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Durante evento de filiação de Sergio Moro ao PL, o senador Flávio Bolsonaro elevou o tom contra o governo Lula. Os dois criticaram a política de segurança pública e afirmaram que o atual presidente “passa a mão na cabeça de bandido”. As falas ocorreram em meio ao lançamento da pré-candidatura de Moro ao governo do Paraná.

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Transcrição
00:00Outro destaque que a gente precisa analisar, o senador Flávio Bolsonaro participou do ato de filiação de Sérgio Moro ao
00:07PL,
00:08onde o ex-juiz também lançou a sua pré-candidatura ao governo do Paraná.
00:12Nesse evento, ambos os parlamentares subiram o tom contra o governo Lula e chegaram a dizer que o presidente apoia
00:19criminosos.
00:20Vamos acionar nossa reportagem?
00:22Júlia Firmino, chega ao vivo aqui em Os Pingos nos Is.
00:25Ótima noite a você, seja bem-vinda.
00:27Júlia, conta então pra nossa audiência, pro nosso público, com essas falas, Flávio e Sérgio Moro já sinalizam que vão
00:35explorar bastante as questões ligadas à segurança pública no processo eleitoral.
00:41Não é isso? Bem-vinda.
00:45Essa é a leitura que a gente faz, né, Caneato?
00:47Boa noite pra você, pra quem tá com a gente aqui no Pingos nos Is, na programação da Jovem Pan.
00:52Hoje, nesse evento de filiação, né, de Sérgio Moro ao PL, Partido Liberal, o clima foi esse.
01:00Muitas autoridades falaram aí, foi marcado também por um discurso que pedia a liberdade do próprio ex-presidente Jair Bolsonaro.
01:08Esse evento que aconteceu em Brasília e ali mesmo o Moro fez um discurso em que ele sugeriu que o
01:15resultado das eleições de 2022 poderiam não ter sido corretos.
01:19Dizendo que Lula foi eleito, entre aspas, e está do lado dos criminosos.
01:25Essas foram as falas usadas aí por Sérgio Moro.
01:29Ele também criticou a gestão do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à economia nacional.
01:36E disse também, em relação ao próprio ex-presidente Jair Bolsonaro, que a domiciliar, né, considera domiciliar a Bolsonaro seria
01:46uma questão de justiça.
01:48Sérgio Moro, que inclusive é ex-juiz da Lava Jato, né, Caniato?
01:53A gente precisa destacar também essa informação por aqui.
01:56E aí você também falou sobre Flávio Bolsonaro, né, o senador e também pré-candidato já à presidência da República
02:03agora em 2026,
02:05que voltou a criticar o presidente Lula, reafirmou inclusive a intenção de endurecer a pauta da segurança pública, como você
02:14bem colocou.
02:15Diz que é preciso tratar marginais como merecem.
02:18Essas foram as falas usadas aí por Flávio Bolsonaro.
02:21Diz também que a gestão de Lula passa a mão na cabeça de bandido.
02:26Esses também foram os trechos usados aí por Flávio.
02:29Ele também diz que em 2022 foi a última vez que o atual presidente conseguiu enganar uma das partes da
02:37população, uma parte da população.
02:39E aí nas redes sociais, no mesmo dia, ou seja, hoje mesmo, Flávio Bolsonaro também fez uma publicação aí nas
02:46suas redes,
02:47dizendo que se for eleito vai criar um Ministério da Segurança Pública, um Ministério Permanente da Segurança Pública,
02:55justamente com o objetivo de integrar todas as forças de segurança, sejam federais, estaduais ou municipais.
03:02Ele fez essa publicação ao lado do ex-secretário de Segurança Pública aqui de São Paulo e até o deputado
03:08federal, Guilherme Derrit,
03:10que teria, então, apontado aí ao Flávio Bolsonaro algumas questões que podem ser tratadas nesse futuro Ministério.
03:17Caso, claro, Flávio Bolsonaro seja eleito agora em 2026, a gente precisa seguir acompanhando tudo isso pra ver se, de
03:24fato, isso vai se confirmar
03:25e também pra ver quais serão os desobramentos dessas falas, né, Caniato? Volto com você.
03:30É isso, Júlia Fermino trazendo detalhes das manifestações de Flávio Bolsonaro e de Sérgio Moro
03:36nesse evento de filiação do ex-juiz da Lava Jato ao Partido Liberal e também lançamento dessa pré-candidatura
03:44ao governo do Paraná. Valeu, Júlia, bom trabalho pra você. A gente segue em contato aqui na programação da Jovem
03:50Pan.
03:50Passar pros nossos comentaristas? Passar pro Mota?
