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A agência estatal iraniana ILNA confirmou neste domingo (1) a morte do ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad, aos 69 anos. Sua residência, no distrito de Narmak, foi atingida durante os ataques coordenados realizados pelos Estados Unidos e Israel iniciados no último sábado (28).

Confira na íntegra: https://youtube.com/live/ynB08BcDoKo

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00:00Só para fazer um resumo das últimas atualizações, novas explosões são registradas neste momento em Teheran, a capital do Irã.
00:09Segundo fontes, a TV estatal do país foi atingida, foi alvo destes ataques.
00:16A morte do ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad foi confirmada oficialmente, tal qual a morte do líder supremo Ali Khamenei.
00:25Isso aconteceu ainda na noite de ontem, na noite de sábado.
00:28A confirmação também vinda de que o comitê interino do Irã está atuando neste momento no lugar do líder supremo
00:37Ali Khamenei.
00:38A partir de agora, a Assembleia dos Peritos, como é conhecida, tem 90 dias para eleger um novo líder supremo,
00:46para escolher um novo líder supremo.
00:48Embora ainda seja muito incerto quando que eles vão conseguir se reunir, quem será também o próximo líder supremo iraniano.
00:57Temos a confirmação de três soldados norte-americanos mortos já nessa operação militar, além de pelo menos nove mortes dentro
01:08do território israelense.
01:09Resultado, inclusive, dos ataques da retaliação iraniana.
01:14Vou começar perguntando para o professor Paulo o seguinte.
01:17Professor, a gente teve a morte do líder supremo Ali Khamenei confirmada.
01:23Essa informação chegou ontem, primeiro através do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,
01:28num pronunciamento que ele fez à população em rede nacional de rádio e televisão.
01:33Depois foi confirmado por Donald Trump e aí sim, por fim, veio a mídia estatal iraniana confirmando a morte de
01:40Ali Khamenei.
01:41Ali Khamenei era o principal rosto, o principal nome, o pilar, digamos assim, da revolução iraniana, da república islâmica no
01:49país.
01:50Muito mais do que apenas um símbolo político.
01:52Agora, Mahmoud Ahmadinejad é um ex-presidente que ficou muito conhecido também,
01:58mas não tem a mesma relevância, o mesmo peso, nem de perto, de Ali Khamenei.
02:05Qual que você entende ser aqui o objetivo, tanto dos Estados Unidos quanto de Israel, com o ataque a uma
02:11figura como o Armadinejad?
02:13Bom, primeiro que a gente tem que lembrar que, tanto no mês passado e no final do ano passado,
02:18o Irã passava por uma série de manifestações nas ruas contra o regime, né?
02:24Principalmente devido às restrições econômicas norte-americanas, que pioraram as condições de vida dos iranianos.
02:31Então, os americanos israelenses se aproveitaram dessa situação para tentar enfraquecer ainda mais o regime do Ayatollah.
02:39No entanto, esse enfraquecimento não necessariamente representa a derrota do regime, né?
02:46Matar o Ayatollah significa substituir um por outro, né?
02:50O regime continua vivo ainda, né?
02:52E nós não sabemos ainda qual é a dimensão dos impactos disso.
02:55Nós vimos manifestações, não só no Irã, populares a favor do regime, né?
03:01Claro que também surgiram vídeos mostrando pessoas dentro do próprio Irã, inclusive, comemorando a morte do Ayatollah,
03:08mas não necessariamente a maioria.
03:10E esses manifestantes contra o regime não constituem uma força militar capaz de acabar, como eu disse, com o próprio
03:20regime.
03:20E outros países da região, como o Paquistão, enfim, até mesmo os países vizinhos do Irã,
03:28têm se manifestado, as suas populações, contra os Estados Unidos e a favor, enfim, do regime iraniano.
03:37Então, embora a estratégia de Israel e Estados Unidos fosse derrubar o governo,
03:43isso não significa que o regime tenha sido derrubado.
03:47E pode ser que as reações sejam as piores, né?
03:50Dentro da região ali do Oriente Médio, o Irã é uma potência bélica, né?
03:55Não, claro, como são os Estados Unidos, uma China, uma Rússia,
03:59mas ainda assim o suficiente para ameaçar o Estado de Israel.
04:02E à medida que um Estado tem a sua soberania violada, como foi o caso do Irã,
04:07a tendência é que esse país e a sua população se radicalize ainda mais,
04:12colocando em risco, principalmente, o Estado de Israel.
04:14As próximas horas dirão qual vai ser o destino dessa situação.
04:19Mas o que a gente pode dizer é que talvez o remédio utilizado por Trump
04:23pode ter efeitos colaterais piores, né?
04:27Em termos sociais, econômicos, políticos.
04:29Com uma grande diferença, por exemplo, em relação à Venezuela.
