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Em evento na Flórida, o presidente Donald Trump defendeu a recente ofensiva militar contra o Irã, afirmando que a ação era necessária para evitar uma "catástrofe mundial" e conter a ameaça nuclear israelense. Durante o discurso, o presidente destacou a destruição de fábricas de drones e lançadores de mísseis iranianos, além de abordar temas como a segurança das fronteiras e indicadores econômicos.

O analista Guilherme Ravache comenta a estratégia de Trump de se vender como um líder forte diante das pressões inflacionárias, especialmente no preço dos combustíveis, que subiu cerca de 17% desde o início dos ataques. A análise também cobre as críticas do chefe de Estado ao governo anterior de Joe Biden, a situação do sistema de saúde americano e a recepção de projetos sociais com apoio de empresas como a Dell.

Acompanhe em tempo real a cobertura do conflito no Oriente Médio entre EUA, Israel e Irã, com exclusividade CNBC: https://timesbrasil.com.br/guerra-no-oriente-medio/

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Transcrição
00:00Presidente Trump está discursando agora em meio à guerra no Oriente Médio, ele está participando de um evento na Flórida.
00:05Vamos acompanhar um trecho?
00:18Está dizendo que o Irã não tem nada mais que sobrou.
00:24Ele falou que a inflação está caindo, que a renda está aumentando, que as fronteiras são as mais seguras da
00:31história dos Estados Unidos.
00:40Está fazendo uma piada agora sobre o pai dele.
00:46O ano que o pai dele nasceu, que o pai dele não gostava de falar da idade, mas que desde
00:51essa época que o pai dele nasceu, as coisas não estão tão bem quanto hoje.
00:58Isso pelas coisas que a gente está fazendo agora.
01:04Ele falou que não teve outra alternativa, a não ser tomar a ação que ele tomou no Irã, que muita
01:12gente sugeria que ele pudesse tomar uma ação gradual, e ele falou que se isso acontecesse, o mundo poderia ver
01:17a maior catástrofe já existente.
01:31Ele falou que isso sempre foi uma nuvem sombria sobre o mundo.
01:37Ele falou que se o Irã pudesse, ele ia mandar uma arma nuclear para acabar com Israel, para varrer Israel
01:44do mapa.
01:55Ele falou que o ataque com mísseis nos países vizinhos ali, foram ataques muito burros.
02:08Ele falou que os países que foram atingidos por mísseis, eles poderiam agir de duas maneiras, de se acovardar ou
02:18de se juntar aos Estados Unidos, que foi o que eles fizeram.
02:28Ele falou que chegou o momento em que eles tiveram que começar isso, que não poderia ser mais adiado.
02:51Ele falou o seguinte, que muita gente nas ruas ficam perguntando, para que entrar nisso?
02:55E ele falou que tinha bons motivos para entrar nisso, que dentro de uma semana até eles poderiam atingir a
03:02gente.
03:05Eles tinham todos esses lugares com mísseis, e todos os lançadores de mísseis.
03:15Ele falou que agora eles têm poucos lançadores de mísseis restantes.
03:25Ele falou que eles devem ter entre 22% e 23% desse total, os outros já foram embora.
03:30Ele falou que mísseis e drones foram atingidos.
03:36E também atingiram fortemente as fábricas de drones do Irã.
03:40Um trabalho brilhante.
03:41A gente tem um mundo muito mais seguro quando a gente terminar, e a gente vai terminar bem rápido.
03:48Com a ajuda da nossa maioria republicana na casa, a gente conseguiu provar tudo o que é importante para o
03:54país.
03:57E com a Great Big Beautiful Bill, ele está dizendo que agora tem seguridade social
04:08para as pessoas mais velhas, mais idosas.
04:18Está falando de outros pontos da política econômica que ele está implementando nos Estados Unidos.
04:28Está falando que agora as pessoas podem deduzir do imposto de renda os juros que eles pagam.
04:36Está falando também da política de fazer carros nos Estados Unidos.
04:41Falou que isso vai ter um impacto gigantesco.
04:49Ele falou que está criando uma conta para que as crianças tenham um bom começo nos Estados Unidos.
05:08E está falando agora da fábrica de computadores Dell, que começou muito humilde, fazendo computadores quase em casa ali.
05:15E que eles nunca pararam, e agora conseguiram um incrível sucesso.
05:29E está dizendo que a Dell doou mais de 600 milhões de dólares para essa iniciativa,
05:39é para as crianças, e que tem muitas outras grandes empresas e pessoas ricas que vão fazer a mesma coisa.
