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O relator da CPMI do INSS, deputado Dr. Frederico (PRD), apresentou nesta sexta-feira (27) o aguardado relatório final da comissão, com um volume impressionante de mais de 8 mil páginas.

O documento detalha um esquema bilionário de fraudes previdenciárias e recomenda o indiciamento de 216 pessoas, entre ex-servidores, advogados e empresários do setor financeiro.

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Transcrição
00:00de mais de 8 mil páginas, 8 mil páginas.
00:03O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar, do União Brasil de Alagoas,
00:07recomenda o indiciamento de 216 pessoas.
00:12Tem banqueiro, empresário, políticos.
00:15Os parlamentares governistas falam, então, em apresentar um relatório alternativo.
00:19Repórter Beatriz Souza acompanhando os trabalhos de perto.
00:22É isso? Um relatório alternativo do lado dos governistas, Beatriz?
00:32Isso mesmo, Tiago. Boa noite mais uma vez.
00:35Vamos por partes, porque são muitos nomes, faz essa confusão de relatório.
00:40No caso do relatório do deputado Alfredo Gaspar, que é o relator da CPMI,
00:46ele pede indiciamento. A gente até fez uma arte com os principais nomes.
00:51É um relatório robusto, então, tem muitos nomes.
00:53A gente separou alguns que eu vou falar aqui.
00:56O relator da CPMI pede o indiciamento, então, de Lulinha, filho do presidente Lula,
01:00Fábio Luiz Lula da Silva.
01:01O relator aponta que o filho do presidente Lula teria recebido, então,
01:05pagamentos de Antônio Camilo Antunes, o careca do INSS.
01:09E esses pagamentos, então, teriam sido feitos através de Roberta Lucinguer,
01:14que é amiga de Lulinha, também foi alvo da Polícia Federal
01:18e também é pedido de indiciamento para ela.
01:21Em relação a ex-ministros, nesse relatório do deputado Alfredo Gaspar,
01:26ele pede indiciamento tanto de ex-ministros do governo Lula,
01:29mas também tem ex-ministro do governo Jair Bolsonaro.
01:33No caso, tem Carlos Lupe, que atuou no atual governo Lula,
01:38mas também tem José, o nome de José, Carlos Oliveira,
01:41que é ex-ministro e também foi presidente do INSS,
01:46isso na gestão do governo Bolsonaro.
01:49Em relação, tem também nomes de parlamentares, viu, Tiago?
01:52A gente separou aí o nome do senador Everton Rocha,
01:56que é do PDT do Estado do Maranhão,
01:59tem também nomes de ex-presidentes do INSS,
02:02pedindo indiciamento,
02:04tem nomes de três servidores de carreira do INSS.
02:08Agora, indo para o relatório da base do governo,
02:11isso porque, enquanto o deputado Alfredo Gaspar fazia a leitura do relatório,
02:16a base do governo, que já vinha antecipando isso há alguns dias,
02:21anunciou, então, esse relatório deles,
02:24que é um relatório alternativo,
02:26disseram que vão formar a maioria ali
02:29para poder não aprovar esse relatório do deputado Alfredo Gaspar
02:33e vão querer que o senador Carlos Viana
02:37apresente, nomeie, então, um outro relator da base do governo
02:43para que, então, eles possam fazer a apresentação desse relatório deles.
02:47O relatório da base do governo, então,
02:49pede um indiciamento de 130 pessoas.
02:52Entre eles está o senador Flávio Bolsonaro
02:56e também o ex-presidente Jair Bolsonaro.
03:00Esse aí é o documento, o relatório que a base do governo,
03:06os parlamentares governistas, então, prepararam.
03:09Por isso que, na noite de hoje, Tiago,
03:11ainda vai ter esse impasse, né?
03:14Qual relatório vai, então, afinal, ser aprovado?
03:18Qual relatório vai passar a valer?
03:20Se Carlos Viana vai, então, aceitar a proposta da base do governo
03:26em colocar um outro relator
03:28ou se ele vai seguir o plano inicial,
03:31que seria a leitura do relatório por parte do Alfredo Gaspar
03:34e a votação, então, desse relatório.
03:37Tiago, volto com você.
03:38Beatrizinha, instantes você volta para falar
03:40sobre o relatório alternativo dos governistas,
03:45quem eles estão pedindo para que seja indiciado.
03:48Você volta em instantes, deixa eu chamar agora
03:49o Cristiano Vilela e a Dora Kramer também.
03:52O Cristiano Vilela aqui primeiro com a gente.
03:54Tudo bem, Vilela? Boa noite para você, bem-vindo.
03:56É claro que uma CPI não tem o poder de indiciamento,
03:59mas sim sugerir o indiciamento.
