- há 8 meses
https://www.dailymotion.com/ConcursoPublicoBrasil
#concursopublico#AuladePortugues#Aulaportugues
#concursopublico#AuladePortugues#Aulaportugues
Categoria
️👩💻️
WebcamTranscrição
00:00Oi pessoal, sejam muito, muito, muito bem-vindos.
00:04Hoje nós vamos continuar falando de produção, mas não mais produção de curto prazo.
00:12Curto prazo ficou para trás.
00:14Nós agora vamos analisar as características de produção sim,
00:18mas como é que a produção acontece no longo prazo.
00:23Só que para entender o que eu tenho de longo prazo,
00:25eu preciso revigorar ali, reviver características da produção de curto prazo.
00:32E nesse sentido, o que é que nós vamos ter?
00:34Vejam só.
00:35Quando nós falamos de produção no curto prazo,
00:38eu terminei a aula passada mostrando a vocês esse conteúdo aqui.
00:44E nessa produção de curto prazo, a grande característica que nós temos é que
00:49no curto prazo existe pelo menos um fator fixo.
01:00Então, quando nós falamos de curto prazo,
01:04esse curto prazo estará associado necessariamente
01:09à existência de pelo menos um fator fixo.
01:15E nós ainda temos o seguinte, que além da existência de pelo menos um fator fixo,
01:24eu tenho ainda que, por conta dessa existência,
01:28essa produção aqui, ela é regida por uma lei chamada de lei dos rendimentos decrescentes.
01:40Então, é isso que nós temos aqui.
01:46Essa lei agora passará a ser regida pela lei dos rendimentos decrescentes.
01:52E aí, qual é a grande diferença entre curto prazo e longo prazo?
01:58A grande diferença é que no longo prazo não existe essa limitação de um fator.
02:06característica de longo prazo é que todos os fatores serão variáveis.
02:13Ou ainda, nós dizemos que não existe fator fixo.
02:17E aí, a empresa poderá escolher qual a combinação de fator capital e trabalho
02:25que ela desejará ter para realizar o seu processo de produção.
02:33Então, é isso que vai ser mostrado a partir de agora.
02:37Só para a gente reforçar, no longo prazo, não existe mais esse fator fixo.
02:46E aí, se não existe mais esse fator fixo, nós não temos mais a existência da lei dos rendimentos decrescentes.
03:01Então, nós não temos mais aqui essa lei dos rendimentos decrescentes, como mostrado aí para vocês,
03:12para que a gente reforce aqui essa lógica.
03:16E aí, o que é que nós temos para reforçar esse conceito?
03:24No longo prazo, então, dado que não existe mais fator fixo e dado ainda que nós não temos mais a lei dos rendimentos decrescentes,
03:37uma característica dessa produção aqui será que a empresa será capaz de escolher o seu nível de capital
03:48e o seu nível de trabalho que serão empregados para que se produza um determinado volume de produto.
03:58E aí, agora eu vou escolher, ah, eu vou produzir, digamos, arroz.
04:04Eu vou produzir o arroz como ele é produzido no Brasil, altamente mecanizado,
04:10ou eu vou produzir arroz como ele é produzido na China, altamente intensivo em mão de obra.
04:17Caberá a minha empresa definir de que maneira eu quero fazer,
04:24eu quero estabelecer essa produção no longo prazo.
04:27E aí, existe uma forma gráfica de visualizar as possíveis alocações de capital e trabalho
04:38que geram o mesmo nível de produção para a empresa.
04:42E aí, vocês falam, ah, essa representação gráfica está chamada aqui e ela é conhecida como isoquantá.
04:53O que são essas isoquantas?
04:57As isoquantas são curvas que mostram quais são as alocações dos fatores capital e trabalho
05:06que geram a mesma iso de mesma quantas, de quantidade de produto.
05:13E isso eu consigo ver claramente aqui, quando nós falamos em termos de produção.
05:23Isso eu consigo ver aqui claramente, quando nós vemos que os pontos A, B e C
05:32geram o mesmo nível de produção Q1 igual a 100.