05:48Ele está falando de um programa que aparentemente faz uma poupança para as crianças,
05:52e que está recebendo doações também do setor privado,
05:56para que as crianças tenham um bom começo na vida.
06:04Ele disse que no primeiro mandato deles, os Estados Unidos tiveram a melhor economia da história do país.
06:17Está falando também que com a ajuda do Congresso,
06:19eles aprovaram os maiores cortes e reglamentações da história dos Estados Unidos.
06:28O Guilherme Ravache está na linha também para conversar com a gente.
06:32Até agora, é bem um script de Trump, né, Guilherme?
06:36De falar que o governo dele é o melhor da história do país,
06:39de que tudo que ele fez foi maravilhoso.
06:41É um discurso bem na linha do que o Trump está acostumado a fazer, né?
06:47Inclusive, começou, né, elogiando a operação,
06:51dizendo que os militares foram muito efetivos, né,
06:53nessa coletiva, nessa conferência de imprensa que ele dá do resort dele, na Flórida, né?
06:59Então, ele enfatizou muito a questão dos militares, logo no início,
07:05e depois parte para a questão da economia, né, Marcelo?
07:09Porque, de fato, é o que tem pressionado muito o Trump
07:12e deixa os aliados cada vez mais preocupados.
07:15Porque tem dissidência, até no MAGA, né, o Make America Great Again,
07:18eles têm reclamado porque o Trump se vendeu como um presidente pacifista.
07:24E aí começa uma guerra lá no Iraque.
07:28E para piorar o preço da gasolina e do diesel subindo muito forte aqui nos Estados Unidos,
07:33isso preocupa particularmente os republicanos,
07:36porque preço de combustível é, sim, um termômetro de popularidade nos Estados Unidos,
07:41como o Biden sentiu na pele, perdendo para o Trump.
07:44É, e agora ele fez uma outra coisa que é muito típica dos discursos dele,
07:49que é falar muito mal do Joe Biden,
07:51disse que tudo foi mal durante o governo do Joe Biden
07:53e que também o setor militar foi mal.
07:59Exatamente, ele tem batido muito nessa tecla de que, com a gestão do Trump,
08:04ele voltou a investir no exército americano, nos militares,
08:09e isso tornou os Estados Unidos novamente poderosos,
08:11que no governo Biden não era.
08:13A questão que eu falei que ele derrotou o Biden,
08:15o Trump concorreu com a cabala,
08:18mas a gente precisa lembrar que tinha um contexto de inflação,
08:22pressão inflacionária nos Estados Unidos,
08:24e o combustível foi um dos principais temas que o Trump bateu no Biden.
08:31Dizia que as pessoas ficavam sem dinheiro
08:33porque as políticas do Biden encareciam também o combustível,
08:36mesmo energias renováveis, investimentos em carros híbridos,
08:43todo esse tipo de política do Biden,
08:46o Trump atacou dizendo que isso sim era que causava o aumento dos preços dos combustíveis.
08:52E agora o Trump, ironicamente, toma uma decisão de atacar o Irã
08:56que está pressionando e pressionando muito o preço dos combustíveis.
08:5917% de aumento do preço do combustível desde o início do ataque ao Irã.
09:06E esse aumento é ainda maior quando a gente olha aí desde o início do ano,
09:10porque já tinha sinais de que poderia haver um conflito,
09:12então esse aumento já é superior a 20% aqui nos Estados Unidos.
09:18Chega a 25% em alguns lugares, 25% de aumento em poucos meses.
09:21Agora ele está falando que a inflação sobre o governo Biden
09:26foi a pior inflação da história dos Estados Unidos.
09:29Ele disse que a mídia contrária a ele disse que não,
09:31que foi a pior em 48 anos,
09:33mas que ele fala que pelo menos em 48 anos
09:36e provavelmente da história dos Estados Unidos.
09:39Diz que agora também a saúde está muito melhor do que no governo Biden.
09:50Outra questão bastante discutida, né?
09:53Porque com o Medicaid e o MedServe aqui dos Estados Unidos mudando,
09:59eles se tornaram mais caros e menos pessoas têm acesso aos serviços de saúde,
10:05esses serviços que subsidiavam a saúde de diversos americanos.
10:11De novo, essa é uma reclamação que pode voltar para o Trump,
10:16pode pressionar o Trump nas eleições em novembro,
10:19não o Trump diretamente, porque ele não concorre,
10:21mas aos republicanos, que esses sim, os candidatos do Trump,
10:24vão estar concorrendo ao Congresso em novembro.
