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O presidente Lula encerrou 2025 exaltando os recordes econômicos do país, mas a bancada do Morning Show questiona: esses números chegam ao bolso do brasileiro? O debate analisa o tom de campanha antecipada para 2026, o lançamento de uma cartilha para a militância virtual e a dificuldade do governo em converter propaganda em percepção real de melhora. Marketing ou realidade? Confira!
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NotíciasTranscrição
00:00Presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em sua conta na rede social X uma mensagem nessa quarta-feira
00:07afirmando que o Brasil encerra 2025 com ótimas notícias e recordes sobre recordes e indicadores econômicos e também sociais.
00:17Ele traz em tópicos algumas dessas boas notícias.
00:21Então diz que o país teria alcançado a menor taxa de desemprego da história,
00:25registrou o maior número de trabalhadores com carteira assinada, maior número também de turistas estrangeiros.
00:32Lula também destacou a projeção de inflação controlada, o desempenho do mercado de capitais
00:38e maior volume de investimentos estrangeiros desde 2012,
00:43além de desejar um feliz ano novo às famílias brasileiras e também reafirmar o compromisso dos avanços em 2026.
00:51Bom, João, é um balanço macroeconômico muito do positivo, eu diria, hein?
00:56Sem dúvida, né? Colocando os pontos que ele entende positivos e sempre no sentido eleitoral, né?
01:01Já que agora estamos oficialmente no ano das eleições de 2026, né?
01:06Que já tinha começado a campanha, entre aspas, e agora começa de fato.
01:10Tem alguns pontos ali, o Lula coloca, especialmente a questão da Bolsa de Valores.
01:14Muitos falam que a Bolsa realmente cresceu bastante, vários recordes,
01:16mas no valor dela em dólar, ela segue numa dinâmica ali constante.
01:21Então, há de se questionar essa questão também.
01:24Então, vários pontos que ele menciona têm um viés, né?
01:26Pode se colocar do lado positivo ou do lado negativo.
01:30E ele faz o papel dele como presidente, né?
01:32Tem que ficar o tempo inteiro noticiando os seus feitos, né?
01:36Não há uma clareza ainda.
01:37Ele menciona a questão do imposto de renda, falam vários temas, né?
01:41E ainda são efeitos que tendem a perdurar no tempo.
01:45Não sabemos ainda qual será o impacto na eleição,
01:48considerando até que o voto tem um caráter muito emocional, né?
01:51Até a data da eleição podem acontecer várias coisas.
01:54As principais que eu vejo que podem pegar no Lula
01:56seriam especialmente questões de segurança pública,
01:58como foi no Rio de Janeiro.
01:59Por exemplo, uma operação daquela que teve, aquela famosa recente,
02:03as portas da eleição.
02:04Certamente, algumas dinâmicas aí na sociedade
02:07podem afetar o resultado da eleição, Soraya.
02:09Agora são 10 horas e 25 minutos.
02:11O pessoal da rádio faz um rápido intervalo.
02:13Daqui a pouquinho a gente está de volta.
02:15E seguimos aqui comentando essa publicação
02:18do presidente Lula nas redes sociais,
02:20exaltando, né, Elias, um pouco dos feitos,
02:23que, segundo o Lula, foi recordes atrás de recordes.
02:27E como o João disse, né?
02:30É um tom de campanha eleitoral já clássico, né?
02:33Ele está com a máquina na mão e é isso que ele vai fazer.
02:36Daqui para frente é o que a gente vai acompanhar.
02:38Não, com certeza.
02:38Uma coisa que a gente pode dizer que ele tem qualidade
02:42é justamente fazer o marketing do seu trabalho.
02:45E não vou falar que ele está errado
02:46em colocar essas questões do desemprego,
02:48mas tem uma questão que é fundamental,
02:51que não está acontecendo.
02:52E aí eu posso perguntar, inclusive, aqui para os amigos
02:55e para o público que nos assiste,
02:56que é a questão da percepção.
02:58Ele está falando que está sem desemprego,
03:00carteira assinada, pontos positivos, juros e etc.
03:03Mas quem está nos assistindo tem essa percepção?
03:05Quem saiu agora na ceia para comprar os seus produtos de ceia,
03:09comprar a picanha, comprar tudo isso que também foi objeto de imagem
03:14do presidente Lula, sentiu a situação mais fácil?
03:18O dinheiro está sobrando, né?
03:19A questão, então, é de percepção.
03:21Agora, tem muita questão emotiva quando o João colocou
03:24e eu acho que essa eleição,
03:26ela será muito mais de retórica e de emoção
03:29do que, de fato, de números...
03:31Candidato que você odeia, né?
03:32Vota no que você não odeia, exato.