05:38E nesse Q1 igual a 100 que nós temos aqui, ele pode ser feito de maneira altamente intensiva em capital,
05:49como é o caso do ponto A, ou altamente intensiva em trabalho, como é o caso aqui do ponto C.
05:57Então, a empresa vai definir, a empresa vai decidir, a empresa vai decidir como é que ela vai distribuir o seu nível de produção.
06:12Se seu nível de produção vai ser associado a uma produção altamente intensiva em capital ou altamente intensiva em trabalho.
06:23E a empresa decide onde é que ela vai alocar o seu nível de produção.
06:28E aí é isso que está mostrado aqui para vocês.
06:32O fato que eu tenho é o seguinte aqui ainda.
06:38O que eu tenho é que nesse caso, à medida que eu vou aumentando os meus fatores de produção,
06:47o que é que vai acontecendo sistematicamente, à medida que eu aumento o meu volume de fatores de produção,
06:58eu vou aumentando a capacidade de produção de uma empresa.
07:06Então, nesse caso aqui, quanto maior o meu acúmulo de fatores, maior deverá ser, nesse caso aqui,
07:18o volume de produção de uma economia.
07:22Então, quanto mais fatores eu tenho, maior deverá ser o meu volume de produção.
07:30E quanto maior o meu volume de produção, o que eu tenho é o seguinte.
07:41Quanto maior o meu volume de produção, mais alta deverá ser a...
07:47Mais alta, nesse caso aqui, deverá ser a nossa curva de isoquanta.
07:54Quanto, então, curvas de isoquanta mais altas estarão associadas a níveis maiores de produção dentro da empresa.
08:05Então, é isso que nós temos aí para fortalecer a nossa análise inicial.
08:16Só que nós temos ainda alguns outros pontos relevantes que devem ser elucidados nesse caso aqui.
08:22E que pontos são esses?
08:25Pensa, e sempre reforçando, pensa no nível de produção de arroz no Brasil, altamente mecanizado.
08:35E pensa no nível de produção de arroz na China, altamente rudimentar.
08:41As empresas podem escolher como é que elas querem produzir o seu produto.
08:46E elas podem dizer também que, ah, eu não quero mais o nível de produção intensivo em capital.
08:53Eu quero um nível de produção intensivo em mão de obra.
08:56Ou o inverso, eu não quero o nível de produção intensivo em mão de obra.
09:00Eu quero o nível de produção intensivo em capital.
09:03E aí, existe um processo de troca em que eu posso ir alternando os fatores de produção de tal maneira a manter o mesmo nível de produção.
09:18E essa maneira de calcular isso é através do que nós chamamos de taxa marginal de substituição técnica.
09:30E é isso que nós vamos ver aqui juntos nessa figura.
09:34O que seria, então, essa taxa marginal de substituição técnica?
09:43Ela é medida da seguinte forma.
09:46Vamos primeiro organizar.
09:47A taxa marginal de substituição técnica, ela é dada pela variação do capital, pela variação do trabalho.
09:58E aí, nesse caso aqui, o que é que eu tenho para a gente poder facilitar a nossa vida?
10:09O que eu tenho nesse caso é que a taxa marginal de substituição técnica me mostra o quanto eu, não é o quanto eu quero enquanto empresa,
10:20mas o quanto eu posso trocar capital por trabalho, o quanto eu, a minha tecnologia permite que eu troque.
10:31Por isso, vamos organizar aqui, ela é uma taxa marginal de substituição técnica.
10:40Não é apenas uma taxa marginal de substituição, mas o quanto a tecnologia permite que eu troque um bem por outro.
10:52Então, é isso que nós teríamos aqui para a gente trabalhar esse conceito.
11:00E aí, essa taxa marginal de substituição técnica, então, vai ser vista como o quanto eu posso abrir mão do fator capital
11:10para que eu possa ganhar uma quantidade adicional do fator trabalho.
