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O presidente Lula (PT) decidiu aguardar o avanço da PEC sobre o fim da escala 6x1 antes de enviar proposta própria do governo. O Planalto busca evitar desgaste com Hugo Motta (Republicanos) e aposta na tramitação pelo Congresso. Caso a proposta não avance, o governo pode enviar um projeto com urgência.

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Transcrição
00:00Depois de ouvir aliados, o presidente Lula decide por esperar o andamento da PEC que prevê o fim da escala
00:086x1
00:09antes de enviar um projeto próprio do Planalto sobre o tema.
00:13Os ministros Guilherme Boulos, Iglesias Hoffmann e parlamentares defendem o envio de uma proposta
00:19por ser um projeto inicialmente do governo, mas nos últimos dias a rota vem sendo recalculada
00:25e o componente político entrou na conta.
00:28O Planalto prefere evitar um desgaste direto com o presidente da Câmara, Hugo Mota,
00:34que já deu encaminhamento à PEC que está na casa.
00:37A ideia do deputado é votar a matéria na semana do Dia do Trabalhador, em 1º de maio.
00:43Os governistas alertam que, caso a proposta não tramite na velocidade esperada,
00:48Lula deverá enviar um projeto próprio nesse cenário, será em regime de urgência
00:53e, portanto, deve trancar a pauta do plenário por ao menos 45 dias.
00:58Denise Campos e Toledo, essa é a discussão política, mas tem também a discussão econômica
01:04que tem muito ainda para se caminhar no ano eleitoral ainda mais.
01:09É, e já que o projeto está em tramitação na Câmara e tem um encaminhamento com todas essas discussões econômicas
01:14de possíveis perdas para as empresas, para determinados setores, para a economia do país,
01:19ao mesmo tempo que se defende os direitos dos trabalhadores, é importante que o Hugo Mota possa seguir.
01:24Isso, inclusive, pode abrir espaço para relações melhores entre o governo e a Câmara,
01:29o próprio Congresso.
01:30Propostas estão sendo discutidas para se chegar a uma única formatação,
01:35porque tem proposta tanto de redução de 44 para 40 horas semanais,
01:39que parece ser a preferência, inclusive por parte da Câmara,
01:42mas também para 36 horas semanais, tem período de transição.
01:46Então, se o Congresso conseguir avançar com essa pauta,
01:49o governo já lançou a ideia e ele pode se apropriar também durante a campanha.
01:54Como da forma da segurança vai haver muita disputa de paternidade,
01:58de várias pautas que vão entrar nas discussões políticas,
02:02mas eu acho que nessa questão da jornada o governo deve aguardar,
02:05não tentar impor a posição dele na Câmara,
02:08porque isso pode criar um desgaste que não permita que o projeto siga adiante.
02:12Ah, mas quero ouvir a Dora Kramer também.
02:14Além de ser uma questão econômica, a política é política na veia nesse caso.
02:18O governo faz bem adotar esse cálculo para não esbarrar no presidente da Câmara o Hugo Mota, Dora?
02:25Pois é, qualquer cálculo bem feitinho é bem-vindo.
02:29Porque o assodamento aqui, nessas questões, o assodamento é sempre um inimigo,
02:35um grande inimigo do andamento das coisas políticas.
02:38E nesse caso, em especial, porque essa questão ficou especialmente sensível para o governo,
02:45depois que se viu que a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais por mês,
02:53não deu o resultado esperado.
02:55Então, o governo joga suas fichas eleitorais na aprovação da redução da jornada de trabalho.
03:04Então, é muito importante e aí todo cuidado é pouco.
03:09Então, em vez de trombar, porque o governo realmente lembra que anunciou que iria mandar esse projeto de qualquer maneira,
03:17até porque projeto precisa ser depois sancionado quando aprovado pelo presidente da República,
03:25e aí tem cerimônia, tem badalação, e com isso tem faturamento político, né?
03:33Mas isso iria trombar, uma vez que a PEC é de autoria de aliados do governo, né?
03:42Dois deputados, duas PECs que foram juntadas, dois terços, de dois deputados aliados do governo.
03:50Então, não teria cabimento.
03:52Para não ter esse choque, é que o governo vê como é que vai ser o andamento.
03:58Se achar que tem jogo um projeto, projeto andando com urgência constitucional em 45 dias,
04:08o governo joga o projeto.
04:10Mas o que interessa, no fim, para o presidente Lula, independentemente de quem vai promulgar,
04:17de quem vai sancionar, é que esse projeto, é que essa questão seja aprovada.
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