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  • há 1 hora
A inteligência artificial não só transformou profissões — ela criou novas. Funções como engenheiro de prompts, curador de dados e auditor de algoritmos já fazem parte do mercado e exigem, além de domínio técnico, senso crítico e responsabilidade no uso da tecnologia. No Pará, esse movimento começa a ganhar força, mas ainda enfrenta desafios como qualificação e acesso.

Repórter: Gabi Gutierrez
Repórter fotográfica: Carmem Helena

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Transcrição
00:00O interesse pela inteligência artificial surgiu ali em 2023, logo após o lançamento do chat GPT, em novembro de 2022.
00:11E eu tenho, há mais de 15 anos, eu venho pesquisando questões relacionadas à comunicação digital, ao jornalismo digital.
00:19Quando a gente falar atualmente em tecnologias digitais, a gente não pode pensar no digital sem pensar na inteligência artificial.
00:25É uma migração no campo, é um foco que o campo está dando atualmente.
00:31Então, assim como o campo, aconteceu comigo, que há mais de 15 anos tenho pesquisado questões relacionadas ao digital.
00:37E desde 2023, especificamente, a inteligência artificial.
00:42Com o lançamento do chat GPT, naquele período, um dos primeiros artigos que eu escrevi foi esse, que agora está
00:48publicado em língua espanhola.
00:51Que é justamente sobre as narrativas produzidas pela inteligência artificial sobre a Amazônia, né?
00:58E como que essas narrativas podem propagar desinformação, né?
01:03Então, meu interesse pela inteligência artificial surge a partir desse tema lá em 2023.
01:09A gente já tem esse movimento, a gente tem diversas profissões, diversas áreas do conhecimento
01:15que estão se transformando por conta da inteligência artificial, o que a gente precisa ter em mente é que há
01:21um descompasso tecnológico
01:23não só em relação ao IA, mas em relação às tecnologias como um todo, né?
01:27Quando a gente fala de Norte e Sul Global, normalmente essas tecnologias primeiramente chegam no Norte Global, né?
01:34A gente aqui no Brasil está no Sul, ó.
01:37E lembrando que a gente está na Amazônia, né?
01:39Então, aqui normalmente a gente tem o movimento de que essas inovações tecnológicas tendem a acontecer principalmente,
01:46primeiramente, principalmente no centro sul do Brasil, né?
01:50Mas ela chega aqui como a gente vê que tem chegado.
01:53A gente pode falar de um mercado em desenvolvimento, né?
01:57Mas sim, a gente tem várias ferramentas já hoje, né?
02:02Em que as pessoas podem, sim, utilizar inteligência artificial.
02:06E aqui eu quero deixar claro que a gente pode pensar a partir de dois pontos de vista, né?
02:12Dois enfoques.
02:13Um, né?
02:14Que é a ciência de dados, que é uma área do conhecimento, uma profissão que tem crescido, né?
02:19Que tem ganhado cada vez muito espaço, assim como os profissionais de tecnologia da informação como um todo, né?
02:25Que tem ganhado muito espaço, tanto nas empresas de âmbito público, quanto nas empresas de âmbito privado.
02:32Mas também a gente tem uma transformação das próprias profissões.
02:35A gente vai pensar no jornalismo, na arquitetura, no direito, na administração, né?
02:40Enfim, em diversas áreas do conhecimento, a inteligência artificial de alguma forma tem transformado, né?
02:47A gente sempre vê...
02:49Eu lembro que em sala de aula a gente sempre discute, ah, a inteligência artificial vai acabar com o jornalismo,
02:53vai acabar com o design, vai acabar com a arquitetura, com o direito, com a medicina, né?
02:59Não, não vai acabar.
03:01A gente precisa pensar em formas éticas de utilizar esta ferramenta, né?
03:06É algo que está, assim, muito pensado, muito construído.
03:09Porque o ser humano, ele sempre vai ser essencial para qualquer uma dessas profissões.
03:13Mas a gente pode utilizar essas ferramentas para potencializar o nosso trabalho.
03:17Seja na comunicação, na arquitetura, no design, na medicina, no direito, na administração, enfim.
03:25A gente precisa aprender a utilizar, né?
03:28De forma ética, as potencialidades, né?
03:32Para muitas vezes agilizar os processos, mas não para substituir o ser humano ou os profissionais.
03:38Como eu falei, né?
03:38A gente tem a questão do descompasso tecnológico, né?
03:41Mas a gente já tem, em vários casos, várias profissões que têm utilizado a inteligência especial.
03:50Eu acho que o principal desafio é pensar em como utilizar, né?
03:55Para agilizar o seu trabalho, entendendo que essa tecnologia não vai substituir o ser humano.
04:00É entender, justamente, como utilizar essa tecnologia de forma ética, né?
04:06Para agilizar processos, né?
04:08E não para substituir um profissional humano.
04:11E não para substituir.
04:12Legenda por Sônia Ruberti
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