11:18Então, a taxa marginal de substituição técnica me diz o quanto eu posso abrir mão do fator capital
11:26para que eu possa ter uma unidade adicional do fator trabalho.
11:34E isso aqui é visto através de uma tangente, da tangente do ângulo.
11:42Veja só, eu vou sair do ponto A, que está aqui, e eu vou para o ponto B.
11:49Ou seja, quem é a taxa marginal de substituição técnica?
11:53É o quanto eu vou variar de capital para que eu ganhe unidades adicionais de trabalho.
12:02Só que eu posso dizer o seguinte, que isso aqui, essa expressão, equivale à tangente desse ângulo alfa.
12:11Qual é a tangente desse ângulo aqui?
12:15Cateto oposto, dividido pelo seu cateto adjacente.
12:21Cateto oposto, variação de capital.
12:24Cateto adjacente, variação do trabalho.
12:28E aí, nós dizemos que a taxa marginal de substituição técnica
12:33mede a inclinação da isoquanta.
12:39me diz aí qual é a inclinação da nossa curva de isoquanta.
12:48Então, é isso que está aqui para a gente reforçar essa análise de forma mais tranquila.
12:59Amanda, eu estudei teoria do consumidor
13:03E eu estou vendo muita similaridade entre as curvas de indiferença e a curva de isoquanta.
13:10O princípio, para quem já estudou teoria do consumidor, é exatamente o mesmo.
13:18Por isso, vocês percebem essa similaridade.
13:22Amanda, eu nunca vi.
13:24Não se preocupa.
13:25O que é que as isoquantas medem?
13:28As isoquantas medem quais são as combinações de capital e de trabalho
13:33que trazem o mesmo nível de produção de uma economia.
13:41Então, é isso que mede a isoquanta.
13:45Quais são as combinações de capital e trabalho que entregam o mesmo nível de produção
13:50e a sua inclinação é dada pela taxa marginal de substituição técnica,
13:57estabelecida como a variação do capital, dado que houve uma variação do trabalho.
14:02Só que quando você analisa a curva de isoquanta, você observa uma característica interessante.
14:11Veja que à medida que eu vou passando dos pontos A para B,
14:18do ponto B para C, de C para D e de D para E,
14:24o que é que nós vamos observar?
14:26Que dada a convexidade da curva de isoquanta,
14:31o que é que nós vamos ter?
14:34Que à medida que nós vamos expandindo o volume de trabalho,
14:40nós vamos cada vez reduzindo o volume de capital que nós estamos dispostos
14:48a abrir mão em função de ganhar mais trabalho.
14:52Então, nós dizemos que essa taxa marginal de substituição técnica é uma taxa decrescente.
15:01decrescente porque à medida que eu vou tendo menos capital,
15:07eu vou querendo abrir mão de cada vez menos para ganhar quantidades crescentes de trabalho.
15:16Isso aqui tem uma explicação associada a curto prazo.
15:20O que nós dizemos é que quanto menor for o volume de um fator,
15:26maior é sua produtividade.
15:29E eu quero trocar menos de um fator altamente produtivo
15:34por mais de um fator que à medida que vai aumentando o seu volume,
15:39vai ficando cada vez menos produtivo.
15:43E é isso que está mostrado aqui para vocês
15:45quando nós falamos de taxa marginal de substituição técnica.
15:52Então, é isso que nós temos para poder organizar a nossa análise.
16:01Então, está aí reforçado para vocês.
16:04E aí, só para a gente analisar,
16:06a taxa marginal de substituição técnica,
16:09ela vai ser dada por
16:11da variação do capital pela variação do trabalho
16:18e essa taxa marginal de substituição técnica
16:21tem algumas características fundamentais.
16:25Mede o intercâmbio entre dois fatores de produção
16:30e esse intercâmbio, ele é limitado por um processo técnico.
16:37Eu tenho que saber se tecnicamente eu consigo ou não
16:41fazer o intercâmbio entre esses dois fatores.
16:44Essa taxa marginal de substituição técnica
16:48será sempre e exclusivamente negativa.
