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O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) a revogação do Decreto nº 12.600/2025, que incluía trechos estratégicos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A medida, que abria caminho para estudos de concessão à iniciativa privada e obras de dragagem, foi cancelada após mais de 30 dias de protestos intensos de lideranças indígenas. A crise culminou na ocupação do porto da multinacional Cargill, em Santarém (PA), por comunidades que temiam impactos ambientais e sociais irreversíveis em seus territórios.

Assista à íntegra:
https://youtube.com/live/N6RdnHuSy1c

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Transcrição
00:00O governo federal anunciou que vai revogar um decreto do presidente Lula que incluía três hidrovias na Amazônia no Programa
00:07Nacional de Desestatização.
00:09O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, falou sobre essa decisão. Acompanhe.
00:15Os povos indígenas vêm de uma manifestação de mais de 30 dias questionando o decreto, apontando os efeitos que poderiam
00:24ter para suas comunidades, também para quilombolas e ribeirinhas.
00:28A Secretaria-Geral da Presidência e o Ministério dos Povos Indígenas têm feito o diálogo nesse período e após um
00:35processo de discussão dentro do governo, que ouviu várias posições, hoje se firmou a decisão pela revogação do decreto 12
00:45.600.
00:46Bom, aí a fala de Guilherme Boulos. Deixa eu perguntar para a Dora Kramer.
00:49Isso ganhou uma projeção muito grande nos últimos dias, né?
00:53E agora o governo acaba revogando em meio a todo esse protesto que nós tivemos, principalmente no fim de semana.
01:00Dora?
01:01Pois é, falando para o público dele, o público que não pode ser abandonado, claro, que por mais que seja
01:09um público fiel,
01:11nunca é bom, né, às vésperas da eleição se fazer esse abandono.
01:15E você vê que não é por acaso, que quem faz esse anúncio é justamente o Guilherme Boulos,
01:23que foi colocado ali para fazer a interlocução entre o governo e os movimentos,
01:30bom, que a gente chama genericamente de movimentos sociais,
01:34mais exatamente com esse tipo de movimento.
01:38Então, acho que está tudo dentro de um script eleitoral do governo,
01:44claro, como tudo, qualquer coisa que se faça esse ano, e não é só governo, gente.
01:49Qualquer coisa que se faça na política, governistas ou oposicionistas.
01:54Atenção é em relação às privatizações, né, que não é usual num governo como o do presidente Lua.
02:00Denise.
02:00Agora, isso ia dar um problema, Thiago, em relação à posição dos próprios quilombolas,
02:06quanto à possibilidade de haver uma gestão privatizada dessas estradas.
02:11Houve invasões, inclusive, de empresas na região para se tentar preservar a independência.
02:16Então, foi mal visto, inclusive empresários acusaram o governo de ter criado toda essa situação equivocada,
02:23em que não havia clareza de como é que seria a gestão dessas rodovias,
02:27e se poderia haver algum estrago, algum desrespeito a demarcações na região.
02:32Então, foi um equívoco do governo, eu acho que não é tanto assim,
02:36há uma conversa agora com a própria base de apoio,
02:38mas o governo percebeu que poderia haver transtornos muito maiores entre empresários
02:43e os quilombolas dessa região por conta das condições do decreto.
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