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No Linha de Frente, a bancada analisa o cenário eleitoral onde 60% dos brasileiros já escolheram seu candidato à Presidência. Entenda por que o Sudeste detém o maior índice de indecisos, tornando-se o campo de batalha crucial para empresários e investidores que buscam estabilidade econômica.

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Transcrição
00:00A eleição cada vez batendo mais o pezinho na porta de todo mundo por aqui.
00:05As pré-candidaturas com isso continuam avançando.
00:08Mas a campanha eleitoral mesmo ainda vai demorar.
00:11Atenção para essas datas. Anota aí, olha, dia 6 de maio é o prazo final para tirar ou para regularizar
00:17o título de eleitor.
00:18Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados até 15 de agosto.
00:23E no dia seguinte, 16 de agosto, começa aí sim a campanha eleitoral, que vai até 1º de outubro.
00:30Mas acontece que muita gente já definiu o voto.
00:33Até porque parece que essa campanha já começou faz tempo.
00:36Eu tenho a impressão, por exemplo, que desde o ano passado.
00:38Mas olha só, a gente tem alguns dados de uma pesquisa da Genial Quest.
00:4356% dos entrevistados garantiram que já sabem em quem vão votar para presidente.
00:49E apenas 43% admitiram que ainda podem mudar de ideia.
00:54Já olhando para as regiões brasileiras, o Nordeste é a região com o voto mais firme.
01:0064% sabem em quem vão votar.
01:03E 34% podem mudar de ideia.
01:07No Sudeste, só 51% definiram o voto.
01:10E 48% podem mudar de candidato.
01:14No Sul, 55% estão decididos.
01:17E 43% podem mudar.
01:19Enquanto no Norte e no Centro-Oeste, 53% já estão fechados com o político.
01:25E 46% ainda podem ser convencidos.
01:28Já no outro recorte, aí entre os votos femininos e masculinos, as mulheres são as mais indecisas.
01:3549 delas admitem que ainda vão se decidir e podem ser convencidas.
01:40E outros 49 cravaram que já escolheram em quem votarão para presidente.
01:46Entre os homens, olha só, 62% já definiram o voto e 37% podem mudar.
01:54Antes da gente analisar, sim ou não, né, gente?
01:57Sem declarar, claro, candidato.
01:59Mas assim, já decidiram vocês?
02:01Já que as mulheres são mais indecisas, decidiram?
02:04Eu já decidi.
02:05Eu também já, já decidi.
02:06Eu decidi.
02:07Temos duas sim, duas não?
02:09Não, não.
02:1050-50.
02:1050-50.
02:11Olha aqui a gente fazendo a nossa pesquisa.
02:13Com provação.
02:14Daqui rapidamente.
02:1650-50, gente.
02:18E, claro, né, é muito cedo ainda, parece, mas como eu comentei, a campanha está rolando.
02:23Para a gente, assim, há muito tempo.
02:25Para quem trabalha com noticiário, para o eleitor, que chegam essas notícias a todo momento.
02:30Luana, começando com você.
02:32O que faz com que essas pessoas, Sereja, já tenham essa decisão antes?
02:38Polarização?
02:40Muito bom, Bia.
02:41Começamos por aí, com certeza.
02:42Boa tarde para você, boa tarde para minhas colegas aqui de mesa e a você que nos acompanha também em
02:47casa.
02:48Sem dúvida, a polarização tem um efeito muito grande nessa definição de voto prévia.
02:54Mas, lembrando que no Brasil as pessoas tendem a decidir o voto de verdade muito perto da eleição.
03:01Então, esse número com certeza pode mudar.
03:03Mas tem outro fator que explica isso, é que a gente tem dois grupos, a partir da polarização, né, a
03:09gente tem dois grupos que já tem um voto cativo.
03:13Então, mais ou menos 17% ali na ala bolsonarista, que são bolsonaristas, né, se denominam como bolsonaristas e cerca
03:22de 13, 14% de lulistas.
03:24Então, desse grupo já decidido, uma boa parte, com certeza, desse resultado vem daí.
03:31E, apesar de não ter, não pertencer a esse grupo de lulistas e bolsonaristas, há outro grupo que são mais
03:40próximos da direita, próximo ao bolsonarismo,
03:42mais próximo da esquerda, próximo ao lulismo, que também já devem ter se definido,
03:46tendo em vista que há esses dois campos em disputa, já com nomes que se colocaram como pré-candidatos ou
03:52candidatos à reeleição, como é o caso de Lula.
03:55Então, Flávio, Bolsonaro e Lula estão na disputa.
03:58Agora, chama atenção, Bia, para o número de pessoas que ainda não escolheram os seus votos.
04:04E aí também vem a explicação a partir da polarização e da ausência de alternativas.
04:09A gente tem o PSD com três nomes como pré-pré-candidatos, como nomes que ainda não foram indicados, né?
