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Teve início na manhã deste sábado (11), em Islamabad, no Paquistão, a primeira rodada de negociações diretas entre representantes dos Estados Unidos e do Irã.

O encontro, mediado pelo governo paquistanês sob forte esquema de segurança, busca estabelecer um cessar-fogo diplomático após meses de tensões militares.

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Transcrição
00:00Há outras demandas, tanto por parte do Irã como dos Estados Unidos, em que ambos os lados vão precisar ceder.
00:05Há questão em relação ao enriquecimento de urânio, sobre evitar ataques ao Líbano.
00:11Há vários outros pontos extremamente sensíveis que têm questões militares, econômicas, políticas e diplomáticas envolvidas.
00:19Por isso que é uma conversa importante.
00:21Está lá uma equipe de peso por parte do governo norte-americano.
00:25O vice-presidente J.D. Vance está liderando isso ao lado de Whitcock e também do próprio genro de Donald
00:31Trump.
00:31Eles que estiveram à frente também de negociações entre Israel e também o grupo extremista Hamas.
00:37E também por parte do regime iraniano também, seus negociadores, na tentativa que chegue a um acordo.
00:42A expectativa é grande devido às fragilidades deste acordo que foram violados ao longo desses últimos dias.
00:50É claro que o tom de ameaça acabou subindo nesses últimos dias, principalmente nessa última sexta-feira,
00:57onde Donald Trump renovou e dobrou a aposta caso o Irã, então, não aceitasse esse acordo de cessar-fogo proposto.
01:05Colocaria toda a marinha, os principais navios de guerra com melhor armamento à disposição
01:10para tentar reabrir o Estreito de Hormuz.
01:13O Irã disse também que iria retalhar caso os Estados Unidos não respeitasse também este acordo.
01:18Mas a gente sabe que é apenas a primeira rodada de negociações, mas a gente espera que tenha um saldo
01:24extremamente positivo.
01:26Vamos conversar com o nosso comentarista Nelson Kobayashi, antes da gente chamar o professor Marcos Vinícius de Freitas.
01:31Kobayashi, eu quero te ouvir em relação à expectativa desse encontro.
01:35As negociações estão acontecendo, mas, como eu disse, há muitas fragilidades,
01:40é um acordo extremamente complexo e sensível, e por isso essa expectativa,
01:45e por isso também esse temor muito grande por parte da comunidade internacional.
01:49E de interesses globais, né, Cassius, porque a gente vê o mundo todo sofrendo os impactos,
01:54principalmente econômicos, desse conflito.
01:56Claro que com toda a preocupação para as questões humanitárias,
01:59para as pessoas que estão sofrendo lá na ponta da linha o que se sofre numa guerra.
02:05A gente tem civis que foram mortos, a gente tem estruturas sendo atacadas,
02:08atacadas como matrizes energéticas, pontes, e isso, claro, não atinge diretamente os líderes,
02:17as pessoas importantes, aqueles que tomam as principais decisões,
02:19mas toda uma população que não tem diretamente a ver com os interesses americanos e os interesses iranianos.
02:25Então, há, claro, uma grande preocupação, principalmente pela reabertura do Estreito de Jormuz,
02:31para que possa haver a estabilização da situação econômica e, portanto, também a pacificação global.
02:39É o que a gente espera a partir dessa primeira rodada de negociações.
02:42A gente vai conversar daqui a pouco com os nossos especialistas aí,
02:45mas tomara que a partir desse primeiro encontro já haja um primeiro passo,
02:49uma primeira ação no sentido de se normalizar as coisas.
02:54Perfeito, Kouba. Então, vamos chamar o professor de Relações Internacionais,
02:57Marcos Vinícius de Freitas. Agora sim, o professor está nos ouvindo plenamente.
03:01Professor, seja mais uma vez bem-vindo, uma boa tarde.
03:04E eu quero já ouvir do senhor, porque essa expectativa está tão grande,
03:07devido à sensibilidade, né, e todo também, né, a complexidade que estão sendo essas negociações,
03:14mas também gostaria de ouvir quais são os pontos mais sensíveis
03:17e que podem, de certa forma, emperrar essas conversas.
03:22Não há dúvida de que um elemento fundamental é justamente a questão do Estreito de Hormuz,
03:31não é, que os Estados Unidos saem prejudicados, não diretamente, né,
03:36porque afirmam aí que tem a capacidade de autossustentável, né,
03:43porque tem ali uma produção de petróleo que lhe gera autossuficiência,
03:48mas o fato de que, apesar disso, é prejudicado pelo aumento do preço internacional do petróleo.