03:34Quem tem mais injeição vai perder, né?
03:37Mais ou menos assim.
03:38Então, assim, é legal ver a apostagem dele,
03:40mas eu acho que alimenta somente o lado eleitoral
03:45e das pessoas que o apoiam, né?
03:46Hugo, quanto isso pesa nas eleições?
03:49Porque, como o Elias traz, né?
03:50Será que na outra ponta, do lado da população,
03:54as pessoas conseguem pontuar todos esses pontos aí positivos?
03:59Soraya, o João colocou muito bem, né?
04:01Até a eleição, muita coisa pode acontecer.
04:05E a população, ela sente, não é?
04:07Então, de fato, o que vai acontecer
04:10até o dia que nós formos eleger
04:14o presidente, os governadores, senadores,
04:17muita coisa pode acontecer.
04:18Agora, essa percepção que o Elias colocou,
04:22ela é bem plausível,
04:24porque, assim, o salário, ele não representa aquilo.
04:28O poder de compra do brasileiro, ele está muito baixo.
04:30E isso faz com que as pessoas não consigam comprar
04:33muitos produtos ou produtos de qualidade.
04:37E isso, no resultado final, acaba pesando.
04:39Eu acho que isso é algo que atrapalha o dia a dia.
04:44Claro, inclusive as contas,
04:45que janeiro é aquele mês
04:47que a gente já fica desesperado, né?
04:50Vem reajuste atrás de reajuste,
04:53contas que já são clássicas do mês de janeiro.
04:57E é isso, mais reajustes também,
05:01passagem de ônibus.
05:04A população que sente que precisa disso,
05:07sente no bolso.
05:07É curioso, né?
05:09Porque se a gente olhar de fora,
05:12ele não vai chegar numa rede social
05:13para falar, realmente, isso está ruim,
05:15isso está péssimo, eu fiz isso de errado.
05:16Ah, não, não vai falar.
05:17Ninguém faria isso, nem nós fazemos
05:18nas nossas redes sociais.
05:20Mas eu quero muito estimular
05:22que nossos políticos todos
05:23possam fazer campanhas mais criativas,
05:26alguma coisa mais interessante,
05:28menos populista.
05:29O que faltou nessa publicação, por exemplo?
05:32Eu acho que ninguém quase...
05:33O povão não lê o X, primeiramente.
05:36Então, ela veio direcionada a uma elite, primeiramente.
05:38Então, eu estimulo os marqueteiros,
05:41e você trabalha com política, né, Elias,
05:43a pensar em coisas que sejam mais criativas,
05:47mais inteligentes, mais interessantes,
05:49para o povão.
05:49O uso das redes sociais
05:52foi uma forma também
05:54de atrair alguns eleitores mais jovens
05:57que usam as redes sociais,
05:59mas não, talvez,
06:00esse público que você está se referindo.
06:03É, e talvez,
06:04eu estimulo mesmo,
06:05eu quero ver, gostaria de ver,
06:07nessas próximas eleições que tem deepfake,
06:09que vai ter muito uso de rede social,
06:12de inteligência artificial,
06:14para que a gente possa ver coisas
06:15que sejam realmente inteligentes.
06:18Eu gostaria muito,
06:19e espero estar aqui
06:20para poder falar sobre isso.
06:21Ô, Carla,
06:22essa receita que você falou aí
06:24do que,
06:25de como fazer isso,
06:27eu acho que é o sonho
06:27de todo publicitário.
06:29Mais do que ganhar
06:29na mega da virada,
06:31eles sonham
06:31em fazer com que o povo
06:33saiba os feitos
06:34de cada um dos políticos,
06:35e não apenas do presidente Lula,
06:37mas de qualquer um deles,
06:38governador, senador,
06:40porque, obviamente,
06:41é o desejo de todo mundo.
06:43Deixa eu receber o pessoal da rádio
06:44mais uma vez,
06:4510 horas, 29 minutos,
06:46Morning Show no ar,
06:48sejam bem-vindos.
06:49Eu sou Soraya Lawante,
06:50estou com você
06:51nessa quinta-feira,
06:52e a gente está repercutindo
06:53aqui a publicação
06:54do presidente Lula
06:55nas redes sociais,
06:56que exaltou ali,
06:57de uma forma,
06:58a macroeconomia,
07:00dessa reta final
07:02de 2025,
07:04e a gente está comentando
07:05o que a população
07:06enxerga ou interpreta
07:09desse tipo de publicação,
07:10quando vê.
