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00:03O sol nascente é tão belo
00:09A fábula do rato da cidade e do rato do campo deu a maior discussão.
00:14Uns defenderam a vida na cidade e outros no campo.
00:17Sabe o que eu acho?
00:19Que é bom conhecer e passear nos dois lugares.
00:22Enquanto a gente continuava assistindo o meu vídeo sobre as fábulas,
00:25Tio Barnabé e Tia Anastácia se atrapalharam com o tal do espantalho enfeitiçado pela cuca.
00:31O saci tá querendo ganhar a aposta que fez com ele, mas não sei não.
00:35O espantalho é esperto que só ele.
00:37O Tio Barnabé tentou pegar ele, mas o danado foi mais inteligente
00:41e não caiu na armadilha do chapéu com cola.
00:45Só que o Tio Barnabé não desiste fácil.
00:47E ele e a Tia Anastácia construíram uma espantalha pra atrair o boneco.
00:52Eu acho que dessa vez o espantalho vai se dar mal.
00:55Será?
00:57Fábio.
00:58Quinto episódio.
01:06Fica pra ir.
01:08Mas viu só o que você fez?
01:10Por sua causa, vim parar nesse buraco.
01:13Olha só.
01:14Mas que espantalho, mas cara de palha, hein?
01:17Ainda quer botar a culpa na pobre da bonequinha?
01:20Pobre da espantalha que não fez nadinho.
01:23Olha só, olhando bem, ela ficou bonitinha, né?
01:26Pode deixar, Anastácia.
01:27Pode deixar que o atentado agora vai pagar por tudo que ele fez.
01:30E aí a gente vai poder contar pra todo mundo o que é que tava acontecendo aqui.
01:34Que ninguém vai falar que nós tamo ficando maluco.
01:37Tá aí, ó.
01:38Tá aí o espantalho em pano e palha pra provar.
01:42Isso, Anastácia.
01:42Boneco enfeitiçado.
01:44É, e vamo lá, Manabé.
01:46Vamo lá, que eu tô doido pra botar isso em pratos limpos.
01:48Tá?
01:49Vamo lá, Anastácia.
01:49E fica aí bem quietinho, viu?
01:51Seu safado.
02:06Tanto cavou que acabou caindo no buraco.
02:11Eu patei pra você abrir o olho com o seu baladé.
02:16O velho não é bobo, não.
02:18E pegou cê direitinho, hein?
02:24E desse jeito o senhor perdeu a aposta.
02:30Vai ter que deixar o sítio e armar seus espantos em outras paragens.
02:36Não, senhor.
02:37Se eu ficar preso aqui, nossa aposta está cancelada.
02:41Por quê?
02:42Porque se você ainda pergunta, como é que eu posso aprontar preso dentro de um buraco?
02:48Pra todos os vermelhos, estou fora de qualquer compromisso.
02:54A não ser...
02:56A não ser o quê, seu cara de páreo?
02:58Fala logo.
03:00A não ser que um colega me tire daqui.
03:03Aí a nossa aposta passa valida de novo.
03:08Muito bem.
03:10Mas pra não ficar nessa lenga-lenga toda, vamos lá decidir o nosso desafio.
03:17Tem que pregar uma pedra.
03:19Bem pregada na culpa.
03:22Légua melhor.
03:24Nossa, hein!
03:25Eu não tenho medo de nadar.
03:33Bom, agora é cada um possível.
03:37Tchau!
03:38Fui!
03:41Vai!
03:42Vai!
03:43Tchau!
03:47Esse madrão é um sábio que está se metendo.
03:53Acho que vai ter um couve de palha no salveirão da cunha.
03:59Estamos aqui com um personagem que não podia deixar de aparecer na nossa viagem ao País das Fábulas.
04:10Como vocês estão vendo, estamos aqui com a majestade.
04:15O leão.
04:17Como é seu rei dos animais?
