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O desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados da PNAD Contínua divulgados nesta quinta-feira (5) pelo IBGE.

O índice representa estabilidade em relação ao trimestre anterior e é o menor patamar para este período desde o início da série histórica, em 2012. O resultado surpreendeu analistas, já que o mês de janeiro costuma registrar alta na desocupação devido ao fim dos contratos temporários de fim de ano. O contingente de desocupados soma 5,8 milhões de pessoas, uma redução de 17% na comparação anual.

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Transcrição
00:00Já a taxa de desemprego aqui no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro.
00:07O índice é o mais baixo da série histórica.
00:11É isso mesmo, Denise Campos de Toledo?
00:12Motivos para comemorar, mas a gente sempre fala da renda do trabalhador
00:17que muitas vezes não acompanha essa criação de vagas.
00:20Está acompanhando, viu, Tiago?
00:21Exatamente, o mercado de trabalho mostrou resiliência neste começo de ano.
00:25Nós temos dados para mostrar.
00:26A taxa, como você disse, ficou em 5,4% no trimestre até janeiro.
00:31É a mesma taxa do trimestre anterior, de três meses antes.
00:36E 5,4% nesse período de agosto até outubro de 2025.
00:43Agora houve queda de 1,1 ponto percentual em relação à taxa de um ano atrás até janeiro de 2025.
00:51A taxa estava em 6,5%.
00:53Agora são 5,9 milhões de desocupados no trimestre até janeiro.
00:58Empregados 39,4 milhões com carteira assinada.
01:01É uma coisa que chama a atenção.
01:03A formalidade tem crescido.
01:05Os dados do Caged que saíram também referentes ao começo deste ano
01:08mostraram uma geração de vagas superior ao que era esperado.
01:11E se imaginava que pudesse haver uma queda, um aumento da taxa de desemprego,
01:16porque janeiro geralmente registra a demissão daqueles contratados no final do ano.
01:22Mas nós tivemos então essa melhoria e também em relação ao rendimento.
01:27O rendimento médio habitual, nós temos aí na informalidade, como eu dizia,
01:3113,4 milhões sem carteira assinada, por conta própria 39,4 milhões de trabalhadores.
01:37E na formalidade nós temos 39,4, aliás, esse dado da formalidade é 39,4.
01:45E trabalhadores por conta própria são 26,2 milhões.
01:50Então a gente vê que a iniciativa também dos trabalhadores prossegue
01:53e teve esse aumento do rendimento médio habitual que subiu para 3.652 reais.
02:00É uma alta de 2,8% no trimestre e de 5,4% em relação ao ano passado.
02:07A massa de rendimentos no país cresceu para 370,3 bilhões de reais,
02:12um aumento de 7,3% em um ano, além da inflação, Tiago.
02:17Então isso é mais dinheiro disponível para os trabalhadores
02:20que cria aquela preocupação do Banco Central se isso pode ir para demanda,
02:23trazer pressões de preços.
02:25Não é o que vem ocorrendo, mas de qualquer modo a gente vê uma resiliência
02:28do mercado de trabalho.
02:29Pode haver até alguma piora justamente pela demissão daqueles contratados
02:33temporariamente no começo do ano, mas a gente vê uma força do mercado de trabalho
02:38que não era prevista.
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