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Nicolás Maduro se declarou inocente em Nova York diante das acusações de narcotráfico e narcoterrorismo. O analista Felipe Machado explicou os limites das leis americanas, o confronto com o direito internacional e os impactos geopolíticos e econômicos do caso.

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Transcrição
00:00E olha, Nicolás Maduro se declarou inocente na primeira audiência diante da Justiça dos Estados Unidos em Nova York,
00:06onde ouviu formalmente as acusações de narcotráfico e narcoterrorismo.
00:11O líder venezuelano foi levado algemado ao tribunal após ser capturado em Caracas por forças americanas
00:17e transferido para uma prisão no Brooklyn, um bairro de Nova York.
00:21Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Maduro responde por conspiração para tráfico de cocaína
00:27e posse de armas e explosivos.
00:29Imagens da agência de notícias Reuters mostram a transferência ao tribunal.
00:34Essa imagem que você está vendo aí, Maduro afirma que não tem ligação nenhuma com o chamado Cartel de Los Soles.
00:41E para entender melhor esse cenário, a gente conversa agora com o Felipe Machado.
00:45Felipe, primeiramente, seja bem-vindo. Não te vi no ano novo ainda, então feliz 2026 para você.
00:50Feliz ano novo para você também, Marcelo. Feliz ano novo a todos.
00:52Agora, muita coisa para a gente falar. Tem muitos ângulos pelos quais a gente pode observar essa situação.
00:58Ninguém aqui está defendendo o Maduro. A gente sabe que o Maduro é um ditador.
01:02Mas essas acusações específicas sobre tráfico de drogas, será que elas param de pé?
01:07Exatamente, Marcelo. Primeiro, eu acho que é importante dizer isso,
01:10porque a gente vê na internet essa discussão, acabou tomando conta.
01:14Quer dizer, se você fala que é contra a invasão, enfim, é contra o episódio que retirou do país o Maduro,
01:20você é automaticamente a favor do Maduro.
01:21Não, não tem nada a ver. É claro que a gente defende as leis internacionais,
01:25estando no Brasil ou estando em qualquer país do mundo, você defende as leis internacionais.
01:29Então, eu queria começar falando... Tem muitos aspectos, como você mesmo disse,
01:32eu queria começar falando dessa questão.
01:34Então, primeiro, nós temos, simultaneamente, duas audiências importantes acontecendo.
01:40Primeira, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, na Organização das Nações Unidas, na ONU,
01:44onde os países estão fazendo uma sessão sobre esse caso, sobre esse sequestro do presidente venezuelano,
01:52Nicolás Maduro, da Venezuela.
01:54E, simultaneamente, ali pertinho, também no Brooklyn, ali perto, cruzando a ponte do Brooklyn,
02:02a gente tem o julgamento, propriamente dito, do Nicolás Maduro.
02:05Marcelo, tem duas coisas que eu queria acrescentar, falar sobre isso.
02:08Uma coisa são as leis domésticas americanas e outras as leis internacionais.
02:13Do ponto de vista das leis domésticas americanas, esse julgamento do Maduro é legal.
02:18Vamos dizer assim. Por quê?
02:19Porque o secretário de Estado, Marco Rubio, o que ele fez?
02:22Ele está dizendo, ele está justificando essa ação, dizendo que foi uma ação militar dos Estados Unidos,
02:27mas uma ação também policial.
02:29Ou seja, o Nicolás Maduro é acusado de tráfico de drogas, de comandar um narco-estado,
02:34ele é um narcoterrorista.
02:37Então, o FBI foi para a Venezuela, com o apoio das Forças Armadas Americanas,
02:42para defender os seus agentes, e prendeu um terrorista, um narcoterrorista,
02:47que era o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e trouxe esse presidente,
02:53esse personagem, enfim, esse criminoso, para ser julgado pelas leis americanas.
02:57Então, do ponto de vista da lei doméstica dos Estados Unidos, vamos dizer assim,
03:01ele tem uma certa justificativa.
