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O Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cadeia do Leite do Espírito Santo é uma iniciativa que promove o uso de técnicas e ferramentas como aliadas no agronegócio capixaba.
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NotíciasTranscrição
00:03Olá, sejam todos bem-vindos ao videocast Tecnoagro, especial da feira Agronatercope,
00:10direto deste evento que celebra a força do nosso agronegócio, além da inovação no campo.
00:16Eu sou Cláudia Gregório e nós estamos aqui em Santa Maria de Etibá, na Arena Tecnoagro SEAG.
00:22E vamos falar sobre a produção in vitro de embriões bovinos, ou PIV,
00:27que é uma das ferramentas mais eficientes para o melhoramento genético e o aumento da produtividade dos rebanhos leiteiros.
00:35Para falar sobre essa tecnologia, estou aqui com Guilhermo Modanese Recla,
00:40que é gerente de planejamento rural na Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca,
00:46e com a Michele Riccieri Bastos, extensionista em desenvolvimento rural e bovinocultura do Incaper.
00:53Bem-vindos, Guilhermo. Bem-vindos, Michele.
00:55Olá, Cláudia. Satisfação estar aqui presente, falar um pouquinho desse trabalho, que é muito importante,
01:01e coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura. Obrigado pela oportunidade.
01:04Bem-vinda, Michele.
01:06Obrigada, Cláudia. É um prazer a gente estar aqui, poder estar aqui representando o Incaper,
01:10falando um pouquinho desse trabalho com o projeto, o programa da FIV,
01:15da disponibilização desses embriões aos produtores que a gente atende no nosso dia a dia.
01:20Então, a gente vai começar por esse projeto. Michele, queria que você começasse explicando o que é a PIV
01:25e quais benefícios ela oferece para a cadeia do leite.
01:29Como até mesmo na introdução a gente trouxe aí, como sendo uma tecnologia que acelera o melhoramento genético,
01:36se a gente comparar aí, né, dentre as tecnologias que o produtor tem disponível hoje
01:42para trabalhar a reprodução e fazer o melhoramento genético,
01:46a FIV, que é a produção in vitro de embriões, ela é a que mais se destaca em velocidade de
01:53melhoramento genético.
01:54Então, se a gente fizer, por exemplo, um comparativo com uma outra tecnologia,
01:59com a inseminação artificial, por exemplo, que é a tecnologia mais comum hoje usada, né,
02:05para a reprodução dos animais.
02:08A inseminação, a gente trabalha o rebanho que o produtor tem, né, as fêmeas que o produtor tem
02:14e seleciona o sêmen do genitor, né, do sêmen paterno, né, do macho
02:19e traz o melhoramento genético vindo da seleção do macho.
02:22Então, você faz o melhoramento genético vindo de um lado só.
02:27A FIV, a PIV, como ela é feita em laboratório, a gente consegue trazer o melhoramento genético
02:33tanto materno quanto paterno ao mesmo tempo.
02:35Então, o ganho que se tem, o salto que se tem em melhoramento genético,
02:40ela é muito superior do que todas as outras tecnologias.
02:43Mas essa prática está sendo utilizada só aqui no Espírito Santo ou também é usada no Brasil?
02:48Não, a FIV, ela já vem sendo usada há muitos anos.
02:53É uma técnica bem consolidada no Brasil, no mundo.
02:58O Brasil, ele é um dos grandes protagonistas no estabelecimento da FIV comercial,
03:06não só aqui, mas no mundo inteiro.
03:07O Brasil é referência na produção de embriões.
03:10Por muitos anos, ele foi o maior produtor de embrião do mundo.
03:14Hoje, ele é o segundo maior produtor.
03:16A gente produz, em média, no Brasil, em torno próximo a quase de 500 mil embriões por ano
03:22e em torno de 60% disso é destinado à pecuária de leite.
03:26São embriões para fêmeas leiteiras.
03:29Michelle, vocês falaram que através dessa iniciativa, o produtor vai ter acesso a embriões,
03:34no caso, o PIV, produzidos em vitro lá no laboratório, certo?
03:37Agora, como o produtor vai saber quantos embriões ele precisa contratar para o rebanho dele
03:43e como ele deve se planejar para receber essa tecnologia?
