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O repórter Igor Damasceno detalhou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou um prazo de 24 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro preste esclarecimentos sobre um suposto vídeo mostrado a ele durante a Conferência de Ação Política Conservadora, nos Estados Unidos. A polêmica começou após o deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmar, durante o evento, que estava mostrando ao pai a reação da plateia ao seu discurso.


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Transcrição
00:00Lembrar que essa semana teve uma conferência importante do espectro de direita lá nos Estados Unidos,
00:05a famosa Conferência de Ação Política Conservadora.
00:09E aconteceram muitos discursos importantes por lá, né?
00:12Só que é o seguinte, o que aconteceu por lá também foi, parece uma chamada de vídeo
00:19que aconteceu durante o pronunciamento de Eduardo Bolsonaro.
00:23Ele teria gravado um vídeo para o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido isso?
00:29Bom, essa dúvida está dando o que falar em Brasília, por isso a gente volta para lá com Igor Damasceno.
00:35Mais uma vez, bem-vindo, Igor. O que de fato aconteceu?
00:42Oi, Fernando. Mais uma vez, ótimo dia a você e também a todos que nos assistem.
00:46Pois é, informação de momento, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal,
00:51deu um prazo de 24 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro explique essas falas do filho dele,
00:58Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal.
01:02Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde o início do ano passado,
01:06recentemente participou dessa conferência que aconteceu por lá mesmo,
01:11e durante o discurso ele acabou falando que estaria mostrando ao pai dele
01:17o vídeo do discurso dele, da reação da plateia em torno das falas dele.
01:23Aí, o ministro Alexandre de Moraes achou isso muito estranho,
01:26porque ele disse que estava mostrando o vídeo da reação da plateia
01:32e de toda a conferência da ação política conservadora ao pai dele,
01:37o ex-presidente Jair Bolsonaro.
01:39Qual é o problema em torno disso?
01:40Bolsonaro agora cumpre a pena de tentativa de golpe de Estado,
01:45a abolição violenta do Estado Democrático de Direito,
01:47em regime domiciliar.
01:49Desde a última sexta-feira, quando recebeu alta do hospital,
01:53ele foi levado para casa por pelo menos 90 dias,
01:57até que se recupere justamente para poder ter acesso à família.
02:01Só que ele tem pelo menos 12 medidas restritivas.
02:05Uma delas é não ter acesso a mídias, nem redes sociais, nem celulares,
02:10ou qualquer outro tipo de equipamento que traga ali alguma gravação.
02:14Então, ao dizer que estava mostrando esse vídeo para o pai dele,
02:19Eduardo Bolsonaro acabou se complicando,
02:21porque há a possibilidade de que o ex-presidente
02:25possa ter descumprido a medida cautelar ao ter acesso a esse vídeo.
02:30Por exemplo, por meio de um celular ou um computador,
02:33equipamentos que ele não poderia ter acesso.
02:37Então, agora, o ministro Alexandre de Moraes
02:39deu esse prazo de 24 horas
02:41para que a defesa do ex-presidente explique essa fala de Eduardo Bolsonaro.
02:46Como que Bolsonaro teve acesso a esse vídeo?
02:49Ele realmente teve acesso a essa gravação?
02:52Foi por meio de que equipamento eletrônico?
02:55Tudo isso precisa ser respondido até amanhã
02:58pelos advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
03:01Se, porventura, o ex-presidente ter descumprido essa medida cautelar,
03:07há um risco muito grande dele voltar para o complexo penitenciário da Papuda.
03:11Porque, na decisão da domiciliar,
03:14Alexandre de Moraes deixou muito claro
03:16que as medidas cautelares precisam ser cumpridas.
03:19Ele fez todo um histórico de outras medidas
03:22que foram descumpridas por Jair Bolsonaro
03:25e que agora Alexandre de Moraes estaria de olho
03:28na evolução do quadro de saúde dele
03:31e também se ele estaria respeitando essas restrições.
