- há 10 horas
Com mais de 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais movimentando cerca de 2 trilhões de reais, o programa analisa como o público sênior ganha protagonismo e desafia empresas a se adaptarem, especialmente no ambiente digital.
No Congresso, avançam propostas que mexem com a estrutura do mercado de trabalho, como o fim da escala 6x1 e a redução da jornada, além do novo Estatuto do Jovem Aprendiz, que atualiza regras para trabalhadores entre 14 e 24 anos. O programa também aborda as reações do setor produtivo e os possíveis impactos dessas mudanças.
Na política, uma nova fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercute em meio à guerra no Oriente Médio. Em agenda no Distrito Federal, Lula afirmou que pretende levar "jabuticaba e maracujá” ao presidente americano para “acalmar” o cenário internacional, em mais um comentário que mistura diplomacia e política externa em um momento de tensão global.
Na economia, o destaque vai para a proposta do governo de reduzir impostos sobre combustíveis em momentos de alta do petróleo, a evolução da dívida pública e os dados recentes do setor externo, que indicam aumento do déficit em transações correntes. O cenário inclui ainda a confiança do consumidor no Brasil e os efeitos da guerra sobre os mercados globais.
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No Congresso, avançam propostas que mexem com a estrutura do mercado de trabalho, como o fim da escala 6x1 e a redução da jornada, além do novo Estatuto do Jovem Aprendiz, que atualiza regras para trabalhadores entre 14 e 24 anos. O programa também aborda as reações do setor produtivo e os possíveis impactos dessas mudanças.
Na política, uma nova fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercute em meio à guerra no Oriente Médio. Em agenda no Distrito Federal, Lula afirmou que pretende levar "jabuticaba e maracujá” ao presidente americano para “acalmar” o cenário internacional, em mais um comentário que mistura diplomacia e política externa em um momento de tensão global.
Na economia, o destaque vai para a proposta do governo de reduzir impostos sobre combustíveis em momentos de alta do petróleo, a evolução da dívida pública e os dados recentes do setor externo, que indicam aumento do déficit em transações correntes. O cenário inclui ainda a confiança do consumidor no Brasil e os efeitos da guerra sobre os mercados globais.
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Categoria
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NotíciasTranscrição
00:28Olá, bom dia!
00:29Bom dia, sexta-feira, 24 de abril. Ontem foi o dia mundial do livro e hoje me disseram que é
00:36o dia do churrasco.
00:38Aí me cobraram para avisar aqui que hoje é o dia do churrasco, né?
00:43Caiu bem, calhou bem com a sexta-feira e o final de semana chegando depois de um feriado numa terça
00:51-feira.
00:52Seja bem-vindo e bem-vinda ao programa Mercado, que traz as notícias mais importantes de economia do Brasil e
00:58do mundo.
00:59E o assunto hoje é trabalho, o mercado em seus vários aspectos, como os trabalhadores que passaram dos 60 anos
01:08e ainda continuam muito ativos.
01:11Estudos recentes apontam que o Brasil já conta com mais de 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais
01:18e que movimentam cerca de 2 trilhões de reais na economia.
01:22A pergunta hoje é se as empresas estão preparadas para esse público.
01:28E na Câmara deve ser instalada na semana que vem a comissão especial sobre o fim da escala 6x1 e
01:34a redução da jornada.
01:35Sem ter como brigar contra em ano eleitoral, empresários se preparam para pedir compensação ao governo.
01:42E entre os jovens a novidade é a criação de um Estatuto do Jovem Aprendiz, que foi aprovado pelos deputados
01:50e que agora segue para o Senado.
01:52As regras mexem com os direitos de quem tem entre 14 e 24 anos de idade.
02:00Além desses assuntos sobre trabalho, tem muita coisa do mercado de trabalho, você está percebendo aí.
02:06A gente vai falar também sobre Estados Unidos, as notícias mais recentes sobre a guerra.
02:13Vamos trazer também a fala do presidente Lula sobre dar um pé de jabuticaba ao presidente Donald Trump.
02:22Mas eu quero começar esse programa com o assunto de que o governo enviou ao Congresso um projeto de lei
02:28que permite reduzir impostos sobre combustíveis
02:32sempre que houver aumento extraordinário na arrecadação com o petróleo.
02:36A medida tenta amortecer no mercado interno os efeitos da disparada internacional do barril em meio à guerra no Oriente
02:43Médio.
02:43Os ministros da Fazenda, Dário Durigam e Bruno Moretti, do Planejamento, reuniram a imprensa para falar sobre o novo projeto.
02:51Vamos ouvir o que disse o Bruno Moretti.
02:54A nossa tese é muito simples.
02:57Para um país como o Brasil, produtor e exportador de petróleo, nós aumentamos as receitas públicas quando o petróleo sobe
03:07de preço.
03:08O petróleo aumenta a sua cotação, nós aumentamos nossas receitas públicas.
03:13Por exemplo, com a venda de óleo pela PPSA, por exemplo, com a receita de royalties em função da exploração
03:21de campos,
03:22por exemplo, no regime de partilha, também no regime de concessão.
03:27E o ponto central nosso é converter esse aumento de receita em mecanismos que possam amortecer os efeitos da guerra
03:39para a população.
03:39Então, o que nós estamos propondo ao Congresso é simplesmente converter este aumento de arrecadação em redução de tributos aplicáveis
03:50a combustíveis.
03:51É disso que se trata.
03:52Uma autorização para que possamos reduzir tributos sobre combustíveis.
03:58Quais combustíveis?
03:59Diesel, gasolina, etanol e biodiesel.
04:04E aqui vale esse destaque, etanol e biodiesel.
04:07Para que a gente siga um comando constitucional de nunca favorecer combustíveis fósseis,
04:14sem tomar as mesmas medidas para biocombustíveis.
04:18Então, uma lista restrita de combustíveis, sobre os quais poderíamos aplicar reduções de alíquotas.
04:29Alíquotas de que tributos?
04:31PIS, COFINS e CID.
04:34Para juntar a essa história, eu quero trazer aqui a reportagem especial feita pela Juliana Elias,
04:41a repórter de Veja Negócios, de Economia, e que trouxe com o título de Alerta Vermelho,
04:49a revista Veja desta semana traz a reportagem da Juliana sobre a dívida pública que avançou
04:55sobre o governo Lula e pelas projeções otimistas até do próprio governo,
05:01só deve começar a cair em 2030, o que compromete a credibilidade e limita o crescimento do país.
05:09Portanto, eu te convido a ler essa reportagem da Juliana na revista Veja, que já está nas bancas.
05:16E sobre esse assunto eu quero conversar com a Bruna Alleman, ela que é chefe de investimentos da Nomos.
05:22Bruna, seja muito bem-vinda, bom dia.
05:24Bom dia, imagina, é uma honra estar aqui com você.
05:28Ô Bruna, mais uma vez o governo anunciando aí que está abrindo mão de parte de impostos
05:35para compensar a alta do petróleo, isso bate nas contas públicas.
05:39A gente tem a reportagem da Juliana e aí queria começar com esse assunto com você.
05:44Quer dizer, na previsão mais otimista do governo, só começar a recompor as contas públicas.
05:49Mas em 2030, vocês economistas acham que já no ano que vem vai ficar difícil?