04:32Venezuela, você tem partidários do Maduro, né?
04:34Mas é um partidarismo político.
04:37Mas no Irã, a gente tem um extremismo religioso.
04:40E quando a gente fala de religião e o extremismo,
04:44a tendência é que as pessoas entrem nesse conflito, né?
04:49Os mais radicalizados, para morrer mesmo, né?
04:52O que dificulta o papel dos Estados Unidos.
04:55E fora que existe também uma premissa das intervenções militares, né?
05:01Da derrubada de governos que não se derruba um governo unicamente com mísseis.
05:06É preciso uma intervenção terrestre.
05:08Com exceção da Segunda Guerra Mundial,
05:10quando os Estados Unidos lançam as duas bombas atômicas sobre o Japão.
05:14Não há na história da humanidade nenhum outro caso semelhante.
05:18Então, a tendência, como eu disse, é trocar seis por meia dúzia.
05:21Vai entrar outro Ayatollah, talvez ainda mais radicalizado,
05:25colocando em risco o próprio Estado de Israel
05:27e a segurança dos Estados Unidos.
05:29Bom, quem se junta a gente nessa conversa
05:31é a professora de Relações Internacionais Milena Souza Lírio.
05:34Professora, muito boa tarde pra você.
05:36Eu queria começar te perguntando já o seguinte,
05:38seguindo essa linha do que vinha falando aqui, o professor Paulo.
05:42Agora, sem a liderança de Ali Khamenei.
05:45Vários líderes, inclusive, do Irã, mortos, assassinados,
05:50nos ataques que aconteceram desde a madrugada de sexta para sábado.
05:54A tendência é justamente essa, de uma radicalização ainda maior na sua avaliação.
06:00A gente pode dizer que o Irã, de repente, está indo para o tudo ou nada
06:03contra os Estados Unidos e Israel?
06:06Boa tarde.
06:07Boa tarde.
06:08Muito obrigada pelo convite.
06:09Acho que antes de responder sobre o ir ou não com tudo,
06:13a gente precisa só fazer uma breve contextualização com relação a essa relação,
06:18porque matar líderes, obviamente, é sempre um dos pontos altos dessa agressão,
06:23que é muito sério, considerando que é como o regime iraniano funciona.
06:28Só que essa estrutura do regime, ela é feita a partir de 79.
06:34Então, quando a gente tem a revolução iraniana e a guarda revolucionária, por exemplo,
06:41ela foi criada para proteger a própria revolução.
06:45E como o próprio professor mencionou sobre radicalização,
06:49sobre as pessoas que estarão dispostas a morrer pela defesa do regime,
06:54não vão deixar isso barato.
06:56Então, o que eu queria considerar com relação a essa contextualização?
07:01Então, quando um líder é atacado em um regime como esse,
07:07a tendência não é a de resolver o problema ou quebrar o regime,
07:14muito pelo contrário.
07:15A tendência vai ser justamente se radicalizar mais, se tornar mais agressivo.
07:20Então, quando a gente olha para os possíveis sucessores,
07:24o próprio filho do Khamenei pode ser uma opção.
07:27Ele é próximo da guarda revolucionária,
07:30ele é próximo das aulas mais conservadoras.
07:32Então, tem uma tendência a tomar continuidade na linha dura.
07:37Mas sobre ir com tudo,
07:40aí eu acho que cabe um comentário sobre a política externa desses estados.
07:46Porque os Estados Unidos e Israel, quando mencionam Irã,
07:51sempre numa perspectiva de que há um problema de segurança internacional,
07:55porque o programa nuclear iraniano estaria evoluindo
08:00e eles não poderiam chegar próximos de ter, então, armas nucleares.
08:05Do ponto de vista do Irã,
08:08há sempre a resposta de que o programa seria um programa nuclear civil,
08:12o acordo que, enfim, era de 2015,
08:15que os Estados Unidos saem em 2018
08:18e que encerrou há pouco tempo,
08:21colocava limitações a esse processo de enfraquecer essa corrida nuclear.
08:30Mas a percepção de política externa do Irã
08:33sempre foi a de sobrevivência do regime.
08:36Então, essa retaliação vai ser, sim, esperada
08:39e não no sentido de acabar com o Ocidente,
08:42mas não apenas de se defender,
08:44mas de impedir que o regime mude.
08:47O que poderia realmente fazer o regime mudar
08:51é se houvesse tanto uma incursão terrestre
08:54quanto uma intensa desestabilização interna,
08:59o que é o que o Donald Trump engajou
09:02em um dos seus comentários,
09:04de que agora o país vai ficar para vocês,
09:08para que vocês possam tomá-lo de volta?
09:11As coisas não são tão simples assim, né?
09:13Tomar o líder de determinados regimes
09:16não faz com que o regime necessariamente saia.
