- há 7 meses
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00:00Muito bom dia, que essa terça-feira, olha, seja de muita luz pra você que está aqui nos assistindo, tá certo?
00:14Que a sabedoria, que o amor possam guiar a sua família hoje e sempre.
00:20E a gente começa amanhã falando de um assunto que toca o coração de pais e mães e educadores.
00:25A educação e saúde emocional das nossas crianças e adolescentes.
00:30Gente, educar não é fácil, eu digo por experiência própria, tá?
00:35Com tantas telas, tanto excesso de informação, né?
00:39Os vínculos familiares mais frágeis, a gente se pergunta como educar com afeto, como educar com qualidade,
00:46como estar presente de verdade na vida dos nossos filhos e filhas, né?
00:51Principalmente nesse período de férias, pais e mães com a correria do trabalho acabam deixando a criança e o adolescente o dia inteiro na televisão, no celular, né?
00:59Como é que a gente pode estreitar esse laço de afeto, esse vínculo com os nossos filhos e filhas, né?
01:04A gente recebe hoje aqui no estúdio o professor Hugo Monteiro Ferreira, que é o autor desse livro aqui.
01:11Olha, gente, agora o meu chão são as nuvens, né?
01:14As famílias contemporâneas e os desafios da educação de crianças e adolescentes.
01:20Professor, bom dia, tudo bem? Seja bem-vindo.
01:23Bom dia, muito obrigado pelo convite e uma alegria poder estar aqui.
01:27É um grande desafio educar criança e adolescente hoje em dia, né?
01:31Muito, sobretudo porque criança e adolescente nos dias atuais estão atravessados pela internet, pelas telas, pelos celulares, pelos tablets, pelos computadores.
01:44Hoje você tem esse elemento como sendo provocador para perguntar cadê a brincadeira, cadê o lazer, como é que está a convivência dentro de casa,
01:54como é que está o diálogo dentro de casa, como é que está qualificado isso no dia a dia das famílias.
02:00Então, as telas tomaram muito espaço, tomaram muito tempo, afetam a saúde mental.
02:07E moldam uma personalidade também, né?
02:09Moldam, sim, porque você...
02:10Porque criança fica respondona, porque vê aquela menina na novela sendo respondona, fazendo alguma coisa, imita, né?
02:17Ou do TikTok, ou da influenciadora que usa base, que usa maquiagem, né?
02:22Dez anos estão fazendo skincare, minha gente, com dez anos de idade.
02:26Sim, sim, tem uma influência muito grande.
02:28A gente sempre sofreu influência das telas, da televisão, mas hoje em dia não é só a televisão.
02:34A televisão passou a ser um objeto bem menos importante.
02:38Hoje em dia é a tela pequenininha, a tela que está na tua mão, que está na minha mão, está na mão da criança, está na mão do adolescente.
02:43Quando a gente sabe que não deveria, por exemplo, os estudos apontam que criança até 12 anos não deveria ter rede social digital.
02:50E até 16 anos, ou seja, entre 12 e 16, só para finalidades pedagógicas.
02:57Mas não é essa a realidade que a gente vê.
02:59A gente tem uma família hoje muito desfuncional, desestruturada, que muitas vezes o pai e a mãe, porque querem, porque precisam também,
03:08de um certo descanso, de ir trabalhar, soltam na mão do menino, soltam na mão da menina uma tela, um celular, um computador, um tablet.
03:16O próprio pai e mãe ficam no celular o dia inteiro também, né?
03:19Muito, adulto é muito usual, ele é muito usuário de tela e muito...
03:24A gente fala muito que criança está usando muita tela, que criança está usando muito computador, muito tablet,
03:31mas, na verdade, quem mais usa é adulto, não é criança e adolescente.
03:36Só que, obviamente, quando eu já estou desenvolvido, as repercussões na minha saúde mental são diferentes de uma criança que está em desenvolvimento.
03:46Então, muito importante para o pessoal, para a galera que está em casa, não deixa teu filho e tua filha pendurados em computadores.
03:54Cria lazer, cria ambiência de divertimento, de entretenimento.
03:58É isso que eu pergunto, quais são as estratégias, né? Para a gente livrar a tela, né?
04:03Acordos podem ser feitos dentro de casa, horários estabelecidos, horários, inclusive, de permanência, né?