05:56Vai, vai ficar difícil.
05:58Essas, na verdade, assim, o que nos preocupa, na verdade, é que não são decisões de longo prazo
06:05para uma questão de melhoria.
06:07O que a gente precisa enxergar é que o que o mercado financeiro gosta, ou economia, não que ele gosta,
06:13mas, na verdade, como ele reage, né?
06:15O que o gostar, aqui a gente precisa trazer a palavra, é porque o Brasil depende muito de investimento estrangeiro.
06:21Então, o mercado, ele precisa precificar ou ele precisa se direcionar
06:27para que a gente continue recebendo esse determinado investimento.
06:30Não pode haver incerteza, então ele vai precificar, caso venha a ter alguma incerteza,
06:37e ele precisa do quê?
06:39Previsibilidade.
06:39Essas situações específicas ou essas determinadas, vamos dizer, pautas que são colocadas pelo governo,
06:47ela acaba aparecendo muito mais como um colchão para amortecer ou estancar um determinado buraco.
06:53Quando a gente fala sobre essa principal medida, então, olhando agora aqui só a medida,
06:58o objetivo central é mitigar esse repasse da alta internacional do barril de petróleo
07:04para a bomba, né, para não chegar ali para a população.
07:07Então, vai tentar minimamente controlar a inflação, por quê?
07:11Porque o petróleo, então, a parte de petróleo, a parte de transportes,
07:16é um dos principais pontos que acaba pressionando o aumento de preços para a população aqui no Brasil.
07:21Então, se a gente olha no ponto de vista macroeconômico, nada mais é do que esse colchão de amortecimento.
07:26Esse ponto, a gente precisa olhar um ponto de atenção,
07:29porque é simplesmente, o mercado vai recair sobre o mercado,
07:36é um impacto fiscal de médio prazo, é uma incerteza e uma imprevisibilidade
07:41que pode ocasionar menos investimentos aqui no Brasil
07:46e, logicamente, impactar outros determinados setores.
07:50Então, estancar sem ter um planejamento, principalmente quando a gente fala
07:55em relação não só à pressão da inflação com a taxa de juros alta que estamos,
08:00mas também não olhar a parte fiscal, tentar estancar os outros pontos
08:04e não olhar a parte fiscal, que seria a máquina pública em si,
08:08isso pode gerar um efeito que a gente fala de rebote.
08:12Você estanca hoje e não vai ser em 2030 que vai resolver.
08:15O buraco pode ficar mais fundo ainda no próximo ano e, no máximo, dois anos.
08:21Bruna, outro assunto que eu quero trazer aqui pra gente,
08:24quero te convidar a dar uma olhadinha no nosso site,
08:26você também que está nos acompanhando,
08:28sobre a dívida bilionária dos Correios.
08:32Esse assunto saiu no nosso site Veja, né?
08:36Os Correios tiveram prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025.
08:41O presidente não aposta em melhora no curto prazo.
08:44Então, o plano de recuperação e empréstimo não revertem os números negativos da estatal.
08:50Sobre esse assunto, antes de chamar a Bruna pra fazer essa avaliação pra gente,
08:55eu quero conversar com o repórter Felipe Erich,
08:58que foi ele quem fechou essa reportagem.
09:01Bruno, seja muito bem-vindo, bom dia.
09:05Bom dia, Verusca. Prazer falar com você.
09:08Queria que você trouxesse um pouquinho aí pra gente
09:10dessa temperatura que você colocou nessa reportagem.
09:15A situação, né? Você conversou com outros especialistas.
09:18É grave mesmo?
09:21É bastante grave, Verusca.
09:24Trata-se do...
09:26Desde o final de 2022, os Correios estão apresentando resultados negativos trimestralmente, né?
09:34Então, é uma situação que já se estende já há algum tempo,
09:37mas ela piorou, como você pontuou recentemente, né?
09:41O prejuízo mais que triplicou em relação a 2024, né?
09:45Em 2024 foram 2,6 bilhões de reais e 25 agora 8,5.
09:52Então, portanto, é um prejuízo muito expressivo.
09:54É o principal problema, digamos, do governo em termos de empresas estatais.
10:00Talvez a gente possa colocar assim, né?
10:02Em termos de gestão de empresas estatais hoje,
10:05por ser o prejuízo mais vistoso aí, né?
10:09Isso ocorre em meio a um plano anunciado no final do ano passado,
10:13um plano de reestruturação, desculpe, da companhia,
10:18que até o momento não foi capaz de melhorar os números, né?
10:23E os Correios atribuem boa parte desse prejuízo
10:27a despesas com precatórios,
10:30que, enfim, foram determinadas pela justiça, né?
10:34E que cresceram 55% no ano passado.
10:36Mas, ainda assim, a própria receita da empresa também
10:40teve um resultado ruim, né?
10:42Porque diminuiu 11%.
10:44Então, é uma situação bem complicada mesmo.
10:47A saída, com as fontes que você conversou,
10:51você percebeu alguma saída do próprio presidente da empresa?
10:56Bom, o plano de reestruturação anunciado pelos Correios,
11:01ele tem pontos que, em tese, melhorariam a situação da empresa, né?
11:06Então, existe um plano de demissão voluntário de funcionários, né?
11:13Que, a princípio, previa demissão de até 15 mil pessoas,
11:17a ideia de fechar cerca de mil agências,
11:21vender imóveis, que hoje são dos Correios,
11:25tudo isso, em tese, ajudaria a melhorar a situação.
11:28Mas o problema é que, até o momento,
11:30isso não se materializou de maneira significativa, né?
11:33No caso do plano de demissão voluntária, por exemplo,
11:36como eu disse, né?
11:37A expectativa era de demitir até 15 mil funcionários,
11:40de maneira voluntária, né?
11:4310 mil funcionários demitidos em 2026,
11:47e 5 mil em 2027.
11:49Porém, até o momento, o plano só teve cerca de 3.700 adesões.
11:53É muito menos do que a gestão atual dos Correios imaginava, né?
11:59Então, como o plano não está ocorrendo da maneira como poderia, né?
12:05Com todo o seu potencial, isso acaba prejudicando as contas, né?
12:09Felipe, muito obrigada pela sua entrevista, viu?
12:13Um bom dia.
12:15Um bom dia, um abraço.
12:16Obrigada.
12:18Ô, Bruna, eu vou voltar com você,
12:21porque essa questão dos Correios, né, é bem grave, né?
12:25E eu já entrevistei outros economistas aqui,
12:29a gente viu ali o próprio Felipe dizendo que
12:32nem as expectativas do plano que foi montado
12:35para a recuperação da empresa está funcionando.
12:39A saída hoje, o governo diz que privatização nem pensar,
12:42mas a saída hoje seria a privatização somente?
12:48Bom, a priori sim, né?
12:51Eu acho que essa tentativa dos Correios,
12:53ela já está se postergando, chegando aquém do que já deveria.
12:58E outra, toda vez que nós falamos sobre empresas públicas,
13:01nós precisamos deixar bem claro que
13:03esses planos de contingência ou de tentar reajustar
13:08acabam afetando diretamente o bolso da população,
13:11porque é um efeito cascata.
13:13A partir do momento que você precisa ajudar uma empresa pública,
13:17você pode pedalar, né?