09:19Então, Cuba ainda está sob o mesmo controle,
09:22Venezuela ainda sob o mesmo controle do mesmo partido
09:26e cá estamos agora no Irã.
09:29Só não podemos deixar de mencionar
09:30a política interna desses países
09:32que faz parte da estratégia da atuação de Israel
09:36e Estados Unidos ao atacar o Irã.
09:40É uma mensagem que precisa ser dada de eficiência,
09:44porque existe uma crise também interna,
09:47politicamente, que ataca diretamente as suas lideranças,
09:51tanto Netanyahu quanto o Donald Trump.
09:53Uma crise interna no Irã
09:55que foi muito intensificada nos últimos meses
09:58com o surgimento dos protestos ali a partir de dezembro.
10:02A gente sabe de toda a situação.
10:03É uma crise, uma série de manifestações,
10:06aliás, que começou por conta do custo de vida no Irã,
10:11da questão econômica,
10:12o país com mais de 40% de inflação ao ano,
10:15muito pressionado pelas sanções internacionais
10:17e que agora vai precisar escolher também
10:19um novo líder supremo.
10:21Uma pessoa para suceder, como a gente falou aqui,
10:24Ali Khamenei, que estava no poder desde 1989.
10:29Talvez o nome que mais represente,
10:32obviamente, depois do próprio Atolá Komeini,
10:34o antecessor dele,
10:36a Revolução Islâmica lá no país.
10:38Você mencionou, professor, a figura do filho
10:41de Ali Khamenei, Mojitaba Khamenei,
10:43que é visto como um dos possíveis sucessores,
10:46embora também não se saiba muito sobre o paradeiro dele,
10:48a esposa dele também foi morta
10:50nesses ataques aéreos do último sábado.
10:56Mas um nome que tem se apresentado muito
11:00nas últimas semanas, nos últimos meses,
11:03é de Reza Paleve,
11:04o filho do Shah Reza Paleve,
11:06o último Shah do Irã,
11:09que, enfim, perdeu o cargo em 1979
11:11em meio à Revolução.
11:13Mas aqui a gente está falando ainda
11:15de Reza Paleve,
11:16uma realidade que é muito mais,
11:18parece muito mais hipotética,
11:20parece uma ideia muito mais distante
11:23do que, de fato, uma possibilidade real, né?
11:26De ele retornar ao país
11:28e levar à frente
11:30um novo período monárquico lá no Irã.
11:34Qual é, na avaliação de vocês,
11:36começando pela professora Milena,
11:38a possibilidade do retorno de Reza Paleve
11:41e, consequentemente,
11:43da volta do Irã, talvez, à monarquia?
11:46Apesar da linha conservadora,
11:50o fato de ser filho do Shah
11:52também não é um bom sinal
11:55por conta da própria aceitação, né?
11:57A maneira como o Shah liderou o Irã
12:00não é muito bem vista
12:02por muitas aulas do Irã,
12:05então, talvez, essa popularidade
12:07não seja a que vá emplacar
12:10essa sucessão para o Reza Paleve.
12:13Mas, por conta do conflito em si,
12:16escolha-se, muito provavelmente,
12:18uma linha mais conservadora e dura.
12:20Então, pode ser que o filho da Lika Menei,
12:23dentro dessa narrativa também,
12:27inclusive na mídia estatal,
12:29do martírio,
12:30pode ser que seja uma figura
12:33mais apontada para a sucessão.
12:35De toda forma,
12:36ainda que está nesse contexto
12:38dos clérigos, né?
12:40Do colegiado temporário,
12:42é importante dizer que
12:44esse conflito, muito provavelmente,
12:46vai ser um pouco prolongado.
12:49O Irã tem o Hezbollah,
12:53tem Síria, tem Líbano,
12:55tem Émen,
12:56então, milícias,
12:58as guerras assimétricas
13:02prolongadas
13:03são uma especialidade do Irã.
13:05No ano passado,
13:06quando houve o ataque
13:07à base nuclear,
13:09os Estados Unidos declarou
13:10como certo que tinha
13:11conseguido interromper,
13:14obliterar
13:15a corrida nuclear do Irã.
13:18E nesse contexto agora
13:19de conflito,
13:20existe a possibilidade
13:21dessa corrida ser retomada,
13:23ser acelerada,
13:24com uma escala
13:26de um conflito regional.
13:27Claro, talvez possa ainda ser
13:31muito rápido,
13:32se a gente disser isso,
13:33temos que aguardar,
13:34mas um dos principais riscos
13:36é esse,
13:37a gente ter uma escalada regional
13:39por conta dos aliados.
13:42E é uma guerra
13:44que acaba tendo três níveis,
13:45tanto a de atuação militar direta
13:47dos Estados Unidos e de Israel
13:49com relação ao Irã,
13:51depois regional
13:52por conta dos aliados
13:54e das milícias.