03:03Eles colocaram ali um rito que faz sentido.
03:07Só que, assim, é um rito que nunca antes eu vi ser aplicado a nenhum outro país,
03:10talvez Noriega, né?
03:11Claro.
03:12Mas é um rito, assim, que a gente acha estranho. Por quê?
03:15Então, uma das acusações contra o Maduro aí é a posse de explosivos e armas.
03:21O presidente de um país que, obviamente, tem armamentos e tem explosivos,
03:25ele pode ser considerado culpado se, por exemplo, o exército do país usar aquilo para o tráfico de drogas?
03:31Exatamente.
03:31E há indícios muito claros de que tem ligação do governo venezuelano com o tráfico de drogas.
03:36O que eu estou colocando aqui é outra coisa.
03:38Se esse mesmo parâmetro for usado aí para invadir um país e prender o presidente, nesse caso,
03:43ele pode ser usado em muitas outras situações.
03:44Claro que não falta por aí é presidente que apoia o crime organizado.
03:47Não, com certeza, Marcelo.
03:49O que eu estou dizendo é assim, essa é a justificativa, entre aspas,
03:51bem, bastante, entre aspas, do governo americano para tentar dar um viés meio legal,
03:57um viés juridicamente legal para essa...
03:58É o caminho que eles encontraram, né?
03:59Para essa operação, exatamente. É o caminho que eles encontraram para tentar dar um viés jurídico a esse episódio.
04:06O que acontece com as leis internacionais?
04:08É justamente o que você falou.
04:09Um país não pode simplesmente entrar num outro país, atacar um outro país, bombardear, matar civis,
04:14inclusive mais de 40 mortes já foram confirmadas, ainda se sabe pouco sobre o número de mortos.
04:20É Cuba confirmou 32, né? Só de Cuba, só de Cuba.
04:23Exatamente.
04:24Estavam lá fazendo a guarda do Maduro.
04:25É, os policiais, enfim, os agentes cubanos faziam essa parte da guarda mais pessoal, né?
04:30A guarda pretoriana, vamos dizer assim.
04:32Então, você tem isso.
04:34Então, das leis internacionais, o que a gente está vendo na ONU hoje, né?
04:37Por isso que eu estava fazendo esse paralelo.
04:38Você tem num tribunal americano uma tentativa de julgar o Maduro como um terrorista pelas leis americanas, né?
04:46Mas na ONU ele está sendo...
04:48A sessão é justamente sobre essa questão, essa visão mais internacional.
04:52Você não pode entrar num país e prender um presidente, mesmo ele sendo acusado de crimes como narcoterrorismo.
05:00Existem várias resoluções da ONU que impedem isso.
05:02Então, essa dicotomia, esse confronto entre essas duas visões legais é o que está basicamente levando esse caso para análise hoje.
05:13Então, os Estados Unidos vai tentar dar esse viés jurídico, vamos dizer assim, doméstico, para justificar a ação.
05:19E a ONU dá o caráter mais universal, o caráter mais mundial, para justificar que isso não tem um ordenamento jurídico que favoreça isso.
05:29Agora, uma coisa, Marcelo, que eu queria só para concluir, para te entregar, é o seguinte.
05:34Os Estados Unidos é muito bom para tirar presidentes do seu lugar, do seu país, né?
05:40Mudar regimes.
05:40Dos seus regimes, mudar regimes e levar eles presos ou matá-los, né?
05:45Enfim, a gente viu isso, a gente viu com o Saddam Hussein, que foi tirado do poder.
05:49A gente viu o Noriega, né?
05:50No final dos anos 80, 1989, com o presidente Bush, primeiro pai do presidente...
05:57Enfim, o George Bush pai.
05:58A gente viu isso com outros países, a gente viu isso, enfim...
06:03Em diversos países, eles são muito bons para tirar o presidente do lugar, mas eles não são muito bons para...
06:09O segundo passo, o que é?