03:56Além disso, não é só petróleo que nós estamos falando ali nessa região,
04:00nós temos também a questão de fertilizantes, que afeta a agricultura no mundo inteiro,
04:06e também temos um fator muito importante a levar em consideração,
04:11que é a própria confiabilidade dos Estados Unidos perante os países do Golfo,
04:18que apostaram na aliança com os Estados Unidos para sua proteção,
04:22e se deram conta de que esta proteção não funciona efetivamente da maneira que queriam,
04:30contra o Irã, em segundo lugar, que torna estes países alvo,
04:35e também se dão conta de que a função desta rede estabelecida pelos Estados Unidos da região
04:43tem um objetivo único e fundamental de proteção do Estado de Israel.
04:49E este que é um grande desafio, porque ao final das contas,
04:53ao final das contas, o que eles observam é que esta realização,
05:00esta situação de manter uma base americana,
05:03eles geram um custo muito grande,
05:06além das obrigações de investir nos Estados Unidos,
05:09em razão de pressão do presidente Trump,
05:11e uma série de coisas que têm sido muito negativas durante este processo,
05:16e notarem, ao final das contas,
05:18eu achei que quando ameaçados e quando prejudicados,
05:23os próprios Estados Unidos oferecem o seu mercado
05:25e oferecem os seus produtos para substituir os seus parceiros locais.
05:31Então, esta reunião é importante até para restaurar
05:34um pouco de confiabilidade nos Estados Unidos,
05:37como parceiro para a região,
05:40do contrário, eles correm o risco de verem ameaçadas
05:44a sua dolarização do mercado de petróleo
05:48e também a verem ascender no Irã uma potência regional
05:52que, embora militarmente afetada,
05:57ainda continua sendo um inimigo resiliente
06:01e com uma capacidade aí de se tornar
06:04uma liderança regional reconhecida,
06:06o que vai justamente, contrariamente,
06:09a tudo aquilo que os norte-americanos
06:11ambicionavam nas suas metas
06:13quando iniciaram essa ação.
06:15Professor, nosso comentarista Nelson Kobach
06:17tem um questionamento para o senhor.
06:19Professor Marcos Vinícius, muito bom te encontrar aqui.
06:22A pergunta é sobre o que está na mesa de negociação
06:26entre Estados Unidos e o Irã.
06:28No que os Estados Unidos podem ceder
06:31para essa negociação
06:33e o que os Estados Unidos esperam do Irã
06:36além, claro, da reabertura do Estreito de Hormuz
06:39para que isso possa avançar?
06:42Os Estados Unidos esperam implementar
06:45aquela agenda que o primeiro-ministro Netanyahu
06:48mais ou menos estabeleceu para eles
06:49que é no sentido de você não ter
06:52o processamento de urânio,
06:55você não ter aí armas nucleares.
06:58Em segundo lugar, a abertura do Estreito de Hormuz
07:01e aí o governo Trump faz uma série de requisitos
07:06até no sentido de que o Irã
07:09reduzir a sua capacidade de defesa
07:12e aí, claro, que não será um ponto aceito
07:15neste processo todo.
07:17A reabertura do Estreito de Hormuz
07:19foi um problema criado pelo governo dos Estados Unidos,
07:22não existia há 45 dias atrás
07:26e isso tudo gera uma situação muito complicada
07:32para o próprio presidente Trump
07:34que lançou mão, e não podemos esquecer,
07:37de uma ameaça de genocídio
07:39no Twitter que ele fez.
07:42Então, que configuraria ali, claro,
07:45enormes crimes de guerra
07:46como alguns que nós já temos observado
07:48ao longo deste processo.
07:50Então, os Estados Unidos têm aqueles pontos fundamentais,
07:53claro que numa situação em que o Irã,
07:57que é aquele que luta de uma forma assimétrica
08:01nesse processo,
08:03lança mão daquela única capacidade
08:06que tem de efetivamente
08:07gerar problemas para os Estados Unidos.
08:11E claro que a pressão internacional
08:13com relação a Trump nesse processo todo
08:16está afeita ao Estreito de Hormuz,
08:19que também afeta não somente
08:21os aliados dos Estados Unidos,
08:22os aliados locais do Golfo,
08:24mas também globalmente falando.
08:27E claro que existe a pressão de outros países,
08:30particularmente China, a Índia,
08:32que tem ali interesses no trânsito do petróleo,
08:36mas que não estão sendo afetados tão diretamente
08:38porque conseguem passar os seus navios
08:41pelo Estreito de Hormuz.
08:42Então, quem é, quem sai prejudicado
08:45efetivamente nessa história
08:47são os europeus e, claro, os países
08:49que não têm o mesmo tipo de relacionamento
08:53ou aqueles que estão ali aliados
08:55aos Estados Unidos
08:56e que serão prejudicados nesta situação.
