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Em discurso na cúpula Escudo das Américas, o presidente Donald Trump revelou que as forças americanas aniquilaram a Marinha e a Força Aérea do Irã em apenas 72 horas. Trump detalhou a operação "Martelo da Meia-Noite" realizada pelo bombardeiro B-2 para neutralizar a ameaça nuclear iraniana. Além do Oriente Médio, o presidente anunciou a "Coalizão contra Cartéis", uma aliança de 17 nações para usar força militar letal contra o crime organizado no hemisfério ocidental. Veja a análise de Salvador Raza sobre o custo bilionário da guerra e o uso de IAs em combate.

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#TimesBrasilCNBCEm discurso na cúpula Escudo das Américas, o presidente Donald Trump revelou que as forças americanas aniquilaram a Marinha e a Força Aérea do Irã em apenas 72 horas. Trump detalhou a operação "Martelo da Meia-Noite" realizada pelo bombardeiro B-2 para neutralizar a ameaça nuclear iraniana. Além do Oriente Médio, o presidente anunciou a "Coalizão contra Cartéis", uma aliança de 17 nações para usar força militar letal contra o crime organizado no hemisfério ocidental. Veja a análise de Salvador Raza sobre o custo bilionário da guerra e o uso de IAs em combate.

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Transcrição
00:00O presidente Donald Trump afirmou neste sábado que os Estados Unidos destruíram 42 navios da marinha iraniana em três dias.
00:07Ele deu a informação ao discursar para líderes latino-americanos na abertura da Cúpula Escudo das Américas em Doral, na
00:14Flórida.
00:15O americano ainda afirmou que os Estados Unidos fizeram um favor ao mundo ao impedir que o Irã usasse armas
00:21nucleares.
00:22Acompanhe.
00:24Obrigado.
00:25Esse tem sido um tempo bem louco, mas está indo muito bem.
00:30Podem sentar.
00:31E um avanço tremendo foi alcançado, como vocês provavelmente percebem só observando.
00:39Estamos fazendo algo.
00:41Eu construí as forças armadas e as reconstruí, tornando-as muito fortes na minha primeira gestão, além de muitas outras
00:47coisas.
00:48Tivemos um primeiro mandato ótimo e agora nós estamos usando.
00:52Infelizmente temos que usar, mas você vê o quão ótimo ele é.
00:55Não há exército como este na Terra, nem perto.
00:59E estamos indo muito bem no Irã.
01:01Você pode ver o resultado.
01:04E tem sido realmente incrível.
01:07Nós afundamos 42 navios.
01:10Da Marinha.
01:12Alguns deles muito grandes, em três dias.
01:14Aquilo foi o fim da Marinha.
01:16Nós destruímos a força aérea deles.
01:18Nós destruímos as comunicações deles.
01:21E todas as telecomunicações sumiram.
01:23Eu não sei como eles se comunicam, mas eu suponho que eles vão descobrir algo.
01:28Não está indo muito bem.
01:30E são pessoas más.
01:32Apenas pessoas más.
01:34Quando você olha para o 7 de outubro e o que veio depois, veja toda a matança que eles cometeram
01:39ao longo dos anos.
01:39Por 47 anos.
01:42E isso tinha que ser feito.
01:44Eles estavam muito perto de uma arma nuclear.
01:46Eles teriam uma se não fizéssemos.
01:49Nosso B-2 realizou o martelo da meia-noite.
01:52Eles a teriam.
01:55Oito meses atrás.
01:57Eles teriam uma arma nuclear.
01:58E sabe.
01:59Eles são loucos.
02:00E a usariam.
02:01Fizemos um favor ao mundo.
02:04E perguntaram como você está numa escala de 0 a 10.
02:08Como você está com o ataque.
02:10E eu disse.
02:11Uns 15, eu diria.
02:13Sendo 10 o melhor.
02:15Mas isso era algo que precisava ser feito.
02:18E estamos fazendo bem.
02:20E eu quero agradecer a todos os envolvidos.
02:24Eu irei logo depois disso.
02:26Estarei partindo para Dover.
02:28Uma situação muito triste.
02:30Para saudar as famílias dos heróis.
02:33Voltando para a casa do Irã.
02:36Voltando para a casa de um jeito diferente do que esperavam.
02:40Mas eles são grandes heróis em nosso país.
02:43E vamos manter assim.
02:45E isso sempre acontece.
02:47Quando se trata de guerra.
02:48Sempre acontece isso.
02:51Mas vamos manter no mínimo.
02:53Eu acho, Pete.
02:54E vai ser algo.