06:11Reconstruir o país ou tentar colocar algum personagem, algum presidente fantoche, a partir daí reconstruir a estrutura do país.
06:21Isso eles não são muito bons, tanto que a gente viu vários episódios onde isso foi um fracasso.
06:25Em relação ao Panamá, só para agora, prometo concluir mesmo.
06:29Em relação ao Panamá...
06:30Você é sempre bem-vindo.
06:31Obrigado, obrigado.
06:32Vai com calma.
06:33Uma coisa que é interessante em relação ao Panamá.
06:35O Panamá é apontado como um exemplo de um caso que deu certo, né?
06:39Foi retirado o Noriega.
06:41O Panamá hoje é um país melhor do que era, um país mais desenvolvido.
06:45Um país que é, enfim...
06:46Enfim, tem ligações internacionais, é respeitado no mundo inteiro, mas passou por esse processo.
06:52Mas tem uma diferença muito grande.
06:53Primeiro que o país é muito pequeno, o Panamá é muito pequeno.
06:56E os Estados Unidos já tinha, além de ter uma base militar lá, já tinha relações muito fortes do ponto de vista da estrutura do país,
07:04porque eles já tinham negociado com o Panamá a questão do canal do Panamá.
07:08Então, ele já tinha uma presença forte, estrutural e política, de certa forma, no país.
07:13Então, em relação a isso, é por isso que o Panamá é um exemplo que é apontado como talvez um exemplo que deu certo,
07:18o único exemplo que deu certo nessa tentativa dos Estados Unidos de mudar o regime nos outros países.
07:23Nos outros países que a gente viu, no Iraque, no Afeganistão, enfim, em outros países,
07:27a gente viu que isso não é visto como bons olhos e não deu certo na maioria desses países, Marcelo.
07:31Será que é por isso que ele decidiu não apoiar que a oposição assuma o poder, a oposição que ganhou a última eleição,
07:36e preferiu ir lidando com a vice do Chávez, por enquanto?
07:40Por enquanto, acho que sim.
07:42Não se sabe exatamente, Adelci Rodrigues, o que ela pensa disso.
07:46Ela já disse agora recentemente, acho que na tarde de hoje, que ela pretende cooperar com o governo americano.
07:52Ela era uma defensora ferrenha do Nicolás Maduro, do governo.
07:57Chavista de primeira hora.
07:58Chavista, Maduro também ela defendia, mas agora ela viu que a questão é um pouco diferente.
08:03Se ela não entrar, se ela não apoiar, ou pelo menos cooperar de alguma forma com o presidente Donald Trump,
08:09ela também vai sair.
08:10Agora, como é que eles vão fazer?
08:11Eles vão tirar todo mundo até que alguém colabore?
08:14Então, é uma situação que, a parte de tirar o Maduro, e por incrível que pareça,
08:18é uma operação que foi sensacional do ponto de vista da estratégia, do ponto de vista militar,
08:23mas agora é que vai começar a parte difícil.
08:26Porque a parte de tirar um presidente é relativamente fácil.
08:28Você tem ali o exército americano, muito profissional, muito poderoso.
08:33Agora é que começa...
08:34Como é que vai acontecer com o país?
08:36Você vai colocar um presidente fantoche lá, e as Forças Armadas, e o resto do governo...
08:41Mas é, esse que é o X da questão, as Forças Armadas.
08:43Porque os analistas dizem que a oposição, a Maria Corina Machado,
08:48não conseguiu convencer os Estados Unidos de que teria apoio das Forças Armadas.
08:51Exatamente.
08:51E se você olhar a espinha dorsal do chavismo, ela está mantida.
08:54Ela está mantida com a Delce Rodrigues, que é a vice-presidente,
08:57com o Deus Dado Cabelho, que é da Assembleia,
08:59e também com o comandante padrino das Forças Armadas.
09:02Essa trinca se mantém firme ali, e desmontar o chavismo não é uma tarefa fácil, né, Felipe?
09:07Porque o chavismo está enraizado em toda a burocracia venezuelana.
