Pular para o playerIr para o conteúdo principal
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão dos bombardeios contra o Irã em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. A decisão ocorre após dias de ameaças e troca de declarações entre os dois países, que elevaram o risco de um conflito maior na região.

Assista na íntegra:
https://youtube.com/live/-esviqrTero
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S

Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/

Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews

Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews

Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/

TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews

Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews

#JovemPan
#OsPingosnosIs

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Registro importante para vocês que acompanham a programação da Jovem Pan,
00:05só confirmem, os Estados Unidos adiaram por duas semanas os ataques ao Irã.
00:12Então, a informação que trouxemos há pouco, o Paquistão tinha feito um pedido
00:17para que Donald Trump reavaliasse o ataque e ampliasse o prazo para duas semanas.
00:23Então, ao invés de determinar o prazo para a resposta do Irã até nove horas da noite de hoje,
00:29houve, então, uma suspensão do ataque e ampliação do prazo em duas semanas.
00:35Esse foi um pedido feito pelo Paquistão.
00:37Quem trouxe a informação há pouco foi o nosso repórter Eliseu Caetano,
00:42diretamente dos Estados Unidos, e agora sim a confirmação.
00:45Donald Trump, presidente norte-americano, suspendendo os bombardeios
00:49que poderiam acontecer a partir das nove horas da noite de hoje, horário de Brasília,
00:55caso o Irã não aceitasse o acordo de cessar fogo e também não reabrisse o Estreito de Hormuz.
01:02Informação quente que acaba de chegar à redação da Jovem Pan News.
01:06Deixa eu passar para o Cristiano Beraldo, que o Beraldo ia fazer justamente a análise,
01:10a reflexão a respeito ainda da dúvida e agora a confirmação,
01:15a suspensão dos bombardeios ao Irã e a ampliação do prazo em duas semanas.
01:19Então, hoje, a população iraniana não será dizimada, Beraldo.
01:26Pois é, Caniato.
01:27É um jogo de xadrez difícil, desafiador, mas o mundo precisa ser reorganizado.
01:35É importante a gente dizer que o mundo estava caminhando,
01:39ou está ainda caminhando, para um lugar muito complicado,
01:42porque você tem um reequilíbrio de forças e a força militar, a força econômica,
01:51ela estava se movimentando de uma forma muito livre e acelerada
01:56no caminho da China, no caminho da Rússia, no caminho até do próprio Irã.
02:00Porque vejam só, quantos anos ou décadas o Irã financiou o terrorismo no mundo,
02:08financiou grupos terroristas que trazem instabilidade para o mundo inteiro.
02:14Isso não é aceitável, isso não é razoável.
02:17Há uma lógica por trás de tudo que Donald Trump está fazendo.
02:22O próprio Estados Unidos, com a sua população de mais de 300 milhões de habitantes,
02:27uma economia que já foi muito mais forte do que é hoje,
02:31com desafios internos muito grandes, até da própria mão de obra,
02:36com a revolução que está sendo trazida pela inteligência artificial,
02:40até o próprio exército norte-americano,
02:43que hoje já não precisa mais daqueles milhares de soldados,
02:46porque as guerras estão sendo travadas em quartos, com ar-condicionado,
02:50telas de computadores e drones extremamente eficientes.
02:54Então, toda a dinâmica mundial está mudando.