02:56Um serviço que estamos prestando.
02:59Não para o Oriente Médio.
03:00Mas para o mundo.
03:02Eram pessoas doentes.
03:04Muito doentes.
03:05Nesta manhã.
03:06Tenho a honra de receber chefes de Estado distintos.
03:10De todo o hemisfério ocidental.
03:12Para o primeiro escudo da Cúpula das Américas.
03:17É algo muito especial.
03:19O Marco tem trabalhado muito.
03:20Além de muitas outras pessoas.
03:23Mas neste dia histórico.
03:25Nos reunimos para anunciar uma nova coalizão militar.
03:28Para erradicar os cartéis criminosos que assolam nossa região.
03:33E nós temos muito disso.
03:34Uma das coisas.
03:35Quando conversávamos nos bastidores.
03:37Você me disse que o crime.
03:39Os cartéis.
03:40E nós estamos destruindo o negócio deles onde podemos.
03:43E vamos ser ainda mais duros.
03:45Então.
03:46O que estávamos fazendo com os barcos chegando.
03:49Os barcos.
03:50Não são mais muita gente chegando de barco.
03:52Nós reduzimos as drogas chegando pelo mar.
03:55Drogas chegando por água.
03:57Caiu 96%.
03:58Estamos tentando descobrir quem são os outros 4%.
04:02Porque acho que eles são as pessoas mais corajosas do mundo.
04:05Ou isso.
04:06Ou eles não assistem televisão.
04:07Certo?
04:08São corajosos.
04:09Ou não assistem.
04:11Nós estamos chamando essa parceria militar.
04:14De coalizão contra cartéis.
04:17E é disso que precisamos.
04:18Nós temos os cartéis.
04:20Eles parecem crescer nesta região incrivelmente rápido.
04:24Tem a ver com drogas.
04:25Em grande parte.
04:27No início desta semana.
04:29O secretário de guerra, Pete Hegseth, está aqui.
04:32Pete, você é fantástico.
04:34Ótimo trabalho.
04:35Temos orgulho de você.
04:36E representantes de 17 nações diferentes.
04:39Entraram formalmente nesta nova aliança.
04:41O cerne do nosso acordo é um compromisso de usar força militar letal para destruir os cartéis sinistros e as
04:49redes terroristas de uma vez por todas.
04:51Vamos nos livrar deles.
04:53Precisamos da sua ajuda.
04:55Vocês só precisam nos dizer onde eles estão.
04:59Os custos da operação militar no Oriente Médio ainda não foram divulgados oficialmente pelos Estados Unidos.
05:05Mas é possível fazer estimativas.
05:07De acordo com uma análise do Centro de Estudos Estratégicos Internacionais,
05:11as primeiras 100 horas da campanha militar americana contra o Irã podem ter custado 3,7 bilhões de dólares.
05:19Mais de 890 milhões por dia.
05:22A gente vai abordar esse tema com o Salvador Raza, que é analista de segurança internacional.
05:28Salvador, boa tarde para você.
05:29Seja muito bem-vindo aqui ao nosso plantão.
05:32Boa tarde.
05:33Boa tarde.
05:33É um prazer estar com você.
05:35O que o senhor acha dessa estimativa?
05:37É uma estimativa razoável?
05:39A estimativa, sim, é razoável.
05:44Outros analistas aqui nos Estados Unidos estimam em 1,3 bilhões de dólares.
05:50Então, eu diria que está dentro da margem de erro.
05:53Lembrando, por exemplo, que na guerra do Iraque, era 500 milhões por dia.
06:00Depois, na guerra do Afeganistão, já foi 300 milhões por dia.
06:04Por dia, nós estamos falando, né?
06:06E a guerra atual da Rússia à Ucrânia, do lado russo, está em termos de 800, 850 milhões de dólares
06:16por dia.
06:17E do lado ucraniano, em torno de 600.
06:19Então, dada a intensidade do conflito, principalmente nos primeiros movimentos da abertura, os movimentos de abertura do conflito no Irã,
06:301,3, 1,4 bilhões de dólares nos primeiros dias não está muito fora, não.
06:37Imagino que esse custo seria muito mais alto se tivesse tropas terrestres, não?
06:42O custo maior, e a forma como se calcula isso, são aviões, que são os maiores custos, e a parte
06:55de os armamentos, né?
06:58Para você ter uma ideia, por exemplo, uma hora do B-1, do bombardeio B-1, uma hora de voo
07:05custa em torno de 50 mil dólares, né?
07:09Que seria, não, desculpe, seria em torno de 50 mil reais por hora, do B-1.