16:53Já aqui, para que eu possa ampliar o volume de capital,
16:57eu tenho que reduzir o volume de trabalho
17:01para que eu me mantenha com o mesmo nível de produção.
17:10Então, quando eu aumento um, eu reduzo o outro
17:13e ela é decrescente.
17:15A medida que eu vou organizando e aumentando o meu volume de trabalho,
17:29eu vou querendo fazer uma análise, nesse caso aqui,
17:36em relação a...
17:38Eu vou querendo cada vez entregar menos capital
17:41quando o meu volume de capital vai caindo nessa economia.
17:47Então, é isso que nós temos aqui
17:50para a gente poder trabalhar com tranquilidade.
17:55Tá joia?
17:56Então, características da nossa taxa marginal de substituição técnica.
18:03Então, vamos continuar.
18:04Entendidas as características ligadas à taxa marginal
18:10de substituição técnica e a curva de isoquanta,
18:15nós agora estamos prontos para começar a compreender o outro lado.
18:21As empresas têm custos, as empresas têm orçamento.
18:27E esses orçamentos são estabelecidos por uma reta,
18:31chamada de isocusto.
18:33Mas, antes de falar sobre essa reta de isocusto,
18:37eu queria que você voltasse aqui comigo
18:39para a gente poder refletir alguns pontos fundamentais.
18:41E aí, vejam só.
18:42O que nós temos aqui é o seguinte.
18:46O que nós temos nesse caso aqui
18:49é que a empresa,
18:51ela precisará fazer o seu processo de escolha.
18:57A empresa vai precisar escolher.
19:01E nesse processo de escolha,
19:04ela vai precisar escolher da seguinte forma.
19:07Ela quer saber como é que ela pode estabelecer
19:10o seu processo de produção.
19:15E aí, nesse caso aqui,
19:19esse processo de produção está associado
19:24à alocação de capital e de trabalho.
19:28E isso aqui é expresso pelas isoquantas.
19:31Mas, para que eu possa produzir,
19:35eu tenho que estar submetido ou sujeito a um orçamento.
19:40E esse orçamento,
19:43que é o quanto determinada empresa tem
19:48para poder fazer essa alocação,
19:51é dado por uma reta chamada de isocusto.
19:57E é esse isocusto
19:59que nós vamos começar a trabalhar a partir de agora.
20:04O que é que a linha de isocusto traz?
20:08O próprio nome está dizendo.
20:09A reta de isocusto traz.
20:11Quais são as combinações, de novo?
20:16Quais são as combinações, de novo,
20:19entre capital e trabalho.
20:22Mas, agora, não que trazem o mesmo nível de produção.
20:27Mas, que traz aqui,
20:29quais são as combinações
20:30que irão trazer o mesmo custo.
20:36Então, é isso que nós temos
20:38quando nós falamos nessa linha de isocusto.
20:42Ela vai mostrar aqui
20:44quais são as combinações
20:48que nós temos
20:50entre capital e trabalho
20:53que vão trazer o mesmo orçamento
20:56para a empresa
20:58ou para a firma.
21:00E, nesse sentido,
21:02o que é que nós vamos ter?
21:03Eu tenho que essa curva
21:05ou essa linha de isocusto
21:08é estabelecida da seguinte maneira.
21:12Essa linha de isocusto aqui
21:14vai ser dada por
21:15o quanto eu gasto com trabalhadores
21:20que é o salário dos trabalhadores
21:23multiplicado pela quantidade de trabalhadores
21:26mais o quanto eu gasto com capital
21:29que é a remuneração do capital
21:31pelo volume de capital
21:33isso aqui tem que ser igual
21:35a um custo
21:37a um orçamento estabelecido
21:41por uma empresa.
21:43Então, é isso que nós temos
21:45quando nós falamos de isocusto.
21:49Quando nós trabalhamos o conceito
21:51de isocustos,
21:54o que nós temos é o seguinte,
21:56é que ele vai dizer
21:58quais são as combinações
22:00dos fatores
22:01que eu tenho exatamente
22:03o mesmo custo.
