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O comentarista Roberto Motta afirma que o Estado brasileiro adota “tolerância seletiva” ao excluir grupos de direita do debate público. Ele critica o tratamento desigual aplicado a diferentes correntes políticas e lembra que posições radicais de esquerda sempre foram toleradas.

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Transcrição
00:00Você, Mota, a estratégia do, eu vou colocar entre aspas, do grupo bolsonarista, você nem gosta de usar esse termo, né?
00:07Mas é que hoje em dia se popularizou chamar o movimento de grupo bolsonarista, movimento bolsonarista.
00:14O objetivo não pode ser somente eleger aqueles que têm Bolsonaro no sobrenome, né?
00:19É preciso pensar em estratégias maiores? Boa parte da direita hoje pode ser atribuída a esse grupo?
00:27O objetivo nunca foi esse, né? A quantidade de pessoas que foram eleitas em 2018, em todas as eleições depois de 2018, a estratégia nunca foi eleger só quem é da família Bolsonaro.
00:46Meus amigos, mais uma vez, a gente volta à questão do jogo.
00:51Eu sempre proponho o exercício da liberdade.
00:54Mas vamos trazer o Brasil de volta à situação normal.
01:01Deixa o eleitor fazer a sua escolha.
01:04Não é assim que funciona uma democracia, uma república onde existe Estado de Direito?
01:11Se fulano é um enganador, não tem o que dizer, não tem projeto para o Brasil, as ideias são ruins,
01:18deixa o povo julgar, deixa o eleitor escolher.
01:24Agora, se a gente pensa diferente, não, olha, o povo pode escolher, desde que não sejam esses aqui.
01:32Aí a gente está jogando um outro jogo.
01:35Então, essa...
01:37Eu acho que todo mundo tem direito de ter o seu projeto político.
01:43Todo cidadão brasileiro tem o direito de achar que, olha, eu sou qualificado para ser presidente da república.
01:50O senador, o governador, façam as suas apostas.
01:55Coloquem as cartas na mesa.
01:58O que você não pode fazer é tirar uma fatia da população brasileira, uma fatia do eleitorado,
02:05ou uma fatia dos políticos e dizer, não, esses aqui não podem.
02:09Porque esses aqui têm uma forma de pensar que não é aceitável.
02:13Então, vamos tirá-los do jogo.
02:15A tradição do Brasil, depois do fim do regime militar, foi uma tradição de tolerância.
02:24Inclusive, de tolerar grupos políticos que tinham discursos e comportamentos intolerantes.
02:32Pessoas que iam para a rua com a bandeira dizendo, eu quero a ditadura do proletariado.
02:37Nós queremos derrubar o sistema capitalista.
02:40Nós queremos que o país seja igual à China, à antiga União Soviética.
02:46Isso sempre foi tolerado.
02:47Nós temos pessoas que adotam essas posições radicais,
02:52ocupando cargos nos governos, em todos os lugares, nas instituições.
02:57Então, de repente, essa política de tolerância passou a valer para um lado só.
03:04Não vamos esquecer.
03:05No dia 28 de outubro, aconteceu aqui no Rio de Janeiro uma batalha.
03:11Uma batalha em que a polícia enfrentou um exército clandestino, armado com fuzil, com uniformes de guerra.
03:22Esse exército tinha oficiais.
03:25Ele tinha generais.
03:26Ele tinha comandantes.
03:27Onde está a reação do Estado brasileiro contra esse exército que enfrentou a polícia do Rio de Janeiro?
03:36O que nós vimos foi o Estado brasileiro reagindo contra a polícia carioca.
03:43Então, que loucura é essa?
03:44Que país é esse em que a gente está vivendo?
03:48Que país é esse em que a gente está vivendo?
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