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O mercado de trabalho está passando por uma revolução silenciosa. Segundo especialistas ouvidos pelo Documento Jovem Pan, a Geração Z presenciou o estresse de seus pais e decidiu que não quer o mesmo formato de vida. Entenda como o nomadismo digital e a busca por conexões mais flexíveis estão forçando as empresas a repensarem o significado de sucesso e acesso no século XXI.



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Notícias
Transcrição
00:08Música
00:14Documento Jovem Pan
00:17Viver sem endereço fixo, transformar o mundo em casa e fazer da mobilidade um estilo de vida.
00:24O domadismo digital passou a fazer parte da realidade de milhões de pessoas.
00:28E esse número só cresce.
00:31Mas o que está por trás dessa escolha?
00:34Trata-se de uma busca por liberdade, de uma mudança geracional ou de uma nova forma de entender o sucesso
00:41e a felicidade?
00:42No documento Jovem Pan de hoje, você vai conhecer histórias, desafios e reflexões sobre quem decidiu trocar a estabilidade pelo
00:52movimento.
00:53Música
01:00A palavra nômade tem origem no latim e surgiu para designar povos pastores que se deslocavam frequentemente em busca de
01:10novas pastagens para seus rebanhos.
01:12O que era uma necessidade na antiguidade se transformou em estilo de vida hoje em dia.
01:19A palavra nômade passou a ser acompanhada de digital.
01:23Isso porque a tecnologia permitiu que profissionais exerçam seu trabalho remotamente enquanto viajam o mundo.
01:31O domadismo digital basicamente é um trabalho home office.
01:35A grande diferença é que esse home pode ser em qualquer lugar do mundo.
01:38Então o que define o domadismo digital é que ele pode trabalhar remoto, mas ele pode trabalhar de qualquer lugar
01:42do mundo.
01:42Seja da cidade dele, seja do estado dele, seja do outro lado do mundo.
01:46Então eu acho que o fato de você poder executar o trabalho que seja feito de qualquer lugar do mundo
01:50e possa fazer isso em movimento é o que define realmente o domadismo digital.
01:56E uma coisa do brasileiro é que a gente acaba gostando bastante de viver em comunidade.
02:00Então o brasileiro está sempre procurando uma comunidade de nômades, uma comunidade que tenha pessoas para jogar vôlei, para fazer
02:07alguma atividade.
02:08Diferente às vezes do nômade estrangeiro, que muitas vezes ele já fica muito mais na dele, porque ele já está
02:12acostumado a fazer isso.
02:13Acho que o latino tem essa coisa mais de comunidade, de relacionamento.
02:21O nomadismo pode parecer uma prática recente à primeira vista, mas remonta ao início da humanidade.
02:28Os primeiros hominídeos eram nômades e viviam de acordo com a disponibilidade de recursos em cada região.
02:36O nomadismo também esteve presente nas rotas comerciais antigas, período no qual teve um papel fundamental na difusão de conhecimento
02:45e tecnologia e na formação de redes globais.
02:49A domesticação de animais e o surgimento da agricultura foram marcos importantes para o fim da predominância do nomadismo,
02:57embora ainda existam comunidades que seguem essa organização.
03:01Fatores como o desenvolvimento urbano, conflitos armados e mudanças climáticas se tornam ameaças para os poucos povos que vivem no
03:11sistema nômade.
03:12Bom, o nômade vem lá, né, dos povos nômades, antes da agricultura.
03:17A gente está trazendo esse nômade digital porque a pessoa, com o advento de todo esse mundo que a internet
03:22produciou, que se chama digital, né,
03:25a pessoa trabalhar remotamente. Mas assim, a vontade de viajar e trabalhar em lugares diferentes sempre existiu.
03:33As gerações mais velhas, eu, o Baby Boomer aqui, fui publicitário nos primeiros 20 anos de carreira, sempre quis trabalhar
03:39remotamente,
03:41mas o remotamente seria em outro lugar. Agora a gente pode trabalhar para o lugar aquele, estando em outro.
03:51Bom, eu sou nômade desde 2015 e aí eu peguei toda aquela, era antes da pandemia, onde a gente tinha
03:58que se virar,
03:59enfim, as pessoas não lidavam muito bem com o home office, não lidavam muito bem com, enfim, com o nomadismo
04:04digital e com o trabalho remoto como um todo.
04:07Depois que veio a pandemia, eu percebi muito esse movimento, de muita gente trabalhando home office,
04:11se descobrindo que ao fazer home office podia trabalhar de qualquer lugar do mundo, e aí eu vi esse boom
04:16de nomadismo digital crescer.
04:18Então, sim, o nomadismo digital acabou passando por essa fase temporária ali durante a pandemia,
04:23muita gente se vislumbrando e achando que poderia ser nomad digital.
