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O repórter Eliseu Caetano traz as últimas informações direto do país norte-americano, destacando a decisão do presidente Donald Trump de adiar um "ultimato" por duas semanas, abrindo uma breve janela para um cessar-fogo. Em um movimento surpreendente, o Paquistão assumiu a mediação direta das conversas, e as negociações já foram iniciadas na capital Islamabad, conduzidas pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif.


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00:00um negociador que tem armas nucleares, tô falando do Paquistão.
00:03O Paquistão aparece aí como um grande player nesse teatro todo, né?
00:10Enfim, a gente pode dizer, né?
00:12Uma negociação improvável, embora fosse tão esperada.
00:20Oi, Fernando, muito bom dia pra você e pros nossos companheiros de sofá da Discord.
00:24E, claro, pra todo mundo que acompanha o show da manhã aqui na programação da Jovem Pan.
00:28A gente vem chegando ao vivo, direto dos Estados Unidos.
00:31Nove horas da manhã com sete minutos aqui na costa leste-americana.
00:34Temperatura de momento no sul da Flórida, 20 graus Celsius, chovendo muito.
00:38Mas talvez essa chuva seja pra serenar os ânimos.
00:41Porque ontem ficamos todos a flor da pele no mundo inteiro, né?
00:45Uma expectativa altíssima.
00:47A paz chegaria ou entraríamos em um conflito acelerado com o Irã?
00:53Um conflito mais intenso e extenso com o Irã?
00:57Mas faltando apenas uma hora e meia pro fim do prazo, pro fim do deadline dado por Donald Trump,
01:05ele mesmo veio a público através das redes sociais garantir que um acordo de cessar paz havia sido fechado.
01:11Temporariamente, apenas duas semanas.
01:13Por aqui, Fernando, os analistas políticos, jurídicos, militares,
01:18estão meio que num consenso de chamar esse acordo de frágil.
01:22dizendo que ele é muito frágil e que ele é muito curto, mas ele já é significante.
01:27E chama atenção ainda mais, ou de uma maneira especial, como você disse, Fernando,
01:32por conta do mediador.
01:34Um mediador improvável.
01:37Todo mundo tá acostumado.
01:38Ah, estamos falando dos Estados Unidos, vem o Canadá, vem a França, vem a Alemanha.
01:42Nesse caso, foi o Paquistão, viu?
01:45E as negociações entre Estados Unidos e Irã começaram hoje, agora de manhã, já lá em Islamabad, no Paquistão.
01:54Quem não sabe, Paquistão é um país localizado ao sul da Ásia, entre o Afeganistão, a Índia e o Irã.
02:01O Paquistão, ele mantém relações diplomáticas com os dois lados e, por isso, ele foi o país que mais atuou
02:08diretamente,
02:09digamos assim, para viabilizar esse cessar-fogo temporário e, agora, vai tentar viabilizar um acordo de paz definitivo.
02:19O principal mediador lá do Paquistão é o primeiro-ministro, o Shebar Sharif, segundo as agências internacionais aqui nos Estados
02:27Unidos.
02:28Foi até ele o responsável por apresentar a proposta inicial de cessar-fogo de duas semanas.
02:34Foi ele também quem organizou a reunião presidencial e, por isso, Islamabad passou a funcionar como um território neutro,
02:41permitindo que os dois lados envolvidos tivessem representantes lá, trabalhando em conjunto, sem a pressão direta do conflito.
02:52As negociações já começaram hoje, segundo as nossas fontes lá na capital americana, Washington, D.C.,
02:57dentro, portanto, desse prazo do cessar-fogo temporário.
03:01E a ideia é aproveitar essa janela curta, e põe curta nisso, né, duas semanas apenas,
03:07para tentar um acordo mais amplo e, daí, quem sabe, talvez até o acordo definitivo.
03:12O cronograma, ele é considerado muito apertado porque a trégua tem duração limitada
03:17e foi criada exatamente para isso.