07:11Pois é,
07:12como a Carla bem colocou,
07:13o X,
07:14a rede social X,
07:15em teoria,
07:16é onde ocorre
07:17o debate público,
07:18as pessoas fazem notas
07:19pelo X,
07:19enfim,
07:20mas é realmente,
07:21em teoria,
07:22uma elite,
07:23existem outras redes sociais,
07:24evidentemente que o conteúdo
07:25será replicado em outras,
07:27e há também
07:28uma dificuldade
07:29do governo Lula
07:30em orbitar ali
07:32na rede social,
07:33já,
07:33uma aproximação
07:34de influencers,
07:35reuniões são feitas,
07:37e você tem
07:37alguns influencers ali,
07:39vinculados ao chamado
07:41campo progressista,
07:42que até reclamavam
07:44do governo Lula
07:44de uma clareza ali
07:46de diretrizes,
07:47e agora eles têm
07:47essas diretrizes,
07:49parte lá do Lula,
07:50e a direita acaba sendo
07:51um pouco mais forte
07:51nas redes sociais,
07:52até pelo meu entendimento
07:54que é maioria
07:55da população,
07:56o que se identifica
07:58como direita,
07:58até as pesquisas recentes,
08:00evidentemente que
08:01há uma dificuldade ali,
08:02alguma parte se identifica
08:03como bolsonarista
08:03e também de esquerda,
08:05não há uma clareza
08:06muito grande,
08:06mas em a direita
08:07não tem,
08:07não sequer um partido
08:08para chamar de seu,
08:10então há toda essa dificuldade,
08:11e um dos números
08:12apresentados pelo Lula,
08:13que é a questão
08:13do tal do pleno emprego,
08:15ela é muito questionada,
08:16especialmente pelo empresariado,
08:18com a dificuldade
08:19de contratação
08:19de mão de obra,
08:20muitos apontam
08:21um excesso
08:22de benefícios sociais,
08:24e a retirada
08:25de quem recebe
08:26esses benefícios sociais
08:27do cálculo,
08:28que essa manobra também
08:29de cálculo
08:31acabou levando
08:32a essa questão,
08:33porque é questionável,
08:33se a pessoa que recebe
08:34benefício social
08:35ela é desempregada
08:36ou não,
08:37se eu retiro da conta,
08:38evidentemente que aumenta,
08:39mas o número de fato
08:40aumentou de carteira assinada,
08:42e aumentou também
08:43a questão dos turistas,
08:44está batendo recorde,
08:45mas há de se levar em conta
08:46que tem um gap ali
08:47da pandemia,
08:48que isso é fundamental
08:49na explicação.
08:50Tem um ponto também,
08:51que eu acho que,
08:52pegando aqui um gancho
08:53que o João colocou,
08:54ontem, dia 31 do 12,
08:56o PT Nacional
08:57lançou uma cartilha
08:58para redes sociais,
09:02e foi muito curioso,
09:03eu dei uma olhadinha
09:03por cima,
09:04um PDF,
09:05e lá menciona
09:06como que a militância
09:07virtual do PT,
09:09os apoiadores do PT,
09:11se comportem
09:12ao longo desse ano,
09:14então você vê
09:14o quanto que já estamos
09:15no calendário eleitoral,
09:16quer dizer,
09:17no último dia do ano,
09:18o partido político
09:19solta um documento
09:20como esse,
09:21já é com um viés eleitoral,
09:23e é bem interessante,
09:24inclusive ali pedindo
09:25para os militantes
09:26não usarem termos
09:27como genocida,
09:29coisas do tipo,
09:30talvez ali tentando...
09:31Falando que daria processo,
09:33que poderia dar processo.
09:34O processo de ter a conta
09:35bloqueada,
09:36então o receio deles
09:37é justamente esse,
09:38e é interessante
09:39porque tem essa questão
09:41da direita ter utilizado
09:42muito melhor as redes sociais,
09:43mas tem um outro ponto também,
09:45que é uma crítica
09:47que a gente fez
09:48nesses três anos
09:48do governo Lula,
09:49que é a falta de comunicação
09:51e clareza
09:51das peças publicitárias,
09:53o Lula 3,
09:54ele não conseguiu ter...
09:56Ali teve o pé de meia
09:57um pouquinho,
09:57mas nem se compara
09:58com programas do passado
09:59como o Fome Zero,
10:00Bolsa Família,
10:01etc.
10:01E ele tem essa dificuldade
10:03de se conectar,
10:04mas eu acho que...
10:06E aí vem também
10:06a questão da regulação
10:08da internet, etc.
10:09Mas eu acho que agora
10:10eles estão entendendo
10:11que não tem outro caminho
10:12a não ser ter uma força digital
10:14um pouco mais forte.
10:15O Gustavo,
10:16eu acho que só antes,
10:17que essa cartilha
10:20faz parte
10:20de uma certa renovação
10:21que a esquerda
10:22está querendo promover
10:23ou não tem nada a ver?
