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O ex-ministro Maílson da Nóbrega não poupou críticas ao governo e afirmou que o PT é uma das causas do Brasil continuar pobre, apontando ideias econômicas "ultrapassadas" da década de 80. A bancada do Morning Show debate se o foco em gastos públicos e empresas estatais é um erro estratégico ou a solução para o país. Entenda os riscos de um possível colapso fiscal e o que esperar da economia até 2027. #MorningShow

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Transcrição
00:00Porque é o seguinte, olha a afirmação, as políticas econômicas do Partido dos Trabalhadores,
00:07esse tipo de ação está sendo alvo de críticas muito fortes no mercado financeiro,
00:12na vida social brasileira de uma forma geral.
00:16Mas agora foi a vez do ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega,
00:20foi ministro nos anos 80, ele foi ministro de Sarney, do José Sarney,
00:25aquela fase difícil do Sarney.
00:26Então ele está dizendo que o Brasil, ele falou exatamente isso,
00:31uma entrevista exclusiva ao portal Poder 360, ele avaliou a gestão do PT
00:37e disse que o PT é uma das razões principais por o Brasil ainda não ter se tornado um país
00:45rico.
00:46Vamos ouvir o que disse o ex-ministro Maílson da Nóbrega.
00:50Na economia, o PT nasceu com ideias já ultrapassadas,
00:54nos anos 80, ano de sua fundação,
00:57que é a ideia de que o que impulsiona a economia é o gasto público.
01:03Uma rejeição à abertura da economia,
01:08uma má vontade com o Banco Central,
01:11que vários prósteres do PT imaginam até hoje
01:15que o Banco Central deve ser parte das políticas do governo.
01:20Então, quando você põe dinheiro, o governo põe dinheiro na mão dos pobres,
01:24isso significa aumento da demanda por bens e serviços.
01:27Mas se a oferta não crescer na mesma velocidade,
01:32você provoca um desequilíbrio,
01:35em que a economia cresce, mas vem em seguida
01:38uma inflação que pode ficar sem controle,
01:41que prejudica particularmente os pobres,
01:44que é o segmento que o PT jura proteger.
01:47Então, o PT é prisioneiro dessas ideias.
01:51Uma, outra, de que as empresas estatais são estratégicas, né?
01:58Quando estratégico para o país,
02:00sobretudo o que quer se tornar rico é a educação,
02:03e não as estatais.
02:06Muito bem, está feito o ringue.
02:08Por favor, Noiola, pode subir no ringue
02:11e diga por que o ex-ministro tem ou não razão.
02:17O ex-ministro bastante equivocado.
02:19Deve ser, inclusive, a razão pela qual
02:21já não tem nenhuma significância no cenário político
02:24há bastante tempo.
02:25Dito isso, inclusive, quero citar aqui um artigo
02:28recente do Pedro Fernando Nery,
02:30feito, salvo engano, no Estadão,
02:34onde ele mostra, com dados específicos,
02:38quem foi o ministro da economia
02:41que mais reduziu a pobreza no país.
02:43O nome desse ministro é Fernando Haddad.
02:45Foi quem teve o melhor resultado
02:48no sentido de redução da pobreza.
02:50Dados, números, fatos.
02:52O Nóbrega parece ser um grande torcedor
02:55contra o governo, sem elementos fáticos.
02:59Ignora, de maneira absoluta,
03:02importância de empresas estratégicas.
03:04Posso falar aqui com algum nível de propriedade
03:07da Petrobras, onde eu fui quase 10 anos concursado,
03:10e que presta um serviço essencial ao país,
03:13um grande orgulho nacional.
03:15A única parte que ele acerta
03:17é quando ele fala de valorizar a educação,
03:18o que não impede, em absoluto,
03:21todo o restante do esforço.
03:23Ele cita, inclusive, a inflação,
03:25que é importante lembrá-lo,
03:27ex-ministro, está absolutamente sob controle
03:31e dentro da meta,
03:32inclusive com indicação da ata do Copom
03:35de redução da taxa de juros
03:36durante o ano de 2026.
03:39É o famoso voo de galinha?
03:41Não voo de galinha, né?
03:42Porque o voo de galinha sobe e cai, sobe e cai.
03:44O voo de galinha,
03:45um voo de cruzeiro, de galinha, Jesse?
03:49Eu diria que é uma excelente analogia
03:51e discordo totalmente do que o Paulo coloca,
03:56que quando nós estamos falando
03:58sobre a crítica do ministro,
04:00e veja que a crítica do ministro
04:01não é nem a esquerda,
04:03a crítica do ministro é
04:04ao modelo econômico do PT,
04:08a ele, ele fala,
04:09estão com umas ideias lá do século XIX,
04:11foram contra plano real,
04:13foram contra autonomia do Banco Central,
04:15eles foram contra vários pontos
04:17de modernização aí.
04:18E aí o que acontece?
04:19Quando a gente olha para o Brasil,
04:21nós temos que entender
04:22que nós estamos sim
04:24numa situação econômica difícil
04:26comparada a pessoas,
04:28a pessoas não,
04:28a países que estavam
04:29no mesmo patamar
04:31que nós estávamos nos anos 70,
04:3380,
04:35como por exemplo,
04:36China e Índia.
04:37E aí o que a gente precisa avaliar?
