- há 2 dias
- #jovempan
- #ospingosnosis
Dados divulgados pelo IBGE mostram que a taxa de desemprego caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro, o menor patamar desde 2012. O levantamento aponta redução de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior e indica avanço no número de pessoas ocupadas e na renda média real.
Assista na íntegra: https://youtube.com/live/q34OkCdzfO8
https://www.youtube.com/c/jovempannews
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Assista na íntegra: https://youtube.com/live/q34OkCdzfO8
https://www.youtube.com/c/jovempannews
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00E a taxa de desemprego caiu a 5,1% no trimestre encerrado em dezembro do ano passado.
00:08Vamos acionar nossa reportagem, entender exatamente do que se trata.
00:12O Matheus Dias vai trazer todas as informações pra gente que acompanha aqui a programação da Jovem Pan.
00:18Eu só vou receber a rede e todos vão acompanhar na íntegra.
00:21Rede Jovem Pan, conectada aqui em Os Pingos nos Is.
00:25Em tela comigo, o Matheus Dias vai trazer todos os detalhes em relação à taxa de desemprego que caiu para 5,1% no trimestre que foi encerrado em dezembro.
00:36Matheus, seja bem-vindo de volta. Ótima noite a você.
00:39Essa é a menor taxa de desocupação desde quando?
00:43Pelas minhas anotações aqui, 2012. Tô certo?
00:48Tá certo como sempre, viu, Caniato?
00:51Desde 2012, quando essa série começou a ser contabilizada pelo IBGE, na série do PNAD.
00:57Então, boa noite novamente a você, boa noite a quem nos acompanha.
01:00O desemprego, então, no país caiu, segundo os últimos dados do IBGE, dados divulgados hoje, inclusive,
01:06referentes, como você bem disse, Caniato, aos últimos três meses do ano passado.
01:10Então, a gente fala aí de outubro, novembro e dezembro, nesse recorte,
01:13a taxa de desemprego estava em 5,1%, a menor taxa desde 2012, Caniato.
01:19No caso, em 2024, essa taxa era de 6,2%, teve essa redução de 1,1 ponto percentual de um ano para outro,
01:29que mostra, então, aquecimento do mercado, mostra menos pessoas em busca de emprego,
01:34menos pessoas desocupadas.
01:36Isso são dados positivos, então, apontados pelo IBGE.
01:40No caso, 5,5 milhões de pessoas continuam desempregadas.
01:44Pessoas, claro, avaliadas aquelas que são consideradas pelo IBGE como empregáveis, né, Caniato?
01:50De 16 anos ou mais, até uma determinada faixa etária ali,
01:55são 5,5 milhões de pessoas consideradas desocupadas, que é a menor taxa da história.
02:01Hoje no país, então, são 103 milhões de brasileiros que são empregados.
02:06Esse número que é destrinchado ali entre vários tipos de emprego, no caso,
02:1139 milhões têm carteiras assinadas por setores privados,
02:1513,5 milhões não têm carteira assinada,
02:1826 milhões são autônomos,
02:20e 38 milhões são considerados aqueles trabalhadores informais, viu, Caniato?
02:25Isso, todos os dados, então, apresentados pelo IBGE.
02:27Em relação à taxa de desemprego, em relação à empregabilidade,
02:30a pessoas empregadas, todos são números recordes.
02:33nesses últimos, a gente fala há 13 anos, né, Caniato?
02:36Desde 2012, são números positivos,
02:39e que também são carregados até pela média salarial,
02:42já que no ano passado a média salarial de todos os empregados
02:45esteve em 3.613 reais por mês,
02:49acima dos 3.440 do ano passado.
02:53Notícia positiva, né, meu amigo?
02:55Pois é, é isso, Matheus Dias,
02:56destrinchando esse dado importante que foi divulgado hoje,
03:00a gente segue acompanhando,
03:02eu faço a lição de casa, viu, Matheus?
03:04Não posso fazer feio aqui no link com vocês,
03:06mas obrigado pela gentileza em compartilhar as informações
03:09aqui com a gente na programação da Jovem Pan.
