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A Lenovo ampliou a produção em Indaiatuba e passou a fabricar soluções de storage no Brasil. Erick Pascoalato, general manager de infraestrutura da Lenovo, detalhou como a produção local reduziu custos, acelerou entregas e fortaleceu a estratégia da marca no mercado corporativo.

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Transcrição
00:00E buscando melhorar preços, acelerar entregas e fortalecer a presença da marca no mercado corporativo brasileiro,
00:07a Lenovo ampliou a operação aqui no Brasil com a produção local de novas linhas na fábrica de Indaiatuba.
00:14A unidade no interior de São Paulo, que já produzia PCs e servidores, abriga um laboratório de P&D
00:21e agora atende a crescente demanda por infraestrutura de TI em um mercado global em ascensão.
00:27E eu recebo aqui no Fast Money o Eric Pasqualato, que é General Manager de Infraestrutura da Lenovo
00:34e está aqui conectado para falar mais dos planos de expansão da marca no Brasil.
00:39Tudo bem, Eric? Boa tarde, seja muito bem-vindo.
00:42Olá, Natália. Boa tarde. Muito obrigado pela participação e espaço.
00:46A gente que agradece a sua disponibilidade e com essa informação super interessante, então,
00:51de que vocês agora estão produzindo localmente em Indaiatuba soluções de storage
00:55e com esse foco em otimizar custos e entregas para o mercado corporativo brasileiro, Eric,
01:02como que essa fabricação nacional fortalece a competitividade da Lenovo frente aos concorrentes, hein?
01:09Ah, Natália, a gente já tem a fábrica em Indaiatuba, né?
01:14Como você comentou, faz já um bom tempo.
01:16Produção total de notebooks, tablets, servidores.
01:19E agora a gente está ali trazendo a linha de armazenamento ou storage, como foi comentado,
01:25para dentro do mercado nacional.
01:27Nós já trazemos importado, só que a demanda que a gente vê perante até as iniciativas de AI,
01:32já vi que você passou por várias entrevistas sobre AI aqui,
01:36a gente vê um mercado, essa área de armazenamento que nós vamos produzir agora na fábrica,
01:41é uma produção local, ela fortalece a indústria, ela reduz os custos logísticos
01:47e com isso eu consigo trazer um armazenamento junto com as workstations que nós vamos produzir aqui também
01:53para as pequenas e médias empresas, né?
01:55Porque as pequenas e médias empresas, elas estão buscando a inferência da AI.
02:00A inferência da AI é o uso, não exatamente o desenvolvimento.
02:03O desenvolvimento já tem bastante, já está acontecendo, mas elas querem usar esses dados locais.
02:08Então, a gente conseguindo fazer a produção local, a gente reduz os custos,
02:13utiliza e fortalece a indústria localmente, eu expando a nossa participação
02:16e eu entro dentro do mercado, que é para poder atender as pequenas e médias empresas no Brasil,
02:21para que elas possam crescer.
02:23Interessante. Eu queria saber, na prática, como que isso favorece esse perfil de consumidor, né?
02:30Porque tem a possibilidade de treinar, Eric, modelos de AI diretamente ali na mesa do usuário
02:37e, com isso, reduzir custo e dependência da nuvem?
02:40Como que isso se dá?
02:42Isso se dá é o que eu costumo chamar de democratização da AI para as pequenas e médias empresas,
02:48ou SMB, Small, Medium Business, né? Para isso.
02:52Se o cliente precisar de um desenvolvimento local,
02:55tanto as workstations, os computadores ou servidores que nós temos,
02:59eles precisam de componentes principais para a AI funcionar.
03:02É o poder computacional das GPUs, que você já ouviu falar,
03:06que rodam dentro desses equipamentos, né?
03:08E a parte de armazenamento.
03:09Se você não tiver os dados para isso, você realmente não consegue gerar a AI.
03:13E aí você possui várias ferramentas hoje na internet disponíveis,
03:17ou se não, com serviços em que você paga.
03:20Copilot, por exemplo, da Microsoft, é uma solução que utiliza isso,
03:24onde o cliente quer rodar isso dentro da sua empresa.
03:26Ele quer fazer o que nós chamamos de inferência.
03:28Então, para isso, ele precisa de um equipamento, né?
03:32Uma workstation de trabalho, um ambiente computacional de armazenamento,
03:36e às vezes ele precisa ser pequeno.
03:38Para você ter ideia, esses equipamentos vão de 1.3 peta a 8 petas, né?
03:42Traduzindo isso, 8 petas, eu estou falando de 2 bilhões de fotos em HD armazenadas,
03:48só para dar uma referência no armazenamento.
03:50Com isso, eu levo esse conhecimento de AI que ele está vendo acontecer no mercado
03:56para dentro da companhia.
03:57E hoje, ele só vai rodar isso no equipamento que dá essa velocidade.
04:01Eu trazia importado, agora eu produzo nacionalmente,
04:04com isso, eu reduzo custos na cadeia logística
04:07e consigo chegar com preço mais acessível.
04:09E você perguntou em relação à concorrência.
04:11Em algum caso, todo mundo importa,
04:13eu conseguindo produzir nacionalmente,
04:16fortalecendo aqui, eu consigo ser mais competitivo.
04:19E conta para a gente mais sobre a estrutura física dessa fábrica, né?
04:24Se houve alterações também, né?
04:27Alguma reorganização por ali?