04:09De estarem juntos ali. Quais são as estratégias?
04:13Eu acho que a primeira estratégia é fazer uma rotina mesmo.
04:16Tipo assim, o que é que a gente vai fazer na segunda-feira, na terça, na quarta, na quinta, final de semana,
04:22que é um momento em que você pode sair com seus filhos, tem parques gratuitos, tem praia,
04:28você pode economizar um pouquinho de dinheiro para pegar um cinema no final de semana.
04:33Então, tem alternativas. Você tem como contar a história para o seu filho.
04:38No lugar dele ir dormir pendurado no celular, você vai lá, lê um livro, conta uma história.
04:43Você tem como criar jogo na família.
04:45Sabe aquele jogo, jogo que você pode provocar, não a concorrência, mas a colaboração,
04:52a participação, a ludicidade, a imaginação crescente.
04:56Quer dizer, tem alternativas.
04:58Agora, primeiro, como adulto e como adulta, a família precisa ter consciência.
05:03Porque também, se for nessa onda de que está tudo perdido, que eu não tenho tempo,
05:08que eu estou cansado, que eu já estou estressado, então não tenha filho.
05:12Ô, professor, e aquela história assim, né?
05:15Hoje em dia, muitas mães da geração, que é a minha millennial, né?
05:19Que cresceu com aquela mãe mais dura, né?
05:23Do castigo, da chinelada, não sei o que.
05:26Hoje em dia, quer fazer uma educação positiva, né?
05:28De compreensão, de afeto, de escuta.
05:32Só que aí a gente fica nessa, né?
05:34Eu escuto, mas ainda não quer fazer, não sei o que lá.
05:37Como é que acha esse meio termo, assim?
05:40Dentre essa educação positiva, que muita gente chama de passiva, né?
05:44Que é uma educação meio frouxa, né?
05:46E uma educação mais rígida.
05:48Então, nesse livro, eu mostro como a violência pode destruir uma família.
05:53Então, eu sou contra qualquer tipo de violência contra criança e adolescente.
05:57Eu não apoio.
06:00Também não apoio permissividade.
06:02Ou seja, faz tudo na hora que quer, do jeito que quer, do modo que quer.
06:05Também isso não funciona.
06:07Porque isso é um outro tipo de violência, né?
06:08Você tem essa violência que é mais dura, mais explícita,
06:12e você tem outra violência que é a negligência.
06:14Então, o que é que eu sugiro?
06:15Eu sugiro confiança.
06:17Você tem que desenvolver confiança com o seu filho.
06:20Se você desenvolver confiança com o adolescente, com criança,
06:23você consegue estabelecer roteiro de autoridade.
06:27Autoridade não é autoritarismo.
06:29Autoridade é um jeito que eu lido.
06:31Por exemplo, eu chego aqui, tem uma autoridade.
06:34Hugo, você tem que sentar nessa cadeira, você tem que ser microfonado,
06:36você tem que estar olhando para essa...
06:37Isso é tudo autoridade.
06:39Então, são acordos coletivos que você faz.
06:41Mas isso você só faz se tiver confiança.
06:44E você só tem confiança se aquela pessoa perceber que você é genuína,
06:48que você é séria.
06:49Imagina uma pessoa que diz assim, não minta e mente.
06:53Não faz isso e faz.
06:55Não olha para... e olha.
06:56Então, você tem que passar para o seu filho e para a sua filha uma respeitabilidade.
07:00Irrespeitabilidade está no exemplo.
07:03Aquela história de que, ah, você faz o que eu mando e não o que eu faço, é balela.
07:09Criança e adolescente, faz o que você faz.
07:12Então, você tem que ver seu exemplo.
07:13É a pedagogia do exemplo.
07:15Coisa antiga, que não precisa de muita discussão.
07:18Então, para ter um lá legal, assim, que as pessoas sejam sinceras e possam dizer,
07:25mãe, eu estou sentindo isso, pai, eu estou sentindo aquilo,
07:28é preciso que o pai e a mãe também tenham essa postura.
07:30A mãe, a mãe, o pai, o pai.
07:32Não importa a configuração da família.
07:34O que importa é que a família tenha cuidado.
07:36Que a família seja cuidadosa, amorosa.
