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O presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, afirmou que deixa o comando da entidade com uma visão mais liberal da economia. Em declaração, ele defendeu a privatização de estatais e criticou desigualdades no sistema tributário e no acesso ao crédito no Brasil.

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Transcrição
00:00O IBGE divulgou dados sobre a safra brasileira de 2026. Rodrigo Viga.
00:07A safra agrícola brasileira em 2026 deve ser 3% menor do que a colheita recorde desse ano de 2025,
00:14o que prevê o IBGE no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
00:17Em sua estimativa do mês de novembro, o IBGE está projetando uma colheita em 2026
00:23e aproximadamente 336 milhões de toneladas de grãos, leguminosas e oleaginosas.
00:30Esse ano, a safra deve atingir aproximadamente 346 milhões de toneladas.
00:37A safra é recorde histórica no país.
00:42A diferença de aproximadamente 10 milhões de toneladas tem muito a ver com a perspectiva de uma produção menor
00:48de duas importantes culturas em 2026.
00:53arroz e milho.
00:55O milho deve ter uma redução na produção de 6,8%, equivalente a 9,6 milhões de toneladas,
01:02enquanto que a queda na produção do arroz deve ser da ordem de 8%, algo como 1 milhão de toneladas a menos.
01:13Adenauer Hockmeyer, especialista em agronegócio no Corecão de São Paulo,
01:19destaca aqui na Jovem Pan, que apesar dessa perspectiva de uma safra menor em 2026,
01:24a colheita brasileira ainda será extremamente expressiva.
01:28Muitos desafios serão enfrentados pelo agronegócio em 2026, como questões climáticas,
01:36a questão do custo de capital para a produção e além dos desafios que tem uma eleição para o ano 2026.
01:47Mas o setor já se demonstrou resiliente, forte e devido a sua importância terá grande destaque no PIB brasileiro para o ano 2026.
01:57Já a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento, tem números melhores e diferentes daqueles projetados pelo IBGE para a colheita em 2026.
02:08Segundo a Conab, essa safra agrícola 25, 26, 2025, 2026, deve atingir algo como aproximadamente 355 milhões de toneladas.
02:22E aqui em São Paulo, o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, que está de saída do cargo, defendeu a privatização das empresas estatais.
02:36Vamos acompanhá-lo.
02:37Josué Gomes se considera agora um liberal, de saída da Fiesp.
02:42Hoje eu sou mais liberal porque eu vi que tem pessoas que conseguem um hobby e favores mais do que outros.
02:54E eu acho que isso tem que acabar no Brasil.
02:56Nós precisamos tornar o sistema tributário econômico e igual para todos.
03:02E nós precisamos tornar o sistema de crédito no Brasil econômico e igual para todos.
03:09E se conseguirmos isso, o Brasil vai dar saltos enormes de crescimento.
03:16Se conseguirmos fazer com que cada setor seja competitivo pelas suas qualidades, pela sua capacidade e não por favores do Estado,
03:26nós vamos transformar de fato o Brasil num país verdadeiramente desenvolvido.
03:32Nessa linha defende a venda das estatais brasileiras.
03:37Por exemplo, os Correios.
03:39Até pela mudança de sistemas de comunicação, eu não sei se tem mais lógica que os Correios sejam controlados pelo Estado Nacional.
03:50Mudou a estrutura.
03:51Hoje tem uma competição que nunca teve um monopólio na área de entrega de encomendas.
03:56E obviamente os Correios sofrem, sofrem por ter um custo alto, muito mais alto que as empresas privadas,
04:02e por ter perdido receita, porque ele não consegue ocupar esse espaço das encomendas.
04:08Então eu sou até a favor da privatização de muitas das estatais.
04:13A reforma tributária é bem-vinda, mas o IVA será o mais alto do mundo, pelas eternas exceções na economia e a manutenção de distorções, como a Zona Franca de Manaus.
04:28No Brasil os lobbies têm prevalecido, especialmente no atual Congresso Nacional, que se mostra muito permeável a estes lobbies.
04:38Quando a gente viu 800 bilhões de reais anuais de subsídios, e muitos deles talvez se justificassem no início, ou ainda se justifiquem,
04:48mas a falta de cultura no Brasil, de revisão de políticas públicas, levam a uma perpetuação desses subsídios,
04:58a gente vê algumas áreas, Zona Franca de Manaus, já era para ter acabado quantas vezes?
05:04Com uma atuação discreta longe dos holofotes, Josué Gomes da Silva deixa a presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo em 2026,
05:14e será substituído por Paulo Skaff no ano que vem.
05:19Quando a gente vê que poderíamos ter uma alíquota de referência de 20% e vamos ter uma alíquota de referência, Deus lá sabe quanto,
05:2728,5% são as últimas estimativas, com um otimismo da Fazenda grande de que vai evitar a sua negação,
05:35quanto maior a alíquota é, mais o prêmio de quem sua nega e, portanto, mais difícil de você, de fato, evitar a sua negação,
05:43nós vemos que falhamos. Por quê?
05:47Porque, obviamente, alguns setores foram mais competentes em conseguir
05:53ou isenções, ou estarem enquadrados na alíquota zero, ou estarem enquadrados na alíquota com redução de 60%,
06:03ou estarem enquadrados na alíquota de 30%.
06:05O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Josué Gomes da Silva,
06:11rememorou o pai José Alencar, vice de Lula, nos seus dois primeiros mandatos,
06:17ao criticar a política de juros do Banco Central, 15%, como um desestímulo à produção,
06:24e considera seu maior legado à área da educação do SESI e SENAI.
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