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O vereador Rafael Satiê participou do Pânico desta quinta (30) e não aliviou nas críticas à segurança do Rio de Janeiro e ao governo federal! Ele detonou a decisão que inviabiliza as operações policiais nas comunidades, explicando por que a cidade se tornou uma espécie de cidade maravilhosa para os criminosos. Satiê relacionou a situação atual com a época de Brizola - o que deixou todo mundo na marola e ainda revelou os bastidores da recente megaoperação na cidade. Por que o governador está sob ataque? Quais fatores resultaram nesta escalada do conflito entre polícia e o crime organizado? Por que tem gente que usa suspensório e cinto ao mesmo tempo? Assista à íntegra da entrevista para entender as questões mais complicadas da semana!

Assista ao Pânico na íntegra:
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Diversão
Transcrição
00:00Nada que a gente tá falando de narrativa, isso é extremamente importante.
00:04Eu queria saber a sua opinião sobre a DPF 635, né?
00:08Que, pra quem não sabe, só pra deixar mais claro,
00:12a DPF 635, ela foi uma ação movida pelo PSB, o Partido Socialista Brasileiro,
00:18na pandemia, que tinha um argumento muito bonito e muito nobre, né?
00:21Olha, nós não vamos... A polícia é muito letal quando sobe o morro,
00:26quando vai nas comunidades, então a gente tem que, de alguma forma,
00:30restringir essas operações.
00:32E daí foram lá entrar com a ação no STF e o ministro Edson Fachin aceitou essa ação, né?
00:38E daí tem uma série de restrições, agora que a polícia tem que cumprir.
00:43Não pode usar helicóptero, só pode ter um mandato e entrar nas casas durante o dia,
00:50você tem que avisar o Ministério Público.
00:52Daí, se a polícia vai lá e segue todos os protocolos,
00:55a operação vai lá e vaza antes, né, pro bandido.
00:57E se não segue, ele pode ser incriminado.
01:00Então, qual que é a sua opinião?
01:02Porque, de um lado, tem uma justificativa muito nobre,
01:04mas o que acontece é quando você proíbe ou dificulta essas operações nas comunidades,
01:09o crime agradece, né?
01:10Porque a polícia não vai mais lá.
01:12Qual que é a sua opinião, Rafael?
01:13Bom, a justificativa nobre é só na teoria, tá?
01:17Porque o idealizador da DPF 635, um reitor de uma universidade pública lá, aqui do Rio de Janeiro,
01:23e esse cara, ele nunca foi dentro de uma favela, tá?
01:27Ele é um morador de Ipanema, um dos IPTUs mais caros da América Latina, cheiro de PIB.
01:33Ele mora no cheiro de PIB.
01:35E ele determinou aí, criou essa ADPF, que é essa ação, né?
01:40E aí, ele, o ministro Fachin, evidentemente, sendo impulsionado pelo PSB,
01:47o Partido Socialista Brasileiro, acabou fazendo com que entrasse em vigor.
01:52Isso aconteceu no ano de 2020, em razão da pandemia.
01:55E aí, eu te falo, 2020 começou com a DPF 635.
02:00E por que que durou até 2025, se já em 2022 nós não tínhamos pandemia?
02:04Porque nunca foi pela pandemia.
02:06E aí, eu digo que não é pela causa.
02:08Eu digo que não tem nenhuma causa nobre nesse sentido.
02:11É muito pelo contrário.
02:12A DPF fez com que uma determinada facção no Rio de Janeiro
02:16tivesse um crescimento exponencial, somente esta facção.
02:19ganhando territórios na Zona Oeste do Rio de Janeiro,
02:22área predominantemente controlada pela milícia.
02:25Eu não tenho preferência de facção.
02:26Para mim, eu quero que todas elas acabem.
02:29Todas elas se arrebentem.
02:31Eu não tenho preferência nenhuma com facção.
02:33Mas é, no mínimo, estranho e constrangedor.
02:35E dá para você levar em consideração.
02:37Porque, pós a DPF 635, uma só facção ganhou determinados territórios.
02:42Isso se assemelha muito à decisão de Lionel Brizola,
02:45que foi ele o grande responsável das favelizações do Rio de Janeiro,
02:49bem como do aumento do poderio econômico e poderio bélico do tráfico de drogas,
02:54impedindo, por medida de decreto, uma decisão do Poder Executivo,
02:58sendo ele o 01 do Poder Executivo, a saber,
03:01o governador do estado do Rio de Janeiro,
03:03impossibilitando e impedindo a polícia de fazer operações dentro da favela,
03:08em razão da sua filha ter ali uma proximidade, ser viciada em drogas.