07:38Que a família seja generosa.
07:40A generosidade é muito importante para a criança e o adolescente entenderem
07:44como é que é o ritmo da vida.
07:46A vida não pode ser um processo de só eu, eu, eu.
07:51A vida tem que ser coletiva.
07:52Então, ensina para o filho, para a filha, a viver a coletividade.
07:55Eu costumo dizer, viver em quilombo.
07:58E deixar a criança se frustrar também, não é?
08:00Sim.
08:00A gente está passando pano ali.
08:03Não traz meu filho, não.
08:05Não consigo nem falar.
08:06Vamos supor, uma criança está ali fazendo futebol.
08:10O técnico deu um expor, uma orientação.
08:12Ah, vou pegar meu filho e vou embora porque eu não gostei.
08:15Deixa a criança se frustrar.
08:17É claro que dentro dos limites, não é?
08:19Da respeitabilidade.
08:20Mas deixa a criança se frustrar.
08:21Porque ela tem que aprender o que é a vida desde cedo, não é?
08:24E não crescer aquele adulto mimado egocêntrico.
08:28Isso, porque a frustração faz parte do desenvolvimento humano.
08:32Então, se frustrar é da natureza humana.
08:34O que não é da natureza humana é ser violentado.
08:38É ser violentada.
08:40E aí, nesse livro, eu também trago um ponto que eu acho muito importante.
08:43Que é como educar meninos para que os meninos não violentem as meninas.
08:47Eita, que maravilha.
08:48Porque eu vejo que as famílias ainda educam meninos como se estivéssemos no século XIII, no século XII, no século XI.
08:57O menino não chora, né, menino?
08:59Não tem emoção, não tem sentimento, não é vulnerável.
09:03Ele é pronto para ser o grande provedor.
09:06Garanhão.
09:06Isso.
09:07Com sete anos de idade, o povo fica perguntando, cadê a namorada?
09:10Pelo amor de Deus, gente, deixa o menino ser criança.
09:13Não vai adultizar, já diria o Felca aí, que trouxe esse alerta.
09:17Não vai adultizar a criança com sete anos, que nem sabe o que é namoro, nem sabe o que é casamento, sabe nada disso.
09:22Você não precisa provar a orientação sexual do seu filho, não.
09:26Porque com sete anos de idade, você quer arrumar uma namorada para o menino?
09:29Ave Maria, é.
09:30Isso, mas você está certíssima.
09:32Um dos problemas é tentar fazer o menino ser esse macho alfa, entendeu?
09:37Menino não precisa ser macho alfa, o menino precisa aprender a respeitar a mulher.
09:41Exato.
09:41Porque se ele aprende a respeitar a mulher, ele aprende a fazer família.
09:45Porque quem destrói a família, geralmente, é esse espírito de dominação, esse espírito de poder, de propriedade.
09:54Aí os caras estão aí, matando as mulheres, entendeu?
09:56O feminicídio altíssimo.
09:58E muitas vezes começa ali, dentro de casa, educando o menino para ser o grande machão.
10:04Então, o machão não está com nada.
10:05O que está com tudo é uma pessoa que sabe respeitar, que sabe se respeitar e que sabe cuidar de criança e adolescente.
10:13Professor, maravilhosa a sua fala.
10:15Primeiro de tudo, diga seu Instagram para quem quiser lhe acompanhar, suas palestras, enfim.
10:21Meu Instagram é arroba Hugo Monteiro Ferreira.
10:25Inclusive, eu uso muito para falar sobre as minhas ideias.
10:27Sim.
10:28E eu faço palestras no Brasil todo, fora do Brasil.
10:32Esse livro foi lançado na Binal, aqui em Recife, mas ele já é conhecido no Brasil todo.
10:36Acabei de lançar em São Paulo.
10:38Foi o livro mais vendido do 6º Congresso Internacional de Educação Parental.
10:45E ele vem na esteira de um outro livro que eu tenho, que se chama A Geração do Quarto, que é um best-seller.
10:51Sim.
10:51Está na décima edição e eu agora quero transformar este também no best-seller.
10:55E vai ser, porque olha, leitura obrigatória, tá? Onde é que as pessoas encontram? Na internet, livraria?
