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Pesquisa Datafolha mostra aumento no número de brasileiros que avaliam que a economia do país piorou nos últimos meses. O percentual subiu de 41% para 46% na comparação entre dezembro e março. Já a parcela que acredita que a situação econômica melhorou caiu de 29% para 24%.

Assista na íntegra: https://youtube.com/live/a2LE0G5eT4o

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Transcrição
00:00De acordo com uma pesquisa do Datafolha, a percepção dos brasileiros em relação à situação econômica de um país
00:06piorou nos últimos meses, revertendo parcialmente a melhora que foi captada no levantamento feito no final de 2025.
00:14Vamos acionar o repórter Misael Menete, chega ao vivo, aqui em Os Pingos nos diz.
00:18Misael, seja muito bem-vindo, ótima noite a você.
00:21Conta então para a nossa audiência, quase metade dos brasileiros então acreditam que a economia piorou.
00:27É isso que indica o levantamento?
00:30Só recebendo a rede Jovem Pan, Misael Menete trará detalhes desse levantamento do Datafolha.
00:35Com você Misael.
00:39Oi Caneato, muito boa noite para você, para quem acompanha a gente pela TV, pela rádio e pela internet.
00:45Aqui nos Pingos nos diz, a percepção então dos brasileiros sobre a situação econômica do Brasil
00:51piorou nos últimos meses, revertendo parcialmente uma melhora que havia sido captada em 2025, como você mencionou.
00:58Há mais entrevistados pessimistas sobre o futuro do Brasil, inclusive sobre a própria condição financeira
01:06e prevendo uma elevação do desemprego, um indicador que está nas mínimas históricas
01:12e também prevendo mais inflação, ou seja, pessimismo por aí.
01:18O percentual daqueles que avaliam que a situação econômica do país piorou nos últimos meses, subiu.
01:24A gente tem uma arte para mostrar para vocês.
01:26Subiu de 41% para 46% na comparação entre as pesquisas de dezembro do ano passado e março deste
01:34ano.
01:34Então, só para a gente realçar a informação aqui, o percentual de quem avalia a situação econômica do Brasil
01:41como o pior, nos últimos meses aumentou de 41% para 46%.
01:46O número está num patamar intermediário entre o melhor resultado, e aí a gente fala da gestão do ministro da
01:54Fazenda,
01:54Fernando Haddad e do PT, 35% nas três pesquisas de 2023, durante o primeiro ano do governo Lula 3,
02:02e os 55% verificados em abril de 2025.
02:06Lembrando que Haddad deixa o governo federal para concorrer contra Tarcísio de Freitas aqui no governo em São Paulo.
02:16Agora a gente fala de outro percentual, também indicado pela pesquisa,
02:21os dos que avaliam que a situação econômica do Brasil melhorou.
02:24Esse percentual caiu de 29% para 24% na comparação entre as duas últimas pesquisas.
02:32Ou seja, tem menos gente achando que a situação econômica do nosso país melhorou.
02:40O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais.
02:45Foram 137 municípios de todo o país entre os dias 3 e 5 de março.
02:52O nível de confiança é de 95%, a margem de erro 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
02:59Outra informação ainda da pesquisa, o número mostra também a percepção negativa.
03:06De 57% entre evangélicos, 41% entre católicos e 77% entre pessoas que pretendem votar em Flávio Bolsonaro.
03:1714% dos eleitores pretendem votar no presidente Lula.
03:23Caniato, estão aí algumas informações para vocês discutirem.
03:27Então, resumindo a notícia, uma parcela dos brasileiros vê uma piora na economia no país.
03:33Legal, Mizar Manete, trazendo os detalhes desse levantamento do Datafolha.
03:38Bom trabalho para você, Mizar.
03:39A gente volta a conversar ao longo da programação.
03:41Chama o Luiz Felipe Dávila, está na vez do Dávila.
03:43Você, Dávila, 46% dos brasileiros, pelo menos esse recorte do levantamento, vê piora na economia.
03:52Enfim, a maior parte dos brasileiros entendem que a economia piorou.
03:56Quem são os responsáveis por isso, Dávila?
03:59O governo Lula não tem outra pessoa responsável por essa situação desastrosa da economia.
04:06Mas vamos separar a ficção da realidade.
04:09A ficção é o discurso do Lula.
04:12Ou o brasileiro tem pleno emprego, a economia nunca cresceu tanto.
04:16Isso aqui é o país mais maravilhoso do mundo.
04:18A Bolsa está subindo.
04:20O investimento externo está inundando o Brasil.
04:24Que país maravilhoso.
04:26Só que a realidade é outra.
04:29O brasileiro acorda de manhã e ele olha no bolso dele.
04:31Está cada dia mais vazio.
04:3380 milhões de brasileiros estão inadimplentes, Caniato.
04:38Recorde histórico no número de empresas que estão sendo fechadas.
04:42O brasileiro tem que pagar a taxa de juros mais alta do mundo.
04:46Ele acorda e não sabe como vai pagar as dívidas.
04:49Por quê?
04:50Porque a taxa de juros é alta porque o governo gasta demais.
04:54E aí essa história do desemprego...
04:57Não, isso aqui eu preciso acabar com esse mito de desemprego no Brasil.
05:01O que é a coisa mais ridícula do mundo, essa estatística do governo.
05:05Eu quero dar um número aqui.
05:0894 milhões de brasileiros estão inscritos no Cade Único.
05:12Sabe o Cade Único?
05:13Aquela que é a porta de entrada para todos os programas sociais.