10:28E se o Trump perder a maioria,
10:31pode ter um governo bastante complicado,
10:34ou muito mais complicado do que agora,
10:35porque hoje o Trump tem virtual controle do Congresso.
10:39passa ou não passa aquilo que ele quer.
10:43Ele agora está falando que os democratas são comprados
10:45pelas grandes empresas seguradoras de saúde do país
10:48e que essas empresas acabam controlando todo o setor de saúde
10:52e é por isso que os preços estão altos.
10:54Está dizendo, então, que a culpa é dos democratas,
10:56dos preços altos da saúde,
10:58mesmo agora, quando os democratas não estão no poder, Guilherme.
11:04Pois é, e o que os democratas têm dito
11:08é que essa pressão do Trump por queda de preço,
11:12sem uma política, sem uma contrapartida do governo,
11:16vai causar ou pode causar uma crise no sistema de saúde americano,
11:20que já não é um modelo para muita gente,
11:23mas o que os democratas dizem e argumentam
11:28é que esse desinvestimento generalizado no setor
11:31vai fazer encarecer ainda mais a saúde nos Estados Unidos.
11:36Além da saúde, outro tema que tem preocupado os republicanos
11:40é a questão do custo para comprar imóveis.
11:44O financiamento é caro,
11:46a capacidade do americano médio de comprar seu imóvel cai,
11:51tem caído há anos já,
11:52mas também não dá sinais de melhora visível no governo Trump.
11:57Então pode ter um resultado aí de muitas promessas feitas,
12:01poucas promessas cumpridas até aqui, Marcelo.
12:05Agora ele está defendendo a primeira-dama,
12:07disse que ela virou uma estrela de cinema,
12:08porque aquele documentário que ela fez, segundo ele,
12:11fez muito sucesso,
12:12disse que as pessoas não tinham o que falar dele
12:14e que começaram a reclamar da primeira-dama
12:17ter feito esse filme
12:18e reforçou que ela é uma estrela de cinema agora
12:20e todo mundo aplaudiu quando ele falou isso.
12:26De fato, o documentário teve uma bilheteria considerável
12:31para o tipo de filme que era,
12:33mas vários críticos apontaram
12:37que a qualidade do documentário era ruim.
12:39Também pesou o fato de que o Trump
12:43chamou aliados para fazerem o documentário.
12:46E aí teve ainda uma infeliz coincidência
12:50do lançamento do documentário
12:51ter sido feito justamente no dia
12:54que a ICE matou um americano,
12:58um americano que estava protestando lá em Mineápolis
13:01e os convidados foram retratados como...
13:04os convidados para o lançamento do filme,
13:07a festa que aconteceu na Casa Branca,
13:09foram retratados como alienados,
13:12comemorando o documentário da Melania
13:14enquanto o ICE matava americanos.
13:18Foi no dia que o enfermeiro foi morto.
13:20Esse lançamento, o Jeff Bezos, inclusive,
13:22estava lá e foi alvo de muitas críticas.
13:25Agora ele está criticando a Suprema Corte
13:27por ter retirado as tarifas,
13:29que segundo ele estavam fazendo muito bem para o país,
13:32mas ele falou que não tem problema,
13:33que tem outras maneiras de contornar essas tarifas.
13:36E está citando agora exemplos aí do efeito das tarifas
13:41em cada setor da economia.
13:45Só uma rápida correção aqui, Marcelo.
13:48Eu falei Jeff Bezos, mas eu estava me referindo
13:50ao Tim Cook, CEO da Apple.
13:52Ele que foi criticado por estar no lançamento
13:54do filme da Melania.
13:58Aqui, corrigindo a informação.
14:01Esse discurso do Trump, Marcelo,
14:03também não deixa de ser uma tentativa do Trump
14:07recuperar a narrativa.
14:08Porque o que tem acontecido nos últimos meses
14:10é que uma série de políticas
14:13que eram até vistas como bem-sucedidas pelo Trump
14:17não estavam funcionando.
14:18Como a política de imigração aqui nos Estados Unidos.
14:21E agora, Irã, ele prometeu que não teria guerra
14:24e temos guerra.
14:25Outra política, outra promessa não cumprida
14:28é uma política que não funcionou até aqui.
14:36E aí, o que é isso?
14:37Não, não, não.
14:38E aí, o que é isso?
14:38Eu vou contar com a política.
14:39E aí, o que é isso?
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