03:47É muito importante o produtor olhar, pensar num planejamento dentro da propriedade dele
03:56e ter, junto com o técnico que dá assistência, olhar para vários critérios dentro da propriedade.
04:04O primeiro, que é importante, é ele pensar no tamanho do rebanho que ele tem,
04:09ele pensar em quantos animais é o ideal para ele fazer a reposição por ano.
04:13Porque o indicado é que o produtor sempre faça, anualmente, uma taxa de reposição,
04:19que é o quê?
04:20Descartar, tirar da produção de leite alguns animais que estão com algum problema
04:25ou já com a idade mais avançada, muitas lactações,
04:28e entrar com nuvilhas, animais mais jovens, para também trazer o melhoramento genético,
04:33melhorar a produtividade.
04:35Então, o produtor, o ideal é que ele faça isso anualmente.
04:38Só que ele não pode fazer tudo de uma vez, porque senão o custo fica tudo muito caro.
04:43Então, o ideal é que ele faça essa taxa em torno de 20% ao ano.
04:47Então, se o produtor tem um rebanho de 10 vacas,
04:50o ideal é que, anualmente, ele renove duas vacas nesse rebanho.
04:54Isso é o que a gente chama de taxa de reposição.
04:56Então, o produtor, primeiro, ele precisa olhar para isso,
04:59qual seria a taxa de reposição ideal para ele no ano,
05:02e olhar também para quando ele for receber os embriões desse projeto,
05:08o planejamento dele de vacas em lactação, vacas vazias,
05:12vacas que estarão ali com 40, 50, 60 dias de parida,
05:18e aptas à reprodução para poder usá-las como receptora.
05:21Então, ele tem que olhar esses dois pontos, definir a capacidade dele de receptora
05:27e de recria dessas bezerras para reposição e definir quantos embriões ele precisa.
05:32E, normalmente, nossos pequenos produtores, eles já fazem isso?
05:36Independente de estar participando do programa?
05:39O ideal, sim.
05:40Principalmente os produtores que têm um acompanhamento técnico,
05:44isso é algo que a gente frisa muito com os produtores,
05:47que têm uma assistência técnica continuada.
05:51Por quê?
05:52Isso é o que dá para o produtor o planejamento e a organização
05:56para que ele tenha ali a produção de leite dele dentro,
06:00mantenha a produção de leite, ele não fique muito tempo.
06:03Por exemplo, todas as vacas dele parirem ao mesmo tempo,
06:07ele vai ter leite em um período e depois ele vai ficar um período sem leite.
06:10Então, ele tem que organizar, ter um planejamento
06:12para que ele sempre tenha uma constância na produção
06:15e sempre vá renovando as lactações e os animais.
06:18Então, o ideal é que, sim, o produtor já tenha esse planejamento.
06:23E o produtor que não tiver, ele pode procurar um auxílio de um técnico,
06:28de algum profissional que preste, consultoria, assistência técnica nessa área
06:32e auxiliar nessa avaliação.
06:34O que é essa palavra PIV?
06:36A PIV é uma abreviação do nome da tecnologia, da biotecnologia.
06:43Chama produção in vitro de embriões.
06:46E a gente, às vezes, fala PIV, FIV, que é a mesma coisa.
06:50Significa que a gente está produzindo o embrião em laboratório.
06:54Então, o que a gente faz?
06:56Como que a gente consegue fazer isso?
06:57A gente seleciona uma doadora, que é a parte materna, né?
07:02Seleciona a doadora, coleta esse ovócito, o material genético dessa doadora,
07:07leva para o laboratório.
07:09Dentro do laboratório é feito todos os processos de maturação.
07:13A gente fertiliza esse material genético da doadora,
07:16esse ovócito com o sêmen da parte paterna, né?
07:19Do touro, fertiliza, forma-se o embrião,
07:23ele se desenvolve no laboratório,
07:25num ambiente que simula o ambiente uterino da vaca.
07:28Com em torno de sete dias de vida, de desenvolvimento desse embrião,
07:32ele retorna para a fazenda e é colocado,
07:36que é quando o produtor recebe esse embrião.
07:38E ele é inovulado, que a gente chama, né?
07:40Ele é colocado nas receptoras.
07:43Essas receptoras são as vacas que o produtor tem
07:45de uma genética comercial ali, do rebanho base dele.
07:49E elas vão ser barrigas de aluguel desse embrião de genética superior.