10:24O esforço acontece,
10:26existe por parte da esquerda,
10:29no caso do PT,
10:31mas eu acho que esse esforço
10:33ele é contínuo,
10:34constante,
10:35acontece há bastante tempo,
10:36desde as manifestações
10:38de 2014,
10:40se não me engano,
10:41eles viram ali
10:42que a movimentação
10:43das redes sociais
10:44não era das melhores.
10:46mas eu acho
10:47que o grande problema
10:49não é apenas
10:50do Lula.
10:51Todo governo
10:52tem um problema
10:53em comunicar
10:54os seus feitos
10:55para a população.
10:57Aquelas propagandas
10:58institucionais,
10:59elas entram
11:00nos veículos
11:00de comunicação
11:01como peças publicitárias.
11:03De modo natural,
11:05genuíno,
11:05como a gente diz
11:06nas redes sociais,
11:06orgânico,
11:07eu acho que eu não vejo.
11:09A gente tinha
11:10uma dificuldade grande
11:11quando o presidente Temer
11:12estava governando
11:14em mostrar o que estava
11:15sendo feito de bom,
11:16porque viam,
11:17aquele governo lá
11:18é um governo
11:19muito elitista.
11:20Aí quando você vê,
11:21você viu o governo
11:22Bolsonaro,
11:24o pessoal mais à esquerda
11:25falava,
11:26ah, mas ele é troglodita,
11:27meio bagunceirão.
11:28Aí quando você tem o Lula,
11:29o pessoal fala,
11:30ah, mas tudo que o Lula
11:31faz é tudo,
11:32é campanha,
11:33ele só quer fazer
11:33campanha política.
11:35Então é um pouco difícil
11:36fazer com que as coisas
11:37do governo,
11:38as coisas públicas,
11:39boas,
11:40que existem em ambos
11:42os lados,
11:43e existe sempre
11:44boas coisas em ambos
11:45os lados,
11:46sejam mostradas
11:47para a população,
11:48porque o que chega
11:49são as tragédias.
11:50A gente sempre recebe
11:51tragédia o dia inteiro,
11:53lado A,
11:53lado B,
11:54a gente só recebe
11:55o que é ruim.
11:56E aí a pessoa,
11:57a população também sente,
11:58né,
11:59e vai acompanhando
12:00de acordo com o que sente
12:01da sua rotina ali,
12:03do seu cotidiano.
12:03E fica cansado,
12:05porque alguém comentou aqui
12:06sobre o fato de,
12:07ah,
12:07tá fazendo campanha já,
12:09então fica,
12:09soa como,
12:10ah,
12:10o cara só quer se promover,
12:13que chato,
12:14porque o ruim do Brasil
12:16é isso,
12:17o cara se elege
12:18e ele já está pensando
12:19na reeleição,
12:20então tudo passa a ser
12:22uma campanha adiantada.
12:24E esse mandato
12:26começou com uma certa
12:27popularidade,
12:28foi caindo,
12:29ele ganhou um gap ali
12:30na metade para o fim,
12:32e aí ganhou ainda mais fôlego
12:34para ele querer se reeleger,
12:35né,
12:36ir para um quarto mandato ainda.
12:37Não,
12:37e ele fala abertamente
12:38o quarto mandato,
12:39internamente ali falam muito
12:41que ele não aguentaria,
12:42a questão de saúde e tal,
12:43mas eu acho que ele,
12:44eu imagino que ele sairá,
12:46né,
12:46tem uma tese até do Dorgan,
12:48o Renato Dorgan fala
12:49que acredita que será o,
12:50que ele não sairá,
12:52né,
12:52mas considerando esse boneco
12:54eleitoral,
12:54entre aspas,
12:55aí que ele montou,
12:56o imposto de renda,
12:57pé de meia,
12:58enfim,
12:58vários programas de ordem,
12:59no meu entendimento,
13:00populistas,
13:01não faria muito sentido
13:02ele não sair candidato.
13:04É óbvio que,
13:04em questão orçamentária,
13:06muitos apontam
13:062026,
13:072027,
13:07uma possibilidade até
13:08de uma quebra,
13:10né,
13:10entre a relação
13:11dívida PIB,
13:12enfim,
13:13né,
13:13e despesas e receita.
13:14Mas agora a gente tem
13:15um orçamento aprovado
13:16de 6,5 trilhões,
13:17né,
13:18mais de 60 bi
13:19para emendas parlamentares,
13:20acho que os parlamentares
13:21vão tranquilos,
13:22né,
13:22não vão pegar tanto
13:24no pé assim do Lula
13:24com essas emendas.
13:25de 6,5 trilhões.
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