13:19Não gosto de falar da palavra pedalar, mas você pode renegociar
13:22determinadas dívidas aumentando a dívida pública,
13:25ou seja, aumentando essa dívida pública,
13:27você continua com uma pressão dentro da inflação
13:31e isso acaba sobrecarregando o consumidor final,
13:35que não é somente o preço do produto que está aumentando em si,
13:39mas todo o preço da cadeia logística,
13:42tudo que envolve qualquer determinado produto ou serviço,
13:45acaba ficando mais caro.
13:46Esse efeito cadeia é muito perigoso,
13:48mas eu gosto muito de trazer que provavelmente pode ser
13:52uma única saída, se a gente enxergar hoje,
13:54pode ser a privatização,
13:56porque eu gosto de trazer o caso da Vale, por exemplo,
13:58que estava mais ou menos dentro do mesmo cenário
14:01e se tornou uma das empresas mais rentáveis
14:04e uma das melhores empresas aqui no Brasil para investir.
14:06Então, se a gente olhar isso,
14:08é muito importante ver com carinho,
14:10não é uma falta,
14:12está muito bem claro que a questão administrativa
14:16e a questão dessa dívida,
14:18ela não está funcionando,
14:19inclusive para a evolução da empresa em si.
14:22Outras empresas,
14:22porque não é um cenário logístico do Brasil,
14:25e sim uma questão de administração,
14:27porque empresas privadas,
14:29inclusive empresas de outros países multinacionais
14:32que estão alocadas aqui no Brasil,
14:34conseguiam trazer,
14:35através de tecnologia,
14:36investimento e eficiência,
14:39mesmo com a malha logística do Brasil,
14:41como ela funciona,
14:43elas conseguiram fazer um determinado investimento
14:45e continuar movimentando
14:47esse determinado tipo de serviço.
14:49Então, é muito bem claro que a privatização
14:51e o investimento nessa empresa em si
14:54pode fazer a grande diferença,
14:56porque o problema não é em si toda a estrutura do Brasil,
15:00e sim a sua questão de administração.
15:02Não vai ser a venda de ativos imobiliários
15:04ou programas de demissão voluntária
15:06que vai acabar estancando.
15:08Pelo contrário,
15:09isso está se ampliando cada vez mais,
15:12é como se a gente estivesse empurrando,
15:14como o consumidor a gente fala,
15:16empurrando ali aquela determinada dívida,
15:18tentando estancar,
15:19mas não voltando atrás
15:21e vendo que isso não vai conseguir estancar
15:24se você não tiver um investimento propriamente dito,
15:26alguém abraçando efetivamente
15:29aquele tipo de negócio,
15:30e para você investir em um determinado negócio,
15:32você precisa de confiança.
15:34E a confiança,
15:35o dinheiro,
15:36é através de uma relação de confiança.
15:38E a confiança ali,
15:39ela acabou sendo quebrada
15:41no negócio chamado Correios.
15:43Bruna,
15:44outro assunto que eu quero falar com você,
15:46porque o Banco Central divulgou,
15:47agora há pouco,
15:48os dados do setor externo.
15:50Segundo a instituição,
15:51o Brasil registrou déficit
15:53em transações correntes
15:55de mais de 6 bilhões de dólares,
15:57um valor maior do que o esperado.
15:59O déficit acumulado em 12 meses
16:03totaliza o equivalente
16:04a 2,71% do PIB.
16:08Bruna,
16:09eu queria que você,
16:10com o seu olhar mais sensível,
16:12seu olhar de economista,
16:13mais entendido do assunto,
16:15fizesse uma leitura para a gente
16:16dessa divulgação que foi feita agora há pouco
16:18pelo Banco Central.
16:20Vamos lá,
16:21é uma análise relativamente simples.
16:24O mercado financeiro,
16:26essa transição,
16:27essa transação de dinheiro,
16:30tanto o que entra dentro do Brasil
16:32e o que sai para fora do Brasil,
16:35nada mais é do que estar voltado,
16:36assim como o mercado financeiro
16:37ou a economia em si,
16:39ela está voltada em dois pilares.
16:41O pilar confiança
16:42e o pilar também de certezas
16:45e previsibilidade.
16:47E o dinheiro,
16:48ele vai se movimentar,
16:49a economia,
16:50ela é um efeito comportamental.
16:52O dinheiro,
16:53ele vai se movimentar
16:54onde ele tem mais segurança.
16:56Se ele tiver menos segurança,
16:58ele vai ver qual que é,
17:00aqui no Brasil, por exemplo,
17:01que nós estamos com uma taxa de juros alta.
17:04Então, se aqui eu não tenho
17:05uma determinada segurança,
17:07em relação àquele investimento
17:08ou àquele determinado país
17:10para eu colocar meu dinheiro
17:11ou para uma entrada de dinheiro
17:13ou entrada de investimento,
17:14é colocado em pauta, sim.
17:16Mas quanto você me paga de retorno?
17:18Para ver se esse risco,
17:19esse retorno vale a pena.
17:20E do outro lado são as certezas
17:22e a previsibilidade,
17:23que também faz essa movimentação de dinheiro.
17:26Então, este dado específico
17:28nada mais é do que um conjunto de fatores
17:31que nós vamos juntar.
17:32Economia, política, judiciário,
17:35nós vamos juntar também
17:36a questão de mercado,
17:37mercado financeiro,
17:39investimentos,
17:40que não está trazendo
17:41de forma equilibrada
17:44a certeza,
17:45a previsibilidade
17:46e também a segurança.
17:48Não se compensa.
17:49Então, você começa a ver
17:51mais transações saindo,
17:54menos entrada aqui dentro do Brasil
17:56e isso é um efeito comportamental normal.
17:59A partir do momento que você começa
18:01a gerar um determinado equilíbrio,
18:03porque nós estamos exatamente,
18:05na verdade,
18:05são as palavras contrárias, né?
18:07Incerteza,
18:08imprevisibilidade
18:09e qual é a segurança que eu tenho
18:11versus o retorno de investimento,
18:13seja de investimento
18:14ou seja para alocar o seu dinheiro
18:16aqui dentro aqui do Brasil.
18:18Então, você vê uma saída maior,
18:20não só da saída de estrangeiros,
18:22mas também de pessoas locais
18:23que ainda não conseguiram equilibrar
18:25essa questão de incerteza,
18:27imprevisibilidade e a segurança.
18:30Vamos falar agora da guerra no Oriente Médio
18:32e a economia global,
18:34porque uma reunião na Casa Branca
18:35confirmou que disse recentemente
18:37o vice-presidente dos Estados Unidos,
18:39J.D. Vance,
18:41que o cessar-fogo entre Israel e Líbano
18:44será prorrogado por três semanas.
18:46Uma trégua de dez dias
18:48entrou em vigor na semana passada,
18:50após a escalada de tensões entre Israel
18:52e o resbolar,
18:53que ocorreu pouco depois do início
18:55da guerra com o Irã.
18:55Em declaração feita na Casa Branca,
18:58Vance afirmou que o cessar-fogo
18:59já está em vigor entre Israel e Líbano
19:02e agradeceu ao presidente Donald Trump.
19:06Outro assunto que a gente traz sobre a guerra
19:08saiu no site de Veja
19:11é que o líder supremo do Irã
19:12está gravemente ferido,
19:15mas mentalmente lúcido,
19:17diz o jornal,
19:19saiu no Washington Times,
19:22se eu não tenho...