07:16Do B-2, já passa para 60 mil.
07:22Agora, o F-35, que é um dos aviões mais modernos, passa para 200 mil reais por hora.
07:30E se você pegar o F-22, que teria o avião, vamos dizer assim, de superioridade aérea maior dos Estados
07:38Unidos,
07:38por hora é meio milhão de reais, meio bilhão, né?
07:44500 mil, meio milhão, 500 milhões de 500 mil reais por hora.
07:51Isso sem considerar armamento, sem considerar os custos de manutenção pós.
07:59Quer dizer, os custos são altíssimos.
08:03Igualmente, os custos do armamento, né?
08:07Se quiser, depois eu posso dar algumas ideias de quanto custam alguns dos principais armamentos que estão sendo usados.
08:16Salvador, até pode falar a partir de agora com o que eu vou te perguntar,
08:19porque Estados Unidos e Irã, né, nessas narrativas que eles têm,
08:24sempre acabam prometendo, né, há um ataque maior ainda,
08:27uma arma que você nunca viu na vida, né?
08:30Por acaso, existem diferenças de materiais na construção desses armamentos, equipamentos,
08:39veículos, né, seja um tanque ou um avião,
08:42até tecnologia também embarcada que um ou outro tem diferenças, né,
08:47de preço, de matéria-prima,
08:50e que faz um país, às vezes, até ter vantagem sobre o outro para estar numa guerra?
08:56Sim, há uma diferença muito grande entre Estados Unidos e Irã.
09:02Na realidade, Estados Unidos e o resto do mundo.
09:04As diferenças são muito grandes, né?
09:08Até mesmo com relação aos países, os aliados mais próximos dos Estados Unidos,
09:13como Israel, que a diferença é grande,
09:16que é reduzida, porque Israel usa basicamente armamento e aeronaves dos Estados Unidos.
09:27A grande diferença está em termos da tecnologia embarcada, né,
09:32que dá maior precisão do míssil, né, ou do projetil, tá bom?
09:40Que for usado.
09:41Ele tem muito mais preciso, mais difícil de ser detetado,
09:46muito mais difícil de ser detetado,
09:49a ponto de se tornar quase que invisível ao radar,
09:53e também o, vamos dizer assim, precisão,
09:58a parte de obscuramento, né, de dificuldade de deteção,
10:05e também letalidade, né, precisão letalidade.
10:08Essas três elementos geram um diferencial muito grande,
10:14ao mesmo tempo que aumentam significativamente os custos desse armamento, né?
10:22Então, e os Estados Unidos estão lançando ou apresentando alguns itens novos
10:31de tecnologias emergentes que se imaginava que estivessem ainda sendo preparadas,
10:37mas já estão sendo empregadas no conflito, no conflito real.
10:45Então, algumas que se tinha notícia já apareceram,
10:49realmente há algumas outras que ainda podem aparecer,
10:55e tem algumas que se sabe que ainda está no estágio ainda um pouco mais lento de desenvolvimento,
11:04que talvez seja a grande diferencial que o americano vai apresentar em pouco tempo,
11:12não necessariamente nesse conflito, né,
11:15que é o chamado bombardeio B-21,
11:20que ele ainda é secreto,
11:22as características, o que é,
11:25já se estima que ele deve custar mais do que 5 bilhões de dólares cada aeronave.
11:33Quer dizer, ele vai custar algo em torno disso.
11:39Então, essas tecnologias,
11:44material, treinamento, munição,
11:47dão um diferencial realmente importante,
11:50que é a favor dos Estados Unidos.
11:56Inclusive nessa semana, Salvador,
11:57a gente viu o Irã também, né,
11:59mudando armamento, equipamento,
12:02passou a usar aqueles drones, né,
12:05que são até menores,
12:06pareciam a desses aviõezinhos portáteis mesmo, né,
12:09que a gente vê por aí,
12:10não pareciam de guerra, né.
12:12E também chegaram a dizer que
12:13eles têm condições de,
12:15ao mesmo tempo que usam vários por dia,
12:18de também produzir vários por dia.
12:20Eles realmente têm essa capacidade?
12:23Ou é mais um blefe também,
12:25de guerra que se tem só para amedrontar o adversário, né?
12:28Qual velocidade eles conseguem isso?
12:30Até porque também já há uma desconfiança de que o Irã
12:32nem vai conseguir sustentar tanto tempo assim nessa guerra, né?
12:36Bom, primeiro com relação a esses drones, né,
12:41basicamente nós estamos falando do que é o Shahed 136,
12:45do lado do Irã, né.
