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Donald Trump rechaça um cessar-fogo no conflito, enquanto o Exército dos EUA confirma prontidão para agir no Irã. A tensão no Oriente Médio pode atingir novo patamar.
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NotíciasTranscrição
00:00A gente segue aqui trazendo as análises e as últimas informações da guerra no Oriente Médio
00:06e tem a questão que envolve essa promessa de Donald Trump de que o país não se envolveria em guerras.
00:14Mas, Davila, muitos analistas falam que essa é uma oportunidade para as lideranças,
00:22para os presidentes da República, ainda mais quando a gente fala de Estados Unidos e de Irã.
00:27Não digo que isso é um desejo pessoal, mas trata-se talvez de um grande desafio
00:34e um presidente da República tem que rever muitas vezes aquilo que ele disse em campanha.
00:40Diante de um desafio que talvez seja global, eu fico imaginando o que é preciso ser ponderado
00:48para tomar uma decisão como essa, de atacar um país ou entrar em definitivo em um conflito como esse.
00:57Caniato, primeiro nós precisamos fazer aqui um retrospecto histórico.
01:03O problema no Oriente Médio agravou-se muito com um sinal de fraqueza dos Estados Unidos
01:10ao se retirar do Afeganistão durante o governo Joe Biden.
01:15O abandono das tropas americanas no Afeganistão e deixou um grupo terrorista assumir o comando do país
01:23foi um sinal de vácuo de poder gigantesco no Oriente Médio.
01:29É como se os Estados Unidos tivessem abandonado o seu papel de estabilizador da região.
01:36Abandonar a região.
01:38E é ali que começa toda essa tensão no Oriente Médio.
01:42Então, veja só, com uma ação tomada lá atrás, no governo Biden, tem reflexos até hoje.
01:48Este vácuo de poder aconteceu tudo isso que nós vimos no Oriente Médio.
01:53Inclusive, o programa nuclear iraniano se acelerando do jeito que o Irã simplesmente dizia
02:01que não estava desenvolvendo bomba atômica e na verdade estava.
02:06Até chegar a um ponto que colocou em risco a própria existência do Estado de Israel.
02:11E aí Israel agiu.
02:13Então, eu entendo, novamente, que é errado dizer que os Estados Unidos vão entrar na guerra.
02:20Os Estados Unidos farão uma incursão estratégica para ajudar Israel a destruir definitivamente o programa do Irã.
02:30Mas entrar na guerra, ficar em combate de maneira permanente, eu não acho que isso vai acontecer.
02:35Eu acho que é uma incursão cirúrgica de apoio para destruir Fodron e depois para manter a segurança do Estreito de Hormuz.
02:45Não vejo os Estados Unidos se envolvendo de uma forma...
02:50Porque também não é preciso.
02:52O que nós precisamos apenas...
02:54Nós não queremos destruir o Irã.
02:57O mundo não quer destruir o Irã.
02:59O mundo quer destruir o programa nuclear do Irã.
03:03É este o ponto.
03:04Então, tem que tomar um cuidado, às vezes, com as palavras.
03:07Porque parece que vai tomar uma dimensão gigantesca.
03:10Que os Estados Unidos vão se envolver nessa guerra.
03:12E que essa guerra vai levar o conflito a se espalhar.
03:15E que vai isso gerar uma guerra mundial.
03:16Não é isso que vai acontecer.
03:18Esta é uma guerra cirúrgica.
03:20Nenhum país da região quer o Irã nuclear.
03:24E é esse o ponto.
03:25É como destruir o programa nuclear do Irã.
03:28E restabelecer o antigo equilíbrio no Oriente Médio.
03:32Esta é a maneira como se usa a guerra, a força, para atingir fins diplomáticos.
03:40Antes de passar para o Motta, deixa eu só fazer uma pergunta rápida para o Dávila.
03:44Dávila, porque quando houve aquela manifestação de Donald Trump dizendo que Ali Khamenei é um alvo fácil,
03:51dando a entender que seria fácil eliminar o líder supremo do Irã,
03:57há um questionamento sobre a possibilidade dos Estados Unidos entrarem de maneira pontual
04:02e, por exemplo, efetuarem uma operação e conseguirem eliminar o líder do Irã.
04:09Isso colocaria um ponto final?
04:11Detonaria uma outra faceta da guerra?
04:13Qual é o grupo que poderia assumir o Irã?
04:16Tem aquele paralelo que muitos fazem com o que aconteceu no Iraque.