02:56E o que o Donald Trump está fazendo é redistribuir essas peças no tabuleiro.
03:04E é importante que isso seja feito.
03:06É óbvio que vem todo o desgaste das suas declarações.
03:09Então, ele fala uma coisa, depois ele volta atrás,
03:12aí ele vai, avança um pouco e volta.
03:14Enfim, isso tudo gera uma instabilidade, talvez, maior do que deveria.
03:22Mas o fato concreto é que essa redistribuição das peças é fundamental para que o mundo se reorganize.
03:32A China está no caminho de tomar Taiwan.
03:35Isso é um fato concreto.
03:37Os Estados Unidos dependem de muita coisa da China, depende de muita coisa de Taiwan.
03:41A Rússia está ali invadindo a Ucrânia, tentando dominar aqueles territórios.
03:48Aparentemente, parte desses territórios não voltarão mais a ser de soberania da Ucrânia.
03:54E os próximos movimentos aconteceriam de forma natural.
03:58Então, tudo isso precisa ser contido, o mundo precisa ser reorganizado.
04:03O desgaste Donald Trump vai sempre ocupar as manchetes.
04:08Mas, no fundo, o resultado das suas ações me parecem positivos para todo o contexto mundial do futuro,
04:16das próximas décadas, não de amanhã.
04:19Mas eu acho que tudo que está acontecendo hoje era importante que acontecesse.
04:23É isso.
04:24Jovem Pan, urgente.
04:26Breaking news na programação.
04:28Donald Trump suspendendo os bombardeios em duas semanas,
04:32concordando, inclusive, com a proposta que foi apresentada pelo Paquistão.
04:37Deixa eu chamar o Roberto Mota, que levantava essa possibilidade,
04:41inclusive essas surpresas, muitas vezes, promovidas por Donald Trump.
04:45Está aí, Mota.
04:46A resposta chegou antes do programa terminar.
04:50O microfone está fechado.
04:53Caniato, isso é que é comentarista em tempo real, né?
04:58Nós contamos aqui e aconteceu.
05:02Pois é, o tom catastrófico, apocalíptico, sombrio de Donald Trump
05:09atingiu o resultado.
05:11E, realmente, muita gente ficou preocupada.
05:14Eu tenho um amigo querido que me mandou agora, há pouco,
05:18antes de começar o programa, as previsões dele que ele fez
05:22usando inteligência artificial extremamente sombria
05:26para o efeito de um bombardeio pesado dos Estados Unidos
05:30com retaliação do Irã.
05:32Isso teria o potencial de aniquilar toda a produção de petróleo
05:37naquela região, com consequências absolutamente catastróficas
05:42no mundo inteiro.
05:43Ninguém escaparia disso, nem nós aqui, porque quase tudo que nós consumimos
05:49depende de combustível originado do petróleo.
05:53Ainda bem que isso era, como a gente adiantou aqui,
05:57uma estratégia de negociação de Donald Trump.
06:00Agora, não vamos ter nenhuma ilusão.
06:03Esse problema do Irã não desapareceu.
06:06O Irã continua sendo um regime ditatorial, teocrático,
06:12fascínora, assassino, e com uma obsessão, entre outras coisas,
06:17em destruir Israel e estender a sua guerra para o mundo inteiro.
06:23Agora, o mundo tem que reconhecer esse problema
06:26e aprender a lidar com ele.
06:29Principalmente os líderes europeus,
06:32que pegam carona no poder dos Estados Unidos,
06:35mas querem a garantia do seu suprimento de petróleo.
06:39Pois é, o ultimato de Donald Trump foi adiado em duas semanas,
06:44só que ele condiciona, inclusive, o acordo,
06:48a abertura do Estreito de Hormuz.
06:49É importante destacar isso.
06:51Deixa eu só passar para o Dávila.
06:52Quero escutar o que o Dávila tem a dizer a respeito
06:55dessa posição de Donald Trump,
06:58mas tem também aquela avaliação que muitos fazem.
07:01Bom, aquele que ameaça sempre, mas não cumpre a palavra,