12:47É um drone pequeno,
12:50um kamikaze, né,
12:52ele lança e não espera que retorne,
12:55ele vai para cima do alvo
12:57e ele se projeta sobre um alvo.
13:00Ele é relativamente barato.
13:02Cada drone desse custa em torno de 150 mil reais,
13:08que para os custos do conflito é muito barato.
13:14Agora, o Irã sim teria muitos desses drones em estoque, né, guardados,
13:23tanto que a grande prioridade dos Estados Unidos
13:29no início do conflito
13:32é destruir a capacidade de produção
13:35não só desse míssel,
13:37como dos mísseles balísticos,
13:39o Shahab 3, por exemplo,
13:41os mísseles de cruzeiro
13:43e também a defesa aérea, né,
13:46que é a Bavar, Bavar 373.
13:49Então, esses drones, sim, existem em grande quantidade,
13:54são baratos,
13:55mas os Estados Unidos, na realidade,
13:59usou uma técnica, vamos dizer assim,
14:03uma tática muito interessante
14:05que ele copiou, na realidade, o termo é esse,
14:09ele copiou o Shahhead
14:11com um drone de fabricação americana, né,
14:16que é o Lucas, o nome dele, o acronismo, né,
14:21o Lucas.
14:22O Lucas custa em torno de 170 mil reais, né,
14:28o Shahhead 150, o Lucas,
14:30então eles são preços equivalentes,
14:33sendo que o Lucas, na realidade,
14:34é uma versão até melhorada do Shahhead.
14:37Então, o Irã se preparou
14:41para o que a gente chama de guerra simétrica,
14:44preparou para ele poder enfrentar
14:46a grande capacidade tecnológica americana
14:49e, essencialmente, muito cara,
14:52com armamento barato
14:54e usando táticas diferentes,
14:57como, por exemplo, o Enxame, né,
14:59que lançava uma grande quantidade
15:01desses drones
15:04para poder saturar a defesa.
15:05E os Estados Unidos,
15:09antecipando-se essa possibilidade,
15:12desenvolveu o Lucas
15:13e, ao mesmo tempo,
15:16reduziu bastante os custos operacionais
15:19da defesa antiaérea,
15:21como, por exemplo,
15:22o Iron Dome, né, de Israel,
15:24que é o principal defensor de Israel.
15:27O míssel, que custava em torno de 800 mil reais
15:32cada unidade que era lançada,
15:34hoje está em torno de 400 mil reais,
15:37reduziu pela metade.
15:38Então, houve um esforço
15:40de desenvolver capacidades anti-drones
15:46ou reduzir a assimetria da guerra.
15:50Então, tem muita coisa importante
15:53sendo desvelada.
15:55O interessante disso é que
15:57a relação custo-tecnologia
16:00do lado dos Estados Unidos,
16:03você chega à conclusão,
16:05os Estados Unidos, obviamente,
16:07chegaram a essa conclusão,
16:09que é mais barato
16:10atacar do que defender.
16:14Contrariando a ideia
16:17anterior a essa guerra,
16:19de que a ideia da defesa
16:22seria sempre mais forte
16:24e até mais barata
16:25e de maior resultado
16:27do que o ataque, né?
16:28Tanto é que se diz.
16:29A defesa é sempre mais forte
16:31que o ataque.
16:32Hoje é mais barato atacar.
16:34Então, você vê os Estados Unidos
16:36atacando, atacando, atacando
16:38para neutralizar as fábricas
16:41e, ao mesmo tempo,
16:42essa grande quantidade de drones
16:44e mísseis que o Irã tem,
16:47na realidade,
16:47ele está buscando
16:49não só reduzir o arsenal
16:52a níveis não significativos,
16:55não significativamente,
16:57do ponto de vista
16:59do conflito,
17:00mas, ao mesmo tempo,
17:03reduzir custos,
17:04o que acelera,
17:06vamos dizer assim,
17:07o desfecho
17:08dos objetivos primários
17:11dos Estados Unidos.
17:12Salvador,
17:13a gente viu uma notícia curiosa
17:14essa semana
17:15de que o Irã
17:16estaria usando uma tática
17:18de pintar no chão
17:19imagens de avião
17:20ou de outros alvos
17:21com tinta térmica
17:22e atraindo com isso
17:24ataques que são feitos
17:25muitas vezes por Iá
17:27dos Estados Unidos e de Israel
17:29e desperdiçando munição.
17:31Fala-se que gastou aí,
17:32gastou-se 4 milhões de dólares
17:35para atacar
17:36esses desenhos no chão.