19:24é no New York Times, perdão.
19:26O jornal diz que Mojitaba Khamenei
19:28teria passado por cirurgias
19:30e sofrido queimaduras
19:32após um ataque aéreo
19:34que matou seu pai,
19:36o que era antecessor, né?
19:38Foi morto logo ali,
19:39no primeiro dia
19:40que os Estados Unidos
19:42começou essa guerra,
19:43que foi 28 de fevereiro.
19:44Essa reportagem, como eu disse,
19:46foi publicada primeiramente
19:47no New York Times
19:47e depois repercutida
19:48pela imprensa do mundo todo.
19:51E a partir desse assunto
19:53eu quero trazer um pontinho
19:54de economia
19:54porque ontem foi divulgado
19:56o PMI dos Estados Unidos.
19:58O PMI aumentou para 52 em abril.
20:00É o mais alto em três meses.
20:03Em março, o PMI ficou em 50,3
20:06e foi considerado o mais baixo
20:07desde agosto de 2023.
20:09O indicador recente mostrou
20:11que o crescimento da atividade empresarial
20:13dos Estados Unidos
20:14se recuperou ligeiramente
20:16após a eclosão da guerra
20:17no Oriente Médio.
20:19E aí eu volto com a Bruna.
20:20Bruna, eles começaram essa guerra,
20:23cabe a eles terminarem essa guerra,
20:25no entanto, a economia deles
20:26é a que mais resiste
20:28enquanto os países, né?
20:30A exemplo do Brasil,
20:31tentam lidar com os efeitos
20:34dessa guerra nas economias.
20:37O que acontece com a economia americana
20:42a partir dessa visão do PMI?
20:44É possível ter uma visão mais ampla?
20:46O que a gente está vendo agora no PMI
20:48é só um recorte?
20:50É uma economia resiliente?
20:52Queria que você fizesse aí para a gente
20:53um raio-x de como está hoje nos Estados Unidos.
20:57Com toda certeza está se mostrando
21:00uma economia muito resiliente
21:02versus a taxa de juros dos Estados Unidos,
21:04que é uma das principais críticas
21:05de Donald Trump, né?
21:07Que acaba afetando muito a sua dívida.
21:09Assim como aqui no Brasil
21:11ou outros países,
21:12quando você tem uma taxa de juros alta
21:14e principalmente os Estados Unidos,
21:16que é considerado ainda
21:18o porto seguro dos investimentos,
21:20enquanto quando você tem tensões geopolíticas,
21:23tudo isso que está acontecendo,
21:26o dinheiro geralmente vai para portos seguros,
21:28que é onde tem o máximo de segurança possível.
21:32E quando a gente fala nisso,
21:34o mercado financeiro,
21:35o investidor global,
21:36ele está muito direcionado
21:38para o tesouro americano,
21:39principalmente de curto prazo.
21:41Porque quando você tem tensões
21:43geopolíticas ou mundiais,
21:45tudo vai ser para o curto prazo.
21:48Quando entra mais dinheiro ali
21:50naquele dinheiro tesouro americano
21:52no curto prazo,
21:53mais juros é necessário pagar
21:55e mais se aumenta ali, né?
21:58A responsabilidade do governo
21:59de pagar esses juros.
22:01Por isso essa pressão de Donald Trump.
22:02E o PMI,
22:04que é um dos principais indicadores
22:06mais respeitados do mercado,
22:08ele traz que a atividade econômica
22:10dos Estados Unidos
22:10continua em expansão.
22:12Então que apesar dos juros altos,
22:14das tensões globais,
22:15a economia americana
22:16continua crescendo
22:18e continua gerando empregos, né?
22:20Então essa força econômica,
22:22na verdade,
22:23ela funciona como um amortecedor.
22:25Porque também,
22:26se os Estados Unidos
22:27acabarem entrando
22:28numa determinada crise,
22:30ele ainda tem um poder
22:31muito grande de todos.
22:32O impacto,
22:33inclusive aqui no Brasil,
22:34poderia ser mais negativo
22:36caso a economia americana,
22:37cair isso um pouco.
22:38E ela está refletindo
22:39exatamente o contrário.
22:41Mas Bruna,
22:41por que uma economia
22:42tão resiliente
22:43versus uma dívida pública
22:45nos Estados Unidos
22:46tão alta,
22:47uma taxa de juros
22:48relativamente alta
22:49e inclusive
22:50a hegemonia
22:51dos Estados Unidos
22:52sendo falada
22:53em grandes fontes
22:55pelo mundo inteiro
22:56por conta dessas tensões
22:57geopolíticas.
22:59Mas o cessar-fogo,
23:00ele traz uma questão
23:01de previsibilidade.
23:02apesar de ter se escalado
23:04muito do início
23:05e ter alguns outros pontos,
23:07toda vez que vem
23:08uma notícia relativa
23:09às negociações,
23:11estão sendo vistas
23:12como está acontecendo,
23:14o cessar-fogo
23:15sendo ali declarado
23:17num determinado tempo,
23:19ela traz mais previsibilidade
23:21de curto prazo
23:22e mais confiança
23:23para o mercado.
23:24E o Porto Seguro
23:26ainda vai acabar sendo
23:27a maior economia do mundo
23:28que traz essa clareza
23:30e essa transparência
23:32em relação ao mercado.
23:33O dinheiro acaba indo
23:34para lá,
23:35fortalecendo ainda mais,
23:36nesse caso,
23:37não fortalecendo,
23:38mas mantendo a economia.
23:40Porque se a gente olhar
23:41as bolsas em Wall Street,
23:43o clima ainda continua
23:45com apetite a risco.
23:46Então eu falei ali
23:47de tesouro,
23:48dinheiro ainda indo
23:49para o tesouro americano
23:50ou para metais,
23:51como nós enxergamos,
23:52ouro,
23:53que acaba sendo cotado
23:53em dólar
23:54e fortalece muito a moeda,
23:56a bolsa americana
23:57também é um reflexo
23:58de curto prazo
23:58e continua entrando
24:00ali nas suas máximas.
24:01Então o apetite de risco
24:03e a confiança
24:04que o mercado fica,
24:06e quando nós falamos mercado,
24:08são todos os investidores
24:09do mundo inteiro,
24:11ele continua firme e forte,
24:13confiando que os Estados Unidos
24:14vão conseguir resolver
24:15mesmo diante desse caos geopolítico.
24:19E os seus dados econômicos,
24:20apesar de serem assim,
24:22muito uma fotografia,
24:23pós alguns shutdowns,
24:25pós algumas questões,
24:26eles estão cada vez mais
24:27se fortalecendo
24:28e se tornando mais consistentes,
24:30visto que os Estados Unidos
24:31provavelmente não entrarão
24:34ali numa crise,
24:35ele vai ter que baixar os juros
24:36um pouquinho mais para frente,
24:39vai se manter alto
24:40por um pouquinho mais de tempo,
24:43mesmo assim a economia
24:44vai continuar a rodar.
24:45Bruna Aleman,
24:46muito obrigada, viu,
24:47por estar aqui conosco
24:48numa sexta-feira.
24:49Obrigada.
24:50Tem indicação também
24:51para o relator do texto.