04:24Bom, é um tanto cansativo.
04:28Tem horas que é até chato.
04:30O que é chato?
04:34O que dá mais trabalho?
04:36Pessoas fazendo perguntas.
04:39O que você mais gosta em ser?
04:42Não ter que responder perguntas.
04:47Ah, então vamos deixar a majestade o leão.
04:52Cara de juba, lambida e paz.
04:57O que você está fazendo aqui, bichinho insolente?
05:11Sluma, retire-se da presença do rei dos animais.
05:15Rei, pra mim você não é, rei.
05:18Não conheço a sua força, nem tenho medo de você.
05:23Como ousa!
05:27Vá embora, sua borrabotas!
05:30Saia daqui, município atora!
05:33Vou acabar com a tua prova.
05:44Tá vendo?
05:45Sentiu a minha força?
05:47Viu como de nada valeu sua majestade de sempre?
05:51Adeus e passar bem.
05:53Vou contar pra todas e charada a história do leão que levou uma sopa da mosca.
06:04Essa não me deu mal, encarei um leão que não conseguiu encostar um dedo em mim.
06:10E agora vou virar petisca em papo de aranha.
06:17Parece que a coisa não acabou bem pra mosca trivida.
06:22Vamos ver o que acham os outros personagens do país das fábulas.
06:27É por isso que eu sempre digo às minhas filhas, olha, muito cuidado por onde vocês andam, hein?
06:33Porque a gente nunca sabe de onde é que pode vir o perigo, não é mesmo?
06:35Gostei dessa mosca, um inseto de atitude.
06:40Onde já se viu tamanha prepotência do leão?
06:43Não é maneira de um rei tratar seu súdito?
06:48Para mim, a moral da fábula está no fato de que muitas vezes um inimigo que parece ser menor e
06:55mais fraco
06:56pode ser mais perigoso do que o mais forte dos animais.
07:00É, os pequenos inimigos são mais temíveis que os grandes.
07:04Concordo e acrescento que aí vemos a cadeia alimentar se manifestar.
07:09As moscas servem de alimento para as aranhas que as capturam em suas teias.
07:13Um leão não come mosca, não é?
07:15Essa não.
07:16Esse leão comia muita mosca.
07:18Em vez de se comportar com um rei, ele ficava destratando todo mundo.
07:22Vocês viram como ele me tratou?
07:25Isso é modo de um rei?
07:27Faça meu favor.
07:29Mas, Emília, você está falando em sentido figurado.
07:31Figurado é você!
07:33É, seu sabugo ilustrado!
07:36Se você continuar me diz dizendo, você vai acabar desfigurado.
07:41Calma, Emília.
07:43O Visconde não estava falando da atitude do rei leão e sim de como ele se alimenta.
07:49E aí vale a pena realçar que a diferença de tamanho entre os dois animais acabou dando vantagem à mosca
07:56que conseguiu escapar dos golpes do leão.
08:00na batata, vó.
08:02E aí, senhora, Dona Bento?
08:04Dona Bento?
08:05Está resolvido o mistério do espantalho.
08:07Ele está enfeitiçado.
08:09Mas agora todo mundo pode ver.
08:11Peguei o danado no mundel.
08:13É, isso mesmo, Dona Bento.
08:15O espantalho está lá dentro do buraco, vivinho, no buraco, lá na horta.
08:19O espantalho vivo era tudo que faltava aqui no sítio.
08:26Essa, até eu quero ver.
08:28Mas então vamos todos ver de perto o causador de tanto espanto.
08:34É, vamos lá.
08:39Mas eu juro que eu deixei o danado espantalho aqui dentro.
08:43Eu sou Jorge.
08:45Será que a gente está ficando no caduco, Manavé?
08:48Imagina, o que é isso, Nastácia?
08:50Todo mundo aqui sabe que no nosso sítio tudo pode acontecer.
