34a minha nova
26:34produção
26:35era 100
26:37e a minha nova
26:38de 200,
26:39eu vou ter
26:39nesse caso
26:40que eu não tenho
26:41ganhos de produção,
26:42eu vou ter
26:43rendimentos
26:43constantes
26:45de produção,
26:47rendimentos
26:48constantes
26:49de escala.
26:50E nesse caso
26:50aqui
26:50eu tenho
26:52rendimentos
26:53constantes
26:57de escala.
26:58Finalmente
26:59a minha produção
27:00Y'
27:00ela pode ser
27:01menor
27:02que 2Y
27:03e aí
27:04nesse caso
27:05a minha produção
27:06for menor
27:07que 2Y
27:08eu vou dizer
27:09que eu tenho
27:09rendimentos
27:11decrescentes
27:15de escala.
27:18Então,
27:19os rendimentos
27:20de escala
27:22eles dependem
27:24do como
27:25de como
27:26a nossa
27:27produção
27:28vai reagir
27:31diante
27:32de uma
27:32variação
27:34dos fatores.
27:35De novo
27:37e mais
27:38uma vez,
27:39eu estou
27:39falando aqui
27:41em dobrar
27:42a produção,
27:43mas poderia ser
27:44absolutamente
27:45qualquer
27:46valor
27:47que essa
27:48produção
27:49pudesse
27:49sofrer.
27:50a minha produção
27:51cresceu
27:52em 1,5%.
27:53Aliás,
27:54os meus fatores
27:55cresceram
27:55em 1,5%,
27:56em 1,4%,
27:57em 1,3%.
27:58Se a variação
27:59da produção
28:00for maior
28:01que a variação
28:02dos fatores,
28:04eu vou ter
28:04rendimentos
28:05crescentes
28:06de escala.
28:07Se for igual
28:08constante,
28:09se for menor,
28:10rendimentos
28:11decrescentes.
28:12E como é que
28:13eu consigo ver
28:13isso nas curvas
28:14de isoquanta?
28:15Eu consigo ver
28:16e a resposta
28:17é sim.
28:18Como?
28:19Se as minhas
28:21curvas
28:22de isoquanta
28:23tiverem
28:24distâncias
28:25equivalentes
28:27aqui,
28:28distâncias
28:29iguais,
28:30eu vou dizer
28:30que nesse
28:31caso aqui,
28:32como a distância
28:33é constante,
28:35eu vou ter
28:35rendimentos
28:38constantes
28:42de escala.
28:46se ao contrário
28:50eu tiver
28:51que as minhas
28:52curvas
28:52de isoquanta
28:53vão começar
28:54a se aproximar,
28:56como é o caso
28:58aqui,
28:58essa segunda,
28:59essa segunda
29:00trecho
29:00em que as minhas
29:01curvas
29:02de isoquanta
29:03estão se aproximando,
29:05eu vou ter
29:06rendimentos
29:08crescentes.
29:11opa,
29:13faltou aqui
29:13um
29:13borracha
29:16crescentes
29:19aqui,
29:20rendimentos
29:22vem pra cá
29:23crescentes
29:24de escala.
29:27E finalmente,
29:31se ao invés
29:32de se aproximar
29:33as isoquantas
29:34vão se
29:35afastando,
29:37aí nesse
29:38caso específico,
29:39eu vou ter
29:40rendimentos
29:42decrescentes
29:47de escala.
29:53então é isso
29:55que nós vamos
29:56ter
29:56quando nós
29:57falamos agora
29:58em produção
29:59no longo
30:01prazo
30:02e tudo
30:03que nós
30:03vimos aqui
30:04é o que nós
30:05precisamos
30:06compreender
30:07para que nós
30:08possamos
30:08fazer
30:09uma boa
30:10prova
30:11que envolva
30:12produção.
30:13Tópico número
30:14um,
30:15quando nós
30:16falamos
30:16em termos
30:18de
30:18em termos
30:20de teoria,
30:22quase não sai,
30:22teoria da firma.
30:24Precisamos
30:24mergulhar
30:24num outro
30:25tópico
30:26que envolve
30:27teoria da firma
30:28que é a produção
30:29que é a teoria
30:30dos custos
30:31mas isso
30:32que nós
30:33vamos ver sim
30:34nós vamos ver
30:35na nossa
30:35próxima aula.
30:37A gente se vê
30:37já já
30:38até lá.
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