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A taxa de desemprego no Brasil atingiu o menor patamar da história, caindo para 5,4% no último trimestre, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O número de pessoas desempregadas no país recuou para 5,8 milhões, o menor valor registrado desde o início da série histórica, em 2012.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/ulS9-F5PD0s

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Transcrição
00:00Para a economia, o mercado de trabalho segue aquecido ainda com muita informalidade,
00:06mas com recorde de pessoas com carteira assinada.
00:09Denise Campos e Toledo, como a gente deve analisar esses dados do IBGE?
00:14É um copo mais cheio ou copo meio vazio?
00:17Olha, eu acho que foi um copo melhor do que o Caged mostrou ontem.
00:20Ontem o Caged apresentou a pior geração de emprego da nova série histórica
00:25que começa em 2020 com a mudança de metodologia.
00:28Então, houve uma desaceleração na abertura de vagas com carteira assinada.
00:32Mas a PNAD hoje renovou a mínima histórica em termos de desemprego.
00:37A taxa caiu para 5,4% no trimestre imóvel até outubro.
00:41Nós temos uma arte para mostrar mais detalhes da composição, 5,4%.
00:46No trimestre anterior, trimestre imóvel também até setembro, a taxa estava em 5,6%.
00:51Portanto, houve uma nova queda do desemprego.
00:54A população desocupada, 5,9 milhões, menor patamar da história.
01:00E nós temos vários recordes.
01:01A população histórica, a população ocupada, desculpem, 102,2 milhões.
01:07Subutilização, 13,9%.
01:09São aquelas pessoas que estão insatisfeitas com a vaga que conseguiram, com emprego,
01:14horas trabalhadas, remuneração.
01:16Então, essa situação.
01:17População fora da força de trabalho, 66,1 milhões.
01:21E população desalentada, 2,6 milhões.
01:24É um nível muito baixo, historicamente.
01:26A população desalentada é aquela que desiste de procurar uma colocação,
01:30porque vê muitas dificuldades no mercado de trabalho e não é o que tem ocorrido.
01:34Tem ocorrido um aumento de vagas formais e também de vagas informais.
01:40Vamos mudar para outra tela, que traz mais detalhes em relação à composição do mercado de trabalho.
01:46O Tiago estava falando da questão da informalidade.
01:50Não tivemos ainda mudança, mas é isso, Tiago.
01:52Agora sim, Denise, aqui.
01:53Isso.
01:54Carteira assinada, 39,2 milhões de pessoas.
01:57Aumenta de 2,4% no ano.
02:00Então, os trabalhadores formais estão no maior patamar já registrado.
02:05Pode haver, sim, sem carteira, 13,6 milhões.
02:09Houve queda de 3,9% em um ano.
02:12A informalidade está em 37,8%.
02:15Um ano atrás, estava em 38,9%.
02:18É o que eu falava.
02:18Há geração tanto de vagas com carteira assinada como sem carteira.
02:22Por conta própria, crescimento em um ano, 25,5 milhões de pessoas.
02:27E os informais, 38,8 mil.
02:30É aquilo que eu falava, 37,8% da população ocupada.
02:34E nós temos ainda um outro dado que reforça essa força,
02:37a resiliência do mercado de trabalho, que é a questão do rendimento.
02:40Não houve mudança no trimestre imóvel.
02:42O rendimento médio ficou em 3.528 reais.
02:46Mas a massa de rendimento, como aumentou o número de pessoas trabalhando,
02:51cresceu para 357,3 bilhões de reais no mês de outubro.
02:56O novo recorde, aumento de 5% em um ano.
03:00Isso traz preocupações do ponto de vista do objetivo do Banco Central.
03:04A manutenção de juros elevados tem a intenção de desacelerar a atividade econômica,
03:11que isso, em alguma medida, bata também no mercado de trabalho,
03:14reduzindo a demanda e, através de uma demanda menor,
03:17acaba forçando ou induzindo uma desaceleração dos aumentos de preços,
03:22a desaceleração da inflação.
03:24E a gente vê um fôlego importante do mercado de trabalho,
03:27mesmo com a manutenção de juros elevados.
03:30E esse aumento da massa salarial, em certa medida,
03:33acaba compensando o crédito mais caro, o aumento da inadimplência,
03:37o aumento do endividamento da população,
03:39que tem atingido até patamares preocupantes.
03:42Mas, de qualquer modo, as vendas também seguem em alta.
03:45E aí fica aquela dúvida.
03:47O que vai acontecer com os juros,
03:49diante da leitura que o Banco Central fará,
03:51desses dados do mercado de trabalho?
03:53Dados positivos, claro, do ponto de vista social,
03:56mas fica essa interrogação em relação ao impacto na inflação.
03:58Mas, de qualquer modo, as vendas do mercado de trabalho,
04:03mas fica essa interrogação em relação ao impacto na inflação.
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