13:55E, em terceiro lugar,
13:56a gente já começa a ter
13:57a possibilidade de impactos globais,
13:59como, por exemplo,
14:00com o fechamento de Hormuz.
14:01Essas medidas,
14:02além de serem
14:03parte dessa estratégia
14:05que o Irã tem
14:06como especialidade
14:07em conflitos,
14:08ou seja,
14:08não é necessário
14:09que o Irã ganhe militarmente
14:11essa guerra.
14:12Ele precisaria fazer
14:13com que o custo
14:14dessa guerra
14:15fosse insustentável
14:17para os Estados Unidos
14:18e para Israel.
14:19Então,
14:20o que a gente vai ter que ver agora
14:21são as movimentações políticas,
14:23então,
14:23o sucessor
14:24é, talvez,
14:25um ponto
14:27extremamente decisivo,
14:29que vai mostrar
14:30muito dos caminhos
14:31do conflito,
14:33tanto quanto
14:34um ataque
14:34de mísseis,
14:36porque,
14:36afinal de contas,
14:37vai mostrar qual o caminho
14:38que o Irã vai definir.
14:39Professor Paulo,
14:40quando a gente fala do Irã
14:41não necessariamente
14:42precisar vencer a guerra
14:45militarmente,
14:45a gente lembra
14:46de uma guerra
14:47que o Irã viveu
14:48por muitos anos
14:49e que não teve um vencedor,
14:50claro,
14:51que foi a guerra
14:51Irã-Iraque.
14:52A guerra durou
14:53dez anos aproximadamente,
14:54nenhum país saiu ali
14:56declaradamente vencedor,
14:57ainda assim,
14:58a figura de Khamenei
14:59naquela ocasião
15:00ficou muito forte
15:01com aquele conflito.
15:02Então,
15:02vai muito no sentido
15:03de como se vende
15:04essa história
15:05para a população iraniana
15:07nesse momento?
15:08Exato,
15:09e principalmente
15:10o fato de que
15:11o regime iraniano
15:12está fundado
15:13numa constituição
15:16que pretende
15:16a extinção
15:17do Estado de Israel.
15:18A gente não pode esquecer
15:19isso,
15:19isso é constitucional,
15:20pode parecer uma loucura
15:22para a gente,
15:22mas o Khamenei,
15:25ele sempre articulou
15:27todos os conflitos
15:29que o Irã se envolveu
15:30a uma espécie
15:32de sabotagem
15:33ou tentativas
15:35nos bastidores
15:36de Israel
15:36intervir sobre
15:37o Estado iraniano.
15:38Por isso mesmo
15:39que a gente estava
15:39discutindo agora há pouco
15:40o quanto é difícil,
15:42apesar de se matar
15:43a liderança Khamenei
15:44mudar o regime,
15:45porque é preciso mudar tudo,
15:46e o Shah assumir também
15:48o poder,
15:49o filho do Shah,
15:50também é quase
15:51uma missão impossível,
15:52já que ele foi destituído,
15:53o Shah,
15:54de 1979,
15:57por acusações
15:58de corrupção
15:58e um excesso
15:59de ocidentalização
16:00do Irã.
16:01Não pode esquecer
16:02que as mulheres,
16:02inclusive,
16:03gozavam de muitas liberdades,
16:05podiam frequentar
16:06tranquilamente
16:07as universidades,
16:08não precisavam usar burca,
16:09usavam minissai.
16:11Então,
16:12a gente tem que considerar
16:13que boa parte
16:13da população do Irã
16:14é extremamente
16:15conservadora,
16:16no sentido
16:17xiita,
16:18radical,
16:19então não basta
16:21apenas matar
16:22o Khamenei.
16:23E a memória dele,
16:24como uma liderança
16:25que resistiu
16:26durante décadas
16:27aos Estados Unidos,
16:28a Israel,
16:29ficará forte,
16:31enfim,
16:31mesmo com a sucessão
16:33agora
16:33do Ayatollah.
16:35Se torna um mártir
16:36de fato, né?
16:37Pois é,
16:37porque uma guerra
16:38você não vence
16:39unicamente
16:39com a força bélica,
16:40você vence
16:41simbolicamente.
16:43E não há
16:44nenhum indício
16:45de uma vitória
16:46simbólica norte-americana,
16:47né?
16:47Ao contrário,
16:48a morte de uma
16:49grande liderança,
16:50como o Ayatollah Khomeini,
16:52tende a despertar
16:53um sentimento
16:53de nacionalidade,
16:54revolta e resistência,
16:56caso ainda haja
16:57algum tipo
16:58de tentativa
16:59de intervenção
16:59sobre o território
17:00iraniano.
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