11:00Qualquer livraria física, porque é a editora autêntica que o publicou, é uma editora de grande potência, de grande distribuição nacional.
11:08E também nos sites de venda, entre eles o site da Amazon, que é um site que você encontra facilmente o livro.
11:15Olha, o professor nem me deu ainda, mas eu já me ouviu esse exemplar aqui, nem me deu oficialmente, mas já estou pedindo, tá?
11:23Porque a leitura, de fato, gente, é obrigatória para pais, mãos, educadores, avós, avós, tá?
11:29De como podemos nos relacionar melhores, né? De forma melhor com nossos filhos e filhas, tá certo?
11:36Professor, muitíssimo obrigada, tá certo?
11:39Muito obrigado por me receber aqui, parabéns pelo programa.
11:41Ana, muito obrigada, muito bacana aí suas palavras, sua mensagem, né? A sua pesquisa, né?
11:46Você que é professor lá da Rural, né? Da UFRP.
11:49Isso, o Departamento da Educação.
11:51Exatamente, muito obrigada, viu? E volte sempre para a gente conversar sobre esses temas, porque nós mães estamos precisando aí de muito auxílio, porque é uma luta, viu?
12:01Imagina, imagina, eu sei.
12:04Obrigada. E agora é o momento do nosso giro especial pelos mercados de bairro com o Thiago Asfora, ele que traz para a gente as informações sobre onde encontrar produtos Mauricéia, pertinho de você.
12:16Fala bem você! Tudo bom, minha gente? Olha, eu estou, eu estou no centro de Paulista.
12:23Bora comigo, gente. Vamos lá no panorama. Finalmente chegamos aqui no panorama.
12:35Foi o mercado bacana. Foi o mercado bom, cara. E está abarrotado de Mauricéia.
12:42Deixa eu te contar uma coisa. Olha para mim.
12:44Ó, ali do meu lado, itens para churrasco. E aqui do meu lado, o que a gente... A gente come no churrasco. Bora ver, vovó.
12:56Me diz uma coisa, para o meu churrasco eu levo o quê? Tem coração, tem tulipa. O que mais? Me sugere aí, Tawana.
13:02Tem uma asinha naquela filhazinha. Cadê? Mostra aí a asinha. Onde é que ela está? Que maravilha.
13:08Olha, está novinha, não é, Tawana? Chegou quando? Chegou hoje? Chegou hoje, com certeza.
13:15Não sabe tudo a partir desses novinhos. Olha, o pessoal procura muito aqui.
13:19Não procura. Final de semana que deve a procura aumentar, né? Muito.
13:22Churrasquinho, tu curte? Vale, tem que ter, né? Churrasquinho com o quê?
13:27Uma picanha, uma asinha, coraçãozinho, tem que ter. Tem que ter um gozinho, tem que ter um paninho.
13:31Tem que saber. Batata Mauricéia.
13:34Não sabia que tem batata palita? Não sabia, não sabia mesmo? Ou tu está brincando com ele?
13:38Não, mas eu sabia, né? Tem que saber.
13:41Olha, Tawana, é legal trabalhar aqui no Panorama. É massa, é massa.
13:44Dá um valor ali, porque eu não sei se o pessoal está aqui vendo dele. Dá um tchauzinho aí para a turma do Bem Você.
13:48E vamos encerrar comigo dizendo o seguinte. Se é Mauricéia, eu confio.
13:52É Mauricéia, eu confio, pai.
13:55Fica. Obrigado, Tawana. Vai estar contigo.
14:04Vamos fazer o rápido intervalo. Já, já a gente volta, hein? Fica com a gente.
14:15Bem, você de volta. Estou aqui com a Paula Santos, que é CEO e fundadora da Recifardas. Tudo bem, Paula?
14:21Tudo ótimo, Thaís.
14:23Seja bem-vinda aqui ao programa. Conta para a gente um pouquinho dessa sua empresa, dessa sua história, né?
14:29Que é uma história... A história de empreendedorismo sempre é uma história bonita, né? Mas a sua já soube que é uma história muito bacana.
14:37Incrível.
14:39Sou Paula Santos, fundadora da Recifardas, e sou nascida e criada na comunidade.
14:47Então, sempre meu objetivo foi estudar, sempre meu objetivo foi me destacar, né?