03:14O Brizola foi tão latente, essas políticas públicas foram tão latentes,
03:18tão ruins para o Brasil, que isso, para o Rio de Janeiro, eventualmente,
03:21que isso gerou um crescimento monetário dos traficantes e, por consequência disso,
03:26um crescimento bélico, porque eles conseguiram comparar as armas através desse recurso.
03:30O Leonel Brizola é tão danoso, ele foi tão danoso para o estado do Rio de Janeiro,
03:35que a cocaína tem alguns apelidos aqui no Rio de Janeiro.
03:38A cocaína, o nome original, coca, vem da Folha, da Colômbia,
03:42depois você tem o pó, e depois, aqui no Rio de Janeiro,
03:45as pessoas chamam os mais antigos, chamam a cocaína, sabe do que, senhoras e senhores?
03:48De Brizola.
03:50Cocaína no Rio de Janeiro também tem nome de Brizola,
03:52o nome do governador do estado, que impediu as forças de segurança
03:57de fazer operação em razão dessa filha que tinha ali um vício.
04:01E isso não se assemelha à decisão do ministro Fraquim,
04:03sendo impulsionado pelo PSB, o Partido Socialista Brasileiro,
04:07escrito por um reitor de uma universidade que nunca pisou numa favela
04:11e que mora em Ipanema, no maior PIB, um dos maiores PIBs da América Latina.
04:15Por que o efeito da não-operação na década de 80 com o Leonel Brizola
04:21causou o mesmo efeito da não-operação da DPF de 2020,
04:26do Fachin impulsionado pelo PSB?
04:28Porque o objetivo dessa gente é mesmo,
04:30é o crescimento exponencial do tráfico, a fim de que haja desordem.
04:34Essa gente se alimenta da desordem.
04:35Essa gente se alimenta e se perpetua no poder prometendo uma ordem
04:39quando eles são os agentes da desordem.
04:43Isso não beneficia a população das favelas,
04:46isso não beneficia as populações das periferias.
04:48Muito pelo contrário.
04:49Isso aumenta o poderio econômico desses narcotraficantes
04:53e, posteriormente, aumenta o poderio bélico,
04:55porque eles brigam entre si.
04:57E é uma coisa que poucas pessoas falam, tá?
04:59Todo mundo se comoveu com a operação policial.
05:02Mas ninguém se comove quando o TCP invade o CV,
05:05o CV invade o ADA, o ADA invade a Melissa.
05:08Parece que bandido pode matar bandido,
05:10mas a polícia não pode matar.
05:12É o que a população do Rio está cansada de ver.
05:15E por essa razão, mais de 80% da população
05:17aprova as operações policiais aqui no Complexo da Penha.
05:21Muito bem.
05:22O Albeta tem uma pergunta, Albano?
05:23E ninguém se comove também com a morte dos policiais, né, Satie?
05:26Tem também essa parte.
05:27Agora, eu queria perguntar pra você,
05:29a gente tá nesse debate, né?
05:31O Brasil vem com esse debate a respeito de política,
05:33direita e esquerda ali, basicamente desde 2010,
05:36aí a gente já pode colocar 25 anos na conta,
05:39mas um debate que a esquerda não consegue ganhar
05:43é na segurança.
05:45A esquerda não consegue, igual o Emílio falou,
05:47o Siquirinha também falou do Uber e de todas as pessoas que estão na rua,
05:53eles não conseguem chegar na população no quesito segurança.
05:58Você acha que isso que aconteceu no Rio de Janeiro
06:01é mais um daquele despertar de uma galera
06:05que ainda estava submersa pelo discurso da esquerda?
06:08Você fala assim, pô, espera aí.
06:09Ou você acha que quem era pra ser direita,
06:12quem era pra ser esquerda, já foi,
06:14ou isso reacende e acaba despertando mais pessoas?
06:18É evidente que isso reacende
06:20e acaba, consequentemente, despertando mais pessoas.
06:23Olha só, o Rio de Janeiro é a 16ª cidade mais violenta do Brasil.
06:27A primeira é Salvador, Estado da Bahia.
06:29Governada por quem?
06:31Pelo petista.
06:32A segunda cidade mais violenta do Brasil é Fortaleza,
06:35capitada do estado do Ceará.
06:36Governada por quem?
06:37Eu, mano.
06:38E a cidade é governada por quem?
06:40Um petista.