04:21Matar Saddam Hussein resolveria o problema?
04:24Parece que essa era a expectativa lá atrás.
04:27Não deu certo, né?
04:29Essa é uma falsa expectativa, Caniato.
04:32E nós não podemos cometer os erros do passado.
04:35Os Estados Unidos acharam no passado que acabar com o Saddam Hussein resolveria o problema do Iraque.
04:41Não resolveu.
04:42Achou que resolveria o problema de outros países,
04:47como foi o caso do próprio Afeganistão,
04:50como foi o caso da Líbia com o Kadhafi.
04:54Não resolve.
04:55Mudar a liderança não resolve.
04:57Um país, ele tem um arcabouço de valores, de cultura.
05:01Então, você pode matar o Khamenei.
05:05Não é difícil.
05:06Israel sabe fazer isso.
05:07Não precisa nem dos Estados Unidos.
05:08Aliás, já liquidaram mais de 14 pessoas envolvidas no programa nuclear.
05:13Então, isso aí Israel sabe fazer melhor que ninguém.
05:16O fato é, você não sabe que o governo será formado.
05:19Porque é sempre a esperança.
05:21Não, vai acabar, vão matar o Khamenei e vem um poder moderado.
05:25Mas pode vir um poder radical, mais radical ainda.
05:28Então, esta é uma possibilidade que nós...
05:33É uma variável nessa guerra que nós não controlamos.
05:36depor um governo, você não controla qual é o próximo passo e qual é o desenrolar disso.
05:41A história mostra isso.
05:43Então, não é por aí.
05:44O que nós temos de ter é uma ação coordenada para destruir o programa nuclear iraniano.
05:51O resto, nós não controlamos.
05:54E se tentar controlar, vai ser mais um território pantanoso,
05:59como foi o Iraque, como foi a questão do Afeganistão.
06:03Não vale a pena perder tempo tentando moldar um governo com os valores ocidentais.
06:10Isso não vai acontecer.
06:12Então, eu entendo que esta é uma variável que deveria ser descartada.
06:17Porque ela não resolve o problema.
06:18Você não sabe, ao eliminar uma pessoa, quem vem depois.
06:22Então, é melhor que isso seja um processo interno do Irã.
06:26Deixa o povo iraniano resolver isso.
06:28Mas não ter essa ajuda com esse sonho de que vai ter um governo moderado para o Ocidente
06:36que vai fazer a paz com o Israel e vai resolver um problema histórico de anos,
06:41centenas de anos, dezenas de anos.
06:43Entendeu?
06:43Não vai acontecer.
06:46Deixa eu só trazer mais uma informação.
06:48Se a produção puder colocar as imagens ao vivo de Tel Aviv,
06:52a gente segue monitorando a situação na principal e mais populosa cidade de Israel.
06:59Agora, uma da manhã e 41 minutos.
07:02Inclusive, eu quero lembrar as pessoas que nos acompanham
07:06que há pouco o Wall Street Journal trouxe uma informação, inclusive, muito importante,
07:12que Donald Trump teria aprovado pessoalmente os planos de ataque contra o Irã.
07:19Só que, nas próximas reuniões, ele definiria se os Estados Unidos entrariam, de fato, nessa guerra.
07:28Se daria início à ofensiva.
07:30Inclusive, nessa publicação, nessa reportagem,
07:34os jornalistas indicam que um dos possíveis alvos dos Estados Unidos no Irã seria a instalação de fordo.
07:43Esse local fica dentro de uma montanha e justamente abriga uma porção de centrífugas
07:50que são utilizadas para enriquecer urânio.
07:53Essa é a informação que foi divulgada pelo The Wall Street Journal.
07:56Mota, queria que você também comentasse sobre essa possibilidade que muitos veículos apontam,
08:04a deposição do governo por meio da morte do líder supremo do Irã,
08:10que isso estaria na mesa, uma das possibilidades,
08:13se esse é um dos caminhos que, quando se fala em guerra,
08:16são sempre muitas possibilidades.
08:18E a gente aguarda aqui e fica conjecturando sobre quais são os caminhos possíveis.
08:23Claro que é uma possibilidade, é uma guerra.
08:28Qual é o objetivo da guerra?
08:30É você neutralizar a capacidade de ação do inimigo.
08:34Então, se para isso você vai ter que eliminar o líder do inimigo,
08:40que seja.
08:40Qual é a incompatibilidade disso com a ideia de guerra?
08:44Nenhuma.
08:45O que eu acho é que não há resposta correta, perfeita para isso.