04:39A gente precisa avaliar
04:39que a estrutura desses anos
04:41são dois mandatos
04:42do presidente Lula,
04:44um mandato e meio
04:45da presidente Dilma Rousseff,
04:47depois agora temos de novo
04:49o presidente Lula.
04:51Então são muitos anos,
04:53não tem muita alternância de poder,
04:55e que isso prejudica bastante,
04:57questões de infraestrutura,
04:59questões energéticas,
05:00então não dá para ignorar
05:02que existe sim
05:02uma forte,
05:03grande responsabilidade
05:05dentro deste modelo.
05:06E o que o ministro coloca
05:08é que a esquerda
05:09deveria sim ter um partido
05:10mais moderno,
05:12quem sabe um PDT da vida,
05:15algo que olhasse mais
05:16para as nuances desse tempo,
05:18para as modificações
05:19e potencializasse isso.
05:20E não é o que vem acontecendo
05:22dentro do debate político
05:24no Brasil.
05:26Então nós vemos um PT
05:27que cada vez mais se afasta
05:29dessa modernidade,
05:31que cada vez mais se nega
05:32a olhar para a corte de gastos.
05:35e que ele coloca no livro aí,
05:37na entrevista,
05:38que estamos nos aproximando
05:39de um grande problema fiscal
05:41para 2027.
05:43É, eu acho que ele aponta
05:44algumas questões econômicas
05:45muito interessantes,
05:46inclusive a relação
05:47de oferta e demanda,
05:49onde ele traz essa pontuação
05:51de que, de certa forma,
05:53o PT criou uma política
05:55de suprir a demanda
05:58daquelas pessoas mais pobres,
05:59não permitindo que elas consigam aí,
06:02de alguma forma,
06:03pela educação,
06:04pela geração de empregos,
06:05ter autonomia.
06:07Mas sim,
06:08vem cá que eu te ajudo
06:09a suprir essa demanda sua pontual
06:12e aí a gente tem
06:13aquele contrafluxo.
06:14É por isso que a gente tem
06:15tantos ciclos difíceis
06:17de controlar
06:17de épocas de inflação mais baixa,
06:19depois inflação mais alta,
06:21taxa de juros mais baixa,
06:22de repente a taxa de juros
06:23nas alturas.
06:24Porque a gente não tem, de fato,
06:26um sistema econômico vigente
06:27que ele fomente a economia
06:29por si só.
06:30Que é basicamente dizer,
06:32cada vez a gente tendo mais empregos,
06:34mais pessoas com uma renda digna,
06:36porque a gente mostrou aqui ontem
06:38como o encarecimento do custo de vida,
06:41como está caro viver,
06:43a gente precisa que as pessoas
06:44realmente consigam gerar dinheiro
06:46para esse dinheiro entrar
06:47no ciclo da economia.
06:48que está caro para todo mundo.
06:50É caro para quem paga,
06:51é pouco para quem recebe.
06:53Uma dessas causas,
06:54também apontadas pelo ministro,
06:56é, por exemplo,
06:57a desoneração muito ampla.
06:59Então, menos imposto para as empresas,
07:01para que elas possam empregar mais,
07:04mas não é uma ação suficiente
07:06para que elas possam, de fato,
07:08gerar mais empregos.
07:10Tem o crédito também subsidiado,
07:11com juros abaixo do mercado,
07:13o que também não gera
07:15um aquecimento na economia.
07:16e o aumento forte de gastos públicos.
07:18Isso aí faz com que a receita
07:21desse crescimento
07:21não cresça o bolo.
07:24É, nós trouxemos também aqui
07:25há poucos dias, né,
07:26o tamanho da folha salarial do governo,
07:29o quanto o custo básico de governo,
07:32além do pagamento de servidores,
07:34com as viagens, com outros custos,
07:36como isso é um sapo gordo, né?
07:41Porque ele não consegue dar um pulo,
07:43um salto direito,
07:44porque ele está tão pesado,
07:45quando ele tenta sair do chão,
07:46ele dá só um pulinho.
07:47E, às vezes, ao invés de pular,
07:48ele cai, ele vai para trás.
07:50E tem questões aqui
07:51que são estruturais, assim.
07:53PT, na minha visão,
07:54também é uma das razões,
07:55tem muita responsabilidade aí.
07:58Mas tem questões estruturais do Brasil
08:00que a população precisa ser ciente.
08:03Vamos pegar o caso das emendas.
08:05As emendas, muitas vezes,
08:07vão sem o devido lastro,
08:08sem o devido cuidado.
08:09Muitas vezes estão envolvidas, sim,
08:11nós vimos aqui denúncias,
08:13as situações de investigações
08:14que estão em cursos e até concluídas
08:15de esquemas do uso desse dinheiro público.
08:18Então, é difícil ter o desenho
08:20de um projeto de país,
08:22pensa como se fosse uma empresa.
08:24Cada um pega um dinheiro
08:26para um investimento diferente,
08:28sem ter um plano estratégico.
08:29Falta ao Brasil o plano estratégico
08:31para atingir os objetivos.
08:33Atingir os objetivos de melhora,
08:36crescimento da nossa economia
08:37e potencialização dos investimentos
08:39para virem para o Brasil.
08:40Isso não está acontecendo.
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