24:53Eu ainda estou definindo
24:55os nomes que devem
24:58ser presidente e relator
25:00desta comissão especial
25:01para que já a partir
25:03da próxima semana,
25:04com os nomes definidos
25:05e as indicações
25:06dos parlamentares
25:08pelas lideranças partidárias,
25:09o trabalho possa ser iniciado
25:11na perspectiva do cumprimento
25:13do cronograma pré-anunciado
25:15para a comissão especial
25:16e, consequentemente,
25:18votação também em plenário.
25:19O deputado Paulinho
25:20é um dos nomes
25:21que estão sendo aí colocados
25:23e ele tem uma experiência
25:24muito forte nessa área
25:26porque vem do movimento sindical.
25:27Eu não combinei com ela não.
25:29Vem do movimento sindical,
25:31mas também tem outros parlamentares
25:32que estão pedindo.
25:33Eu estou analisando.
25:35Nós temos sempre que buscar
25:36alguém que tenha a capacidade
25:38de ter interlocução na casa,
25:41que possa liderar o diálogo
25:42com os partidos.
25:43Eu tenho dito desde o início
25:45que o nosso papel nessa matéria
25:47é procurar construir a proposta
25:49mais equilibrada possível
25:51que a gente possa dar
25:52ao trabalhador,
25:53à trabalhadora,
25:54essa redução da jornada de trabalho,
25:56mas fazendo isso
25:57de maneira correta,
25:58de maneira comprometida com o país,
26:00ouvindo também quem emprega,
26:02ouvindo o setor produtivo,
26:04ouvindo o governo,
26:05para que juntos tenhamos
26:06a maior convergência possível.
26:08A prova dessa convergência
26:09é a aprovação ontem
26:11por unanimidade
26:12na Comissão de Constituição e Justiça.
26:15E na quarta-feira,
26:17a Câmara aprovou o projeto de lei
26:20que cria o Estatuto do Aprendiz.
26:23Foi aprovado na Câmara dos Deputados
26:25e agora segue para o Senado.
26:27Estatuto reformulado,
26:29ele reformula regras
26:31para o contrato de aprendizagem,
26:33garantindo direitos do público-alvo,
26:35que são jovens de 14 a 24 anos
26:38e também pessoas com deficiência.
26:42Sobre esse assunto,
26:43jovem aprendiz,
26:44eu quero começar com o Humberto Casagrande,
26:46ele que é CEO do CIEE.
26:51Bom dia, seja muito bem-vindo.
26:54É uma ótima sexta.
26:56Olá, muito obrigado.
26:58Para você também,
26:59uma satisfação estar aqui com vocês.
27:02Humberto, o que muda
27:03com esse projeto de lei?
27:05Vai passar pelo Senado ainda, né?
27:07Mas o que trouxe de mudança até agora
27:09e que foram aprovadas,
27:12mudanças que foram aprovadas pela Câmara?
27:15Olha, uma mudança conceitual muito importante.
27:18A lei do aprendiz,
27:19ela é uma lei de 2000
27:21e ela continha muitas matérias dispersas,
27:25muita coisa infralegal,
27:27ou seja, resolvidas por portarias de ministério
27:30que criavam uma grande insegurança
27:33para as empresas
27:34e também para os agentes de capacitação,
27:37como o CIEE.
27:39Então, nós fizemos, em 2019,
27:42junto com vários parlamentares,
27:43um projeto de consolidação
27:45de toda a legislação do aprendiz.
27:48E essa consolidação foi denominada
27:51Estatuto do Aprendiz.
27:52Esse estatuto permite
27:54com que a lei do aprendiz
27:56seja aplicada
27:58de uma forma muito mais fácil,
28:00muito mais simples,
28:01e com muito pouca ou nenhuma insegurança jurídica.
28:05Ela continua sendo uma obrigação
28:08das empresas de contratar,
28:10os jovens continuam sendo de 14 a 24 anos,
28:14têm que estar cursando
28:15ou ter terminado o ensino médio,
28:18e todos os segmentos da economia
28:20estão obrigados a contratar.
28:23Desde que tenha mais do que 7 funcionários,
28:25a empresa se obriga a contratar
28:28de 5 a 15% do seu quadro
28:31de funcionários
28:33em jovens aprendizes.
28:35Nós estimamos que,
28:36com esta simplificação
28:38e com essa segurança jurídica,
28:41nós podemos crescer
28:42até 30%
28:43o número de aprendizes,
28:45que hoje estão em torno de 700 mil,
28:48passando o número
28:49de 1 milhão de aprendizes no Brasil,
28:52que vai ser muito bom para os jovens,
28:54muito bom para as empresas
28:55e muito bom para a nossa economia.
28:59Humberto,
28:59as empresas têm aderido
29:01ao jovem aprendiz?
29:03Porque eu me lembro
29:04quando começou,
29:05foi uma novidade
29:07que logo de cara pegou.
29:09Muita gente começou
29:11a fazer contratações
29:12pelo jovem aprendiz.
29:14Hoje, ainda,
29:15é bastante procurado,
29:17e quem fiscaliza
29:18que essas empresas
29:19com mais de 7 funcionários
29:21são obrigados a ter?
29:23Olha,
29:24nós temos hoje
29:26um pouco mais de 50%
29:28só das empresas
29:29cumprindo as cotas.
29:31Então, no início,
29:32foi realmente muito empolgante.
29:34As empresas maiores,
29:37as empresas ligadas a bancos,
29:39setor de logística,
29:40transportes,
29:41elas são realmente
29:43participantes disso
29:45e contratam em massa.
29:47mas existe um segmento
29:49de empresas,
29:50principalmente ligadas
29:51a empresas menores,
29:53que ainda não fazem
29:54essas contratações.
29:56Então, tem um potencial
29:57muito grande
29:58de nós crescermos
29:59só dentro das empresas
30:01que não estão
30:01cumprindo a cota.
30:03Se todas as empresas
30:04começarem a cumprir
30:06a cota e contratar,
30:07nós temos um potencial
30:08de crescer 50%.
30:11Então, essa é
30:13a nossa expectativa.
30:15porque algumas empresas
30:16que não contratam
30:18deverão passar a perceber
30:20que ter um jovem
30:21dentro da empresa
30:22é uma coisa boa.
30:23É a formação
30:24do seu futuro,
30:25da sua mão de obra
30:26e eles já vão
30:28mais capacitados,
30:29vão com bastante interesse
30:31de trabalhar
30:32e de lutar
30:33por aquela oportunidade.
30:34Então, o aprendiz
30:36é uma coisa muito boa
30:37para todos
30:38e nós esperamos
30:39que venha a crescer
30:40mais ainda.
30:41Existe fiscalização
30:42e se a empresa
30:44não cumprir,
30:45se não contratar
30:46um jovem aprendiz,
30:47o que acontece com ela?
30:49Existe sim,
30:50existe uma fiscalização
30:52no Ministério do Trabalho
30:53e, inclusive,
30:54hoje a fiscalização
30:55é muito mais fácil
30:57porque é uma fiscalização
30:58eletrônica.
30:59O fiscal não precisa
31:01ir até a empresa
31:02constatar.
31:03Você tem os dados
31:04no Caged,
31:05lá no Ministério do Trabalho,
31:07que aponta
31:07quantos aprendizes
31:09a empresa tem
31:10e quantos aprendizes
31:11a empresa deveria ter.