03:11Deixa eu chamar os nossos comentaristas,
03:13porque quando a pessoa, começar com o Bruno Musa,
03:16Bruno, quando o leitor de um site, de um jornal,
03:20o ouvinte de uma emissora de rádio,
03:22o telespectador de um telejornal,
03:24se depara com uma notícia como essa,
03:26poxa, só falta estourar o rojão,
03:27nossa, é uma ótima notícia, foi o que o nosso repórter disse.
03:31De fato, essa é a impressão que a maior parte das pessoas tem,
03:35mas é preciso olhar para outros aspectos, né, Bruno?
03:39Tem algumas pegadinhas,
03:40quando a gente olha para a taxa de desemprego,
03:42tem algumas informações que não aparecem, né?
03:44Ficam o quê?
03:45Mascaradas?
03:46Os nem-nem, aquele que nem trabalha e nem estuda.
03:50Está contabilizado esse número?
03:52E aquele que só vive de bico, de biscate,
03:54que eventualmente recebe um benefício social?
03:57Ele foi contabilizado para a feitura desse levantamento?
04:02Enfim, queria que você discorresse a partir da divulgação desse índice, por favor.
04:08Bom, você mencionou pontos extremamente importantes.
04:12Se você terminou o anterior comentário,
04:15antes do nosso intervalo,
04:17você mencionando a respeito do...
04:19Tem certas coisas que parecem, mas não são.
04:23E eu menciono isso porque tem um livro que chama
04:26O que se vê, de Frederic Bastiat,
04:29O que se vê e o que não se vê.
04:31Frederic Bastiat, que foi um economista do século XIX,
04:34e ele escreveu, e ele menciona nesse livro
04:37que a lei deveria ser apenas para proteger o cidadão
04:41e respeitar a sua vida, a sua liberdade e a sua propriedade.
04:44Nada absolutamente mais.
04:46E por que eu estou falando isso?
04:48Porque as coisas começam a parecer que são, mas não são.
04:51O Estado está lá para te proteger, mas não está.
04:53O político adora você, mas não te conhece.
04:55E nós começamos a aceitar tudo isso.
04:58A metodologia que você mencionou do IBGE,
05:00ela não avançou de acordo com a economia que tem avançado,
05:04e é o que eu estou falando, avanços econômicos brasileiros.
05:06A inovação, a tecnologia do século XXI que nós vivemos.
05:10A metodologia continua parada no passado.
05:13Veja, quem divulga esse dado do próprio IBGE,
05:14vocês estão vendo as exonerações,
05:17as brigas que estão internas que aconteceram essa semana
05:20e todo o problema dentro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,
05:23inclusive com uma carta de funcionários falando do autoritarismo do Márcio Pockmann
05:27à beira de divulgar o número do PIB,
05:31que é o Produto Interno Bruto do Brasil.
05:33Pois bem, dentro desse número do desemprego,
05:35como você muito bem falou, você falou do Neném.
05:37Quantos Neném tem no Brasil?
05:394 milhões e meio? 5 milhões, mais ou menos?
05:41Só que tem um outro número que esconde aí.
05:43Se você tem idade e você tem condição física, saúde,
05:48para trabalhar, mas voluntariamente decidiu não procurar emprego
05:52porque você vive do Bolsa Família,
05:54e a estimativa do próprio IBGE é que são 18 milhões de pessoas,
05:59vale lembrar que são mais de 50 milhões de brasileiros recebendo o Bolsa Família.
06:02Mas por volta de 18 milhões de brasileiros teriam idade e condição de trabalho
06:07e voluntariamente optam por não trabalhar porque recebem o Bolsa Família.
06:11Pasmem, ele não entra no desemprego.
06:14Se você também tem uma MEI que ela está ativa e você trabalha uma hora por semana,
06:21você também não entra mais na estatística do desemprego.
06:24Quando nós vamos computando esse tipo de brasileiro,
06:27realmente a coisa é diferente.
06:30Esse número não explica mais a realidade.