04:17Realmente, quem vai ser o candidato do PSD representando a ala mais centrista, mais central da eleição nesse ano.
04:24Então, esse número de pessoas que podem mudar o voto, que é cerca de 43, como a gente viu ali
04:30na pesquisa,
04:31também são pessoas que estão esperando saber qual é o nome ou quais são os nomes alternativos.
04:38Então, como toda eleição polarizada, tem um centro ali que aguarda um pouco mais para entender quem é que vem
04:44para que eu possa dar o meu voto.
04:46Então, acho que é essa informação que a gente vai ver mudando também nos próximos meses, à medida que esse
04:51nome se confirme ou alguns nomes se confirmem.
04:53E esse ponto da indecisão, claro, a gente fala muito dos indecisos que são importantes, como a Lu falou, para
04:59todos os candidatos.
05:01E aí, Luciana, eu queria pensar nisso, falando dos indecisos, principalmente das mulheres.
05:06Será que os candidatos, que são majoritariamente homens, se não praticamente todos, das campanhas, estão pensando nisso?
05:13Em como pegar esse público feminino indeciso?
05:16Então, Bia, nós estamos tendo nessa semana uma conferência interamericana que justamente está cuidando o quê?
05:24Porque da democracia, um dos temas que mais tem sido discutido é a participação feminina na política.
05:30E aí, países aqui da nossa região estão discutindo muito esse respeito e a preocupação que eles têm em relação
05:37ao Brasil
05:38é justamente o fato de que a participação feminina nesse ambiente parece que está encolhendo cada vez mais.
05:43Mas não é só. Quando a gente pega, a gente tem aqui um percentual muito fixo do presidente Lula e
05:51de Flávio Bolsonaro,
05:53onde os números ali que podem vir a mudar de decisão, opção na hora do voto, é muito grande.
06:00Então, só que quando você desce um pouquinho, você pega Ratinho Júnior, a gente tem um percentual de 56%
06:06de pessoas que podem mudar o voto.
06:08E a gente tem Zema, 67%. E a gente tem Aldo Rebelo, que é do Democrata Cristão, que é um
06:14partido tipicamente de direito,
06:16ele não está no centro, onde você tem 74%. Eu acredito que nesses números a gente deve ter um grande
06:23número de mulheres.
06:24Então, aquele que fizer um trabalho voltado para ter uma vice-mulher ou uma campanha mais voltada para os problemas
06:32que são vivenciados hoje pela nossa mulher contemporânea aqui no Brasil, ele vai sim angariar um número grande de votos.
06:39E como você fez a enquete aqui, 50% já tem candidato e os outros 50% não tem candidato.
06:47Isso é uma mesa composta por mulheres. Então, eu acredito que nesse número todo a gente tem aí 50%
06:52de mulheres indecisas.
06:54Então, aquele que souber jogar a regra do jogo, a agremiação estiver concatenada com pautas femininas,
07:02vai sim ter uma vantagem e vai levar esses votos lá no dia 4 de outubro.
07:07O grande que da questão também tem sido tentar um eleitor mais de centro, né?
07:13Lula fez isso com Alckmin lá atrás, deve repetir o vice.
07:18O vice Flávio ainda está indeciso sobre o vice, mas também pensa em algumas alternativas nesse sentido.
07:24O caso de Tereza Cristina, que é mulher, vista como alguém mais moderada.
07:28A gente está falando de tentar fazer campanha chamando o público.
07:31E é preciso também, aí quero perguntar para a Renata, pensar um pouquinho,
07:35não só nas agendas ali de campanha de rua, mas será que agora para convencer o pessoal indeciso
07:41também é preciso saber, de novo, quem usa melhor a internet?
07:48É, com certeza, né?
07:50Eu acho que a internet hoje faz parte da vida de todo mundo,
07:55porque todo mundo tem um celular, um smartphone e as notícias chegam bem rápido, né?
08:01Eu acredito que talvez a indecisão das mulheres esteja no fato de a maioria delas,
08:08a maioria das famílias, elas serem comandadas por mulheres
08:12e as mulheres estarem muito atrás de bancar suas vidas.
08:17Então, houve uma feminização das profissões.
08:20Hoje a gente tem preponderantemente mulheres na advocacia, que é aqui o nosso caso,
08:25e a gente teve uma feminização, inclusive, na medicina.
08:30E as mulheres, elas ficam preocupadas em colocar o pão na mesa,
08:34em criar os filhos, todas essas coisas, e acabam deixando a política de lado.
08:39Mas todo mundo tem um smartphone e vai, por meio de rede social,
08:46por meio de notícia veiculada na internet, acompanhar a política.
08:51Eu acredito que quando iniciarem os debates, isso muda um pouco
08:57e as mulheres vão se definir, sim, porque é da gente ter que votar direitinho
09:04para o presidente, porque senão depois a gente não pode reclamar.
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