08:54Vai ver, ele não gosta das espantalhas que o Tivarnada fez e, ó, e mandou.
09:00Mas como é que ele conseguiu sair do mundel, hein?
09:03Boa pergunta, Pedrinho.
09:04Isso requer uma boa investigação.
09:06Esse espantalho pode ter sido ajudado por um cúmplice.
09:09Eu estou vendo pegadas aqui em volta.
09:12De dois tipos diferentes.
09:14Duas parecem ser do espantalho, mas há uma outra de um pé só.
09:20É o saci.
09:21Vamos seguir essa pista, Visconde.
09:24Olha, só, mas isso é incrível.
09:26Isso é um mistério.
09:27É fabuloso.
09:29Isso poderia servir de inspiração para uma fábula.
09:33E qual seria a moral?
09:35Mas vale um espantalho que espanta e que um buraco sentado.
09:39Eu vi.
09:40Eu vi.
09:41Espantalho vivinho aqui.
09:43Aqui.
09:43Aqui, Nath.
09:44Ninguém está duvidando de você, Nathásia.
09:48Você não conhece a Emília?
09:51Mas, conta, gente, por que não vamos todos fazer um lanche e comer os bolinhos enquanto esperamos o resultado das
09:58investigações do Pedrinho?
09:59Grande ideia.
10:00É, boa ideia.
10:06Emília, é fabuloso.
10:09Esse sítio é mesmo fabuloso.
10:11Ele deveria ficar no país das fábulas.
10:14É isso aí.
10:16Ai, eu sou uma espécie de lá foi treino aqui.
10:20Vou te contar uma fábula que eu mesma.
10:23Que passa aqui no sítio, na cozinha da Tia Nathá.
10:26Na cozinha, moravam duas panelas.
10:29Uma de barro e outra de ferro.
10:32Naquele dia, não tinha nada para cozinhar.
10:35E elas estavam na maior bobeira.
10:38Ai, bela tarde para um giro na horta.
10:40A Tia Nathá já saiu e até ela voltar, teremos tempo para dar um alô para a Alfaça e fazer
10:45uma visitinha aos repolhos.
10:46Que tal?
10:47Uma excelente ideia, amiga.
10:49Então vamos.
10:53E lá foram as duas panelas.
10:55Todas as prosas, cumprimentando todos os legumes e hortaliças.
11:00Bom dia, dona Couve.
11:02Comendador Repolho, como tem passado?
11:05Olá, coentrinho.
11:07No meio do caminho, a panela de ferro bateu na panela de barro.
11:12Cuidado, sua desastrada. Assim você me trinca.
11:14Não foi nada.
11:16Não foi nada.
11:16Não foi nada para você, que é feita de ferro.
11:19Ih, não exagera.
11:20Foi só uns barralzinhos.
11:22Ai, de novo?
11:23Você está pensando que eu sou de ferro?
11:25Acho que eu rachei.
11:26E agora?
11:28Vamos para casa que a tia Anastasia te conserta.
11:31Ai, ai.
11:32Olha o que restam de mim.
11:33Estou em pedaços.
11:36Coral da história.
11:38Fé com fé, barro com barro.
11:40Essa eu não entendi, amiga.
11:43Não?
11:44Não.
11:45Então eu explico.
11:48Ferro com ferro, barro com barro.
11:51Ah!
11:57Mas não foi você que inventou, não.
11:59A vovó já tinha me contado.
12:02É.
12:03Sem dúvida, é uma história interessantíssima.
12:05Essa fábula é muito fabulosa.
12:07Ela fala sobre uma amizade complicada.
12:10É.
12:10Sobre a amizade do barro com o ferro.
12:12É arraçado na sala do cuidado que nós devemos ter
12:16quando encontramos pessoas diferentes de nós.
12:19O que machuca o outro pode não nos causar o menor dano
12:23e vice-versa.
12:24Os mais braços têm que tomar cuidado com a amizade mais forte.