03:54Você, Mota, como observa essa movimentação? Moro, agora filiado ao PL, deve disputar, ao que tudo indica,
04:02o governo do Paraná, e é um nome muito forte, né, já há uma leitura de que ele é o
04:09principal nome
04:10nessa disputa, precisaremos acompanhar quais serão as articulações das outras siglas,
04:16mas aí a gente percebe uma junção de duas figuras que certamente vão ajudar uma à outra,
04:25nesse grupo que a gente observa, mas também as críticas destinadas ao governo Lula, né,
04:31ao presidente da república que tentará a reeleição. Claro que eles colocam aí muitas questões que envolvem
04:37a pauta de segurança pública. Mota?
04:41Durante muito tempo, Cariato, eu sonhei com um dia como esse, um dia em que o combate ao crime
04:50ia virou prioridade no Brasil, um dia em que nós teríamos políticos sem medo de dar o nome aos bois.
05:00E é isso que a gente tá vendo agora. O senador Sérgio Moro escreveu o seu nome na história
05:06durante a operação Lava Jato e agora se prepara para iniciar um novo capítulo.
05:12Não existe nenhuma dúvida de que a esquerda tem afeição por criminosos. Isso acontece no mundo inteiro.
05:22Os socialistas, os marxistas, enxergam os bandidos como revolucionários que vão implantar a justiça social.
05:31Foi o marxismo que criou uma doutrina chamada criminologia crítica,
05:37que é defendida por inúmeros juristas brasileiros, inclusive juristas do Estado.
05:45Essa doutrina diz que não se deve punir crimes de pobre.
05:50Os crimes de pobre são assalto, homicídio, sequestro, estupro.
05:55E é evidente que essa é uma visão ideológica condescendente e profundamente preconceituosa.
06:05Porque os pobres, na verdade, são as maiores vítimas dos criminosos,
06:10porque eles não têm como se defender.
06:14Então, o que a gente tá assistindo nesse momento, e já há alguns meses,
06:19é uma coisa muito boa.
06:22É o surgimento, dentro da direita brasileira,
06:27de políticos que não têm medo de apontar o dedo
06:31e colocar a culpa da crise de criminalidade sem fim
06:37aonde ela pertence.
06:40Exatamente no colo da esquerda brasileira.
06:44Deixa eu passar pro Dávila.
06:45Dávila, e os aspectos que envolvem as articulações de partidos,
06:50de políticos, essa mudança de Sérgio Moro para o PL,
06:55as leituras que vêm sendo feitas no Paraná
06:58indicam que essa jogada do PL de Sérgio Moro
07:02acabaram forçando, inclusive, o Ratinho Júnior
07:06a reavaliar totalmente a estratégia.
07:09Ficará no governo até o final pra tentar fazer o sucessor.
07:13Enfim, o que é preciso considerar em relação a essas estratégias?
07:16Que muitas vezes acabam mudando completamente
07:19o planejamento de um outro grupo político, né?
07:24É verdade, Caniato.
07:25Uma campanha presidencial exige que o candidato
07:29tenha palanques fortes nos estados.
07:31Palanques fortes significa bons candidatos
07:34disputando os governos estaduais.
07:36E o lançamento do nome de Sérgio Moro
07:39é um nome forte no Paraná
07:41e uma das razões, provavelmente,
07:43que levou o governador Ratinho Júnior
07:46a recuar, manter-se no poder
07:48para justamente poder conduzir a sucessão
07:52e eleger o seu sucessor do PSD no estado.
07:56Afinal de contas, ele é um governador
07:58talvez mais bem avaliado do Brasil
08:00com mais de 80% de aprovação
08:02e ficando na cadeira, no cargo,
08:05isso ajudaria muito a eleger o seu sucessor.
08:08Na verdade, Sérgio Moro é sim um palanque forte
08:12para o senador Flávio Bolsonaro no Paraná,
08:15mesmo com o Ratinho Júnior tendo essa popularidade gigantesca.
08:19O fato é que esses palanques vão fazer enorme diferença,
08:25não só no apoio à candidatura presidencial,
08:28como também na eleição das bancadas.
08:30Então, não podemos esquecer que o objetivo número um
08:34dos caciques partidários é eleger o maior número
08:38de deputados federais,
08:40porque é o número de deputados federais
08:42que determina o dinheiro do fundo eleitoral
08:44e do fundo partidário.
08:45Também é fundamental,
08:48e isto Flávio Bolsonaro já sabe,
08:51eleger uma bancada de senadores,
08:55conservadores e de direita,
08:56justamente para poder restabelecer
08:59o equilíbrio entre os poderes,
09:01principalmente entre o poder legislativo
09:04e o poder judiciário.