06:32Eu não estou falando que o número seria de 40% de brasileiros,
06:35porque muitos não querem mais trabalhar debaixo da CLT.
06:38O cara pega a bicicleta dele, vai lá fazer as entregas e ganha mais dinheiro
06:42do que se ele fosse trabalhar na CLT.
06:44E tem a liberdade dele.
06:45Precisamos atualizar.
06:46Então esse número, assim como a inflação, a metodologia da inflação,
06:50está longe de entregar o que representa a vida do brasileiro médio.
06:54Não entrega.
06:56E aí, obviamente, isso vira uma janela de oportunidade
06:59para o governo colocar na manchete e se vangloriar em cima de números
07:04que parecem ser uma coisa, mas não necessariamente na vida real,
07:08representam o dia a dia.
07:09Verdade.
07:10Muito boa a análise do Bruno.
07:11Você, Roberto Mota, a análise a respeito do índice que foi divulgado,
07:16o desemprego caindo para 5,1% trimestre encerrado em dezembro.
07:21Muitos acabam entendendo que essa é uma excelente notícia.
07:25É?
07:27Bom, é melhor ter um índice como esse caindo do que subindo.
07:33Mas como o Bruno acabou de explicar,
07:36é preciso olhar para além de índices produzidos pelo Estado.
07:41O Brasil precisa crescer 6% ao ano
07:45se quiser se tornar um país desenvolvido.
07:48E essa situação fica ainda pior
07:51quando a gente constata o envelhecimento da população.
07:56Em breve, o Brasil vai ter muito mais pessoas recebendo aposentadoria
08:01do que contribuindo para a Previdência.
08:04E o nosso crescimento fica abaixo de 2% ao ano.
08:08Ainda assim, é um crescimento movido a gastos do governo.
08:14Lembrem da frase, gasto é vida.
08:17Os números, o índice indica que o desemprego está em baixa,
08:22mas existem 94 milhões de brasileiros
08:26recebendo algum tipo de auxílio do governo.
08:30É uma conta que não fecha.
08:33O meu amigo Marcos Troirro
08:34encontrou uma forma de explicar o que está acontecendo na economia.
08:39É muito fácil.
08:40Os altos gastos do governo
08:43produzem um consumo que é insustentável
08:47e que é orientado em função das eleições.
08:51Nunca esqueçam isso.
08:53Esse ano tem eleição.
08:55Quando você soma isso,
08:57níveis baixos de comércio exterior,
09:00a importação e exportação do Brasil é uma piada
09:04comparado ao tamanho da economia.
09:06e níveis baixos de investimento,
09:09porque o governo cada vez
09:10cria mais dificuldades
09:12para o empresário que quer investir no Brasil.
09:16Quando você soma tudo isso,
09:17o que nós estamos vendo,
09:19mais uma vez,
09:20é um crescimento
09:22sem qualquer sustentabilidade,
09:25que também é conhecido pelo nome popular
09:28de voo de galinha.
09:29Pois é, várias análises também
09:33das pessoas que nos acompanham pelo chat.
09:35O Léo Rodrigues.
09:36Desemprego caiu
09:37e a pobreza aumentou.
09:39Essa conta não fecha.
09:41E várias críticas
09:42sobre a metodologia adotada pelo IBGE.
09:44Obrigado a todas as pessoas
09:45que se manifestam
09:47e participam também do nosso debate.
09:49Você, Diego,
09:50como avaliar e analisar
09:52a divulgação desse dado
09:53e qual é a situação do Brasil?
09:55Qual é a percepção
09:56que as pessoas têm também?
09:57Isso é preciso ser considerado.
09:59Criato, eu acho que os meus colegas
10:02praticamente esgotaram
10:03a análise desse ponto
10:04sobre o aspecto econômico.
10:06De fato, esse dado,
10:08ele esconde uma realidade
10:09bem diferente por trás.
10:11Esconde a precarização do emprego formal,
10:14esconde o aumento da pejotização,
10:17esconde, enfim,
10:18diversos dados que não são bons para o Brasil.