05:16Então 94 milhões de brasileiros estão recebendo dinheirinho, mesada do governo em algum programa.
05:2380 milhões, como eu falei, estão inadimplentes.
05:27Agora, onde é que está o pleno emprego?
05:30Veja só como a estatística do governo é feita.
05:33É uma piada.
05:34Eu preciso explicar isso para as pessoas porque é um negócio ridículo.
05:37Por exemplo, esses 94 milhões de brasileiros que recebem dinheiro de programa especial do governo
05:45não entra na lista dos desempregados.
05:49Porque, na verdade, eles vivem na mesada do governo e não estão procurando emprego.
05:53Aí, Canhato, nós temos aí cerca de 8 milhões de pessoas que pediram seguro-desemprego
06:00que cresceu 2% ao ano.
06:02E aí, nós temos esses, além dos 94 milhões de brasileiros no Cade Único,
06:10também tem aqueles que desistiram de procurar emprego.
06:14Esse também não conta na estatística.
06:15Então, se você desistiu de procurar emprego, não conta.
06:18E se você recebe mesada do governo e tem os 94 milhões que recebe, também não conta.
06:23Bom, então é um conto de fada.
06:26O que é?
06:26A estatística pega uma mostragem ridiculamente pequena que distorce completamente.
06:33E daí esse número, 46% dos brasileiros, vem piora na economia.
06:38Esse é o Brasil real.
06:40Não é o Brasil da ficção e nem de estatísticas mirabolantes do IBGE,
06:45aquele que criou um mapa de ponta cabeça para o Brasil estar no centro do mundo.
06:50Passar para o Bruno Musa também trazer a sua análise em relação a esse levantamento.
06:54Mas, Musa, se a gente fizer uma pesquisa rápida na internet,
06:58a gente vai observar as manifestações dos representantes da economia desse governo.
07:02O Dávila traz a informação sobre desemprego,
07:05mas muitos falam sobre o PIB está crescendo,
07:09uma melhora significativa no poder de renda do brasileiro.
07:13falam sobre controle da inflação, atração de investimentos.
07:18Enfim, que Brasil é esse?
07:19Estamos diante de dois Brasis,
07:21porque tem o Brasil do governo e o Brasil da população?
07:26Sim, o Brasil real e o Brasil da rua, né?
07:29Vamos lá.
07:30Eu tenho até alguns dados importantes aqui,
07:32que eu fiz um vídeo hoje, que está lá no meu canal do YouTube,
07:34que é justamente sobre isso.
07:36Quando a gente fala que o Brasil, o PIB cresceu 2,3% segundo os dados do IBGE,
07:40nós analisamos o PIB nominal, ou seja, o resultado de tudo que o país produz,
07:44e o PIB hoje são 12,7 trilhões.
07:47Cresceu 2,3% no ano passado.
07:49Legal.
07:50Mas imagina que um país que produza exatamente o que você produz,
07:54ou até mais, com uma população que é a metade da tua.
07:58Significa que esse país, ele é muito mais rico e muito mais produtivo.
08:01Quando nós analisamos, portanto, o chamado PIB per capita,
08:05que é justamente isso, analisar por pessoa,
08:08quanto cada pessoa produz,
08:10que é muito mais efetivo do que analisar o PIB nominal,
08:12significa que o Brasil caiu para a posição número 87 no mundo,
08:17segundo o próprio FMI.
08:18O que significa 87?
08:20Veja, no começo dos anos 2000, até 2010,
08:24nós estávamos por volta de 21, entre 21 e 25 posições,
08:30acima da metade da tabela mais pobre.
08:34Hoje, nós estamos nove posições da metade da tabela mais pobre do mundo.
08:40Ou seja, cada ano que passa, nós nos aproximamos
08:42da metade do mundo mais pobre em PIB per capita.
08:46Mas vamos falar, então, do que o governo gosta,
08:48o PIB nominal, que, como eu falei, vale pouco.
08:50Afinal de contas, tem gente que produz o mesmo que você,
08:52com metade da população.
08:55Mesmo assim, nós caímos da décima para a décima primeira posição no mundo.
08:59Sabe quem nos ultrapassou?
09:00A Rússia, um país em guerra.
09:02Um país que 40% das despesas do governo
09:04vem da máquina de guerra que foi criada.
09:07Ou seja, a Rússia depende hoje,
09:09em grande parte da sua economia,
09:11da manutenção de guerra,
09:13que estimula os gastos por lá.
09:15Sem a guerra, talvez a Rússia
09:16não conseguisse manter a economia como está hoje,
09:19que mesmo assim apresenta diversas deficiências.
09:22Significa um dado mais importante aqui
09:24para mensurar e contextualizar tudo isso.
09:28O Japão, hoje ele tem uma renda,
09:31um PIB per capita, perdão,
09:32menor do que ele tinha em 1995.
09:35Menor.
09:36Mas naquela época, em 1995,
09:39o PIB per capita do Japão
09:41era 120% o PIB do Brasil.
09:44Hoje, 285%.
09:46Ou seja, significa que nós paramos no tempo
09:50comparativamente a outros países que avançaram.
09:53Portanto, a narrativa do governo é falaciosa.
09:55Os números não representam a realidade.
09:58Não é que os números mentem.
10:00Não.
10:00É que os números não entregam a realidade.
10:02Para e pense.
10:03Como o Dávila estava falando,
10:05desemprego na mínima histórica,
10:07só que você tem, na histórica também,
10:10na máxima,
10:11pessoas pedindo seguro-desemprego.
10:13Alguma coisa não encaixa.
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