14:54Você tinha esse sonho de crescer, né?
14:57De crescer, de conhecimento.
14:59E fui crescendo e estudando bastante e fui sendo profissional, dedicada a uma profissional que não gostava de usar uniforme.
15:09Ah, foi.
15:10Porque...
15:10Você trabalhava nas empresas e chegava a ver aquele uniforme.
15:13Não gostava de usar uniforme, me sentia feia, me sentia... A autoestima não ficava legal.
15:19Porque, vamos combinar, tem os uniformes, de fato, né? Que eles... É uma coisa meio padronizada, nem todo mundo veste bem, o tecido não é legal, né?
15:29E o uniforme, eu acredito que é a porta de entrada. É como se você se apresenta para o cliente, não é?
15:34Isso mesmo. Então, eu não gostava de usar uniforme, já trabalhei muito tempo em empresa de uniforme e não gostava de usar.
15:42Então, eu tive uma ideia e falei, assim, para mim mesma.
15:48Por que não investir em conhecimento para abrir uma empresa de uniformes que você possa estar vestindo o seu funcionário com elegância?
15:57Sim.
15:57Para que ele se sinta valorizado, para que ele se sinta amado, bem vestido.
16:02Então, esse foi o objetivo. O início da Recifras foi esse.
16:06Então, eu trabalhei muito com modelagens, tecidos diferenciados, fui em busca no mercado nacional.
16:14E você foi sozinha? Você teve ajuda, assim, de alguém da família, de um especialista?
16:18Fui sozinha. Fui buscar nesse mundo bem desconhecido para mim.
16:23Eu era vendedora de uniformes, tinha conhecimento básico, mas eu tive que realmente estudar mais,
16:29tive que realmente buscar mais conhecimento de desenho, de modelagem, de costura.
16:36Fiz cursos de serigrafia, cursos de corte e costura.
16:40E hoje, a empresa tem 11 anos, é um sucesso no Recife e no Brasil.
16:47Deixa eu mostrar aqui o modelo. Olha só, gente. É uma farda.
16:51É uma farda.
16:54Mas é praticamente uma roupa que o seu marido coloca para sair no fim de semana.
17:00Sair arrumado e elegante, mas a gente está falando aqui de uma farda, né?
17:03Olha como o funcionário fica bonito vestindo aqui esse uniforme diferenciado,
17:09que eu acho, Paula, que é justamente isso, assim.
17:12Eu acho que quando o empreendedor ou empreendedora, ele encontra um diferencial, né?
17:17Ele diz assim, ó, isso aqui existe no mercado, mas eu vou fazer diferente,
17:21é que é a grande sacada, a grande virada de chave, né?
17:24Que foi você. Você disse, não, por que eu vou me vestir assim de qualquer jeito,
17:27trabalhando na empresa todos os dias, né?
17:29Por que não se vestir elegante? Por que não se apresentar dessa forma, né?
17:34Para os clientes.
17:35Isso mesmo.
17:36Nosso público-alvo é aquela empresa, aquele empresário que se importa com o funcionário.
17:42Aquele que enxerga além de números, sabe?
17:46Então, quando a gente encontrou esse público-alvo de empreendedores, empresários,
17:51que se preocupam com o seu funcionário, foi aí que a gente encontrou,
17:54porque isso nos motiva, né?
17:56A gente faz tudo com muito cuidado, com muito amor.
17:59Todo mundo, inclusive, faz orações lá para que o profissional que vai vestir essa farda
18:05não se acidente, que ele se sinta amado, bem vestido,
18:10que aquele trabalho leve honra para ele, que ele se sinta feliz na empresa,
18:16que ele leve o pão nosso de cada dia para casa, sabe?
18:20Com tanto desemprego, né?
18:21Então, essas fardas, elas realmente têm muito significado para a gente,
18:26porque a gente sabe que cada peça dessa vai ser um ser humano que vai vestir.
18:31Então, essa parte humana, o pessoal da loja lá da jaqueira também entende bastante isso.
18:37Mesmo que a pessoa entre na loja, que não compre, mas ela vai ser ouvida.
18:43Ela vai ser bem atendida.
18:45Um atendimento humanizado, um carinho, né?
18:47E me conta sobre o Instagram e o endereço também, da Recifardas.