17:37Eu não sei se você viu
17:39essas notícias
17:39e se essa é uma técnica
17:41realmente que existe.
17:46Existe sem estar sendo
17:48oficialmente confirmado
17:49por nenhum dos lados,
17:51mas fontes externas
17:55dizem que realmente
17:56o Irã tentou fazer isso,
17:58só que exatamente
18:01a sofisticação tecnológica
18:03americana
18:04só cometeu erro uma vez.
18:06Logo depois,
18:07a inteligência artificial
18:08aprende, aprende rapidamente
18:10com relação a isso.
18:12E veja uma questão interessante,
18:14como a vantagem tecnológica
18:19do americano
18:20reage mais rápido
18:23à evolução das táticas
18:26e tecnologias do conflito,
18:28por exemplo.
18:29Então, realmente houve isso.
18:31Se acredita que houve
18:33essa questão
18:34de alvos falsos
18:36que seriam para enganar
18:40o sistema de detecção
18:41dos mísseis
18:42e, portanto,
18:43atraí-los para isso.
18:45Os Estados Unidos
18:46usou algo semelhante
18:47logo no início,
18:48algo muito importante.
18:49O que ele fazia?
18:50Ele pegava esses drones
18:51relativamente baratos
18:53que ele desenvolveu,
18:54o Lucas,
18:56e lançava para cima
18:58das locais
18:59onde ele imaginava
19:01que teriam as baterias
19:02antiaéreas
19:03ou também
19:05todo o sistema
19:06de defesa
19:07do Irã.
19:08O que o Irã fazia?
19:11Detetava
19:12esses aviões,
19:15esses drones
19:16de baixo custo
19:17e reagiam a ele.
19:20O que os Estados Unidos
19:20faziam?
19:21Imediatamente detetava
19:23da onde saiam esses,
19:26da onde estava sendo feito
19:28esse contra-ataque
19:29nessa defesa
19:32iraniana
19:33e, então,
19:34faziam um ataque
19:35de extrema precisão
19:36neutralizando
19:39essa bateria
19:40antiaérea.
19:41Então, por isso,
19:43isso foi uma das
19:45características
19:45que abriu
19:46o corredor
19:48no Irã,
19:49o corredor de ataque
19:50do Irã.
19:51Então, você vê
19:53o mesmo
19:54modus operandi,
19:56usar,
19:56tentar enganar
19:57e os Estados Unidos
19:59rapidamente corrigiu
20:01e o Irã
20:02não conseguiu
20:03corrigir isso
20:04porque ele,
20:05até ele descobriu,
20:06antecipar
20:07que estava,
20:08que o seu,
20:10o seu esforço
20:11de reação
20:12que tinha,
20:13as baterias dele
20:14detetavam
20:15esses drones
20:16americanos
20:17baratos
20:18e, eventualmente,
20:18os destruiu,
20:19mas estavam assinando
20:21a sua própria destruição
20:23porque,
20:23questão de minutos
20:24depois,
20:26vinha um míssil
20:26de extrema precisão
20:28para aquele local.
20:29E, com isso,
20:30que o americano
20:30localizou muito
20:31da rede
20:34de defesa
20:36antiaérea
20:37e de mísseis
20:38iraquiano
20:39que levou
20:40muito tempo
20:41a ser construído
20:42dentro de uma lógica
20:43completamente
20:45descentralizada,
20:46ou seja,
20:47cada um,
20:48cada província,
20:50trinta e poucas
20:51regiões,
20:52trinta e duas,
20:52se não me engano,
20:53regiões
20:55militares
20:56onde, assim,
20:56de autodefesa
20:58independentes.
20:59Então,
21:01os Estados Unidos
21:02adaptando-se
21:03mais rápido
21:04do que o Irã
21:05e, ao mesmo tempo,
21:09usando,
21:12desenvolvendo
21:13táticas
21:13enquanto
21:14o conflito
21:17se desenvolve
21:18porque
21:19muitos dos sistemas
21:21são novos.
21:22Então,
21:22as táticas
21:23estão sendo desenvolvidas,
21:25vamos dizer assim,
21:26em tempo real,
21:27praticamente.
21:27Tá certo.
21:28A gente conversou aqui
21:29com o Salvador Raza,
21:30que é analista
21:31de segurança internacional.
21:33Muito obrigado,
21:33Salvador,
21:34pela sua participação.
21:35Foi muito interessante
21:36ouvir de você
21:37essas informações,
21:38então,
21:38sobre a guerra.
21:41Sempre um prazer.
21:42Obrigado.
21:42Obrigado.
21:42Obrigado.
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