09:11Hoje, se você tirasse todos os chavistas do poder, e de cargos também na burocracia, o país parava.
09:16Então, assim, talvez o cálculo que foi feito pelo Marco Rubio,
09:20isso daí vai exigir, de fato, uma guerra.
09:22A gente não quer uma guerra.
09:23A gente quer apenas pegar o troféu, que é o Maduro,
09:25e vamos ver que tipo de negócio dá para fazer com essa turma aí,
09:29até que, quem sabe, um dia a oposição possa pensar em assumir, né?
09:32Exatamente.
09:33Porque, como a gente viu no Iraque, acho que o Iraque talvez seja um exemplo interessante, né?
09:36Eles tiraram o Saddam Hussein e tiveram que praticamente reconstruir o país.
09:39Mas você não reconstrói o país só bombardeando.
09:42Você tem que ter tropas no chão, você tem que ter tropas,
09:44troops on the ground, como eles chamam.
09:46Você tem que ter algum tipo de infraestrutura,
09:49você tem que ter personagens atuando ali.
09:52Então, isso os Estados Unidos não quer.
09:53Eles queriam fazer a parte mais fácil, que é apenas retirar o Maduro.
09:56E agora falar assim, não, agora o que a gente vai fazer?
09:59Vamos tentar cooptar o governo, os que sobraram no país,
10:02para a gente tentar montar uma estrutura.
10:04Mas, Marcelo, imagina isso.
10:05Você tem...
10:07O grande objetivo dessa ação é, claro, que é o petróleo venezuelano.
10:09Todo mundo já falou sobre isso há muito tempo,
10:12inclusive o próprio presidente Donald Trump.
10:14Agora, como é que você vai ter empresas americanas atuando na região
10:17se você não tem um ordenamento jurídico mínimo ali,
10:20se você não tem uma mínima organização do país?
10:22Você tem apenas o petróleo, que está jorrando ali aos montes,
10:26mas você não tem uma estrutura,
10:28enfim, políticos que precisam para tocar o país.
10:32Você não pode ter apenas postos de petróleo no país.
10:35Você tem 30 milhões de venezuelanos lá.
10:37Deixa eu pegar essa deixa aí já, Felipe,
10:39para a gente jogar aqui na tela,
10:40cotações de algumas empresas petrolíferas americanas.
10:43A gente estava agora há pouco mostrando que a Harley Burton, por exemplo,
10:46está subindo aí mais de 10% na Bolsa de Nova Iorque,
10:50faz parte do índice Dow Jones.
10:51Temos mais petroleiros aí na tela para a gente mostrar?
10:54Ou daqui a pouquinho?
10:55Seria interessante a Chevron, por exemplo.
10:57Cadê a Chevron?
10:57Vamos jogar aí.
10:58Está subindo 5,76%.
11:01Lembrando que durante o pregão ela já chegou a subir 7%.
11:04Então, é uma empresa que está se valorizando muito,
11:07porque ela já opera, inclusive, na Venezuela.
11:10Ela foi uma das empresas que conseguiram operar no regime chavista
11:14depois daquela intervenção que o falecido Chaves fez, inclusive.
11:18Vamos jogar a próxima agora, a ExxonMobil.
11:20Ela está aumentando aí 2,38%.
11:23Uma alta é um pouco mais suave nesse caso, né, Felipe?
11:26Marcelo, isso é uma coisa interessante, né?
11:28Porque, assim, as empresas petrolíferas americanas,
11:31elas atuavam na Venezuela durante muitos anos,
11:33principalmente a ExxonMobil.
11:35Elas atuavam até 1976, 77, por ali,
11:39onde elas foram estatizadas pelo governo venezuelano na época.
11:42E os Estados Unidos chiou, chiou,
11:44mas acabou aceitando de alguma forma trabalhar ali.
11:46É, teve um acordo de ter pelo menos 50% de participação da PDVSA, né?
11:50Exatamente, exatamente.