03:19Ou seja, qualquer deslize de um dos dois lados pode, como a gente diz em um bom português,
03:23melar tudo, viu?
03:25Pelos Estados Unidos, quem vai?
03:27Jared Kushner, que é o genro de Donald Trump, e também o Steve Witkoff,
03:31que é o enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio.
03:35Do lado do Irã, ainda não há uma confirmação de quem seja esse interlocutor ou esses interlocutores,
03:41porque duas gerações de líderes do regime dos ayatolais foram mortas por ataques de Estados Unidos e de Israel
03:49ao longo desses 40 dias de guerra ou de conflito, como os americanos chamam lá no Irã.
03:55Aliás, conflito esse, Fernando, só a título de curiosidade aqui, tá?
03:59Tirou do bolso dos americanos algo em torno de 18 bilhões de dólares.
04:04A média era de 1 bilhão por dia.
04:07Chegamos a 40 dias, mas aí estão jogando o número para baixo.
04:10os números para baixo, numa tentativa ali de tentar salvar a pele de Donald Trump,
04:16que está enrascado com os preços subindo no mundo inteiro,
04:19os preços subindo bastante aqui nos Estados Unidos,
04:23e a popularidade dele, que estava em alta, caindo.
04:26Não podemos tirar de vista, Fernando Rocha, a questão das eleições de meio de mandato,
04:31que vem aí em novembro, quando os Estados Unidos, o eleitor americano,
04:35vai praticamente mudar todo mundo, tanto no Congresso quanto no Senado.
04:40É uma renovação das duas casas mais importantes, casas essas que hoje são dominadas por Donald Trump.
04:46E como nós estamos de olho, o presidente dos Estados Unidos também está de olho nessa situação.
04:53O presidente Donald Trump, inclusive, para tentar evitar aí uma fadiga maior da imagem dele,
04:59uma exposição desnecessária, ele não deve participar dos encontros lá em Islamabad,
05:04pelo menos não nesse primeiro momento, e nem de forma virtual, segundo as nossas fontes.
05:09Mas ele vai tentar ali pelos bastidores, via diplomacia, e claro, utilizando bastante as redes sociais,
05:17que como a gente sabe, é do perfil do presidente dos Estados Unidos.
05:20Tudo que ele tem que falar, ele corre nas redes sociais, fala primeiro,
05:24e aí depois a imprensa fica todo mundo doido atrás dele,
05:26e claro, a comunidade, a população civil também.
05:30Mas como Donald Trump muda muito de ideia o tempo inteiro, e a gente acabou de ver isso ontem,
05:34imagina, faltando uma hora e meia para o prazo fim da área, ele vai lá e diz,
05:38opa, conseguimos aqui o paz, isso também pode mudar.
05:41Ele pode querer interferir, influenciar de qualquer momento.
05:45Além de Fernando do Paquistão como mediador direto,
05:48há outros atores também influenciando esse processo, tá?
05:51E a gente precisa falar de Rússia, e também precisa falar de China,
05:54porque a China aparece como uma peça muito importante nos bastidores.
05:58O próprio Donald Trump fez uma declaração através das redes sociais entre ontem e hoje,
06:04dizendo que acredita que os chineses ajudaram a levar o Irã à mesa das negociações.
06:09Pequim tem uma forte relação com o Teherã, principalmente na área de energia,
06:14e por isso tem um interesse direto na estabilidade da região.
06:19Para finalizar, Fernando Rocha, começaram a passar alguns navios lá pelo Estreito de Hormuz, viu?
06:23Dois já passaram, mas já tem uma fila se formando.
06:26Tem prático que tá com medo, os pilotos lá, né, dos navios.
06:30Tem prático que tá com medo, tem país que tá negociando diretamente com o Irã,
06:34mas tá começando o negócio a fluir lá no Estreito de Hormuz.