31:13Então, é fácil
31:14essa fiscalização
31:15vendo o que você tem
31:17e o que você deveria ter.
31:19E a partir dali,
31:20então,
31:20é feita a notificação
31:23e a multa.
31:24Nós não gostamos
31:24muito de multa.
31:25Nosso grande sonho
31:27é que não fosse necessário
31:29a cota.
31:30As empresas deveriam
31:31olhar para isso
31:32como uma coisa boa,
31:33que apesar de ser uma cota,
31:35é um benefício
31:36porque existem
31:39os encargos sociais
31:40na contratação
31:42do aprendiz
31:42que são reduzidos.
31:44Por exemplo,
31:44o fundo de garantia,
31:45ao invés de 8%,
31:47deposita só 2%.
31:48Se houver uma demissão,
31:51não tem multa recisória.
31:52Tem uma série
31:53de outros benefícios.
31:54Além disso,
31:55esse jovem recebe
31:56uma capacitação
31:57muito forte,
31:58tanto no segmento
32:01da qual a empresa
32:02pertence,
32:03até mesmo
32:04no outro quesito,
32:06que são as habilidades
32:08socioemocionais.
32:08Então,
32:09é uma coisa muito boa
32:10e não deveria ser encarada
32:11como uma cota.
32:12Mas, sim,
32:13existe fiscalização,
32:15existe multa
32:16e as empresas
32:16têm que cumprir
32:17essa obrigação.
32:19Humberto,
32:19assim que chegar ao Senado
32:21e começar a tramitar
32:22para a votação,
32:23a gente volta
32:24para conversar
32:24ou quando for aprovado.
32:25Quero saber
32:27a sua opinião
32:28sobre o estatuto.
32:29Obrigada e bom dia.
32:30Muito bom.
32:31Eu que agradeço
32:32e estamos à disposição.
32:33Obrigada.
32:34Bom dia.
32:35Bom,
32:36a gente continua
32:36falando sobre trabalho,
32:38mas agora a gente
32:38vai falar sobre
32:39o trabalho
32:40para pessoas
32:4160 a mais.
32:43Porque estudos
32:44recentes apontam
32:45que o Brasil
32:45já conta com mais
32:46de 33 milhões
32:47de pessoas
32:48com 60 anos
32:50ou mais.
32:50Este público
32:51é responsável
32:51por movimentar
32:52cerca de 2 trilhões
32:54de reais na economia.
32:55Além disso,
32:56são 4 milhões
32:57e meio
32:58de empreendedores
32:59sêniors,
33:00um número
33:01que cresceu
33:0158,6%
33:03na última década.
33:05Esse cenário
33:05levanta um ponto
33:06importante.
33:07As empresas
33:08estão preparadas
33:09para atender
33:09o público
33:1060 a mais
33:11no ambiente digital?
33:12O Fernando
33:13Ovinuela
33:13Garre,
33:14que é desenvolvedor
33:16da Gateware,
33:17vai nos ajudar
33:18a entender
33:18sobre esse assunto.
33:20Bom dia,
33:20Fernando.
33:22Bom dia,
33:23tudo bem?
33:24Bom,
33:25a pergunta que eu fiz
33:26aqui para o nosso público
33:27faço para você.
33:27As empresas
33:28estão ou não
33:28preparadas?
33:30Bom,
33:32eu vejo o seguinte,
33:33os setores
33:34que mais capturam
33:35esse valor
33:36são aqueles
33:36que estão ligados
33:37à vida prática,
33:39como serviços financeiros,
33:41saúde,
33:42e-commerce,
33:42mobilidade,
33:43serviços públicos,
33:44digitais
33:45e plataformas
33:46de gestão
33:47de pequenos negócios.
33:48No caso
33:49das fintechs
33:49e bancos digitais,
33:51existe uma oportunidade
33:53muito clara
33:53porque esse público
33:54movimenta a renda,
33:56aposentadoria,
33:57crédito,
33:58pagamentos,
33:59PIX,
34:00seguros
34:00e investimentos.
34:02Mas ainda há uma diferença
34:04importante na adoção.
34:05O público
34:06se senta mais
34:06e está mais conectado,
34:08mas nem sempre
34:10se sente
34:10plenamente seguro
34:12ou confortável
34:12em todas as jornadas
34:14digitais.
34:15Em realtex,
34:16talvez seja
34:16uma das frentes
34:17mais naturais.
34:18Estamos falando
34:19ainda em telemedicina,
34:20farmácias digitais,
34:22acompanhamento remoto,
34:23agendamento,
34:24exames,
34:25prevenção,
34:26cuidados
34:27domiciliar e bem-estar.
34:29É um mercado
34:29onde a necessidade
34:30é recorrente
34:31e a confiança
34:32pesa muito.
34:34Eu costumo dizer
34:34que a economia
34:35prateada
34:36não está entrando
34:37no digital.
34:39Ela já entrou.
34:40A pergunta agora é
34:41quais empresas
34:41estão preparadas
34:42para receber
34:43com inteligência,
34:45segurança e respeito?
34:47Essa era a minha
34:48próxima pergunta
34:49para você,
34:49porque essa
34:50é uma geração,
34:5160 anos
34:52ou mais,
34:53que não nasceu
34:54no digital,
34:55se tornou adulta
34:57sem o digital
35:00e ela se adapta
35:03bastante
35:03a esse mundo,
35:05a esse universo digital?
35:07Ou há uma diferença,
35:09por exemplo,
35:09de 60 a 70
35:10é mais fácil,
35:1170 a 80
35:12é um pouco mais difícil?
35:14vocês chegaram
35:15a fazer um estudo
35:15desse público?
35:17Sim,
35:18o que acontece
35:18é o seguinte,
35:19muita gente
35:20dos 60 a mais
35:21ainda começou
35:22no digital,
35:25começou no analógico
35:26e entrou no digital,
35:27então acompanhou.
35:28O de 70
35:29geralmente não,
35:31já tem uma
35:32pouca mais
35:32dificuldade,
35:33mas eu vejo
35:34um principal gap
35:35nisso aí.
35:36O que eu vejo
35:37é o seguinte,
35:38é que
35:39o problema
35:40não é o público
35:41de 60 a mais
35:42não entender
35:43a tecnologia.
35:44Eu vejo muitas vezes
35:45a tecnologia
35:46não foi suficientemente
35:48bem desenhada
35:50para ser compreendida.
35:52E a empresa
35:54que quiser
35:55fazer sucesso
35:56com esse público,
35:57ou quiser atender
35:58esse público,
35:59o que ela precisa
36:01para ganhar
36:02corações e bolsos?
36:05Então,
36:06o empreendedor
36:08sênior,
36:09no caso,
36:10essas empresas
36:11elas precisam
36:11estar de olho
36:13nessa parte
36:14de segurança digital,
36:17vulnerabilidade,
36:18fraudes online,
36:21e na experiência
36:22do usuário
36:23para que ele consiga
36:24assim,
36:25ter uma melhor
36:27destreza
36:28dentro da experiência,
36:30como eu disse,
36:30do usuário.
36:31Porque hoje
36:32é muito fácil,
36:33muita gente
36:34acaba desistindo
36:36de situações,
36:38por exemplo,
36:39o jovem,
36:41ele acaba
36:41conhecendo o site
36:42tentativo e erro,
36:43tentativo e erro.