06:41Então, os governos de esquerdas hoje controlam essas cidades
06:45e, por coincidência ou não,
06:48elas acabam sendo as mais violentas do Brasil,
06:50porque eles não têm pulso pra lidar com a questão da segurança pública.
06:54A esquerda vitimiza,
06:55a esquerda tem a questão da bandidolatria,
06:58a esquerda tem a questão de passar a mão na cabeça
07:00das pessoas que estão só com um fuzilzinho na mão
07:03e aquele discurso que a gente já está cansado de ouvir.
07:07Enquanto a direita,
07:07e não tem como a gente deixar de polarizar isso,
07:10a direita tem mostrado pelo modo contrário.
07:13O Tarcísio, por exemplo, no estado de São Paulo,
07:16junto com o seu secretário de segurança,
07:17que, na minha opinião,
07:18um dos maiores secretários de segurança do Brasil,
07:21que é o Guilherme de Ritchie,
07:22tem feito um excelente trabalho, entendeu?
07:25Vindo, inclusive, aí,
07:26essa operação que foi deflagrada pela polícia de São Paulo.
07:30O governo federal está tentando surfar
07:31em cima dessa coisa que estourou na B3,
07:34nesses investimentos bilionários
07:35e ações em bolsas de valores
07:37pelo porno do comando da capital.
07:39Mas isso aí é mérito do governador Tarcísio
07:42e do seu secretário de segurança público,
07:44Guilherme de Ritchie.
07:45Não tem nada a ver com o governo federal.
07:46O governo federal chegou depois disso aí
07:48para botar a cereja no bolo.
07:50Então, você vai ver o Ratinho Júnior,
07:51por exemplo, no estado do Paraná,
07:52a segurança.
07:53O Caiado, por exemplo, no estado de Goiás,
07:56que é um dos estados mais seguros,
07:58uma das polícias mais bem preparadas.
08:01E isso perde, efetivamente, para o Rio de Janeiro,
08:04porque não tem como você dizer
08:05que a polícia do Rio de Janeiro
08:06não é a melhor do mundo.
08:08A polícia do Rio de Janeiro é a melhor do mundo.
08:09E, na última pergunta,
08:10inclusive, minhas condolências,
08:11sinceras condolências aos heróis
08:13que perderam suas vidas,
08:14que estão sendo sepultados
08:15neste exato momento aqui na cidade do Rio de Janeiro.
08:18Então, sim, vai polarizar,
08:20já polarizou e a população entendeu.
08:21Esquerda defende a violência
08:24e direita combate a violência.
08:26Agora, por que a direita combate a violência
08:28e nem sempre consegue resolver o problema?
08:30Porque a gente sabe do aparelhamento
08:33do poder judiciário
08:34e também do aparelhamento do poder legislativo
08:37que, através das legislações brandas,
08:40tentam aliviar a vida dessas pessoas
08:42que estão à margem da sociedade.
08:43Olha, tem traficantes, usuários, bandidos,
08:47assaltantes que já estão na sua décima passagem.
08:49Não faz sentido o cara assaltar
08:51e ir para a delegacia
08:52e o delegado fala assim,
08:53rapaz, é a quinta vez que você vem aqui.
08:55Não pode.
08:56Isso não pode acontecer.
08:57E por que isso acontece?
08:58Porque existe toda uma militância
09:00de direitos humanos
09:02e de uma série de situações
09:04que acabam abrandando essas penas
09:07porque eles também têm tentáculos
09:09dentro do poder judiciário,
09:11lamentavelmente.
09:13Fazendo um cronograma dessa história,
09:15você não acha que o Caiado veio aqui?
09:16Ele falou o seguinte,
09:17que o Rio de Janeiro virou resort de bandido.
09:19Por quê?
09:20Parece que tinha alguém lá de Goiás.
09:22Não, não.
09:2347 criminosos que estavam em Goiás
09:27foram para o Rio de Janeiro.
09:29O Caiado foi no Congresso,
09:30avisou inclusive o presidente
09:32e ninguém fez nada.
09:33Aí veio uma PEC.
09:34Você não acha que tem uma responsabilidade
09:36do governo federal?
09:37Precisa ser investigado o que aconteceu,
09:39já que o Caiado está falando sobre isso?
09:41Ah, óbvio que tem uma responsabilidade
09:43do governo federal.
09:44A prova disso é a própria ADPF, senhoras e senhores.