03:34Com essa possibilidade de descumprimento das medidas cautelares,
03:39aumenta o risco para que Bolsonaro volte para a Papuda
03:42antes do prazo previsto de 90 dias.
03:45Agora é aguardar a resposta dos advogados do ex-presidente.
03:50Voltamos ao estúdio.
03:51Muito obrigado, Igor.
03:53Obrigado pelas informações.
03:54Interessante o que pode acontecer a partir disso.
03:57Muito obrigado.
03:58Bom trabalho para você aí.
03:59A gente faz agora um rápido break na nossa rede de rádios.
04:03Continuamos por aqui, também pela TV e pela internet.
04:06E eu quero te lembrar que hoje a nossa pergunta
04:08é sobre a CPMI do INSS.
04:11Terminou.
04:12Terminou em pizza?
04:13Não, parece que terminou em algo pior do que pizza.
04:15Porque pizza ainda dá para fazer alguma coisa.
04:17Conhece aí.
04:18Quatro mil.
04:19Quatro mil páginas.
04:21Quatro mil páginas.
04:22E um relatório que não foi aprovado
04:25pelos participantes da CPMI.
04:27Será que realmente a pergunta é essa?
04:29Você acha que a gente precisa investir tempo, dinheiro e energia
04:33dos nossos parlamentares, do Congresso,
04:36porque a CPI é mista, envolve o Senado e também a Câmara,
04:40para discutir essas questões ou não?
04:45O que você acha?
04:46Você acha que a CPMI acaba colocando um farol,
04:49colocando um holofote nos problemas brasileiros
04:52que precisam ser discutidos?
04:54Qual é a sua opinião?
04:55O que vocês acham?
04:57Deu em pizza?
04:58Deu em alguma coisa?
04:59Nem um relatório aprovado, gente.
05:02Não acaba.
05:02Sete meses de discussão.
05:04Quatro mil páginas de relatório.
05:07Tem muita gente comendo pizza e comemorando
05:09que não deu em nada,
05:11porque é uma pouca vergonha.
05:13É um absurdo.
05:14O que a gente vê no Brasil é jogar dinheiro nosso fora.
05:16E pior, não é jogar só o dinheiro fora
05:18que gastou para a CPI.
05:20Não, gente.
05:20Ou CPMI.
05:21É jogar dinheiro fora do que já foi roubado,
05:24dos bilhões do INSS,
05:26a ressarcir criando dinheiro novo.
05:29Então, se o rombo era de 6 bi,
05:31isso, o que apurou,
05:33tem mais pelo menos 3 bi.
05:35Então, virou 9.
05:36Mais o que gastou na CPMI.
05:38É uma pouca vergonha.
05:39Sabe quem está comemorando?
05:40Tem gente no sofá que está comemorando.
05:43Eu não estou comemorando.
05:44Eu não estou comemorando.
05:45Eu não estou comemorando.
05:47A CPMI deveria ter o objetivo
05:48de resolver as coisas.
05:48Então, você está comemorando
05:49que não deu em nada.
05:50Mas assim, não ia dar em nada.
05:52Eu sabia que não ia dar em nada.
05:53Eu falei isso aqui na semana passada.
05:54Claro, né?
05:54É sempre assim.
05:55Não adiantaria nada.
05:57Vocês estavam defendendo a prorrogação.
05:58Claro, para ver se dava em alguma coisa.
06:00O Congresso tem quase mais um mês,
06:02dois meses ali,
06:02antes de começar aqueles preparativos
06:04que Brasília vai ficar mais vazio,
06:05como vocês citaram.
06:06Talvez eles aproveitem esses dois meses
06:07para trabalhar em algo real.
06:09Porque essa CPMI, no fim das contas,
06:11deu em pizza.
06:11E o que os parlamentares estavam fazendo ali
06:14eram cortes para as redes sociais.
06:15Gente, mas eu não acho que deu em pizza.