36:45Uma pessoa
36:45um pouco mais sênior,
36:47não,
36:47ela viu que está
36:48complexo,
36:49viu que está difícil
36:50na navegabilidade,
36:51ela desiste.
36:52É aí que eu falo,
36:53é aí que entram
36:54muito forte
36:55a IA.
36:57porque a inteligência
36:59artificial
36:59ela vem
37:00para apoiar
37:01esse time
37:01para poder nos ajudar
37:03nesse ponto
37:04de ter assistentes
37:06virtuais,
37:07auto-explicativos,
37:08que podem fornecer
37:09um apoio
37:10para esse time.
37:11Por isso que eu falo,
37:12a inteligência artificial
37:14ela veio,
37:15ela não veio
37:15para derrubar
37:16todo esse ponto
37:17desses,
37:18dos empregos,
37:20e sim,
37:20ela veio
37:21para potencializar
37:22esse time,
37:23por exemplo,
37:24esse time
37:2460 a mais
37:25para poder ajudar
37:27todo
37:27para a gente
37:28poder ter
37:28uma experiência
37:29um pouco melhor.
37:30O que mais você
37:31destacaria
37:32aí que você tem
37:33observado
37:34na sua experiência
37:36e que fica
37:36de recado aqui
37:37tanto para quem
37:38quer empreender
37:39quanto para quem
37:41é esse público
37:4260 a mais?
37:44Eu tenho uma frase
37:45muito boa,
37:45que eu vejo
37:46o seguinte,
37:46a economia prateada
37:48representa uma mudança
37:49profunda no mercado.
37:51Ela não se trata
37:53apenas de incluir
37:54o público 60 a mais,
37:54mais o digital,
37:56mas de redesenhar
37:59o digital
37:59para uma sociedade
38:00que está vivendo mais,
38:03empreendendo mais
38:04e consumindo
38:05de forma mais consciente.
38:07As empresas
38:08que entenderem isso
38:09vão ganhar confiança,
38:12recorrência
38:13e relevância.
38:15Muito obrigada,
38:16viu, Fernando,
38:17pela sua entrevista.
38:18Um ótimo fim de semana
38:19para você.
38:21Obrigado,
38:22obrigado a todos.
38:25Vamos continuar o programa,
38:27mas agora a gente
38:27vai tratar de outros
38:28assuntos.
38:29Nós vamos falar,
38:30por exemplo,
38:31da FGV Híbre,
38:33que acabou de divulgar
38:34agora
38:37a confiança
38:38do consumidor.
38:39A FGV divulgou,
38:41agora há pouquinho,
38:42peraí que eu tenho aqui,
38:43hum,
38:43vocês estão muito espertos,
38:45muito mais espertos
38:46do que eu.
38:46A confiança
38:48do consumidor
38:48avança
38:49pelo segundo mês
38:51consecutivo.
38:52É,
38:53o brasileiro parece imune
38:54aos efeitos da guerra
38:55no Oriente Médio,
38:55porque essa confiança
38:56avançou pelo segundo mês,
38:58como diz a FGV,
39:01chegando aí
39:02a 89,1 pontos.
39:06O maior nível
39:08desde dezembro
39:09de 2025.
39:10Na média móvel
39:12trimestral,
39:13o índice subiu
39:130,6 ponto
39:15para 87,8 pontos.
39:19Bom,
39:19o empresário
39:20olha isso aqui
39:21e diz assim,
39:21tá bom,
39:22tá confiante,
39:22mas agora eu quero ver,
39:23converter toda essa confiança
39:25em compra
39:26e consumo.
39:27É o que esperamos, né?
39:29Outra notícia
39:30que também mexe
39:32com a economia,
39:33mas aí a economia mundial,
39:34porque acionistas
39:35da Warner
39:37aprovaram
39:37a fusão
39:38com a Paramount,
39:39destravando
39:40uma das maiores
39:40operações
39:41da indústria
39:42do entretenimento
39:43e que pode
39:45remodelar
39:46Hollywood.
39:47O acordo,
39:48estimado em cerca
39:48de 111 bilhões
39:50de dólares,
39:51aproxima a criação
39:52de um novo gigante
39:53global de mídia
39:54com forte presença
39:55em cinema,
39:57televisão
39:57e streaming.
39:58A conclusão
39:59do acordo
40:00ainda depende
40:01do aval
40:01de órgãos reguladores
40:02nos Estados Unidos
40:03e em outros países.
40:06É isso, né?
40:07Muitos artistas ontem,
40:08mais de 3 mil
40:10trabalhadores
40:11do setor
40:11de cinema,
40:12de artes,
40:13se manifestaram
40:14ontem
40:15e se manifestaram
40:16contra.
40:16Nas opiniões
40:18algumas
40:18que eu consegui
40:20ver,
40:20assistir,
40:21ler,
40:22por conta
40:24você cria,
40:25você enxuga
40:26o mercado,
40:27porque você tira
40:28uma grande empresa
40:29e faz
40:30uma fusão.
40:31Então,
40:31você deixa
40:31de ter duas
40:32para passar
40:33a ser só uma.
40:34Vamos ver no que
40:35isso vai dar, né?
40:36Bom,
40:37mais uma fala
40:37do presidente Lula
40:38repercutiu em meio
40:40ao conflito
40:40no Oriente Médio.
40:42Em uma agenda
40:42ontem à tarde
40:43no Distrito Federal,
40:44Lula disse que
40:45quando viajar
40:46vai levar um pé
40:47de jabuticaba
40:48para acalmar
40:49Donald Trump.
40:50Vamos ver.
40:51Agora quando eu viajar
40:52vou tentar levar
40:53um pé de jabuticaba
40:54para o Xi Jinping,
40:56vou tentar levar
40:56um para o Trump
40:57para acalmar ele,
40:58dizer que jabuticaba
40:59é calmante,
41:01sabe?
41:03Levar maracujá.
41:04Porque sabe
41:05o que acontece?
41:06O Brasil tem
41:06um potencial
41:07extraordinário,
41:08mas muitas vezes
41:09nós não
41:11sabemos aproveitar.
41:13Você sabe
41:14que logo
41:14que o presidente
41:15falou sobre o pé
41:16de jabuticaba,
41:17eu sou de um
41:18estado agro,
41:20comi muitas
41:21jabuticaba
41:22no pé
41:22em Mato Grosso do Sul
41:23e aí me bateu
41:25uma curiosidade
41:25porque eu nunca ouvi
41:26falar que jabuticaba
41:28acalmava,
41:29mas foi uma
41:30retórica,
41:32uma fala
41:33do presidente Lula
41:34para dizer que jabuticaba
41:35como é uma fruta
41:37brasileira
41:37é algo que o Brasil
41:39pode levar
41:41até de presente
41:42para os Estados Unidos.
41:44E aí logo ali
41:44você vê que ele
41:45emenda o maracujá
41:46porque maracujá
41:47realmente
41:47segundo a própria
41:49ciência
41:50tem propriedades
41:51calmantes.
41:52Então,
41:52para você que também
41:53ficou com dúvida,
41:54está aí.
41:57Bom,
41:58bora falar agora
41:58das duas revistas
42:00que estão nas bancas.