09:06Portanto, essas movimentações vão continuar ocorrendo
09:10com grande intensidade
09:12até o fim da janela partidária no começo de abril.
09:16Até lá, muita coisa ainda vai acontecer.
09:20Sem dúvida.
09:21E é preciso olhar também para o PSD,
09:24que por diversas ocasiões
09:27colocava três nomes fortes de políticos conhecidos,
09:31como possíveis nomes à presidência da República,
09:35possíveis representantes do PSD
09:37que disputariam a presidência da República.
09:40Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite.
09:43Bom, Ratinho Júnior acabou abrindo mão
09:46dessa possibilidade.
09:47Deixa eu passar para o Beraldo
09:48para entender um pouco o que cabe agora ao PSD,
09:53qual deve ser o posicionamento de Gilberto Kassab
09:56e analisar essas duas figuras, né?
09:58Porque são diferentes, são políticos diferentes,
10:01com características diferentes,
10:02um mais à direita, um mais ao centro,
10:05para muitos até relativamente de centro-esquerda,
10:08mais à esquerda.
10:09O que é preciso considerar em relação a Eduardo Leite
10:12e também Ronaldo Caiado, hein, Beraldo?
10:16Olha, Caniato, tendo em vista a resposta dada
10:20por Ronaldo Caiado, quando perguntado ainda na semana passada
10:24a respeito do caso Master e da repercussão sobre o STF,
10:30eu não acredito que ele será um candidato de direita
10:34ou à direita de Flávio Bolsonaro.
10:38O Ronaldo Caiado, apesar da sua boa avaliação em Goiás,
10:42especialmente pelo combate ao crime organizado no Estado,
10:46o Ronaldo Caiado vem se comportando como um político de centro,
10:51como outro qualquer.
10:52À medida que ele dá demonstrações públicas de afeto
10:57com essas pessoas que hoje estão aí nos holofotes
11:01como parte do grave problema institucional que o Brasil vive,
11:06em que ele é fotografado e filmado,
11:10confraternizando com essas figuras poderosas
11:13de Brasília, do Supremo, do governo, do parlamento,
11:18eu tenho dificuldade que acreditar que ele,
11:22como presidente da República,
11:24e mesmo durante a campanha,
11:27vai conseguir responder de maneira convincente
11:31quais serão seus atos concretos
11:34para tirar dessas pessoas que são suas amigas,
11:38pessoas com que ele convive socialmente,
11:40o poder que faz com que elas comandem o Brasil
11:45de uma forma ilegítima.
11:48Porque nenhum desses personagens que a gente discute aqui
11:52tem legitimidade para exercer a dimensão de poder
11:59que estão exercendo.
12:01Ele só tem essa dimensão,
12:03ele só tem essa quantidade de poder nas mãos
12:07porque usam do medo e do abuso das prerrogativas
12:12das suas funções para que o outro o respeite,
12:17para que ele dê sempre um passo além.
12:19E a gente cria este Brasil do manda quem pode,
12:24obedece quem tem juízo.
12:26Então, olhando para o PSD,
12:28e sobretudo para o dono,
12:30o presidente do PSD,
12:33o Gilberto Kassab,
12:34que ao mesmo tempo que era secretário forte,
12:40poderoso do governo de Tarcísio de Freitas,
12:43mantinha no governo Lula ministros indicados,
12:47ao mesmo tempo que fazia esse discurso em São Paulo
12:52a favor de Bolsonaro, da direita,
12:55mas que acomoda com tapete vermelho dentro de seu partido,
13:00Otto Alencar, da Bahia,
13:02que vai apoiar a reeleição do desastroso Jerônimo Rodrigues,
13:07do Partido dos Trabalhadores,
13:09eu vejo claramente que o PSD não é um partido de projeto,
13:14o PSD não é um partido de propósito,
13:18o PSD não é um partido que tem uma ideia para o Brasil,
13:23o PSD é um partido como qualquer outro,
13:25que olha para o seu próprio umbigo,
13:28e faz as contas para ver como terá mais poder
13:31na próxima legislatura.
13:33Para fechar essa discussão,
13:35o Bruno Musa também vai analisar essa situação,
13:37antes disso, uma parada para você que nos acompanha
13:40pela rede de rádios.
13:42Musa, quando Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro
13:46sobem o tom e acusam o presidente,
13:50ou fazem uma reflexão sobre a maneira como o presidente,
13:53ou o partido dele, ou a sua gestão,
13:55tratam de algumas questões,
13:56especialmente na área de segurança pública,
13:58isso dá o tom de como será a campanha eleitoral?
14:03E é importante dar nome aos bois,
14:06e ainda que seja uma situação delicada,
14:09apontar para a população o que a atual administração faz
14:13em algumas pautas?