12:28Não.
12:29Ele acaba se machucando.
12:30Bota nela de barro.
12:33Pois é.
12:34Pois é.
12:34Então vamos comer o bolinho da tia Anastasia.
12:37É pra cuidar todo mundo bem fortinho, hein?
12:41Oi, Dérgio.
12:45E ponho mesmo pra derreter.
12:51Você não sabe de onde venho.
12:55O que eu sou, nem o que tenho.
12:59Eu sou terrível, mas eu sou maravilhosa.
13:04E ponho mesmo pra derreter.
13:14Minha vassoura é máquina quente.
13:17Eu sou terrível.
13:19Ah, esse pepino nos olhos vai me deixar maravilhosa.
13:25Ah, eu vou mudar o repertório.
13:28Tomo banho de lama.
13:31Fico roupa como a terra.
13:33Ah, tem lama no meu umbigo.
13:36Estou pronta para a guerra.
13:39É tão bom sonhar contigo.
13:42Ah, lama tão fofa.
13:44É tão bom quanto o castigo.
13:47Ah, lama tão fofa.
13:51Vem, vem, vem, vem.
13:53Ah, mas que cheiro horroroso é esse?
14:01Parece que tem alguma coisa queimando no meu caldeirão.
14:09Ah, mas o que é que está acontecendo aqui?
14:17Alguém andou mexendo no meu caldeirão.
14:40Alguém andou mexendo no meu caldeirão.
14:52Eu posso desinventar.
14:55Vida que faz mexer.
14:57Sai dessa falha morta.
14:59Espantalho da cara torta.
15:02Volte já para a sua ocna.
15:04Foi tudo em função do sacê.
15:15Espantalho.
15:15Vai brincar com a cuca?
15:17É ruim, hein?
15:27Não é que o cara de palhaça voltou pro seu lugar, rapaz?
15:33Que tá tão quietinho
15:37Acho que a prima deu um jeito nele
15:47Fala, putacinho, fala, meu filho
15:49Não fique espantado, não
15:57Há vários gravetos de palha espalhados pelo caminho
16:01É sinal que esse espantalho andou por aqui
16:03Eu conheço esse caminho
16:05Estamos perto da gruta da cuca
16:08Hum, esse espantalho vivo deve ser obra da bruxa
16:12É, é melhor a gente pedir ajuda ao saci
16:17Saci! Saci!
16:20Que foi, moleque?
16:23O que você tá fazendo por aqui perto da gruta, hein?
16:26Tá querendo encrenca, é?
16:28É, eu e o Viscúrio estamos fazendo uma investigação
16:31Hum, e chegamos até aqui seguindo as pegadas de um certo espantalho
16:36Que esteve aprontando lá no sítio
16:38E as suas pegadas estavam junto com as dele
16:43Esse espantalho foi feito pelo tio Barnabé
16:45Mas ganhou vida misteriosamente
16:47Achamos que ele pode ter sido enfeitiçado pela cuca
16:50É, pode até ser, mas agora ele tá lá na horta
16:57Paradão
16:58Acho que aquele ali não assusta nem mais passarinho
17:04Quem mandou aquele espantalho do saci aqui?
17:09Toma um banho de lama
17:12Fica roupa com a terra
17:16Sem lama no meu umbigo
17:18Não, não, não, não, não
17:20Estou pronta para a guerra
17:23É tão bom sonhar com você
17:25É tão bom sonhar com você
17:26É uma paixão na gruta, preto
17:30Ah, tá precisando mesmo, hein?
17:33Saci!
17:34Ah, vai procurar a sua turma, vai!
17:37Já não basta a confusão que aquele espantalho aprontou aqui
17:41Ah, mas o cara de pai acabou ganhando o que merecia, viu?
17:46Voltou lá pra horta, que é o lugar dele
17:49E de onde ele nunca deveria ter saído
17:51Quem mandou se meter pro saci?