06:39Elisio, eu queria muito saber a sua opinião,
06:42como um cidadão americano que você é, né, já vive aí há algum tempo,
06:46como é que foi a percepção do cidadão, do americano,
06:50que vive aí a rotina de todo dia, com essa expectativa de um ataque capaz de dizimar uma civilização,
06:58como o próprio Trump disse.
07:00Estamos falando da civilização da antiga Pérsia.
07:02Era um momento de muita tensão que o mundo viveu.
07:05E você aí, queria saber a sua percepção.
07:08O que o Trump fala, a gente realmente não pode levar a sério,
07:11mas ele falou algo muito sério.
07:13Qual foi a sua aposta sobre o que aconteceria?
07:16O que você viu aí nessa rotina americana com essa possibilidade de algo tão sério
07:23que poderia ter acontecido ontem à noite?
07:27Olha, Fernando, a minha aposta foi dita ontem, aqui na programação da Jovem Pan,
07:31pouco antes do anúncio oficial do cessar-fogo temporário de duas semanas, viu?
07:37Eu participei do Pingos nos Is, o nosso tradicional programa de inícios das noites aqui na Jovem Pan.
07:42Aliás, eu vou chamar a audiência.
07:43Se você não conhece, 6 horas da noite tem Pingos nos Is com o Daniel Caniato aqui na programação.
07:48Discussão sadia, legal pra caramba.
07:50E eu falei exatamente sobre isso.
07:51Falei, olha, conhecendo o Donald Trump, como a gente não conhece,
07:55porque existe alguém que pode dizer que conhece o Donald Trump,
07:57ele vai mudar de ideia.
07:59Porque ele muda mesmo, ele muda muito o tempo inteiro.
08:02E eu tava cravando que ele mudaria de ideia,
08:04que ele voltaria atrás e que ele não atacaria o Irã.
08:07Por vários motivos.
08:09Primeiro, e talvez o mais importante, a opinião americana.
08:12Igual eu tava falando há pouco, vem eleição de meio de mandato,
08:15a popularidade dele tá caindo,
08:17vários estados estão nesse momento votando legislações importantes
08:20que vão impactar diretamente a governabilidade dele
08:24e ele precisa da opinião pública junto com ele.
08:28A mesma opinião pública, Fernando,
08:30que a gente falou aqui na Jovem Pan na época da eleição,
08:32em novembro de 24,
08:33que foi o seguinte, aquela maré vermelha.
08:36Os republicanos tomaram os Estados Unidos,
08:38havia uma euforia,
08:39porque a opinião pública americana naquele momento
08:42tinha uma impressão de que com o Biden
08:43o país havia parado no tempo,
08:45havia estagnado,
08:46não havia um movimento
08:47e que Trump traria um agito.
08:49Mas ninguém acreditou que seria um agito nesse ponto,
08:51a esse nível,
08:53dessa forma.
08:54E aí a popularidade dele começa a cair
08:56porque até promessas de campanhas,
08:57como por exemplo,
08:58não vou me meter em guerra,
08:59vou deixar as questões do Oriente Médio
09:01para o Oriente Médio resolver,
09:03ele começou a interferir nesse sentido.
09:05E o americano não quer essa intervenção.
09:08Todas as pesquisas de opiniões por aqui,
09:11Fernando Rocha,
09:11mostram que o americano quer o seguinte,
09:14primeiro a gente cuida da casa,
09:15depois a gente ajuda o mundo.
09:17Foi essa percepção
09:18que o segundo os analistas políticos,
09:20e eu partilho da mesma opinião,
09:22levaram Donald Trump ao poder novamente.
09:24O americano estava cansado
09:26de ver o país dele ruindo
09:27e o dinheiro daqui sendo depositado
09:30em outros países.
09:31Então quando o Donald Trump veio,
09:32que ele cortou ali,
09:35fechou a torneira,
09:36como a gente diz em português,
09:37parou de mandar dinheiro
09:38para tudo quanto foi lugar
09:38e falou,
09:39calma aí, calma aí,
09:39a gente tem problemas aqui,
09:41a gente precisa resolver aqui.