04:02E, com base que a gente acompanha hoje o dia inteiro,
04:05o relatório ainda está sendo lido
04:07no Congresso Nacional, no Senado,
04:10em linhas gerais, é um documento aparentemente equilibrado
04:13ou tem um conteúdo político muito grande
04:16que mostra essa divisão, a própria polarização, Vilela.
04:20Uma ótima noite a você, a Dora, a Denise
04:23e todos que acompanham o Jornal Jovem Pan.
04:25Como a gente já está acostumado com relação a CPIs
04:29que nós temos aí nos últimos anos,
04:31o tema político, o teor político,
04:34o espalhafato da política
04:37acaba tomando conta das discussões
04:39e fazendo com que o relatório produzido
04:42ele seja um relatório que tenha pouca utilidade
04:45do ponto de vista investigativo,
04:47do ponto de vista judicial, inclusive.
04:49Eu vejo que me parece que esse relatório
04:52ele traz elementos mais robustos
04:54do que o relatório apresentado pelo campo governista.
04:58O campo governista, sim,
04:59você tem apenas um apontar de dedo para a oposição.
05:02Me parece uma peça para tentar fazer
05:05com que todos fiquem iguais
05:07e, no final das contas, a narrativa
05:09ela acaba se dividindo de um lado e de outro lado
05:12e ninguém saiba ao certo quem tem razão.
05:14O texto apresentado pelo relator
05:16até o presente momento,
05:18ele parece ter um certo equilíbrio
05:19à medida que ele traz nomes ligados
05:22ao governo atual,
05:23nomes ligados ao governo Bolsonaro,
05:25traz parlamentares do campo situacionista
05:28e do campo de oposição.
05:29Então, nesse sentido,
05:31ele parece realmente mais denso, mais robusto.
05:34Agora, o fato é que as discussões da comissão
05:37e o relatório da comissão,
05:39ele fica perdido realmente na queda de braço política.
05:42Tanto a queda de braço natural,
05:44legítima, dentro do parlamento,
05:46muito embora, muitas vezes,
05:48ultrapasse a civilidade,
05:49mas também a queda de braço institucional,
05:52como pudemos ver no dia de ontem,
05:54por exemplo,
05:55no julgamento que não prorrogou a CPMI,
05:58conforme havia sido solicitado pela mesma,
06:01e que demonstrou claramente ali
06:03uma queda de braço
06:04entre judiciário e legislativo.
06:07Pois é, Dora,
06:08em linhas gerais,
06:09esse documento apresentado pelo relator,
06:12claro que são muitos os detalhes,
06:15mas aí a questão do filho do presidente Lula,
06:20Lulinha também, Daniel Vorcaro,
06:22era o que se imaginava também
06:23que eles iam sugerir e recomendar
06:25esse indiciamento.
06:26Dora?
06:27Pois é, porque são personagens
06:30que estão citados até nas investigações
06:33da Polícia Federal, né?
06:35Eu insisto nesse ponto.
06:37O que sai de uma CPI
06:40raramente é algo que seja determinante
06:44para a investigação das instâncias,
06:48vou repetir, investigativas,
06:51Polícia, Ministério Público,
06:52Supervisão do Supremo Tribunal Federal.
06:56Na CPI do Mensalão, por exemplo,
06:59CPI dos Correios,
07:01isso serviu,
07:02porque surgiu,
07:03surgiu do Congresso,
07:05a coisa começou ali.
07:07Agora,
07:08o que chegar da CPI
07:10pode ou não ser útil
07:13para a Polícia Federal?
07:14A gente não sabe,
07:15porque a Justiça,
07:17a Polícia,
07:17o Ministério Público
07:18tem o seu tempo,
07:20tem o seu método,
07:21que é completamente diferente
07:23da dinâmica da política.
07:25A política é importante
07:27porque ela faz com que
07:29as coisas venham a público.
07:31Agora,
07:32o cotejo real
07:34dessas informações
07:35é dado em outra instância.
07:38Então,
07:38não adianta,
07:39gente,
07:40se afligir,
07:41se desesperar,
07:42achar,
07:43ó,
07:43se tolo,
07:44linha,
07:44então,
07:44e daí,
07:46o,
07:46por exemplo,
07:47o filho do presidente Lula
07:49está com o sigilo quebrado
07:51na Polícia Federal.
07:53Pode ser que se encontrem
07:54coisas que impliquem,
07:56que incriminem,
07:57ou não incriminem.
07:58E daí,
07:58a citação dele
08:01no relatório
08:03da CPI
08:04serve só
08:05para fazer
08:06o embate político.
08:08Na questão
08:09real,
08:10mesmo,
08:11no que interessa,
08:11é lá na Polícia,
08:14no Ministério Público
08:15e na Justiça.
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