09:47A ADPF 635,
09:49tendo em vista que ela inviabilizava
09:51de todas as formas das operações
09:52das forças de segurança
09:53do estado do Rio de Janeiro nas favelas,
09:55ela possibilitou que as favelas
09:57se transformassem em um verdadeiro oásis.
09:59Veja, se você está tendo operações
10:01em alguns estados,
10:02o que eles fazem?
10:03Os chefões, os grandões?
10:04Eles vêm para o Rio de Janeiro,
10:05porque tem a certeza que não vai ter operação.
10:08Hoje estão protegidos pela ADPF 635,
10:10do PSB, o Partido Socialista Brasileiro,
10:14um partido de extrema esquerda.
10:16É disso que eu estou falando.
10:17Então, de fato, o Caiado está certo
10:19quando ele argumenta que o Rio de Janeiro
10:21acabou virando um resort,
10:22um oásis para os narcos terroristas
10:25e narcos traficantes
10:26de todos os estados do Brasil,
10:28justamente em razão da ADPF.
10:30Parece que eu estou sendo redundante,
10:31óbvio, mas é isso.
10:33Se eu tenho segurança, por exemplo,
10:35por que você tem muita gente
10:37que manda os recursos financeiros para a Suíça?
10:39Porque a Suíça criou uma estrutura
10:41que ela não quer saber
10:43de onde o seu dinheiro vem.
10:44Você manda o seu dinheiro para lá
10:45e está tudo certo.
10:46Não só a Suíça,
10:47como Singapura, Bahamas,
10:49e você tem várias rotas comerciais
10:51e financeiras para as pessoas
10:52mandarem o seu dinheiro
10:53e não ser confiscado por governo.
10:55É o mesmo pensamento
10:56que eles têm do Rio de Janeiro.
10:58Se eu estou sofrendo perseguição
11:00ou operações policiais
11:01nos meus respectivos estados
11:02e favelas onde eu moro,
11:03nas minhas cidades,
11:05eu vou para o Rio de Janeiro,
11:06porque eu sei que lá
11:06eu não vou sofrer perseguição.
11:07E por que eu não vou sofrer perseguição?
11:09Porque a polícia é ruim?
11:10Não.
11:11Porque a polícia é conivente?
11:12Não.
11:12Porque a polícia é corrupta?
11:14Não.
11:14Porque tem um dispositivo jurídico
11:16chamado ADPF 635
11:19que inviabiliza o poder
11:21e o acesso ostensivo da polícia
11:23naquelas determinadas localidades.
11:25E por razões óbvias,
11:26eles acabam descendo.
11:27Quando o Caiado faz essa reclamação pertinente,
11:31ele sim precisa ser ouvido
11:32e o governo federal precisa responder
11:34com responsabilidade.
11:36O ministro Roberto Fachin,
11:39ele precisa sim reavaliar isso,
11:42mas eu não sou tão motivado
11:47quando eu falo dessa pauta,
11:48porque a ADPF 635,
11:50ela sai agora do Fachin
11:51e vai para um ministro
11:53que todo mundo já conhece,
11:54que é o ministro Alexandre de Moraes.
11:57Isso.
11:57Muito bem.
11:59O governador do Rio aí
12:00pode sofrer impeachment.
12:02Vai ser terça-feira que vem,
12:04vai ser os caras...
12:05Então ele precisa...
12:06Agora você não acha que isso aí,
12:08porque por exemplo,
12:08no México, né?
12:09Porque o México é produtor de droga.
12:11Lá a Marinha,
12:13a Marinha junto com a Força Nacional,
12:15eles trabalham junto
12:16para o negócio de droga.
12:17Você não acha que de repente
12:18aqui no Brasil vai ter que fazer um negócio?
12:19Porque aqui no Brasil
12:20a gente não produz a droga, né?
12:22A droga entra pela fronteira
12:24que é o Estado, né?
12:27Que é o...
12:28Isso aí é o governo federal
12:29que cuida, né?
12:30Das fronteiras.
12:31Sim.
12:32É até uma lei do Moro isso daí, né?
12:33Você não acha que tem que aumentar
12:37essa segurança usando, sei lá,
12:39a Marinha, o Exército,
12:41usando para que não entre,
12:42para que fique mais difícil,
12:44porque isso aí acontece no Rio de Janeiro,
12:46porque a droga chega pela fronteira.
12:48Ela vai para o Rio de Janeiro,
12:49ela está entrando pela fronteira, né?
12:51Talvez aí também
12:51seja o trabalho conjunto
12:54da Polícia Federal,
12:56do Exército,
12:57do Exército,
12:58sei lá, né?