08:59Então, o grande desafio aqui,
09:02eu acho que é o ponto fundamental
09:03para o presidente Trump,
09:05é contradizer aquela frase do Henry Kissinger,
09:08atribuída a Henry Kissinger,
09:10que ser inimigo dos Estados Unidos é perigoso,
09:13mas ser amigo pode ser fatal.
09:15E isso é um problema para um presidente
09:18que pode enfrentar aí
09:21enormes desafios eleitorais
09:23em razão das eleições de meio de mandato,
09:25que vão se aproximando aí rapidamente,
09:28vai ser no mês de novembro,
09:29que poderiam efetivamente levar
09:31não somente ao impeachment do presidente,
09:34mas até mesmo o afastamento dele
09:36da presidência da República.
09:38Então, Trump entrou neste emaranhado
09:41e, para ele, o mais importante de tudo
09:45e aqui que é o fundamental
09:46é encontrar uma saída
09:48que lhe seja honrosa
09:50ou que lhe cause aí
09:52menos perda eleitoral,
09:55mas ele vai, claramente,
09:57como gosta de Pérbole,
09:59dizer que dizimou o exército do Irã,
10:02que atingiu os objetivos,
10:03que efetivamente trocou o regime,
10:05quando nós observamos que aqueles que,
10:08mesmo aqueles que estão negociando,
10:09são representantes que se encontravam no poder
10:12há pouco tempo,
10:13mesmo antes do processo de decapitação
10:16que, juntamente com o governo de Israel,
10:19o governo Trump implementou
10:21no Estado iraniano.
10:23Então, eu acho que,
10:25quando ele coloca na mesa
10:27estes aspectos,
10:28o mais importante,
10:30e os iranianos têm muito claro isso,
10:32é a sobrevivência de Donald Trump
10:34na presidência da República
10:35como um presidente efetivo
10:37e não como um pato manco,
10:39como pode vir a se tornar muito rapidamente.
10:41Professor, a gente falou um pouquinho
10:43da questão militar,
10:44sobre a economia,
10:45também questões políticas,
10:47as consequências que isso pode trazer,
10:49esse desgaste,
10:50tanto interno como externamente,
10:51para Donald Trump,
10:52mas eu gostaria de falar também
10:53um pouquinho do campo estratégico.
10:55Quando a gente fala da questão da estratégia,
10:57O Irã já adquiriu,
10:58pelo menos conquistou algumas vantagens,
11:01porque acabou, de certa forma,
11:02identificando um ativo muito grande,
11:04que é o fechamento do Estreito de Hormuz.
11:06Consegue, de certa forma,
11:07atingir Donald Trump
11:08no âmbito político,
11:09no âmbito econômico,
11:11e gerar uma pressão muito grande
11:12contra o país que está atacando o Irã.
11:15Já os Estados Unidos
11:18entraram com dois grandes objetivos,
11:20que é a questão de derrubar
11:21o regime iraniano
11:22e também a questão de destruir,
11:26derrubar o programa nuclear iraniano.
11:28O senhor acredita que,
11:30diante dessa questão estratégica,
11:32o Irã identificou
11:34onde seria ali o calcanhar de Aquiles,
11:36onde seria a grande fraqueza de Trump
11:37para ter ativos e ganhos nesse conflito?
11:42Veja,
11:43até mesmo a entrada do Paquistão
11:45na negociação
11:45é um ganho para o Irã,
11:47porque o Paquistão,
11:49há pouco tempo,
11:49assinou um acordo
11:50com a Arábia Saudita
11:52de proteção
11:53e os sauditas
11:55estavam pensando
11:56que estavam assinando
11:56este acordo
11:57para a proteção
11:58contra o Estado de Israel
11:59e aí vem que o Irã,
12:02numa guerra com o Irã,
12:04poderiam os paquistaneses
12:05serem envolvidos
12:06na proteção
12:07da Arábia Saudita
12:09e não é interesse
12:09para eles entrar
12:10nesta guerra
12:11justamente com o vizinho
12:13com o qual eles têm
12:13um relacionamento
12:16positivo.
12:17Claro que há
12:18uma rusga aqui ou ali,
12:20mas no geral
12:20o relacionamento
12:21tem sido positivo.
12:22Então,
12:23este processo
12:25e esta guerra
12:26gerou aí
12:27uma série de consequências
12:29para todos os lados.