04:27Mas uma coisa importante sobre o nomadismo digital é que ele é um conceito que surgiu em 97.
04:32Em 1997 já se falava sobre nomadismo digital e esse conceito ele falava basicamente que as pessoas,
04:38por conta da tecnologia e por conta da infraestrutura que a gente teria, elas poderiam trabalhar de qualquer lugar do
04:43mundo.
04:44Então, assim, o nomadismo digital como um todo, ele existe há quase 30 anos, se a gente for pensar, e
04:50ele vai continuar existindo.
04:55Então, hoje no mercado de trabalho, a gente vai ter aí pelo menos quatro gerações convivendo, né?
05:01A gente tem ainda, convivendo, a gente ainda tem os baby boomers do mercado de trabalho, né?
05:06Em geral, mais próximos de se aposentar ali, mas tão ativos.
05:11Você vai ter geração X, você vai ter geração Y, que são os famosos millennials, que é onde eu estou,
05:16e você vai ter a geração Z, que é onde você está.
05:18E daqui a pouquinho vai ter a alfa, né?
05:21Então, a gente vai ter daqui a pouquinho mais uma geração aí no mercado de trabalho.
05:23E é interessante nessa questão de gerações, porque é importante a gente saber de onde vêm essas classificações.
05:31Porque geração não é como se fosse um signo, assim, que tem o capricórnio, o câncer, o touro,
05:38nem um tipo sanguíneo.
05:39O que define a teoria do que é uma geração em outra, são transformações culturais muito intensas.
05:48Então, as pesquisas sociológicas, antropológicas, elas acabam estabelecendo esses recortes geracionais
05:55com transições muito grandes de estilo de vida, que são marcadas por fatores sociais extremamente irrelevantes.
06:01Como, por exemplo, guerra mundial.
06:03Como, por exemplo, a descoberta da internet.
06:06Como, por exemplo, inteligência artificial, que a gente está vivendo agora.
06:10Então, esses marcos sociais e culturais, eles alteram muito a maneira como a gente se relaciona no campo afetivo,
06:20como a gente se relaciona com o trabalho, a maneira como a gente vive.
06:24E aí, baseado nessas transformações, é que é feito um recorte.
06:27Opa, então essa galera aqui, eles são diferentes.
06:31E é interessante que, geralmente, a mudança de uma geração para outra estabelece um antagonismo.
06:38Porque uma geração, ela tende a ser uma resposta à outra.
06:42Então, há essa diversidade muito grande.
06:45E, naturalmente, isso vai fazer com que as pessoas tenham relações diferentes com o trabalho.
06:54Há uns 12, 13 anos atrás, eu pesquisei pré-adolescentes,
06:59querendo saber se eles já tinham pensado o que fazer no futuro.
07:04Porque agora a IA está requentando um conceito que vem lá de trás,
07:11lá em 2012, 2013, que é 70, 80% das ocupações do futuro ainda não foram inventadas.
07:18Isso não é novo, tá?
07:19A IA está requentando.
07:20Isso foi falado muito em 2012, 2013.
07:23E eu entrevistei mais de 100 pré-adolescentes,
07:26perguntando o que você quer fazer no futuro.
07:28E, praticamente, foi o NAMI, não sei.
07:31Claro, 13 anos, a pessoa vai morrer com 130, é 10% da vida.
07:36Em 13 anos, a pessoa lá, nos anos 80, já tinha que saber o que tinha que fazer.
07:39Mas o que eles disseram mais da metade?
07:43Não sei o que eu quero fazer, mas eu não quero fazer o que o meu pai faz,
07:46e muito menos o que a minha mãe faz.
07:49Ou seja, lá, desde 2012, eu venho alertando as empresas,
07:53porque eu trato isso nas minhas palestras.
07:56Vem aí uma geração, e ela chegou, que são vocês,
07:59que não nos tem como exemplo de conduta.
08:02Porque todas as gerações anteriores tiveram alguma geração,
08:06alguém mais velho, eu avisei isso em 2012, 2013.
08:10Vem aí uma geração que não vai querer trabalhar como a gente trabalha,
08:14porque eles me dizem, meu pai não tem tempo pra mim,
08:16minha mãe não olha pra mim, meu pai só reclama do trabalho,
08:18minha mãe tá muito estressada.
08:20Ou seja, o jeito que a gente trabalha não será o jeito deles.
08:25Não por necessidade, mas por escolha.
08:28A chegada da internet, a conexão global,
08:31a expansão das plataformas digitais e uma nova relação com o consumo
08:36abriram espaço para um novo estilo de vida,
08:39no qual a flexibilidade é mais importante do que a estabilidade tradicional
08:44e a experiência se torna tão relevante quanto o rendimento financeiro.
08:49Em todo o mundo, os nômades digitais já somam 35 milhões
08:54e a expectativa é que cheguem a 1 bilhão até 2035,
08:59segundo o relatório global da Freigomé.