07:06da próxima vez, será que a palavra não perde,
07:08ou a ameaça não perde credibilidade, Dávila?
07:13Essa não vale para Donald Trump,
07:15porque a sua imprevisibilidade
07:17é a única coisa constante nos seus atos.
07:21Por isso, fazer essa aposta contra o Donald Trump
07:25é muito arriscado, porque uma hora ele faz,
07:27como provou que fez aqui no caso da Venezuela.
07:30Então, não é uma boa aposta ser feita.
07:34O fato é que eu não acredito que em duas semanas
07:38vai resolver a questão dos treitos de Hormuz.
07:41Porque, de novo, não é com este tipo de atitude,
07:45e estamos falando aqui,
07:47todos nós já reiteramos,
07:49que o Irã é uma teocracia de fanáticos
07:52que não vai atuar de acordo com pressão,
07:57eles têm uma questão de fundamento religioso
08:00que é muito mais complicado do que parece.
08:03Então, não me parece uma estratégia
08:05de que ameaçar, destruir o país
08:08vai resolver a questão.
08:10Então, eu entendo que nós precisamos descobrir outros meios.
08:14Quem sabe, envolver o Paquistão,
08:17como conseguiu essa primeira vitória,
08:21possa ser, talvez, um caminho estreito,
08:24mas um primeiro caminho
08:25para se ter um mínimo de diálogo
08:28para fazer com que esta crise no Oriente Médio
08:33diminua com a reabertura do estreito de Hormuz.
08:37Nós temos que pensar o seguinte,
08:38o objetivo principal de curto prazo agora
08:40é a reabertura do estreito de Hormuz.
08:43Se isso fizer, a coisa acalma muito no Oriente Médio.
08:47Agora, se isso não sair do papel,
08:50nós vamos continuar vivendo dias perigosos
08:54no Oriente Médio e no mundo.
08:56Porque o que acontece lá
08:58afeta a vida de todas as nações.
09:00Sem dúvida.
09:01Deixa eu passar para o Bruno Musa.
09:02O Bruno também vai compartilhar o que ele pensa
09:05a respeito dessa decisão tomada por Donald Trump.
09:07Mas só para ilustrar para a nossa audiência,
09:10Musa, eu vou ler um trecho
09:11da manifestação de Donald Trump
09:14na rede social dele, na Truth Social.
09:16Ele disse o seguinte, aprendo aspas,
09:18para o presidente norte-americano.
09:20Com base nas conversas com o primeiro-ministro do Paquistão,
09:23nas quais me solicitaram que suspendesse
09:25o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite,
09:29e desde que a República Islâmica do Irã
09:31concordasse com a reabertura completa,
09:34imediata e segura do Estreito de Hormuz,
09:38concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã
09:41por um período de duas semanas.
09:44Este será um cessar-fogo bilateral.
09:47A razão para tal é que já cumprimos e superamos
09:50todos os objetivos militares.
09:52Estamos muito avançados em um acordo definitivo
09:56sobre a paz a longo prazo com o Irã
09:58e a paz no Oriente Médio.
10:00E aí tem outros destaques também
10:03nessa longa manifestação de Donald Trump
10:06na rede social dele.
10:07Você, Bruno Moussa, parece a saída mais sensata,
10:10duas semanas, um prazo adequado
10:13para os países alcançarem esse acordo?
10:17Eu espero que sim, Caneto,
10:18porque como eu falei, é um jogo de perde-perde para todos.
10:22Realmente o regime do Irã,
10:23desde a sua volta, em 1979,
10:26depois da Revolução Islâmica,
10:27é um regime autoritário, um regime sanguinário,
10:30um regime ditatorial,
10:31que esse sim oprime toda a sua população
10:34ou grande parte dela.
10:35Portanto, isso precisa ser endereçado
10:37e essa mudança precisa vir de dentro,
10:40como mostrou grande parte da população
10:42há pouco tempo que quer essa mudança.
10:43Repito, um regime autoritário e sanguinário.