12:31Agora,
12:32o grande problema
12:33e é que
12:34no tático
12:35nós podemos dizer
12:36que sim,
12:36os Estados Unidos
12:37conseguiram comprovar
12:39que tem armas
12:40que funcionam bem,
12:41que atingem os resultados
12:42para demonstração
12:44do seu poder global,
12:45mas no estratégico
12:47os iranianos
12:48souberam se movimentar
12:49de uma maneira
12:50muito inteligente
12:51porque atingiram
12:52as bases americanas
12:54na região,
12:55o que vai fazer
12:56com que necessariamente
12:57os norte-americanos
12:58tenham de desembolsar
12:59e para pagar
13:01por estas bases,
13:02criou a instabilidade
13:04regional
13:05e fez com que
13:06os países aliados
13:07dos Estados Unidos
13:08principalmente
13:10venham a ter aí
13:11uma dificuldade
13:12na sua recuperação
13:13econômica
13:14até porque
13:15muita gente
13:16que planejava
13:17viajar para Dubai
13:19ou para os Emirados Árabes
13:20vai pensar duas vezes
13:22em razão da instabilidade
13:23instaurada na região.
13:25Então,
13:26a ação iraniana
13:28foi muito
13:30resiliente
13:31no processo
13:32de querer
13:33fazer aí
13:34dentro daquele
13:36das suas possibilidades
13:38manusear
13:39e utilizar bem
13:40algumas estratégias
13:42que fizeram
13:43com que os Estados Unidos
13:44talvez
13:45por uma arrogância
13:46do governo Trump
13:47ou talvez
13:47por acharem
13:48que seria
13:49uma vitória
13:50somente
13:51no campo militar
13:52e que com isso
13:53derrubariam o governo
13:55erraram
13:56profundamente.
13:57A cartilha
13:58sempre utilizada
13:59já há bastante tempo
14:01pelo governo
14:02norte-americano
14:03no sentido
14:04de
14:05estabelecer
14:06sanções
14:07as sanções
14:08deteriorarem
14:09a qualidade
14:09de vida
14:10e eventualmente
14:11incitar a população
14:13a se manifestar
14:15contrariamente
14:15ao governo
14:16e aí com a ajuda
14:17militar
14:17derrubar.
14:19Isto teria sido
14:21como se previa
14:23e como houve
14:23na conversa
14:24entre Netanyahu
14:25e o presidente Trump
14:26atribuída, né?
14:27Segundo o New York Times,
14:28mas
14:30isto de fato
14:32não aconteceu
14:32porque
14:33embora
14:34tenha ocorrido
14:36uma série
14:36de medidas
14:37de fato
14:39efetivas
14:40na eliminação
14:41de várias
14:41lideranças
14:42o Irã
14:43conseguiu
14:44ao longo
14:44dos 47 anos
14:46de sanção
14:48estabelecer
14:49aí alguns
14:50mecanismos
14:50para que
14:51contivesse
14:52um colapso
14:54do seu próprio
14:55governo.
14:55Então
14:56foi aí
14:57aquela
14:58situação
14:59em que
14:59o tático
15:00funcionou bem
15:01mas o estratégico
15:02por parte do
15:03presidente Trump
15:04não funcionou
15:04e tem um detalhe
15:06interessante, né?
15:07Na questão
15:08estratégica
15:09todos os
15:10presidentes
15:11anteriores
15:11com os quais
15:13o Netanyahu
15:13conversou
15:14com o primeiro
15:15ministro
15:15Netanyahu
15:15conversou
15:16e estimulou
15:18a que fizesse
15:19uma ação
15:20com o Irã
15:20todos eles
15:21negaram
15:22porque viam
15:23que poderia
15:24acontecer
15:24este tipo
15:25de situação
15:26afinal o Irã
15:27é um país
15:28que tem
15:282.500 anos
15:29a população
15:30tem uma
15:31longa história
15:32não o país
15:33tem 2.500 anos
15:34a Pérsia
15:35existe ali
15:36como a gente
15:36conhece
15:36há milhares
15:38de anos
15:38tem uma
15:39população
15:39resiliente
15:40e o principal
15:41são 100 milhões
15:42de habitantes
15:42não é a mesma
15:44situação
15:45daquilo que se
15:46observou na Venezuela
15:47que foi muito
15:47mais fácil
15:48a atuação
15:49então talvez
15:50inebriado
15:51por aquilo
15:51que aconteceu
15:52na Venezuela
15:54a forma
15:54como a operação
15:55se deu
15:55talvez o presidente
15:57Trump tivesse
15:57acreditado
15:58que pudesse
15:59seguindo a cartilha
16:00implementar aquilo
16:01que seus antecessores
16:03e ele mesmo
16:04haviam negado
16:04no passado
16:06perfeito professor
16:07muito obrigado
16:07pela sua participação
16:09pelos seus
16:09esclarecimentos
16:10para a gente entender
16:10um pouquinho mais
16:11o que está em jogo
16:12num dia extremamente
16:13decisivo e importante
16:14para esse conflito
16:15lá no Oriente Médio
16:16o senhor claro
16:17sempre muito bem vindo
16:18aqui a programação
16:19da Jovem Pan News
16:19desejo para o senhor
16:20um excelente final de semana
16:22obrigado para vocês também
16:24e aí
16:24Obrigado.
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