22:05E aí, por exemplo, aqui
22:06veja que o ponto X e Y
22:10por estarem exatamente
22:13na mesma linha de isocustos
22:16vai trazer o mesmo orçamento
22:19para o consumidor.
22:20Só que no caso do ponto X
22:22eu tenho um nível de custos
22:25mais fortemente ligado
22:28ao uso de capital
22:30e no ponto Y
22:31eu tenho, nesse caso,
22:34um orçamento
22:35menos ligado a capital
22:37e mais ligado ao fator trabalho.
22:43Então, é isso que nós temos aí
22:45quando nós falamos
22:47em termos de custos,
22:52em termos de orçamento.
22:54Na verdade, nós sabemos também
22:55o seguinte,
22:56que à medida que o meu orçamento
22:59se expande,
23:01eu vou podendo alocar
23:03um maior volume de capital,
23:07eu vou podendo alocar também
23:09um maior volume de trabalho.
23:13A questão é que a empresa tem custos
23:16e a empresa terá o seu nível
23:19de produção.
23:20E o que é que essa empresa
23:22quer no longo prazo?
23:25Essa empresa deseja,
23:27nesse caso,
23:28encontrar uma quantidade
23:31de capital e de trabalho
23:33que faça com que a empresa
23:35gere ganhos máximos.
23:38Seja no sentido de maximizar
23:41a produção diante de um orçamento,
23:44seja no sentido de diante
23:47de um nível de produção desejada,
23:50produzir com a menor despesa
23:52ou com o menor custo possível.
23:56Então, o que nós temos nesse caso
23:58é a busca pelo equilíbrio
24:01da empresa.
24:04Só que antes de falar
24:05do equilíbrio da empresa,
24:07é sempre bom reforçar
24:09a lógica do isocusto.
24:11E o que nós temos é o seguinte,
24:13que o isocusto,
24:14ele é dado pelo salário
24:17multiplicado pela quantidade
24:19de trabalho,
24:20mais o custo de capital
24:23multiplicado, nesse caso,
24:27pelo volume de capital
24:30utilizado por uma determinada empresa.
24:35Então, é dessa forma aí
24:37que se calcula o volume de custos.
24:41E aí, o que é que eu preciso agora
24:44é determinar qual é a escolha da firma.
24:49Só que antes de definir
24:50qual é a escolha da firma,
24:53eu da mesma forma
24:55que precisei entender
24:56qual era a inclinação
24:59lá na minha curva de isoquanta,
25:02eu preciso entender
25:03qual será a inclinação
25:06da minha reta de isocusto.
25:09e aí, nesse caso,
25:10eu tenho aqui
25:11o seguinte,
25:14que o que eu tenho aqui
25:15é o meu isocusto
25:16é dado por essa estrutura
25:19que a gente está vendo
25:20aqui em cima.
25:21E aí, o que é que eu vou ter?
25:23Eu preciso saber
25:24qual é o máximo
25:26de mão de obra
25:27que eu conseguiria produzir
25:31e eu quero saber
25:32que eu conseguiria utilizar
25:33o máximo de capital
25:35que eu faria isso.
25:37Então, o ponto que eu tenho
25:38é que para maximizar
25:40a mão de obra
25:41ou volume
25:42de trabalhadores
25:44que eu posso alocar
25:46nesse caso,
25:48o que eu tenho
25:48é o seguinte,
25:49para maximizar
25:51o número de trabalhadores,
25:53o que eu tenho
25:53é que o volume
25:54de capital
25:55tem que ser
25:56exatamente
25:57igual a zero.
26:00E aí, nesse caso,
26:02o que é que vai acontecer?
26:04Eu tenho que
26:05W multiplicado por L
26:06é exatamente
26:08igual ao custo.
26:10E aí, o volume máximo
26:11de mão de obra
26:12vai ser o custo
26:15dividido pelo salário.
26:18Do outro lado,
26:19para maximizar o capital,
26:21o que eu vou considerar?
26:22que o volume
26:24de mão de obra
26:25será igual
26:26a zero.