17:55Espera aí, moleque
17:56Quem fez o espantalho sair da horta foi eu
18:00Foi mesmo?
18:02Ih, foi mal aqui
18:04Sabe o que é, né?
18:06Eu fiz uma aposta com ele
18:11Ele queria aprontar mais do que eu
18:13Imagina!
18:18Então quer dizer que você fez uma aposta com o espantalho
18:22Sim, que eu fiquei me perguntando como é que ele acabou parando aqui na minha gruta
18:27Agora eu estou começando a entender quem é que estava por trás de toda essa atrapalhada
18:34Você!
18:37Hum, você mesmo!
18:39Você mesmo, ou seu moleque atrevido
18:41Isso não vai ficar assim não, hein?
18:43Você me paga!
18:45Cega, abrima!
18:45Eu posso te ver!
18:47Eu não quero saber de explicações suas
18:49Eu vou te transformar num espantalho
18:52Volta aqui, seu moleque
18:54Que eu transformo você numa pomba sem aça
18:57Quero uma coruja, gatilhote
18:59Eu jamais vou me esquecer dessa minha visita
19:02Que é o fit do pica-pau amarelo
19:04Puxa, aqui eu me sinto como se eu estivesse no país das fábulas
19:07Olha aqui, seu Láfalo
19:09Preparei esses bolinhos pro senhor levar aí
19:12Puxa vida de Anastácia, muito obrigado
19:14Eu sou louco por esses bolinhos
19:16Eles são muito gostosinhos, eu sou maluco
19:19Olha, pelo menos eu vou ter como provar pros meus colegas
19:22Que eu já comi uma comida melhor do que a da França
19:25Obrigado
19:26Senhor Lapontem, foi um prazer conhecê-lo
19:29Eu quero agradecer ao senhor pelas fábulas que contou
19:32E também quero agradecer o carinho
19:35Com que o senhor tratou os meus netos no país das fábulas
19:38Ah, o que é isso, dona Benta?
19:41Eu já adorava essas crianças há muito tempo
19:43Agora, eu tenho que reconhecer
19:46Foi um verdadeiro encanto conhecer a contadora de histórias aqui do sítio
19:50O que só me faz confirmar a minha teoria
19:53De que a maior beleza está na simplicidade
19:57Agora, no histórico, eu tô mais simples, melhor
20:00Bem, agora eu tenho que partir
20:03Eu tenho muita coisa pra fazer
20:04Tenho que terminar aí umas fábulas
20:06Tenho que entregar os manuscritos pro rei de França
20:09Enfim, muita coisa mesmo
20:10Ah, por favor, não esqueçam de dar lembranças minhas
20:13Ao Visconde de Sabugosa
20:14E ao Pedrinho também
20:16Tá bom
20:16Adeus
20:18Adeus
20:18Tchau
20:19Não, fica a palma amarela
20:20Adeus
20:20Tchau
20:21Tchau
20:22Tchau
20:22Tchau
20:22Oi, Tren
20:23A gente volta pra te buscar onde a B
20:25Então
20:27Lá vai
20:30Bom, e vocês?
20:34O que mais gostaram das fábulas que documentaram?
20:38O que eu mais gostei
20:39É que pra tudo a gente pode lembrar de uma fábula como exemplo
20:42Parece a fé que existe uma pra cada coisa que acontece
20:46Ou pra cada pessoa que a gente conhece
20:48E você, Emília?
20:51Pra mim, as fábulas mostram duas coisas
20:54Primeiro, que o mundo é dominado pelos mais fortes
20:57E segundo, que a única forma de vencer a força é com a esperteza
21:03Ah
21:04Vale aí então, um conselho para todo mundo
21:08Sejam espertos
21:09Porque a esperteza, nem a força derruba
21:14Ah
21:15Ah
21:15Ah
21:15Ah
21:16Ah
21:16Ah

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