10:46Ponto final.
10:47Mas para tirá-lo de lá
10:49ou para conquistar o Estreito de Hormuz,
10:52como tem sido colocado,
10:54ele precisa realmente de uma estratégia mais profunda.
10:57Não é tão fácil retirar de lá do Irã esse regime autocrático
11:02durante décadas como foi, por exemplo,
11:04de Nicolás Maduro na Venezuela.
11:06Então, aqui há algo muito mais profundo do que na Venezuela como um todo.
11:12O mundo inteiro sente.
11:14A economia pode realmente entrar em retrocesso.
11:17Nós vimos grandes choques do petróleo em 73, em 79,
11:21que levaram, inclusive,
11:22a alta dos juros nos Estados Unidos nos anos 80,
11:25que chegou até 20%.
11:26E Brasil e México,
11:28com grande parte da sua dívida na época
11:29em moeda estrangeira,
11:31tiveram que decretar moratória.
11:33Então, hoje, com a economia integrada
11:35e com a necessidade de petróleo
11:37numa cadeia amplamente ligada,
11:41essa possibilidade se torna concreta,
11:43ou seja, uma recessão, uma estagflação em pouco tempo.
11:47Portanto, sim, me parece acertado tudo isso
11:49e a gente precisa ver algum caminho que seja mais objetivo
11:54para definir de uma vez por todas.
11:56Eu concordo com o Dávila.
11:57A situação é muito mais complexa do que parece
12:00e não será em duas semanas
12:02que isso, de fato, será resolvido.
12:04Mas, de fato, a falta de previsibilidade
12:08ela traz consequências muito severas.
12:11Pois é, a gente segue acompanhando
12:14todas as movimentações, essas articulações.
12:17Deixa só a direção me confirmar
12:19se eu peço mais uma análise
12:21para os nossos comentaristas.
12:22Então, deixa eu passar para o Cristiano Beraldo.
12:24Você, Beraldo, quando o Donald Trump
12:26exige a abertura do Estreito de Ormuz,
12:28ele coloca um elemento comum a muitos países,
12:32um elemento que mexe com a economia
12:34e essa lhe parece uma pressão
12:37que pode fazer com que o Irã
12:40acabe cedendo e feche o acordo de paz
12:44com os Estados Unidos?
12:45Porque se fosse somente na retórica
12:48ou se apoiasse na defesa, por exemplo, de Israel,
12:51talvez um entendimento fosse outro.
12:54Agora, exigir a abertura do Estreito de Ormuz,
12:57essa é uma defesa de muitos países.
12:59Pois é, mas é interessante que o Irã não vem demonstrando
13:03preocupação em relação aos próprios países árabes
13:08com os quais o Irã sempre manteve algum tipo
13:12de relação estável, digamos assim,
13:16pacífica, talvez.
13:17Mas o Estreito de Ormuz, ele impacta,
13:21ele leva os efeitos dessa guerra
13:23de forma muito imediata
13:25para o mundo inteiro,
13:26porque os 20%,
13:28um pouco mais de 20%
13:30do petróleo mundial
13:32que transitam pelo Estreito de Ormuz,
13:36não estando disponíveis para consumo
13:39nas refinarias do mundo,
13:42isso tem um impacto de alta de preço para todo lugar.
13:45O Brasil é um caso à parte
13:47e o Brasil está sentindo
13:49uma autoexpressiva do preço dos combustíveis,
13:52não por causa da guerra,
13:53mas sim por causa da incompetência,
13:56da malandragem e da corrupção
13:58dentro da Petrobras.
14:00A falta de projeto
14:01para que o Brasil use
14:04as suas reservas de petróleo
14:05de forma estratégica,
14:06é um outro problema.
14:07Mas o mundo civilizado,
14:08coisa que o Brasil já não é mais,
14:11sofre porque tem um mercado dinâmico,
14:14um mercado que vai demandando
14:16essa oferta de petróleo
14:18de forma estável.
14:19Portanto, exigir
14:21que seja reaberto o Estreito de Ormuz
14:23é trazer um alívio
14:25para os países do mundo inteiro,