04:29Porque a gente está falando de uma unidade com mais de 30 mil metros quadrados, né?
04:32E que já gera patentes usadas em milhões de PCs globais, Eric?
04:36Isso, são 32 mil metros quadrados.
04:40É uma estrutura em que a gente expande a linha.
04:42Então, eu tenho a linha de servidores,
04:44que é essa imagem que aparece com vocês.
04:46Aqui são gavetas e servidores, né?
04:48Porque, às vezes, o cliente não precisa de toda essa estrutura aqui.
04:51Ele precisa de uma estrutura menor para isso,
04:53como essa outra imagem aqui.
04:54Então, nós temos hoje 670 funcionários na fábrica.
04:59Estamos alocando 17 pessoas, 19 pessoas na fábrica,
05:02que são os nossos top montadores desses equipamentos,
05:06para que a gente monte essas soluções através da logística local,
05:10para a gente poder aumentar uma linha a mais dentro da produção, né?
05:14Buscando aí uma participação no mercado,
05:18que segundo o IDC, nessa linha de armazenamento,
05:21a gente está falando de histórias de entradas que não é entre-level,
05:25esse segmento, ou banda de 1 a 6,
05:27que são os histórias de armazenamento de menor custo, né?
05:31Entre 300 a 400 milhões de dólares,
05:34traduzindo em 100 reais, e um milhão e meio é dos 2 milhões.
05:37Esse é o mercado potencial que nós queremos buscar.
05:40Nós temos a participação número 2 no mercado,
05:43queremos crescer e ser a posição número 1
05:45na venda dessas soluções para essas empresas.
05:48E eu queria te ouvir mais sobre isso, Eric,
05:50sobre qual que é o impacto dessa infraestrutura
05:53na inovação local e na cadeia de suprimentos nacional.
05:59Hoje a gente está em Véia Tuba,
06:02tanto a Lenovo quanto a Motorola,
06:04que fica em Jaguariúna,
06:06porque justamente essas empresas,
06:07inclusive as empresas hoje,
06:09que produzem memórias, discos,
06:11componentes computacionais,
06:12praticamente tudo que está passando na tela,
06:14nós temos muita produção disso aqui local.
06:17Então, com isso,
06:18e esses fornecedores querendo crescer,
06:19eu compro deles,
06:21essa cadeia aumenta,
06:22consequentemente,
06:23eu trago mais revenue para dentro da companhia,
06:26se essa linha crescer e continuar nessa escala de vendas,
06:30eu consigo o quê?
06:31Trazer mais funcionários e mais contratações.
06:33A fábrica, por exemplo,
06:34a conta hoje com 60 PCDs dentro da linha de montagem,
06:39pessoas com deficiência.
06:40Então, a gente também,
06:41cada vez contrata mais gente capaz
06:43de poder ajudar nesse interesse.
06:46e você havia comentado no início,
06:48pesquisa e desenvolvimento.
06:49Então, os clientes que são pequenos,
06:51que querem utilizar,
06:52não sabem como,
06:53mas eles querem tirar proveito da IA,
06:55dentro da informação que eles têm,
06:57eu trago pesquisa e desenvolvimento,
06:59que fica em Jaguariúna,
07:00são mais de 120 pessoas trabalhando nessa linha,
07:03onde já desenvolvemos projetos junto com o Icor,
07:06para soluções de atendimento de arritmia,
07:09a gente tem também soluções que visam o acesso de pessoas
07:16com uma linguagem de sinais para isso.
07:19Então, hoje, trazendo a tecnologia,
07:21o conhecimento que a gente tem nacional,
07:24e mais uma vez, nacional,
07:26as parcerias que a gente tem com grandes universidades,
07:28com institutos de ensino,
07:31é justamente para a gente poder capacitar mais o conhecimento daqui.
07:34Para você ter ideia,
07:35só para concluir a informação,
07:36dentro do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento,
07:39a gente desenvolveu uma solução chamada Libras,
07:41onde, através do computador,
07:43a pessoa consegue falar a sua linguagem de sinais
07:45e traduzir em uma voz e vice-versa
07:48para esse tipo de trabalho.
07:51Então, são coisas desenvolvidas aqui,
07:53que depois podem ser adaptadas lá fora.
07:55Com isso, eu trago conhecimento,
07:57grande escala,
07:58entrego exemplo para os clientes,
07:59e onde eles querem ver serviços,
08:01ou pacote, ou aquisição,
08:02eu consigo entregar essas três modalidades para ele,
08:05seja no equipamento,
08:06seja no conhecimento técnico,
08:08ou seja no serviço para isso.
08:09Quem ganha?
08:10Ganha o fornecedor local,
08:12ganha a Lenovo,
08:13que consegue expandir esse mercado,
08:14e ganha o mercado nacional,
08:16porque eu estou democratizando o uso da EA
08:18para dentro desses clientes,
08:20que hoje talvez não consigam ter acesso
08:22aos grandes computadores,
08:23aos grandes lançamentos que você vê por aí.
08:25Coisa boa.
08:26Quero agradecer a Equipe Pascualato,
08:28General Manager de Infraestrutura da Lenovo,
08:31pela participação ao vivo com a gente aqui no Fast Money.
08:33Muito obrigada,
08:35ótima tarde,
08:35volto sempre.
08:37Obrigado, Natália.
08:37Até logo.
08:38Tchau, tchau.
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