14:17É natural que ao longo do processo das eleições,
14:21processo eleitoral,
14:21a gente veja discursos mais duros,
14:25e até mesmo muitas narrativas,
14:27brigas de narrativas e de dialéticas,
14:29para cada um puxando, obviamente,
14:31tentando puxar ali os louros para si
14:34e tirar vantagem desse processo eleitoral.
14:36Isso é bastante natural,
14:37isso acontece historicamente em todo e qualquer país,
14:41em todo e qualquer processo,
14:42não apenas em eleições públicas,
14:44mas também a gente vê até em âmbito privado.
14:46Tanto isso é claro e natural,
14:48mas é óbvio que,
14:49quando nós olhamos as principais pesquisas hoje,
14:52uma das grandes preocupações do brasileiro
14:54é a parte da corrupção
14:56e a parte do crime organizado.
14:58Duas coisas, duas frentes em que a esquerda,
15:01historicamente, ela é fraca,
15:03ela é frágil nesse processo.
15:05Não por nada,
15:06por suas próprias convicções morais.
15:08Ela tem uma visão de mundo
15:09onde ela acredita que
15:10aqueles que se corrompem,
15:13ou grande parte dos bandidos
15:15que assumem essa vida dentro do crime,
15:18ela se justifica,
15:19uma vez que eles são vítimas
15:22de uma sociedade opressora
15:24e, portanto, eles têm
15:25o único caminho
15:27de buscar a vida no crime.
15:30Ou seja, como se
15:31o meio externo
15:33os levasse para isso,
15:35retirando
15:35a responsabilidade
15:37individual
15:38de cada ser humano,
15:40que é onde eu acredito,
15:42a responsabilidade individual
15:43e as consequências
15:44com os seus próprios atos.
15:46consequentemente,
15:47essa visão de mundo
15:48da esquerda,
15:50levada a ferro e fogo
15:52há 22 anos de PT no Brasil,
15:55ela trouxe ao que nós vemos.
15:57Ora, pode melhorar um pouco,
15:58ora, piorar,
15:59mas esse processo de leniência
16:01por anos a fio
16:03e mudança de mentalidade
16:05das pessoas,
16:06colocando que muitos
16:07podem ser o que quiser
16:08e justificar os seus crimes,
16:10porque isso é justificado
16:12por uma sociedade opressora,
16:13na visão da esquerda,
16:14o que nós vemos é
16:16uma escalada brutal
16:18do crime
16:18amparado por uma justiça
16:20que não condena os criminosos,
16:22uma vez que também
16:23os juízes que se formam
16:24ao longo de uma geração
16:25de 20 anos
16:26são aqueles,
16:27muitas vezes,
16:28que caem nessa dialética
16:30e nessa narrativa
16:31de que bandido
16:32é uma vítima da sociedade.
16:34Chega um momento
16:34que o pêndulo
16:35puxa tanto
16:36em que nós,
16:38meros cidadãos comuns
16:39que temos que levar
16:39na nossa vida,
16:40não aguentamos mais.
16:41E aí as pessoas
16:42começam a pleitear mudanças.
16:44Eu acredito que estamos
16:45nesse ponto.
16:46Uma vez que o nível
16:47de violência
16:48se tornou tão alto
16:49em que 25%
16:51dos brasileiros
16:51vivem em territórios
16:52dominados pelo crime
16:53organizado,
16:54isso não é razoável.
16:56Isso talvez não exista
16:57paralelo em países
16:58minimamente civilizados,
16:59como é,
17:00de fato,
17:01o Brasil.
17:02Então,
17:03o pêndulo puxou demais
17:05e aí sim
17:05a tua resposta,
17:06eu dei todo esse preâmbulo
17:07para dizer
17:08a sua resposta clara.
17:09é importante
17:10dar o nome
17:11aos bois.
17:12Uma vez que quando
17:13não damos os nomes
17:14aos bois,
17:15nem o CPF
17:15das pessoas,
17:16significa que nós
17:17atribuímos a culpa
17:18ao ente abstrato,
17:20às instituições.
17:21E quando você
17:22não dá nome,
17:23jogar a culpa
17:24em instituições
17:25é difícil.
17:25Quem o cidadão comum
17:26vai culpar?
17:27Uma instituição?
17:28Uma instituição
17:29não é ninguém
17:29ou é muitas pessoas.
17:31Quando você vai
17:31direto na pessoa,
17:33aí sim
17:33a coisa começa
17:34a ficar muito mais séria.
17:36E o que vivemos
17:36hoje no Brasil
17:37tem alguns nomes,
17:38tem alguns CPFs
17:39e tem partidos envolvidos.
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