08:51Dependendo de como você caracteriza essa situação,
08:57você pode achar que a situação do Irã tem solução,
09:01ou que ela não vai ser resolvida de jeito nenhum.
09:05O Ocidente já teve várias experiências
09:08com a tentativa de implantar regimes políticos ocidentais no Oriente Médio,
09:14até onde eu sei o único regime do Oriente Médio
09:19que tem cara de democracia liberal ocidental é Israel.
09:23Os outros todos têm, em grau maior ou menor, componentes autoritários.
09:29Então, tem uma questão cultural muito forte mesmo.
09:32Mas qual é a resposta certa para o Irã?
09:35Ora, se a liderança suprema do Irã for eliminada,
09:41é evidente que o Irã pode simplesmente substituir por outra.
09:45Mas também existe uma possibilidade disso provocar um abalo grande no Irã.
09:51Se não for essa a resposta, qual é a resposta?
09:56É fazer uma invasão por terra?
09:58Mas se acontecer uma invasão por terra do Irã,
10:02haverá resistência ou não?
10:04Até que ponto a população do Irã está pronta para se rebelar
10:10e se livrar dessa ditadura teocrática ligada a terroristas
10:17que há tanto tempo dominam o Irã?
10:19Ninguém sabe.
10:21Um exército ocidental que entra no Irã vai ser aplaudido como libertador
10:27ou vai ser atacado como um invasor?
10:30Ninguém sabe a resposta para isso.
10:32Dependendo da forma com a qual a gente caracteriza esse problema,
10:37ele não tem solução.
10:39A gente tem que lembrar que determinados problemas não têm solução mesmo.
10:43O que você tem que impedir é que ele se torne um problema muito pior.
10:47Foi isso que Israel fez.
10:49Se o Irã vai ter a bomba atômica em semanas ou meses,
10:55não há dúvida sobre o que precisa ser feito.
10:58Atacar o Irã e parar com o progresso deles.
11:02Para nós que estamos assistindo essas cenas bárbaras de bombardeio de cidades israelenses,
11:09aliás, há dois ou três dias atrás, o Irã bombardeou o Instituto Weisman de Ciência,
11:18um instituto que eu já visitei em Israel.
11:21É um lugar maravilhoso, é um instituto de ciência.
11:24Raim Weisman foi um químico famoso que criou esse instituto.
11:31Ele foi o primeiro presidente de Israel.
11:34Vocês já imaginaram o que é isso?
11:36Você ter um cientista como o primeiro presidente do seu país?
11:40Pois bem, esse instituto foi bombardeado pelos ayatolás iranianos.
11:45Vocês conseguem imaginar o que o Irã já teria feito se ele tivesse bomba atômica?
11:52Quantas bombas atômicas são necessárias para varrer Israel do mapa?
11:58Uma promessa que o Irã já fez várias vezes.
12:02Então, a gente não precisa pensar muito para decidir qual é o único caminho disponível
12:10nesse momento para Israel e, por consequência, para os Estados Unidos.
12:14é impedir que o Irã continue com o seu programa nuclear.
12:20Agora, o que vai acontecer daqui a seis meses, daqui a um ano?
12:25A minha aposta é que o Irã vai continuar insistindo nisso.
12:30Eles não vão mudar de ideia.
12:31Eles são uma teocracia fanática.
12:36O objetivo número um deles é destruir Israel.
12:39O número dois, provavelmente, é destruir os Estados Unidos.
12:42Isso só vai mudar quando, de alguma forma, o regime iraniano for mudado.
12:50Agora, quem é que vai mudar esse regime?
12:52Eu acho uma covardia algumas pessoas dizerem
12:55Ah, isso aí é tarefa para o povo iraniano.
12:59Quantos povos de quantas nações são submetidos a regimes tirânicos
13:04e não têm condição nenhuma de organizar nenhuma resistência?
13:09Porque o povo é massacrado.
13:11Essa é a situação do povo iraniano.
13:14Eles são massacrados.
13:16Qualquer um que decidir protestar ou fazer qualquer gesto de resistência
13:21vai ser sumariamente eliminado.
13:23Então, a gente não tem resposta para a maioria dessas perguntas.
13:29Mas, no meu ponto de vista, não há dúvida nenhuma que Israel agiu
13:35tomando a única ação que era possível nesse momento.
13:41Parar, nem que seja momentaneamente, o programa nuclear iraniano
13:47para que o Irã não tenha uma bomba atômica amanhã,
13:51daqui a duas semanas ou daqui a alguns meses.
