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  • há 5 minutos
Feita à base de mandiocaba, iguaria tradicional reúne famílias nos cemitérios e comunidades da região do nordeste paraense, preservando saberes ancestrais, memórias afetivas e práticas da cultura alimentar amazônica

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Transcrição
00:00As festas em relação ao dia de finados, elas são comemoradas de diversas maneiras.
00:05Primeiro, é um rito celebrativo cristão e também de outras denominações religiosas
00:10que tem como objetivo lembrar a memória, a saudade dos nossos entes que já partiram.
00:16Em segundo lugar, em Bragança, nessa região toda do Nordeste Paraense,
00:20acontece também essa celebração com um misto de identidade cultural,
00:24celebração também da alegria e da culinária.
00:27Um desses elementos certamente é a mandicoeira, um mingau feito de mandiocaba,
00:32com uma cor um pouco mais avermelhada também com arroz e que fica doce de acordo com a própria temperatura.
00:38A mandicoeira é uma tradição já muito antiga dessas festas de finados,
00:43ela é vendida na frente dos cemitérios aqui em Bragança e nessa região toda.
00:48Eu destacaria a região do Araí, a região de Augusto Corrêa, do Araí, Viseu, Traquateu e também Bragança,
00:56como esses locais que tem na mandicoeira, um desses alimentos que reportam a celebração de finados,
01:03mas também é uma comida ligada muito aos maus e humildes,
01:06uma comida ligada às pessoas que vêm ao cemitério, levam litros para casa
01:11e também celebram essa cultura alimentar aqui no Nordeste do Estado.
01:20Legenda Adriana Zanotto
01:21Legenda Adriana Zanotto

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