07:55Então, é uma vaca de genética que o produtor possui
07:58e vai estar gestante, né?
08:02Vai estar gerando uma bezerra fruto de um embrião
08:06produzido com genética superior,
08:08tanto da parte materna quanto paterna.
08:10E aí, por isso, esse avanço aí em ganho genético.
08:13E Guilherme, agora, o governo do Estado, né?
08:16Por meio da SEAG, lançou recentemente um edital
08:19de seleção de pecuaristas para o PIB aqui no Espírito Santo.
08:22Você pode explicar qual o objetivo dessa iniciativa?
08:26É interessante a gente sempre lembrar que
08:29o produtor rural, como geral, né?
08:30Ele é um empreendedor a céu aberto, né?
08:32Ele tem vários riscos, tem várias dificuldades
08:34e não seria diferente na cadeia do leite.
08:36Mas o governo do Estado, ele está sempre muito atento
08:38a essas demandas que surgem da própria cadeia produtiva.
08:41Quando a gente fala de entender como a cadeia,
08:43como ela funciona, o Estado do Espírito Santo,
08:46através, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura,
08:49elabora desde 2003 um planejamento estratégico
08:52no desenvolvimento da agricultura capixável
08:54que contempla também a cadeia do leite,
08:56a pecuária leiteira.
08:57E dentro desse plano, a gente identifica
08:59quais são os principais desafios
09:00e determina ali dentro o que a gente tem
09:02de direcionamento para as dez principais iniciativas
09:05para o desenvolvimento dessa cadeia.
09:06E quando a gente fala de PIB,
09:08ela é uma excelente tecnologia.
09:09Hoje, no Estado, nós temos uma capacidade instalada
09:12muito grande de industrialização do leite
09:15e a gente tem uma necessidade de suprir
09:17essa capacidade instalada.
09:19E através da PIB, nós vamos oportunizar,
09:23vamos dizer assim, o desenvolvimento e o crescimento
09:25dessa produtividade no rebanho leiteiro
09:27do Estado do Espírito Santo.
09:29Entregando aquilo de melhor,
09:32pode ser entregue para o produtor,
09:33que é o melhoramento genético,
09:35é o ganho genético desse rebanho,
09:36em especial da produtividade.
09:38Normalmente a gente acha, né, Cláudio,
09:41que uma produtividade com maior número de animais
09:43é uma produtividade que tem maior produtividade,
09:45mas nem sempre isso está relacionado.
09:47Quando você tem um rebanho com melhor genética,
09:50ela pode entregar muito mais produtividade
09:51do que necessariamente uma propriedade
09:53que tem maior, com menos animais.
09:55Como é que hoje está a nossa produtividade
09:57aqui no Espírito Santo?
09:58Vamos dizer que nós temos uma capacidade industrial
10:00instalada de 1 milhão e 900 mil litros dia.
10:04Hoje nós estamos trabalhando ali
10:05com a casa de 1 milhão de produtividade.
10:07Mas há um déficit.
10:09Existe um déficit, existe uma ociosidade
10:11da capacidade industrial instalada
10:13e automaticamente nós precisamos melhorar
10:15essa produtividade para alcançar.
10:16Ou seja, nós temos mercado
10:18para suprir essa cadeia, né,
10:21para estar comprando esse produto.
10:23Nós precisamos cada vez mais
10:24oportunizar, vamos dizer assim,
10:27popularizar uma tecnologia como o PIV
10:29para que o produtor entenda
10:31que existem recursos diferenciados
10:33para que ele alcance
10:35uma melhor produtividade,
10:37maior ganho,
10:39maior desenvolvimento
10:40dentro da cadeia leiteira.
10:42Nós estamos falando aí
10:43sobre a cadeia leiteira
10:44que é de grande importância
10:46para o nosso Espírito Santo
10:46e tem um programa próprio
10:48que visa promover aí
10:49o desenvolvimento sustentável dela.
10:50Guilherme, o que é o programa
10:52de desenvolvimento sustentável
10:53da cadeia do leite
10:54aqui no Espírito Santo?
10:55Eu acho que vale a pena
10:56sempre a gente ressaltar
10:58a capacidade de integração
10:59entre todas as instituições.