09:02Economicamente, eles têm, atualmente, os chamados nômades digitais,
09:07que se deslocam em diversos países, diversas cidades,
09:14eles têm um impacto, eu diria assim que eles têm, na verdade,
09:17um impacto do ponto de vista do montante de recursos movimentados
09:23que não chega a ser tão significativo em economias grandes
09:26como a americana, brasileira e alguns países europeus.
09:30Mas em países menores, como, por exemplo, Uruguai, Portugal
09:34e alguns países da América Central, como a Costa Rica,
09:37que também recebe muitas pessoas assim,
09:39acabam tendo uma influência grande na questão do custo de hospedagem,
09:46hotelaria ou Airbnb, que muitos preferem o Airbnb
09:49por entenderem uma opção mais cômoda e mais econômica,
09:55mas principalmente a comodidade.
09:57Lá no início desse século, eu comecei a ver
10:00alguns detalhes comportamentais de criança
10:03e alguns jovens inovadores, mais puxadores de tendência,
10:09que a gente começou a falar lá no início do século,
10:11olha, nós vamos migrar de uma sociedade em que é importante ter
10:16para ser mais importante ter acesso.
10:19Eu acho que passados já 25 anos desse novo século,
10:23já quase 30 anos que temos, quase que todo mundo tem internet
10:28nas empresas, eu acho que chegou esse ter acesso
10:32finalmente a ser mais importante do que ter.
10:34Obviamente que o status ainda faz parte do dia a dia das pessoas,
10:39mas o ter acesso é que transforma esse nômade aí
10:43num minimalista em consumo, ele vai para Airbnb,
10:48ele racha consumo de qualquer outra coisa, até de roupa.
10:52Então, tudo isso é fruto de uma tendência
10:56que a gente já verificou lá atrás,
10:57de ter acesso, ocupar o espaço de simplesmente ter.
11:05A gente vive um contexto de vida
11:09que tem uma tendência cultural de conexões mais líquidas,
11:16então, uma flexibilidade nos modelos de vida,
11:19e isso fala sobre moradia, relacionamentos,
11:24endereço fixo, formato de trabalho e por aí vai,
11:26e a gente consegue ver isso em movimentos bem claros,
11:29como o crescimento do trabalho remoto,
11:34a possibilidade de locações de curta temporada,
11:38agora com plataformas, enfim.
11:41Então, tem muitas coisas que são respostas
11:44a um movimento cultural de uma sociedade
11:46de conexões mais líquidas.
11:48Então, o nomadismo digital pode partir desse lugar,
11:52em a pessoa adotar um estilo de vida com menos raízes,
11:56e que permita uma flexibilidade, inclusive, geográfica.
12:01E existe também a busca do nomadismo
12:04como se ele fosse trazer algum tipo de alívio
12:07ou até cura para uma insatisfação.
12:10Então, muitas vezes, a pessoa não está satisfeita
12:13com o seu trabalho ou com a sua vida como um todo,
12:18e aí há um entendimento de que essa mudança externa,
12:22essa mudança de ambiente,
12:26esse afrouxamento de alguns laços,
12:29ele pode trazer leveza e felicidade,
12:31o que muitas vezes é um erro.
12:34Muitas vezes a pessoa busca essa cura, entre aspas, geográfica,
12:38achando que, indo para longe de onde estão os problemas,
12:43ela vai ficar livre dos problemas,
12:45quando, na verdade, geralmente os problemas estão dentro da gente
12:48e eles vão nos acompanhar onde a gente vai.
12:50Então, eu vejo que o movimento tem, em linhas gerais,
12:55essas duas motivações fortes.
12:57Uma, que eu acredito que ela pode ser realmente
13:00um estilo de vida saudável, feliz,
13:03tenho amigos, inclusive, que vivem nessa condição,
13:05mas também já conheci casos de pessoas
13:09que buscaram esse modelo como uma forma de sanar
13:13uma inquietação, uma dor,
13:15e dificilmente daí é um movimento que funciona.
13:19Então, a ciência, ela tem comprovado que sim,
13:22a elevação da felicidade no trabalho,
13:25ela é também a elevação de indicadores
13:27bastante importantes para o negócio.
13:28Mas aí, existe uma segunda forma de responder
13:31que é bem simples.
13:32para e pensa você.
13:34Pensa num dia que você está se sentindo muito bem
13:37e como é que é a tua energia de trabalho,
13:39como é que é a tua capacidade de produção
13:40e pensa num momento que você está muito mal
13:44emocionalmente, psiquicamente
13:45e como que isso reflete na tua performance,
13:49na tua capacidade de, enfim, desenvolver projetos
13:51e por aí vai.
13:52Só com esse olhar empírico,
13:53você consegue ver que isso é uma verdade.