12:59Que foi justamente
13:00a questão de você
13:03declarar o PCC Comando Vermelho
13:05organização terrorista.
13:06Se você declarasse eles
13:07como organizações terroristas,
13:09você podia militarizar o combate
13:11e justamente utilizar as Forças Armadas,
13:13que foi justamente o que o Lula
13:14não quis fazer, né, Rafael?
13:18Mas é uma responsabilidade
13:19do governo federal,
13:20não quis fazer com que as facções
13:22criminosas fossem enquadradas
13:23como facções terroristas
13:25ou grupos terroristas.
13:26Em 2023,
13:28o Lula disse
13:29que não decretaria
13:31a GLO,
13:31que garantia da lei
13:32e da ordem,
13:33porque ele não queria
13:34as Forças Armadas
13:35brigando com traficantes.
13:37Foi esse o termo
13:38que ele usou.
13:39Em 2023,
13:41justamente dois anos atrás,
13:43e ao que me parece,
13:44eu vou levantar
13:45essa informação aqui,
13:46mas ao que me parece,
13:47foi no dia 28 de 2023,
13:51exatamente dois anos depois
13:53da mega-operação policial.
13:55Eu estou pedindo
13:55para a minha assessoria
13:56levantar isso aqui
13:57para mim aqui.
13:58Óbvio que as Forças Armadas,
14:00a saber,
14:01o Exército,
14:01a Marinha Aeronáutica,
14:02tem que se envolver nisso.
14:04É óbvio,
14:04você tem um dispositivo,
14:06eu vou até inclusive ler aqui,
14:08que é um dispositivo
14:10de garantia da lei
14:12e da ordem,
14:12está previsto
14:13na Lei Complementar
14:14de 1997,
14:17de 1999,
14:18no Decreto 3.897,
14:21de 2001.
14:23É um instrumento
14:23que permite
14:24as Forças Armadas
14:24atuarem
14:25quando as Forças
14:26de Segurança
14:27se esgotam.
14:29Eu não estou dizendo
14:29que a Polícia Militar
14:31não tenha capacidade,
14:32mas senhoras e senhores,
14:34são inúmeras favelas
14:35no Rio de Janeiro.
14:36O contingente
14:37de criminosos
14:38de narcotraficantes,
14:40eles ultrapassam
14:41os milhares.
14:42Então precisa-se, sim,
14:44de uma parceria,
14:45de um trabalho
14:46em conjunto
14:47das Forças Federais,
14:48o Exército,
14:49a Marinha,
14:50a Aeronáutica,
14:51ajudando.
14:51E é óbvio,
14:52se essas facções criminosas
14:54fossem enquadradas,
14:56de fato,
14:56como organizações terroristas,
14:59isso seria muito mais fácil,
15:01que é o que acontece,
15:02por exemplo,
15:02com as FARC,
15:03é o que acontece
15:03com alguns cartéis
15:04no México,
15:05onde o próprio Exército
15:07combate
15:07esses cartéis.
15:09Isso aconteceu nas FARC
15:11e está acontecendo agora
15:12no Mar do Caribe
15:13com os narcotraficantes
15:14do narco-estado
15:16da Venezuela.
15:17Por que o Donald Trump
15:18atracou as suas embarcações
15:20e seus navios de guerra
15:21no Mar do Caribe?
15:22Porque agora
15:23ele tem
15:23a prerrogativa
15:25para perseguir
15:26esses narcotraficantes
15:27desses narco-estados.
15:28Mas por que isso não aconteceu
15:29no Brasil?
15:30Porque, mais uma vez,
15:31o governo federal,
15:32assim como se omitiu
15:33em 2023
15:34com a garantia
15:34da Lei da Ordem,
15:35se omitiu agora
15:36em 2025
15:37para não enquadrar
15:38as facções criminosas
15:39como células terroristas.
15:40E continua se omitindo,
15:42porque esse é
15:43o padrão da esquerda.
15:44O padrão da esquerda
15:45é defender
15:46os narcoterroristas
15:47e os narcotraficantes.
15:49É isso mesmo,
15:49foi dia 27 de outubro
15:50ele falou,
15:51eu não quero as forças armadas
15:52nas favelas
15:53brincando com o bandido.
15:54Não é esse o papel
15:55das forças armadas
15:56e enquanto eu for presidente
15:57não tem GLO,
15:58disse o Lula
15:5927 de outubro
16:01de 2023.
16:02É isso aí.
16:02Exatamente
16:04dois anos depois.