14:27tanto aliados dos Estados Unidos
14:28e de Israel,
14:30como aliados do próprio Irã.
14:32Então, Caniato,
14:33esse grande trunfo
14:35que o Irã possui,
14:38que é o controle do Estreito de Ormuz,
14:40ele agora também será repensado
14:43depois dessa guerra,
14:45como resolver isso.
14:46E talvez a gente até veja
14:48a construção de um canal
14:50por dentro do Emirado dos Árabes
14:52para tirar do Irã
14:54essa prerrogativa,
14:57essa arma geopolítica
14:59de controle desse trecho
15:02tão estratégico
15:03para a navegação mundial.
15:05Pode ser que dutos
15:06sejam construídos,
15:08soluções serão pensadas
15:09para que isso não volte
15:11a ser um problema.
15:12Eu não tenho a menor dúvida disso,
15:13mas nesse momento
15:14a reabertura
15:16e a manutenção
15:17da navegação
15:19no Estreito de Ormuz
15:20é fundamental
15:22para o funcionamento
15:24do mundo
15:24de forma equilibrada.
15:26Deixa eu chamar
15:26o Luiz Felipe Dávila.
15:28Dávila,
15:28quais são os cálculos
15:30necessários
15:31que devem estar sendo feitos
15:33pelas autoridades
15:34dos Estados Unidos
15:35e obviamente
15:36com a anuência
15:38de Donald Trump
15:39a partir desse adiamento.
15:42São duas semanas
15:43para que avancem
15:45com o processo
15:46de cessar fogo,
15:49mas tem a questão
15:51que envolve
15:51a economia mundial
15:52e a pressão
15:53que muitos países
15:54estão fazendo
15:55para a reabertura
15:57do Estreito de Ormuz.
15:58Essa talvez seja
15:59a principal pauta
16:01e talvez
16:02o que poderá
16:04determinar
16:05o ponto final
16:05nesse conflito.
16:08Caniato,
16:09este conflito
16:09é complicado
16:10porque como se trata
16:12de uma ditadura
16:13de fanáticos
16:14e um presidente
16:15imprevisível,
16:17o mundo não confia
16:18nessa interlocução.
16:20Não dá para conversar
16:21nem com Donald Trump
16:22nem com Irã.
16:23Então o que o mundo
16:24começa a fazer
16:25é descobrir
16:27artérias
16:28para não depender
16:29mais do Estreito
16:31de Ormuz.
16:32É este o movimento
16:33hoje dos países
16:34do Golfo.
16:35O Cristiano Beraldo
16:35acabou de resvalar
16:37nesse assunto
16:38e para mim
16:39é o assunto
16:39mais importante.
16:40Está claro
16:42para os países
16:42do Golfo
16:43que não dá mais
16:45para depender
16:45do Estreito de Ormuz.
16:47Isto é um enorme
16:48risco para os países.
16:49Então tem lá
16:50a Arábia Saudita
16:51pensando em
16:53aumentar
16:54instalações
16:54do seu porto
16:55no Mar Vermelho.
16:57tem a União
16:59dos Estados
17:01ou outros países
17:02eu sei
17:03acho que é o Man
17:03que está pensando
17:04em alguma coisa
17:05também
17:06no Dum
17:08como é que é
17:09Dum
17:09ou Sohar
17:10ponto
17:10que é um ponto
17:11lá específico
17:12que eles estavam
17:13estudando.
17:15Então esses países
17:16estão pensando
17:17em como
17:18não depender
17:20mais
17:20do Estreito
17:21de Ormuz.
17:22Ou seja
17:23esse rearranjo
17:25da Ordem
17:26Mundial
17:26agora é
17:28já que não dá
17:29mais para confiar
17:30no fortão
17:31grandão
17:32cada um tem que
17:32tomar conta
17:33do seu próprio
17:33destino
17:34e o seu próprio
17:35destino hoje
17:36é não depender
17:37de países
17:39imprevisíveis
17:40como é o caso
17:40da ditadura
17:41iraniana.
17:42Então Caniato
17:43eu entendo
17:44que é por aí
17:45que vão encontrar
17:46uma solução
17:47definitiva
17:48e não será
17:49por meio
17:49de acordo
17:50com Paquistão
17:51Estados Unidos
17:52ou Irã
17:52que teremos
17:53uma solução
17:55definitiva
17:55para a questão
17:56do Estreito
17:57de Ormuz.
17:58Pois é.
Comentários

Recomendado