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A Associação Brasileira de Bancos promove em São Paulo um encontro para discutir as perspectivas do setor bancário, a estabilidade financeira e o papel do Banco Central nos próximos anos. O evento reúne executivos do mercado e representantes do BC, incluindo o presidente Gabriel Galípolo, para um balanço de 2025 e projeções para 2026 e 2027.

Em entrevista ao Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC, Leandro Villain, CEO da associação, falou sobre inflação, juros, política monetária, o caso Banco Master e os desafios regulatórios do sistema financeiro.

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Transcrição
00:00A Associação Brasileira de Bancos promove em São Paulo um encontro para discutir perspectivas do setor bancário e a estabilidade financeira nos próximos anos,
00:10com participação de representantes do Banco Central e também executivos do mercado.
00:15O evento inclui um balanço de 2025, projeções para este ano agora, 2026 e já 2027,
00:23e um painel também sobre o papel do Banco Central na estabilidade do sistema financeiro.
00:29Quem está acompanhando tudo de perto é o Rafael Coracine, que já chega aqui ao vivo no Pré-Market com os detalhes.
00:36Rafael, bom dia para você.
00:40Oi, bom dia para você e para quem nos acompanha.
00:43Estamos aqui com o Leandro Villen, que é CEO da BBC, que é uma das principais associações de bancos do país, reúne 125 instituições.
00:52Leandro, bom dia.
00:54Hoje um evento importante aqui com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
00:58O que deve ser discutido, tantos assuntos aí desde o começo do ano, rolando do ano passado também, né?
01:04O que exatamente vai ser o mote do evento?
01:06Bom dia para você.
01:07Bom dia.
01:08Bom dia a todos.
01:09É uma oportunidade incrível estar aqui com o presidente do Banco Central, falando um pouco das entregas que foram feitas em 2025,
01:15e olhando a perspectiva para 2026, 2027.
01:18Muita coisa aconteceu nesse último ano que passou, diversas lições.
01:23Então, aqui eu acho que tem um momento que a gente está vivendo um momento transformacional do sistema financeiro.
01:28E com relação à inflação para 2026, a gente já vê alguma evolução nas projeções?
01:35Isso deve bater diretamente na projeção de juros também?
01:38Como que a gente pode terminar 2026 no que diz respeito principalmente à inflação e juros?
01:43O Boletim Foco já tem apontado uma queda da inflação, os indicadores já começam a mostrar.
01:50É uma inflação resiliente ao longo desse último ano que passou, mas finalmente começa a dar sinais de que começa a retroceder.
01:57Isso vai dar uma oportunidade boa para que a curva de juros possa vir caindo a partir já de março.
02:03Há uma sinalização do cupom de que possa refletir nessa queda.
02:08E essa queda é importante para retomarmos a atividade econômica e conseguirmos crescer.
02:12Como que você avalia o papel do Banco Central até aqui?
02:16É, fantástico.
02:17Acho que o Banco Central tem feito um trabalho muito bom na parte política monetária,
02:22mantendo as taxas de juros, infelizmente são taxas de juros elevadas,
02:25em função de uma inflação que ainda é resiliente.
02:28Um cenário internacional complexo, não é simples.
02:32E, portanto, acho que o Banco Central tem feito o seu papel, sim, com maestria.
02:36O Banco Central tem atuado bastante também na questão do Banco Master.
02:39Como que o setor bancário vê as decisões do BC e se tudo isso tem levado a um certo amadurecimento do setor?
02:47Sem dúvida nenhuma.
02:48Acho que todo o evento de liquidação do banco for um evento extremo, não é um evento favorável.
02:55Eu acho que o sistema, nesse momento, tira desse processo algumas lições aprendidas.
03:02E essas lições vão refletir em novas resoluções, novas regulamentações,
03:05que serão feitas com tempo, com calma.
03:08Então, eu acho que aqui tem algumas lições aprendidas, sim,
03:12e a gente vai discutir isso hoje, agora pela manhã, ao longo do dia.
03:16Tem algumas decisões já no horizonte com relação, de repente, a mudanças no FGC?
03:23Barreiras de entrada para instituições financeiras,
03:25para que casos como o do Banco Master não venham a acontecer novamente?
03:29Não, na verdade, o FGC tem um papel importante, é um recurso privado para poder atender em casos de eventos de liquidação,
03:37e, portanto, exerce um papel extremamente relevante na proteção do consumidor,
03:42e a gente tem que preservar o FGC a qualquer custo.
03:45Então, aqui eu acho que não há nenhuma mudança radical, não podemos pensar em radicalismo,
03:51mas eu acho que há uma evolução.
03:53E parte dessa evolução é natural da regulamentação.
03:56Inclusive, em 2025 já tivemos mudanças, em 2004 também já tivemos mudanças.
04:01Então, esse é um processo natural que vai acontecendo na medida em que a gente vai aprendendo com o mercado.
04:07Legal, agradeço, então, ao Leandro Villen, que é CEO da ABBC, uma das principais associações de banco.
04:14Estará presente aqui com a gente hoje num evento importante que reúne instituições financeiras privadas
04:20e também o Banco Central do Brasil.
04:23Eu volto com vocês no estúdio.
04:24Obrigada, Rafael.
04:26Agradeço também ao Leandro pela participação.
04:29Rafael acompanhando aqui um evento do setor bancário,
04:33projetando aí as projeções, objetivos para esse ano,
04:37também fazendo um balanço do que foi o ano passado.
04:40Obrigada pelas informações.
04:41Obrigada.
04:42Obrigada.
04:43Obrigada.
04:44Obrigada.
04:45Obrigada.
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