13:55A gente, se sentindo bem com a vida,
13:57a gente tem mais potência.
13:58Então, é muito simples isso,
14:01de observar em si mesmo.
14:03Mas, se a gente precisar dos números,
14:05eles estão aí também para comprovar
14:06que isso faz sentido.
14:10Agora, cabe ao profissional e à profissional
14:13deixar bem claro o que é lazer
14:15e o que é trabalho.
14:16O que eu acho mais legal do nomadismo digital
14:19é esse equilíbrio entre curtir a vida e trabalhar,
14:25que passa isso no mundo.
14:26Porque estando numa outra cultura,
14:29num outro país, numa outra cidade,
14:32inevitavelmente vai ter um grande ganho em vida
14:35associado ao trabalho.
14:37De novo, para mim, é maturidade,
14:39é a maneira como a pessoa se mostra
14:40que vai a gente talvez separar o que é trabalho,
14:44o que é lazer, o que é estilo de vida.
14:46É por aí, por maturidade.
14:47E postura.
14:48Esse lifelong learning, aprendizado contínuo,
14:52muita gente fala, mas poucos praticam.
14:56A gente ouve muitos falar nisso,
14:58mas se estuda muito pouco hoje em dia,
15:01e eu estou falando de todas as gerações.
15:03Agora, trocar de cidade, trocar de cultura,
15:07trocar até mesmo de país,
15:09trocar de atividade,
15:10trocar de carteira de clientes,
15:13mesmo que a pessoa não queira,
15:15é um aprendizado contínuo.
15:16Então, quanto mais a pessoa se mover,
15:20mais ela vai entrar em contato com novas culturas,
15:23novos desafios.
15:24Então, assim, o lifelong learning acontece ao natural.
15:26Se ela ainda puder estudar de verdade,
15:29estudar a cultura,
15:31estudar o novo negócio que ela está trabalhando,
15:33estudar o mercado,
15:34o segmento onde está inserido,
15:36melhor ainda.
15:37Mas está faltando leitura.
15:39Eu acho que está tendo muito lifelong
15:41e está tendo pouco learning.
15:47Bom, eu trabalho com marketing digital.
15:49Nos últimos 18 anos, mais ou menos,
15:52eu trabalhei com isso.
15:53E desde que eu virei nomad digital,
15:54eu continuei trabalhando com isso.
15:56Enfim, trabalhando para clientes brasileiros,
15:57trabalhando com campanhas de marketing digital,
15:59de mídia e tudo mais.
16:01Por que os países querem que a gente vá
16:02como nomad digital para lá?
16:04Para que a gente movimente a economia,
16:05para que a gente alugue um apartamento,
16:06para que a gente compre no supermercado,
16:08para que a gente faça turismo.
16:09Então, isso para os países pode ser muito interessante.
16:12E é por isso que o Brasil propriamente lançou isso
16:13e tem muito gringo que vai para o Brasil
16:15e adora o Brasil e vive por anos no Brasil
16:17com esse visto de nomad digital.
16:19Então, essa parte legal é muito importante
16:21quando a gente pensa em nomadismo,
16:23porque não é só sair viajando.
16:24A gente tem que cuidar das burocracias,
16:26tem que cuidar da parte financeira.
16:27E talvez uma parte legal é isso.
16:28O mundo está se abrindo para o nomad digital.
16:30A gente tem muitos países que querem a gente,
16:32querem que a gente fique um ano, dois anos,
16:33que a gente leve família
16:34e que a gente possa explorar.
16:36Então, para mim é muito legal,
16:37porque eu posso sair explorando diversos países muito legais,
16:40como Portugal, Espanha, como Noruega,
16:43os próprios Emirados, Brasil, enfim.
16:45Tem muitos países que já tem essas oportunidades
16:47para nomad digitais.
16:52Histórias tem bastante,
16:54mas uma coisa que eu queria falar
16:56e que eu acho que é bem interessante
16:57é que antes de ser nômade,
16:59eu era uma pessoa muito mais tímida,
17:00eu era uma pessoa que não tinha tantos amigos,
17:02eu não era uma pessoa que se considerava tão interessante.
17:04O nomadismo, ter viajado por mais de 70 países,
17:07ter rodado pelo mundo, enfim,
17:09estar há 10 anos na estrada,
17:11fez com que, primeiro,
17:12eu me tornasse uma pessoa muito mais interessante,
17:14eu conhecesse muito mais de cultura
17:15e eu resolvesse, talvez,
17:16um problema que eu tinha mais psicológico,
17:18que era essa questão de amizade,
17:19de contato e tudo mais,
17:21que hoje eu não tenho mais esse problema.
17:26Eu sou jornalista,
17:27meu nome é Luísa,
17:28eu sou jornalista,
17:29e eu acho isso.
17:29Tchau.
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