06:16Desculpa discordar.
06:17Por quê?
06:18Assim, não deu em pizza em que sentido?
06:19Teria mais coisa para ser investigada.
06:22Agora, nós tivemos 200,
06:23salvo o melhor juízo,
06:24250 pessoas indiciadas.
06:26Pessoas ali que talvez não fossem indiciadas
06:29pela Polícia Federal, por exemplo.
06:31Então, eu acho assim,
06:32que não foi pizza, mas...
06:34Mas nem o relatório final foi aprovado, doutora.
06:36Doutora, eu queria entender.
06:37Doutora, professora, é um privilégio.
06:39Você que está ouvindo e vendo a gente aqui,
06:42é um privilégio ter a doutora Priscila
06:44para explicar.
06:45Ela não explica, ela desenha com as palavras.
06:47O relatório não foi aprovado.
06:49Mesmo assim, as pessoas que tiveram...
06:51Foram indiciadas, quer dizer,
06:53tiveram a indicação de indiciamento,
06:55isso continua valendo?
06:56Aqui, a gente precisa lembrar que,
06:58quando a gente fala de CPMI,
07:00eles têm possibilidade de atos investigatórios.
07:03Então, ali se investigam crimes.
07:05E aí, é importante a gente lembrar que,
07:08qualquer pessoa pode,
07:09nos crimes que são ali de titularidade do Estado,
07:12você mesmo, por exemplo,
07:13pode chegar numa delegacia...
07:15Estou fazendo aqui uma correlação
07:17para que as pessoas entendam,
07:18a nossa audiência entenda.
07:19Você pode chegar na delegacia e dizer,
07:20olha, o fulano está cometendo o crime X.
07:23Havendo indícios e justa causa,
07:25o Estado vai atuar.
07:27Então, pergunta boba.
07:27Um cidadão comum,
07:28ele pode ir se ter um deputado do Estado dele lá?
07:32Não é uma prorrogativa de furo, né?
07:33Só para não embolar.
07:34É que tem pessoas que,
07:35em razão das funções que elas desempenham,
07:37algumas delas,
07:38inclusive nesse relatório,
07:39não são todas, mas algumas delas...
07:40O que é que a gente tem que pressionar?
07:42Não, então...
07:43O Alcolumbre.
07:44O Alcolumbre, na minha opinião,
07:46foi, com todo respeito,
07:47o causador dessa não prorrogação.
07:50Por quê?
07:50Porque, embora eles tivessem ido ao STF,
07:53o STF tenha tirado...
07:54A gente já comentou isso até na semana passada.
07:56Milagrosamente tirou deles da reta.
07:58Eu acho até que,
07:58de forma até fundamentada, né?
08:00Que virem.
08:00Não, é, para prorrogar ele não tinha, né?
08:03Mas, enfim, discussão dessa parte.
08:05Mas, eles foram acionar o STF,
08:07sendo que quem segurou,
08:08podendo fazê-lo,
08:09teria sido.
08:10Eu estou falando teria sido, por quê?
08:11É como se coloca para nós aqui.
08:13Sim, mas o que a gente questiona,
08:15o STF escolhe quando agir,
08:17escolhe quando tirar o corpo fora.
08:19Aí é dureza, né, doutora?
08:20Eu preciso só te dizer aqui,
08:21com relação a esse...
08:22E voltamos para a rádio,
08:24nessa discussão,
08:26se o STF, inclusive,
08:27foi omisso ou não, né, Fernanda?
08:29Eu vou até repetir,
08:30eu falei na semana passada,
08:31a gente inuncia essa semana, né?
08:33Mas, com relação a instaurar,
08:36realmente há essa possibilidade,
08:38como foi feito no Covid.
08:40Mas, Matheus,
08:41prorrogar não é uma prorrogativa
08:43que se desdobra,
08:44se desdobra do presidente.
08:46Quando ele tem lá aí,
08:47deixa, né?
08:48O fato, doutora, é...
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