00:00Tem tratamento? Os dois tipos? Sim. De que forma? Remédio?
00:05Você falou do diabetes tipo 1, né? Então, tratamento do diabetes tipo 1 é reposição de insulina.
00:12Mas tem que ser reposição de insulina de acordo com a fisiologia.
00:17A pessoa que não tem diabetes, ela tem uma secreção basal do pâncreas, que vai soltando um pouquinho.
00:24E, de repente, a pessoa come café, almoço, jantar, ela solta a insulina já de acordo com a quantidade de carboidrato que a pessoa comeu.
00:34Então, o que a gente tem que fazer?
00:36Fazer uma insulina que a gente chama de ação prolongada, são os análogos de insulina de ação prolongada e os análogos de ação rápida,
00:45que imitam o que o pâncreas natural faria.
00:49Esse é o tratamento do diabetes tipo 1, né?
00:51Então, e cada vez mais a gente tem insulinas que se aproximam desse tipo de secreção basal e secreção bolos.
01:05O diabetes tipo 2, que você perguntou, o tratamento é melhorar aquela interação do hormônio com o receptor.
01:17Vamos dizer, eu consigo ativar melhor essa relação.
01:22Então, diversos medicamentos são, vamos dizer, um grande arsenal, né?
01:28E desse arsenal, ultimamente, o que a gente tem visto são os análogos que imitam um hormônio intestinal que chama GLP-1.
01:39Seriam os injetáveis agora.
01:41São, exatamente.
01:42Vem os injetáveis porque ele tinha o injetável de um dia, não sei se vocês lembram, a Lalira Gutida, não vou falar o nome comercial.
01:57Agora, essa molécula foi feita e estendida para você aplicar uma vez por semana.
02:03O que se verificou é que, além de melhorar esse hormônio, ele é dependente, ele vai agir na hora que você come.
02:15Além de ele melhorar a glicemia, ele tem uma ação que tira o apetite, diminui o esvaziamento gástrico, diminui o apetite no centro.
02:26Então, ele funciona como também um emagrecedor, por isso que ele está sendo usado aí como emagrecedor.
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