10:21E eu tenho certeza que o Mota
10:23foi no ponto quando ele disse
10:25que isso se deve principalmente
10:27à questão do ciclo eleitoral
10:29a divulgação dessas boas informações.
10:32Só que, como a questão é econômica,
10:35nós temos de forma, acho que,
10:36muito palpável
10:37as pessoas sentindo
10:38qual que é essa realidade na ponta.
10:41Você pode apresentar
10:42que o Brasil está crescendo
10:430, alguma coisa por cento.
10:46Você pode apresentar
10:47que o desemprego está caindo.
10:49Mas a realidade que se impõe
10:51quando o cara para o seu carro,
10:52o seu carro no qual
10:53ele utiliza
10:55para fazer o seu serviço
10:56por aplicativo
10:57e tem dificuldade
10:58para custear
10:58cada vez mais
11:00o tanque de combustível,
11:01quando ele sai
11:02desse emprego
11:03e vai
11:04até o supermercado
11:05para fazer
11:05as suas compras,
11:07para abastecer
11:07a sua dispensa,
11:08ele sente que o seu rendimento
11:10também já não dá
11:11para comprar
11:11as mesmas coisas
11:12que ele comprava
11:13há dois, três,
11:14quatro meses.
11:15Enfim,
11:15tudo isso levanta
11:16um questionamento
11:17para a pessoa
11:17quando ela ouve
11:18esse tipo de informação.
11:19É natural,
11:20é uma reflexão quase que inata.
11:22Como a situação do Brasil
11:23está melhorando,
11:24se a minha situação pessoal
11:26que não tive,
11:27não perdi o emprego
11:28que eu tenho
11:29ou não deixei
11:29de praticar as atividades
11:30que eu pratico,
11:31eu estou tendo uma piora
11:33na minha condição pessoal.
11:35Então,
11:35eu acho que esse tipo de dado,
11:37muito embora seja apresentado,
11:38porque tem que ser apresentado,
11:40não gera impacto,
11:41não gera sequer confiança
11:42das pessoas
11:43que, como eu disse,
11:44acompanham dia após dia
11:46a deterioração
11:47do poder de compra
11:48da sua moeda,
11:49a compressão
11:51do poder de compra
11:52do seu salário.
11:53E nós sabemos,
11:55se tratando de ano eleitoral,
11:56falando novamente de eleições,
11:57que questões econômicas,
11:59independentemente
12:00de quem tem a responsabilidade,
12:01são atribuídas
12:02pelas pessoas
12:03ao governo
12:04de ocasião.
12:05Não que seja o caso,
12:06sempre deixo muito bem claro,
12:08nesse caso,
12:09a fragilização econômica
12:10é culpa, sim,
12:11do governo,
12:12que tem colocado
12:13o pé no acelerador
12:14sem medo do amanhã
12:15em relação
12:16ao gasto público.
12:17Não está se importando
12:18em gastar
12:19a cada ano
12:19muito mais
12:20do que aquilo
12:21que arrecada,
12:22não está pensando
12:23no Brasil
12:24para o futuro,
12:25pensa só no Brasil
12:26das próximas eleições
12:27e com isso,
12:28evidentemente,
12:28que se torna mais real
12:29aquele cenário
12:30que encontra cada vez
12:32mais eco no mercado,
12:33de que a partir
12:34de 2027
12:35o Brasil não tem
12:36mais um centavo
12:37para investimento.
12:38Tudo aquilo
12:39que for arrecadado
12:40vai ser direcionado
12:41ao custeio
12:42da máquina pública,
12:43ao custeio
12:44desses bilhões
12:45de reais
12:46dos benefícios
12:47também que são pagos
12:48pelo governo.
12:49Então,
12:50realmente,
12:50o Brasil
12:50não está
12:51no caminho
12:51correto
12:52do ponto
12:52de vista
12:53econômico,
12:53independentemente
12:55das boas notícias
12:56que esses índices
12:57apresentem
12:58quando são divulgados.
13:00A gente vai trazer
13:00outros destaques,
13:01mas tem só um ponto
13:02que eu vou pedir
13:02para o Bruno
13:03fazer um complemento
13:06rápido,
13:06porque tem também
13:07um questionamento
13:08a respeito
13:08das vagas.