26:27E aí, nesse caso aqui,
26:30o que é que eu
26:31terei?
26:33Que R
26:34multiplicado por K,
26:36o custo do capital
26:37multiplicado pelo volume
26:39de capital
26:40é igual ao custo
26:41ou ao orçamento.
26:42Tanto faz.
26:43E aí, o volume máximo
26:45de capital
26:46vai ser o custo
26:47dividido pela
26:49remuneração
26:50do capital.
26:52Então, quando eu venho
26:53para cá, por exemplo,
26:55para esse padrão,
26:56eu tenho que aqui
26:57eu vou ter
26:57o nível máximo
26:58de capital
26:59de trabalhadores,
27:01o de mão de obra.
27:02Vai ser o custo
27:03dividido
27:06pelo salário.
27:07E o nível máximo
27:08de capital aqui
27:09vai ser o custo
27:11dividido
27:12pela remuneração
27:13do capital.
27:15E mais o que eu quero,
27:16de fato,
27:16é a tangente
27:18desse ângulo,
27:19porque é a tangente
27:21de alfa
27:22vai me trazer
27:23a inclinação
27:25dessa curva
27:26de isocusto.
27:28E o que é
27:29que eu tenho
27:29nesse caso aqui?
27:32O que eu tenho
27:33aqui é a tangente
27:34de alfa
27:35vai ser
27:36cateto oposto
27:37custo
27:39sobre R
27:40dividido
27:42só arrumar isso aqui
27:43que eu fico
27:43horrorizada
27:45com essa bagunça.
27:46Vai ser o cateto
27:47oposto
27:47dividido
27:50pelo cateto
27:50adjacente
27:51que é o custo
27:53dividido
27:53por W
27:54e isso aqui
27:55é a tangente
27:56de alfa.
27:58E aí,
27:59o que eu vou ter aqui?
28:00Divisão de fração
28:01repete a primeira
28:02multiplica
28:03pelo inverso
28:04da segunda.
28:05Então,
28:05eu tenho que isso vai ser
28:06custo
28:07dividido por R
28:08multiplicado por W
28:09dividido
28:10pelo custo.
28:12Esse morre com esse.
28:14E aí,
28:14o que eu tenho
28:15é que a tangente
28:17da minha curva
28:18de isocusto
28:19é W
28:20dividido
28:22por R.
28:23E é isso
28:25que nós temos
28:26aí
28:26quando nós falamos
28:28em termos
28:29de
28:30quando nós falamos
28:32aqui em termos
28:33de isocusto.
28:35A minha curva
28:36de isocusto
28:37ela terá
28:38como tangente
28:40aqui
28:41o salário
28:43dividido
28:44pela
28:45taxa
28:46de juros
28:47que é a
28:47remuneração
28:49do capital.
28:50Então,
28:51está tudo pronto.
28:52Eu tenho de um lado
28:53a inclinação
28:54da minha curva
28:56de isoquanta
28:56e eu já entendi
28:58que a isoquanta
28:59mede
29:00quais são
29:01as combinações
29:02de capital
29:03e trabalho
29:04que me entregam
29:05o mesmo nível
29:07de produção.
29:08Do outro lado,
29:10eu já entendi
29:11quais são as características
29:12da curva
29:13de isocusto
29:14que são
29:14as combinações
29:15de capital
29:16e trabalho
29:17que me entregam
29:17o mesmo nível
29:18de custo
29:19ou o mesmo
29:20orçamento.
29:22Já sei disso tudo.
29:23Só que eu preciso
29:23saber agora
29:24como é que
29:25essa firma
29:26escolhe.
29:27Qual é
29:28a combinação
29:30dos fatores
29:31que vai ser
29:32efetivamente
29:34escolhida
29:35pela firma.
29:35e é isso
29:37que nós
29:37vamos ver
29:38aqui
29:38no nosso
29:39próximo bloco.
29:41Fique esperto
29:41de volta já.
29:42Até lá.
29:43Tchau.
Comente primeiro