11:00O programa, ele veio de uma demanda
11:03de todas as instituições
11:04que estão envolvidas ali na cadeia do leite
11:06e foi criado
11:08através de uma integração
11:10entre as instituições
11:11onde definiram ali dentro
11:13cinco eixos estratégicos
11:15com 17 projetos estruturantes.
11:18Cada projeto estruturante
11:20tem o seu objetivo.
11:21Um deles é a questão
11:22do melhoramento genético
11:23do próprio rebanho leiteiro
11:25para que a gente tenha
11:26um alcance na produtividade.
11:28Então, vale ressaltar
11:29que a Secretaria de Estado
11:30da Agricultura,
11:30ela coordena esse programa
11:32de uma forma que a gente consiga
11:33alcançar cada vez mais
11:34a profissionalização
11:36da cadeia leiteira.
11:37Que a gente busque
11:38cada vez mais
11:39ter uma maior produtividade
11:40e o Estado do Espírito Santo
11:41também seja destaque
11:42nessa cadeia.
11:42Todo produtor de leite
11:44pode participar desse programa?
11:46Todo produtor de leite
11:47pode participar do programa.
11:49Ele tem total abertura
11:52a estar participando
11:53e é sempre interessante
11:54a gente sempre ressaltar.
11:55É uma tecnologia de ponta.
11:57É uma tecnologia
11:57de última geração
11:59para que a gente consiga
12:00avançar na produtividade.
12:02E existem alguns critérios
12:04para que ele consiga participar.
12:05Mas todo produtor
12:07pode buscar se inscrever.
12:08Quais critérios, Guilherme?
12:10Quando a gente fala
12:11de cadeia do leite,
12:11a gente tem os três principais
12:13pilares, vamos dizer assim,
12:14da cadeia produtiva do leite.
12:16Dentre elas,
12:17nós podemos citar
12:17alimento,
12:19assistência técnica
12:21e a sanidade do rebanho.
12:23Então, antes de fazer
12:24a inscrição,
12:25que é uma inscrição
12:25no formato online
12:26no site da Secretaria
12:27de Estado da Agricultura,
12:28é interessante que o produtor
12:29ele procure um técnico
12:31para que esse técnico
12:33vá até a propriedade dele
12:34e avalie as condições
12:35da propriedade dele.
12:36Se essa propriedade
12:37tem alimento abundante
12:38não só no período de chuvas,
12:40mas também no período de seca,
12:41porque quando a gente
12:43fala de animal,
12:44a gente não pode dizer
12:45que ele vai ter
12:45uma ótima produtividade
12:46se ele não tiver alimento.
12:48É como se fosse um carro, né?
12:49O carro consegue andar
12:50sem ter um combustível ideal?
12:52A vaca com alto ganho genético
12:56ela precisa cada vez mais
12:57ser suprida,
12:58seus nutrientes
13:00tendo o suprimento necessário
13:01para que ela consiga
13:02produzir de uma melhor forma.
13:04Então, alimento,
13:05alimento em abundância,
13:07não em abundância,
13:07mas dentro daquilo
13:08que ele tem de necessidade
13:09da propriedade dele.
13:10O técnico vai fazer
13:11essa avaliação,
13:12vai avaliar como está
13:13a sanidade daquele rebanho,
13:15se tem as condições necessárias
13:16e aí hoje a gente fala
13:17muito do bem-estar animal,
13:19que é algo que é muito importante,
13:20porque quando a gente fala
13:21de consumidor,
13:22o consumidor quer saber
13:23como esse produto
13:24ele está sendo produzido
13:26lá no campo.
13:27Então, ter todas essas informações
13:28também é interessante,
13:30mas também para que o animal
13:31produza melhor.
13:32E assistência técnica, né?
13:33A gente está aqui
13:34com uma colega
13:34que é experte nesse assunto.
13:37A Michelle traz muito
13:38dessa técnica
13:39e também mostra muito
13:40dessa técnica
13:41para todos os produtores
13:42e a importância dela.
13:44Então, os técnicos
13:45têm essa capacidade
13:46de gerenciar e entender
13:47quais são os desafios,
13:48porque não adianta
13:49eu chegar com uma tecnologia
13:50como o PIVE
13:51em uma propriedade rural
13:53que não tem nem o básico
13:55ainda para oferecer
13:55para o seu rebanho,
13:57que senão vai ser
13:57um momento perdido,
13:59um recurso perdido,
14:00vamos dizer assim.