11:52Então, depois, eles acabaram tocando esse acordo,
11:55continuaram trabalhando lá.
11:57E depois, mais tarde, outras operações americanas,
12:00outras empresas americanas vieram, inclusive a Chevron.
12:02Só que elas foram estatizadas também, novamente, pelo Hugo Chaves.
12:06Então, o que aconteceu?
12:07As empresas americanas, inclusive, isso foi mal visto pelos tribunais internacionais,
12:12deram um ganho de causa aos Estados Unidos.
12:13Mas não adiantava nada, porque a Venezuela era uma ditadura,
12:16e acabou estatizando isso.
12:18A única empresa americana que continua atuando lá é a Chevron.
12:20A Chevron continua atuando lá.
12:22Só que agora, sob esse ponto de vista estatizante.
12:25Então, agora, as empresas americanas provavelmente vão voltar a atuar lá,
12:29com o governo que for.
12:32O governo, eu acho que é uma condição básica para o governo venezuelano
12:35permanecer no poder, é apoiar as empresas americanas,
12:37ou pelo menos aceitar que elas voltem a trabalhar lá.
12:40Agora, Marcelo, essa volta das empresas americanas
12:44pode parecer uma operação simples.
12:46Ah, agora o petróleo vai ser americano.
12:47Mas você necessita investimentos de bilhões de dólares.
12:5180 bilhões.
12:52Bilhões, é.
12:53Tem gente falando em mais de 100 bilhões de dólares de investimentos.
12:56E isso não é uma coisa de uma hora para a outra,
12:58porque está totalmente sucateada a indústria petrolífera venezuelana
13:02pela falta de investimentos locais.
13:03Então, isso vai ser uma coisa que não apenas vai exigir muito investimento,
13:08como um certo tempo.
13:09Será que o presidente Donald Trump vai ter tempo para isso?
13:12Porque em três anos, será que eles vão conseguir retomar toda essa produção de petróleo
13:17as empresas americanas lá?
13:18Então, são várias questões.
13:19Existem muito mais outras questões do que respostas.
13:23Muito mais perguntas do que respostas.
13:25E acho que isso é uma coisa interessante para a gente acompanhar.
13:27É verdade.
13:27Vamos jogar o índice Bovespa aqui na tela,
13:29para a gente ver como é que o mercado brasileiro está reagindo hoje
13:34a todo esse turbilhão de notícias do fim de semana, Felipe?
13:37Vamos lá.
13:38Vamos jogar agora o índice Bovespa B3 aqui.
13:41Está num dia bom, subindo 0,93%.
13:43A gente vê aí, entre as ações mais negociadas da Petrobras,
13:47que está caindo 2% e talvez tenha a ver um pouco com a queda no preço do petróleo
13:52no mercado internacional.
13:53A gente sabe que toda vez que o petróleo cai, a Petrobras cai também.
13:56Mas o Bradesco avançando bem aí, 3,9%.
13:59Não vamos nem falar de azul e gol aqui,
14:01porque azul e gol não fazem parte do índice Ibovespa.
14:04Vamos clicar nas maiores altas ali,
14:06para a gente ver se tem mais alguma ação para a gente destacar ali.
14:09Isso.
14:10Clica para a gente aí em maiores altas.
14:13Não temos nenhuma empresa grande, né?
14:16Maiores baixas.
14:16Joga lá para a gente, maiores baixas.
14:20Azul, né?
14:21Que está mais caindo, 15%.
14:22Temos C&A também caindo 8,38%.
14:26É uma queda bastante significativa, Felipe,
14:28porque é uma empresa que representa muito no varejo brasileiro.
14:31Daqui a pouco você podia até trazer para a gente alguns detalhes aí,
14:34porque que essa empresa importante do nosso varejo está caindo tanto, né?
14:37Legal.
14:37Vou dar uma olhada então, daqui a pouco eu volto.
14:38Obrigado.
14:39Obrigado.
14:40Obrigado.
14:41Obrigado.
14:42Obrigado.
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