13:09Qual é a qualidade
13:10do emprego?
13:12É preciso olhar
13:12também para a mão de obra
13:13que o Brasil tem.
13:15Há cargos
13:16e posições
13:17muito especializadas
13:19que o Brasil
13:19não consegue atender.
13:20Tem déficit
13:21de profissionais.
13:22Muitas empresas
13:23acabam importando
13:24profissionais
13:24da América do Sul.
13:26Argentinos,
13:27colombianos
13:28vêm para o Brasil
13:28para assumir
13:30algumas posições.
13:31E, naturalmente,
13:32há uma oferta maior
13:33de posições
13:36em que não é necessário
13:38uma especialização
13:40na mão de obra.
13:41É preciso também
13:42olhar para esse aspecto,
13:43não é, Bruno?
13:43Há uma frase
13:45de Ronald Reagan,
13:46Caniato,
13:47que ele falava o seguinte,
13:48que a inflação,
13:50ou seja,
13:51não há deterioração
13:53do poder de compra
13:54quando as pessoas
13:55vivem bem
13:56e o desemprego
13:56é baixo.
13:57Mas há, sim,
13:58uma deterioração
13:59do poder de compra
14:00quando é o governo
14:00que vive muito bem.
14:02Ou seja,
14:02o que gasta
14:03para caramba
14:04que é justamente
14:04o que acontece.
14:07Quando a deterioração
14:08do poder da moeda
14:09acontece,
14:10você vê
14:10o empobrecimento
14:11da população.
14:12E aí você vê
14:13uma queda
14:14da qualidade
14:15da mão de obra.
14:16Esses dias nós falamos
14:17aqui a respeito
14:18da produtividade.
14:19Lembra disso?
14:19Que de 1995
14:20até hoje,
14:22segundo os dados
14:23oficiais,
14:24a produtividade
14:25da indústria
14:26do trabalhador brasileiro
14:27caiu 0,9%
14:29ao ano
14:30na média.
14:31Significa que nós
14:32estamos no mesmo
14:33patamar que estávamos
14:34em 2011.
14:36E aí tem tudo
14:37a ver com o que você
14:38falou.
14:39O que o mercado
14:40demanda hoje
14:41de mão de obra?
14:42O brasileiro
14:42consegue entregar?
14:44Lembra que também
14:45segundo dados oficiais,
14:47você precisa
14:47de cinco brasileiros
14:48para o que um suíço
14:49produz.
14:50Você precisa
14:51de quatro brasileiros
14:53para o que um americano
14:54produz.
14:55E precisa
14:56de um chileno
14:57para o que três
14:58brasileiros produzem.
14:59E um e meio
15:00para o que o argentino
15:01produz.
15:01O argentino tem
15:02uma produtividade
15:02mais alta
15:03do que a do Brasil.
15:04Portanto,
15:05a qualidade
15:06importa e muito.
15:08e aí você vê
15:09uma busca
15:11por incremento
15:12do salário mínimo
15:13na canetada
15:14para você manter
15:16o poder de compra
15:17desse salário mínimo
15:18que é destruído
15:20porque o governo
15:21gasta muito mais
15:21do que a recada.
15:22Quando ele sobe
15:23o salário mínimo
15:24corrige tudo
15:25que o governo
15:25precisa pagar.
15:26Previdência,
15:27benefício de prestação
15:28continuada
15:29e o rombo aumenta.
15:30Sabe o cachorro
15:31correndo atrás do rabo?
15:32É exatamente isso.
15:33Ou a gente investe
15:34em produtividade
15:35ou continuaremos
15:36sendo o país
15:37que o próprio IBGE
15:37fala,
15:38que 30% dos brasileiros
15:40são analfabetos
15:41funcionais.
15:41E o que é ser
15:42analfabeto funcional?
15:43Não conseguir interpretar
15:45duas linhas
15:46do que se lê.
15:47O próprio IBGE
15:48fala isso.
Comentários