14:00E quando você fala
14:01de técnico,
14:02ele pode contratar um técnico,
14:03tem que ser um técnico
14:04do Incapé,
14:04pode ser um técnico
14:05da cooperativa?
14:07Quando a gente fala
14:07de programa
14:08da cadeia do leite,
14:09nós falamos da integração
14:10entre instituições.
14:11O técnico do Incapé,
14:12nós temos técnicos
14:13do Senar,
14:14nós temos técnicos
14:15também de outras
14:17instituições,
14:18nós temos técnicos
14:19das cooperativas,
14:20hoje a gente está
14:20no evento importante
14:21aqui da Nater,
14:22os técnicos da Nater
14:23têm capacidade
14:24para estar fazendo
14:25essa avaliação
14:25da propriedade,
14:26também autônomos,
14:27profissionais autônomos
14:28de ciências agrárias.
14:29E como é que esse edital
14:30de seleção de pecuaristas
14:32para o PIB
14:33se encaixa
14:33nos objetivos
14:34do programa?
14:36O edital do PIB,
14:37ele vem trazendo
14:39aquilo que é
14:39de mais importante,
14:40buscar aumentar
14:41a produtividade
14:42da cadeia leiteira
14:43dentro do Estado
14:43do Espírito Santo.
14:44Fornecer uma tecnologia
14:45de ponta
14:46para que o poder
14:46consiga acessar
14:48esse recurso
14:48de uma forma
14:49muito mais,
14:51vamos dizer assim,
14:52fácil do que ele
14:53encontraria no mercado
14:54privado,
14:54porque o Estado,
14:56por mais que existe
14:57uma contrapartida
14:58do produtor
14:58ele subsidia,
15:00vamos dizer assim,
15:01uma grande parte
15:01desse valor
15:02no primeiro ano
15:02para o produtor
15:04fazer parte
15:04desse processo.
15:06Então,
15:06a gente observa
15:08que fornecer
15:09esse tipo de tecnologia
15:09vai trazer aquilo
15:10que a gente mais precisa,
15:11que é o ganho
15:12de produtividade,
15:13o acesso do produtor
15:14a essa tecnologia,
15:15o entendimento
15:16de como ela funciona
15:17e também aproximar
15:18cada vez mais
15:19o produtor rural
15:19da assistência técnica,
15:20que é algo
15:21muito importante também.
15:22Você já disse aí,
15:23mas queria que repetisse,
15:24as inscrições
15:25são feitas via portal
15:27lá da Secretaria
15:28de Agricultura?
15:29Isso,
15:29as inscrições
15:30elas são feitas
15:31através do site
15:32da CEAG,
15:32www.ceag.es.gov.br,
15:36lá você encontra
15:36um banner
15:37onde está escrito
15:38Programa de Desenvolvimento
15:39da Cadeia do Leite,
15:40clicando nele
15:40você vai ter
15:41todas as informações
15:42não só do edital,
15:43mas também
15:44as informações
15:45de como o programa
15:46funciona,
15:47quais instituições
15:47estão envolvidas,
15:49existe uma governança
15:50muito bem estabelecida
15:51nesse programa,
15:52então isso tudo
15:52vai estar inserido
15:53lá dentro.
15:53Ele vai entrar,
15:55acessar esse formulário
15:55online e entender
15:56quais são
15:57os documentos
15:59necessários
16:00para ele fazer
16:00essa inscrição
16:01e aí
16:02cabe sempre ressaltar
16:03a gente
16:04com uma sugestão
16:06da própria Michelle
16:07e nós fizemos
16:07um checklist
16:08para que as pessoas
16:08até mesmo entendam
16:10antes mesmo de fazer
16:10o formulário
16:11e entender quais são
16:12os documentos necessários
16:12para estar fazendo
16:14essa inscrição.
16:16Obrigada, Guilherme.
16:17Obrigada, Michele.
16:19Obrigada a você também
16:20que acompanhou até aqui.
16:21Lembrando que faremos
16:22mais episódios
16:23recheados de informações
16:24sobre a Feira Agro
16:25na Terco
16:26e também conteúdos
16:27do nosso Instagram
16:28arroba HZTS
16:30no site
16:30agazeta.com.br
16:33barra agro.
16:34Até a próxima.
16:41Legenda Adriana Zanotto
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