09:42Vamos resolver a questão da imigração,
09:44vamos resolver a questão da inflação.
09:47O americano nunca tinha ficado
09:49com o poder aquisitivo baixo
09:50e Fernando está tudo caríssimo aqui,
09:52meu querido.
09:53Está um absurdo ir no mercado,
09:55encher gasolina lá no posto de gasolina,
09:57encher o tanque do carro.
09:59Então assim,
09:59ele chegou lá
10:00por conta de promessas
10:01que ele descumpriu.
10:02A popularidade dele caiu
10:03e para encerrar,
10:05ele precisa resolver
10:06todas essas questões
10:07de brigas com Venezuela,
10:09Brasil,
10:10Irã,
10:11Cuba,
10:12o quanto antes.
10:13Pois é,
10:14destacado para quem está pagando em dólar,
10:16imagina aqui,
10:17na Avenida Paulista,
10:18que a gente paga em real,
10:19Eliseu,
10:20nem te conto,
10:21está difícil mesmo.
10:22Muito obrigado, querido,
10:23bom trabalho para você,
10:24que bom que o mundo não acabou,
10:26maravilha,
10:26muito obrigado,
10:27bom trabalho,
10:28valeu, Eliseu.
10:29isso aí,
10:30seguimos aqui no nosso sofá da discórdia democrática,
10:33se era um blefe,
10:34para que que falou então?
10:35Por que falar?
10:36Por que falar tanta bobagem,
10:38gente?
10:39Se não ia fazer nada,
10:40ainda bem que não fez.
10:41Até tem aquela sigla que foi colocada,
10:44Trump always chickens out,
10:46ele sempre arrega no último minuto,
10:48e até a população americana já sabe disso,
10:50o mundo já sabe disso,
10:51o Trump vem jogando com um certo truco,
10:54ele vem blefando muito,
10:56foram poucas as vezes que ele falou alguma coisa
10:59que ele realmente cumpriu,
11:00e o que o Eliseu trouxe é fato,
11:02ele veio com uma promessa de que ia acabar com guerras,
11:04não ia fazer guerras,
11:05e fez tudo o contrário,
11:06não é um líder confiável,
11:08nem para a população americana,
11:10nem para o resto do mundo.
11:11Quem deu aos Estados Unidos,
11:14a prerrogativa de ser polícia do mundo?
11:17Quem deu?
11:17Eu acho que ele se acha o dono do mundo,
11:20particularmente essa realmente é a minha opinião,
11:23só que eu vou discordar aqui um pouquinho do Henrique,
11:25em que sentido?
11:26Eu não acho que ele sempre blefa.
11:27Não pode discordar um pouquinho não,
11:28pode discordar o tanto que a senhora quiser, professora.
11:31Quero discordar, Henrique, cadê a musiquinha?
11:31Vou discordar.
11:32Pode, eu fino, fino, isso.
11:34Porque eu não acho que ele sempre blefa,
11:36acho que colocar sempre não,
11:37porque a gente teve ele pegando o Maduro,
11:39ali ele avançou, falou, buscou.
11:42O próprio ataque ao Irã.
11:43Ele destruiu o exército iraniano,
11:45praticamente destruiu,
11:47ele matou o líder supremo.
11:51Mas de 100 coisas ele fez 3.
11:53Mas quando a gente coloca sempre,
11:54você está colocando na totalidade.
11:56Então aí nesse ponto eu discordo, por quê?
11:58Porque eu vejo nele a seguinte figura,
12:01não sei o que vai sair da cabeça dele.
12:02Talvez isso seja bom em alguns cenários,
12:04porque quando você sabe o que virá,
12:06você já nem espera.