13:53Agora, para além disso, o que vai acontecer daqui a seis meses,
13:59daqui a um ano, são muitas as variáveis.
14:02É impossível a gente fazer qualquer tipo de previsão.
14:06Sem dúvida alguma, porque se o Irã der alguns passos para trás
14:10e todos acharem que as coisas voltaram ao normal, né, Dávila?
14:15O normal não quer dizer que as coisas vão bem, né?
14:18É preciso considerar também essa possibilidade.
14:22Agora, Dávila, rapidamente, a gente tem dois minutos
14:25para o break comercial, mas eu queria que você tocasse num ponto
14:28que eu tenho visto vários veículos de comunicação do Brasil
14:31e também do exterior, trazendo reflexões sobre a possibilidade
14:35de uma terceira guerra mundial.
14:37Alguns vêm com exagero quando se utiliza essa expressão
14:42e apontam para a possibilidade de uma terceira guerra.
14:45Mas daí fizeram uma pesquisa com moradores de vários países europeus.
14:49E aí, a percepção da população europeia é que a terceira guerra mundial
14:55estaria próxima.
14:56Eu queria rapidamente uma reflexão sua sobre as reais possibilidades
15:01de uma terceira guerra e se isso passa necessariamente
15:04pela bomba atômica, pela bomba nuclear do Irã, Dávila.
15:09Dois minutinhos.
15:09Não creio que essa guerra no Oriente Médio vai desencadear
15:14uma terceira guerra mundial de forma alguma.
15:17Entendo, como eu disse, essa é uma guerra pontual
15:19para destruir o programa nuclear do Irã.
15:22Este é o objetivo dessa guerra.
15:25Segundo, que este é um objetivo compartilhado
15:28com as demais nações da região, do Oriente Médio.
15:32Nenhuma nação hoje quer ver o Irã com arma nuclear.
15:36E isso pode trazer um outro benefício ao mundo.
15:39É fazer valer o tratado de não proliferação de armas nucleares
15:44que, infelizmente, foi violado nos últimos anos
15:49com países que criaram a bomba atômica,
15:51inclusive a Coreia do Norte.
15:54O mundo negligenciou o seu papel de fazer com que nações
16:00evitem a criação de bombas atômicas,
16:04porque isso cria enorme instabilidade no mundo e na região.
16:09A bomba atômica é uma arma de defesa,
16:13ou seja, você só usa se for atacado por outro país.
16:17Mas na mão de gente maluca, ela é usada como uma arma de ataque.
16:21No caso do Irã, óbvio que isso seria uma arma utilizada contra Israel.
16:27Não seria uma arma de defesa.
16:29Então, não podemos deixar a proliferação das armas atômicas acontecerem.
16:34Então, eu não acho que vem nenhuma terceira guerra mundial.
16:38Acho que é uma guerra pontual para destruir o programa nuclear iraniano.
16:43E esse é o objetivo que será atingido por meios militares
16:47e depois por meio da diplomacia.
16:49E só um adendo no que o Mota falou.
16:50Eu não acho que o Irã vai conseguir nunca mais levantar um programa nuclear,
16:55porque enquanto tiver alguma chance,
16:58Israel vai continuar atacando e bombardeando o Irã
17:02com um legítimo meio de se defender,
17:07de se proteger e proteger também a região.
17:10Pois é, eu disse que a nossa produção segue monitorando a situação no Oriente Médio,
17:14mas também as notícias que saem na imprensa norte-americana.
17:17O Felipe Gustavo, nosso coordenador,
17:19trouxe uma informação que saiu há pouco no Wall Street Journal.
17:22Uma atualização.
17:24Uma das reuniões realizadas há pouco,
17:27Donald Trump conversou com seus assessores
17:29e disse que sim, aprovou os planos de ataque contra o Irã,
17:33mas está adiando a efetivação desse plano de ataque,
17:38porque ele aguarda a manifestação do outro lado.
17:41Se Teherã mexe uma peça nesse tabuleiro,
17:46ele imagina que possivelmente os iranianos acabem desistindo desse plano nuclear,
17:52adiando o abandono desse programa de criação das bombas atômicas.
17:58A gente segue acompanhando isso.
18:00Daqui a pouco tem mais informação.
18:01Informação importante às análises do Roberto Mota e do Luiz Felipe Dávila.
18:05Rápido Break Comercial é a jato.
18:07Em 1 minuto e 20 estaremos de volta.
18:09Até já.
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