42:01Quero começar com a
42:02Veja Negócios
42:03que traz
42:03a era dos robôs.
42:05É o título
42:06aí da capa,
42:08a reportagem principal
42:09sobre a inteligência
42:11artificial,
42:12a capa da revista
42:13Veja Negócios
42:14que já está
42:15nas bancas.
42:16as máquinas
42:18se tornam
42:19cada vez
42:19mais autônomas
42:21e começam
42:22a transformar
42:23fábricas,
42:24hospitais,
42:26logística
42:27e cidades.
42:28Bom,
42:29a gente ouviu
42:30agora há pouquinho
42:30o nosso entrevistado
42:32falando também
42:33sobre a importância
42:34da inteligência
42:35artificial
42:36para quem quer
42:37empreender
42:37para esse público
42:3860 anos
42:39ou mais
42:40e até
42:40para o usuário
42:4160 anos
42:42ou mais.
42:43portanto,
42:43fica aí
42:44essa dica
42:46para você
42:46ser também
42:46assinante
42:47pode acessar
42:48a Veja Negócios
42:49em veja.com.br.
42:51Agora quero trazer
42:52a capa de Veja
42:53que está
42:54nas bancas
42:55esta semana
42:56com a capa
42:57Janja e Michele.
42:59A reportagem
43:00é sobre a corrida
43:02ao voto feminino
43:03nessas eleições
43:05e traz aí,
43:06por exemplo,
43:06a campanha
43:07dos dois principais
43:08pré-candidatos,
43:09Flávio Bolsonaro
43:11e o presidente Lula
43:12diz que vai se candidatar
43:16novamente ao quarto mandato
43:17por enquanto
43:18os dois são pré-candidatos
43:19porque são candidaturas
43:21que ainda não foram confirmadas
43:23pelo Tribunal Superior Eleitoral
43:25então as duas
43:26as campanhas
43:27dos dois pré-candidatos
43:30utilizando aí
43:31a imagem
43:31e a história
43:33das duas primeiras damas
43:34para atrair
43:35esse voto feminino
43:38mas a reportagem
43:39fala também
43:39além de intrigas
43:41gafes
43:42e polêmicas
43:44fica a sugestão
43:45para você também
43:46nas bancas
43:47e também
43:48no site
43:49veja.com.br
43:51e tem muito mais
43:52tem Caso Ramagem
43:53Betis
43:54Copa do Mundo
43:54a Casa dos Espíritos
43:57que voltou
43:58um clássico da literatura
43:59voltando aí
44:01agora em série
44:02um clássico da literatura mundial
44:04mas também chinesa
44:05ou chinesa não
44:06chilena
44:07perdão
44:08é isso
44:09ficam as duas sugestões
44:10para você
44:11a gente já está caminhando
44:12para o fim
44:13mas eu quero encerrar
44:14aqui em grande estilo
44:15porque é sexta-feira
44:16a gente está caminhando
44:17para o final de semana
44:18com a fala
44:19do Papa Leão XIV
44:21que ontem conversou
44:22com os jornalistas
44:23depois do fim
44:23da visita
44:24à África
44:25ele falou sobre
44:26a guerra
44:27o pontífice
44:28lembrou que
44:29a ideia
44:30nunca foi se contrapor
44:32ao presidente
44:32Donald Trump
44:33mas passar ao mundo
44:34que a paz
44:35deve ser buscada
44:37sempre
44:37e que guerras
44:39matam
44:39e castigam
44:40nações
44:41a questão do Irã
44:44é claramente
44:45muito complexa
44:46as negociações
44:47que estão sendo tentadas
44:49um dia
44:50os Estados Unidos
44:51dizem não
44:51no outro
44:52dizem o contrário
44:54não sabemos
44:55para onde isso
44:56está caminhando
44:59isso criou
45:00uma situação
45:01caótica
45:02e crítica
45:03para a economia global
45:04mas também
45:05a toda uma população
45:07no Irã
45:07pessoas inocentes
45:09que estão sofrendo
45:10por causa dessa guerra
45:14não está claro
45:15se haverá uma mudança
45:16de regime
45:17ou não
45:18após os primeiros
45:19dias de ataques
45:20de Israel
45:21e dos Estados Unidos
45:22contra o Irã
45:23a situação
45:24continua incerta
45:26o que eu preferiria fazer
45:28é incentivar
45:29a continuidade
45:30do diálogo
45:31pela paz
45:35que todas as partes
45:37envolvidas
45:37participem
45:38e façam
45:39todo o esforço
45:40para promover
45:41a paz
45:42em vez
45:43da ameaça
45:44de guerra
45:45é muito importante
45:48que o direito
45:49internacional
45:50seja respeitado
45:51que as pessoas
45:52inocentes
45:53sejam protegidas
45:54e isso não tem
45:55acontecido
45:56em muitos lugares
45:57eu carrego
45:58comigo
45:58a foto
45:59de uma criança
46:00muçulmana
46:00que durante
46:01uma visita
46:02ao Líbano
46:02estava lá
46:03esperando
46:04com um cartaz
46:05escrito
46:05bem-vindo
46:06o Papa
46:07e nessa fase
46:08mais recente
46:09da guerra
46:10essa criança
46:11foi morta
46:12o Papa
46:17falou também
46:18sobre a imigração
46:19ele disse
46:20que não adianta
46:21o mundo rico
46:23os países
46:24ricos
46:25combaterem
46:25a imigração
46:26com violência
46:27expulsando
46:28os imigrantes
46:30é importante
46:30é importante
46:31que os países
46:31ricos
46:32invistam
46:33nos países
46:34pobres
46:34para que as pessoas
46:35que moram
46:36nesses países
46:37não tenham
46:37que sair
46:37de suas casas
46:39para poder
46:40viver
46:40melhor
46:41vale a pena
46:42se você puder
46:43dar uma olhada
46:44no discurso
46:45do Papa
46:45na verdade
46:46ele começou
46:46com jornalistas
46:47dentro do avião
46:48papal
46:48antes de encerrar
46:50quero dar uma espiadinha
46:51aquela espiadinha
46:52marota
46:52marotinha
46:53marotinha
46:53na nossa B3
46:54Ibovespa
46:55marcando agora
46:560,41%
46:58de queda
46:59aos 190.591 pontos
47:01quem esperava
47:02a bolsa
47:03passar dos 200 mil pontos
47:05essa semana
47:06a princípio
47:07aqui pelo menos
47:08na abertura
47:09pode tirar o cavalinho
47:10da chuva
47:11teria que subir
47:11mais de 10 mil pontos
47:13quem sabe
47:14na semana que vem
47:15uma olhadinha
47:16uma espiadinha
47:17também nos preços
47:18do petróleo
47:18queda do petróleo bruto
47:20de 0,5%
47:21nesse momento
47:22petróleo tipo Brent
47:23também alta
47:24de 0,5%
47:25aos 105 dólares
47:27o barril
47:28muito obrigada
47:29pela sua audiência
47:30na segunda-feira
47:31a gente está de volta
47:33com mais notícias
47:34de economia do Brasil
47:35e do mundo
47:36eu ver os cadonatos
47:37estarei aqui te esperando
47:38às 10 horas da manhã
47:39até lá
47:57e aí
48:00e aí
48:04e aí
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