12:06Agora, mexendo com a humanidade,
12:09mexendo com as pessoas do mundo todo,
12:12como sendo ali um dono do mundo,
12:14isso é preocupante,
12:16porque acaba reverberando em todos nós.
12:18Então assim, não estou dizendo que os Estados Unidos
12:19não sejam um país excelente,
12:23com grandes coisas,
12:24eu acho que até ótimo.
12:25Agora, usar esse poderio
12:27para poder avançar dentro de terras,
12:30de lugares,
12:32buscando, como eu disse,
12:33o petróleo,
12:33que é a grande finalidade
12:36desse avanço dele,
12:37isso é preocupante.
12:38Agora, não saber o que vai sair da cabeça dele
12:41enquanto presidente dos Estados Unidos,
12:43com o seu povo,
12:44é uma coisa.
12:45Com a humanidade,
12:46aí já preocupa, né, Fernando?
12:47Ana Ehring,
12:48eu gostaria de saber,
12:49se existisse o MBL lá nos Estados Unidos,
12:52eles iam ter muito trabalho por lá, né?
12:55Pois é,
12:56pois é,
12:56a gente teria bastante trabalho,
12:57justamente,
12:58como a gente tem aqui, né?
13:00Porque a gente também tem um governo instável,
13:03a diferença,
13:03como a Pri falou,
13:04é que lá ele interfere na política mundial,
13:07na geopolítica mundial,
13:09e não somente na política nacional
13:12dentro do próprio país.
13:13E esse é o grande risco
13:14para o restante da humanidade.
13:16Então,
13:16acho que a nossa briga
13:17seria um pouquinho maior.
13:18Eu acho que sobre quem
13:20permitiu que os Estados Unidos
13:21fossem o xerife do mundo
13:22foram eles mesmos, né?
13:23Os Estados Unidos
13:24são um poder bélico gigantesco,
13:26um poder econômico também
13:27que acompanha essa lógica.
13:29Enquanto a Rússia conseguia ainda
13:31competir um pouco a China,
13:33a gente via um equilíbrio de poderes,
13:35era quase uma tripartição,
13:36já que a Europa foi ficando
13:37cada vez menos relevante.
13:38Então,
13:39acho que enquanto os Estados Unidos
13:41permanecer como ele é,
13:42forte bélicamente,
13:44é muito difícil a gente conseguir também
13:46imaginar que alguém vai fazer frente
13:48aos Estados Unidos.
13:49Santo é que o Irã,
13:50ele tem se defendido.
13:51Vale dizer,
13:52o Irã não atacou os Estados Unidos
13:53em nenhum momento.
13:54O Irã tentou atacar possíveis aliados,
13:57se deu mal, né?
13:58Atacou o Catar,
13:59atacou ali o Líbano
14:00e depois recuou também.
14:02Então,
14:02o que a gente vê,
14:03na verdade,
14:03é uma consequência natural
14:05de um líder que,
14:06infelizmente,
14:06tem se mostrado,
14:07além de imprevisível,
14:10gostar muito de guerra.
14:11Isso é muito ruim.
14:12Eu só vou fazer um rápido break
14:15na rede de rádios
14:16e continuamos aqui.
14:17Eu quero colocar mais um elemento
14:19aqui na nossa conversa
14:21do sofá da discórdia democrática,
14:23porque nesse cabo de guerra
14:24tem um lado muito importante
14:27lá na Europa,
14:28posicionamentos políticos.
14:30A gente sabe, por exemplo,
14:31que o primeiro-ministro da Inglaterra,
14:35do Reino Unido,
14:37está indo para o Oriente Médio.
14:39E a posição da Inglaterra
14:42é muito importante nesse conflito
14:44e ela não se posicionou
14:45a favor dos Estados Unidos.
14:46É um aliado de primeira hora
14:48dos Estados Unidos,
14:49mas ficou ali na defensiva.
14:50Vamos saber mais?
14:51Vamos falar com quem...
14:53Obrigado.
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