16:06A mega-operação
16:07no Rio de Janeiro
16:07foi no dia 27 de outubro
16:08de 2025.
16:09Senhoras e senhores,
16:11não são coincidências.
16:12O que aconteceu
16:13é o resultado
16:14de uma má gestão
16:15do governo federal,
16:17da má versação
16:18do recurso público,
16:19do mau empenho
16:20das nossas forças
16:21de segurança
16:21e negligenciando
16:23a população mais pobre
16:25que é a população periférica
16:26que vive em vulnerabilidade social
16:28que ele diz
16:29ter a paternidade.
16:30ele puxa para si
16:32a paternidade
16:33de ser o pai dos pobres
16:34quando na verdade
16:35esse presidente
16:36que nós temos hoje
16:37no Brasil
16:37que é o Lula
16:38ele é o maior
16:39responsável pela pobreza,
16:41pela criminalidade
16:42e pela insegurança
16:43no nosso país.
16:44É isso aí.
16:46Bom,
16:46Satie,
16:47eu quero agradecer muito.
16:48Vocês têm mais perguntas
16:49aqui para o Satie?
16:50Sim.
16:50Vou aproveitar aqui
16:51que não é todo dia
16:52que a gente tem
16:53uma presença tão bacana
16:54e eu acredito
16:54que você tem
16:55muito compromisso aí.
16:56O Satie é um vereador
16:57do Rio de Janeiro,
16:58atuante vereador,
16:59combativo vereador
17:00e sempre está
17:01atendendo a gente.
17:02Tem mais alguma pergunta?
17:03Só mais uma.
17:04Oi.
17:04Vocês falaram sobre a história
17:05que o governador,
17:06o Cássio,
17:06vai ter que agora
17:07responder para o Alexandre de Moraes,
17:09né?
17:09Sim.
17:09Agora, nesse momento.
17:11Isso daí complica muito
17:11uma situação,
17:12principalmente porque
17:13ele me parece que
17:13saiu fortalecido da história.
17:15O que você acha
17:16que pode dar?
17:17Porque ele vai ter que
17:17responder
17:18porque que ele decidiu
17:20ter esta operação.
17:22Sim.
17:22Porque que ele bolou
17:23isso na cabeça dele
17:23que me parece que foi exitosa,
17:25não, Satie?
17:25É, eu acho que isso aí
17:27é o menos dos problemas,
17:28tá bom?
17:29Ele ter que chegar
17:30para uma comissão julgadora
17:32e dizer quais foram os motivos
17:34e quais foram as razões
17:35pelas quais ele fez
17:36essa incursão
17:37nessa mega operação
17:38vai ser muito fácil.
17:39Ele tem pessoas
17:39extremamente capacitadas
17:41e técnicas
17:41ao seu lado,
17:42nas forças de segurança,
17:44na polícia militar,
17:45no batalhão de operações especiais
17:46que é o BOPE,
17:47na polícia civil,
17:48no CORE.
17:49Ele tem as pessoas técnicas ali
17:51que vão dar
17:52todos esses pareceres necessários
17:54para que ele responda
17:55as perguntas
17:56do ministro Alexandre de Moraes
17:57que agora está na frente
17:57da DPF 65.
17:59Isso não é o que me preocupa.
18:00O que me preocupa
18:00é o TSE.
18:02É o Tribunal Superior Eleitoral
18:03que desengavetou
18:05um processo jurídico
18:10contra ele
18:11na questão das eleições.
18:14E isso, sim,
18:15pode tirar o mandato dele
18:16e tornar ele elegível.
18:18Senhoras e senhores,
18:19coincidentemente,
18:21depois da operação,
18:23senhoras e senhores,
18:23nem tem ninguém
18:24para pensar assim,
18:25pô, espera mais 45 dias.
18:27Não, automático.
18:28E, evidentemente,
18:29que isso já é uma represária
18:31ao governador
18:33do estado do Rio de Janeiro
18:34que está fazendo
18:36um trabalho excelente
18:37com coragem,
18:39com técnica
18:40e com cuidado
18:41com quem mora na favela.
18:42O conflito aconteceu na mata,
18:45longe da área construída.
18:47A estratégia da polícia
18:53do Rio de Janeiro
19:14do Rio de Janeiro.
19:15O deputado federal mais votado da história de São Paulo na última eleição
19:38está preso em Roma.
19:41É assim, a gente está vendo uma perseguição dos políticos de direita hoje pelo poder
19:46judiciário, Miguel.
19:48É isso aí.

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