18:51Certo. O Instagram é arroba Recifardas e ficamos lá na loja Jaqueira,
18:57na Deputado Pedro Pires Ferreira, 405, em frente mesmo ao Parque da Jaqueira,
19:02na Galeria Cristal Center.
19:04Sim. Agora, deixa eu mostrar seu look também.
19:05Você está elegantíssima, gente. Olha só.
19:08Que coisa maravilhosa.
19:10Deixa a gente vir aqui para frente para mostrar a elegância dela, né?
19:15Vestindo Recifardas. Maravilhosa.
19:17Maravilhosa.
19:18Sempre Recifardas. Eu visto Recifardas, inclusive, no final de semana.
19:22É, aham.
19:23Com as baby looks, polo, com calça jeans.
19:27Eu gosto muito.
19:28Porque tem um conforto também, né?
19:30Tem conforto.
19:31É muito importante para o funcionário. Ele está confortável ali.
19:34Não só bonito, mas confortável também.
19:36Isso mesmo.
19:37Né?
19:37E eu posso só dar um recadinho?
19:40Pode, com certeza.
19:40Eu quero dar um recado para você, mulher, que porventura não acredita em você.
19:46Eu quero dizer que você pode, que você consegue se manter, aprender, estudar e empreender.
19:55Porque assim como eu, há 11 anos, com muita dificuldade de conseguir, eu quero fortalecer você.
20:02Você consegue.
20:03Ai, Paula, que maravilha. Deixa eu dar um abraço em você.
20:06Olha, esse depoimento aqui é tão importante para a gente, para a nossa tela espectadora.
20:10Porque a gente sabe que não é fácil, né?
20:12A mulher que quer empreender, ela é muito desacreditada, desacreditada pelo marido, pela família.
20:18Nem todas são incentivadas, né?
20:19E quando ela pega um depoimento, ela pega um exemplo de uma mulher que foi lá, que venceu as dificuldades, que deu certo.
20:27Aí ela usa como exemplo, ela usa como inspiração.
20:29E eu acho que você, a sua história é inspiração, né?
20:33Para tantas mulheres aí que estão nos assistindo, que estão com essa ideia para 2026, que quer começar um negócio, mas não sabe bem por onde começar um negócio.
20:44Aí vai atrás, vai estudar, vai procurar informação, vai procurar conhecimento.
20:48Hoje em dia tem YouTube, tem internet aí com tanta coisa para você pesquisar.
20:52O importante é querer, é dar o primeiro passo, né?
20:56É conseguir dar o primeiro passo para daí, ó, você deslanchar.
21:00Claro que dificuldades existem, né?
21:03Não é o mar de rosas, né?
21:05Inclusive até hoje, né?
21:06Uns anos depois, tem as dificuldades que você vai driblando, né?
21:10Até com sua experiência já na Recifardas, né?
21:14Você vai driblando aí essas dificuldades, mas vai passando por cima de tudo.
21:18Sim, eu tentei desistir todos os anos.
21:20Para você ver como é pesado.
21:22Mas tinha uma força maior que sempre que eu pensei em desistir, eu não desisti e fiz duas faculdades.
21:31E quatro pós-graduações para fugir da Recifardas.
21:35Sim, sim.
21:35Você acredita?
21:36Sou pedagoga, fiz análise de desenvolvimento de sistemas, fiz pós-graduações e para fugir.
21:43Mas a Recifardas, ela é um propósito.
21:46E o propósito não só de cuidar dos clientes externos como clientes internos.
21:52Exatamente.
21:52Lá temos profissionais que a gente cuida de verdade.
21:56A gente quer ter o selo de empresa melhor para se trabalhar.
22:00E essa é a minha luta, de cuidar dos profissionais da Recifardas e dos nossos clientes.
22:05E quando a gente tem propósito, a vida faz todo sentido, né?
22:10Obrigada pela sua participação aqui, Paula.
22:12Vi o sucesso para você.
22:13Ainda mais sucesso na Recifardas.
22:15Muito obrigada, Thais, pela oportunidade.
22:17E olha, obrigada pelo carinho da sua audiência.
22:19Amanhã a gente se encontra às 8h35 da manhã, tá bom?
22:22Zero.
22:24Zero.