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Em Paraisópolis, o clima fechou mais rápido que porta de banco em dia de assalto! PM leva tiro no pescoço, tem a arma roubada e o criminoso, com ficha mais gorda que lista de promessas de campanha, ainda é chamado de “suspeito”. Enquanto isso, Guilherme Derrite chega no Pânico mandando a real: dá os detalhes da caçada, cutuca a imprensa e lembra que, se fosse o contrário, a manchete já tava piscando no breaking news. É segurança pública sem censura e com mais fogo cruzado de ideias que confronto de facções!

Assista ao Pânico na íntegra: https://youtube.com/live/fBFrt9gjxNE

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00:00Derrite, tá aí? Obrigado, hein, Derrite. Cadê o Derrite?
00:03Aí, o Derrite.
00:04Vermilho.
00:05Tudo bem, Derrite?
00:06Boa tarde, tudo bem com vocês?
00:07Tudo tranquilo. Muito obrigado por você atender a gente aí e tal.
00:10A gente quer saber aí a respeito, isso ficou o dia inteiro ontem nas redes sociais,
00:14as imagens, né, do policial que foi atingido.
00:18Como é que está a situação do policial nesse momento?
00:23Vermilho, obrigado por essa pergunta, porque, além de você,
00:27somente outros dois veículos de comunicação pediram de informações para a secretaria
00:34perguntando sobre o estado de saúde do policial.
00:36Os outros 99% só queriam saber como estavam os bandidos criminosos
00:41que fugiram da prisão do policial.
00:45Antes de mais nada, Emílio, agradecer o espaço, a oportunidade.
00:48Eu queria dedicar o dia de hoje ao cabo do corpo de bombeiros de 50 anos
00:54que foi enterrado hoje, porque, infelizmente, na data de ontem, faleceu também no cumprimento das suas missões.
01:00É o cabo Valdeci Bezerra, de 51 anos, que, infelizmente, não vai passar o dia dos pais de domingo com seus três filhos.
01:08Participou de um salvamento de uma pessoa numa caixa d'água na região de São José dos Campos
01:14e, infelizmente, veio a falecer após uma queda no término da ocorrência já,
01:19mostrando a realidade do que é a vida de um policial de bombeiros.
01:22E, nesse caso, o cabo Santana, um excelente policial militar,
01:26quando declarado várias vezes na sua unidade, o primeiro batalhão,
01:29ele veio acompanhando uma motocicleta que havia praticado diversos roubos
01:33e essa motocicleta fugiu para dentro da comunidade de Paraisópolis
01:38e ele realizou a prisão desse indivíduo, ele estava ali sob o poder do policial,
01:41porém, numa dificuldade, ele estava sozinho, porque o parceiro dele, em determinado momento,
01:47perdeu ele de vista e aí vem os críticos, né, os críticos de ar-condicionado,
01:51dizendo, olha, mas o policial estava sozinho, está errado.
01:54Só quem já passou por isso sabe qual é a dificuldade.
01:57Esse policial pedindo apoio, o apoio, infelizmente, não chegou a tempo.
02:03Populares, que, na verdade, são criminosos, tanto quanto esse criminoso,
02:07de nome Cauã, de 19 anos, falando, olha, solta ele, é morador, é trabalhador
02:13e não é trabalhador coisa nenhuma.
02:16E, para mim, morador que tenta atirar um criminoso preso em flagrante da mão do policial
02:20é coautor, é criminoso também.
02:23Infelizmente, ele conseguiu levantar, se desvencilhar
02:26e o policial, no campo de visão que ele tinha ali no momento,
02:29ele não viu que o criminoso sacou a arma
02:31e, infelizmente, efetou um disparo de arma de fogo que atinge o pescoço do policial.
02:35A cena é muito forte, é chocante.
02:37O policial cai, mas por um milagre de Deus,
02:42pela misericórdia de vida, misericórdia divina de Deus,
02:45esse policial está bem.
02:47O quadro de saúde dele é estável.
02:48Graças a Deus, o quadro de saúde dele é estável.
02:51E está em observação.
02:53Até o momento, não vai precisar passar por cirurgia.
02:56O disparo transfixou, atingiu apenas a musculatura.
02:59Então, a gente está muito feliz.
03:00Agora, o que revolta, gente, são várias questões.
03:02Além dessa questão da imprensa, que, infelizmente, no Brasil,
03:05a gente tem que conviver com isso.
03:08A boa parte da imprensa, ou até a maioria dela, enviesada,
03:11fazendo perguntas, como eu recebi aqui um pedido de informações.
03:14Eu vou ler para vocês.
03:16Recebemos informações de que um dos suspeitos,
03:18suspeitos envolvidos nos assaltos da região da Chácara Santo Antônio,
03:22que teriam fugido para Paraisópolis,
03:24na ação que resultou no disparo contra o cabo Santana,
03:27foi baleado por um policial militar durante a fuga.
03:30Vamos para as perguntas.
03:32Gostaria de saber qual procedimento para essa ação.
03:35O que aconteceu com o suspeito baleado?
03:38A polícia prestou socorro ao suspeito baleado?
03:41Quando é possível saber o envolvimento desse baleado nos assaltos?
03:46Aguardo o retorno, o mais breve ainda, ainda cobra, o mais breve.
03:50Não perguntou em momento algum o estado de saúde do nosso herói,
03:53um homem que arrisca a vida para defender a sociedade.
03:56E o que revolta também, outros dois pontos.
03:58É uma, para mim, criminosa que tem que ser identificada o quanto antes também,
04:03pelo Serviço de Inteligência da Polícia,
04:05que fica a todo momento dizendo, olha, trabalhador, solta ele.
04:08E depois que o policial é baleado, ela ri na filmagem.
04:11E fala, foge, foge.
04:13Então, estava ali participando junto da ação criminosa, no meu ponto de vista.
04:17O outro criminoso, de nome Gabriel,
04:20que subtrai a arma de fogo do policial, aparece no vídeo também.
04:23E aí, para finalizar a minha constatação aqui,
04:29da dificuldade que é o trabalho do policial,
04:31deixando essa questão da mídia,
04:33que infelizmente a gente tem que conviver com esse viés,
04:37ambos os criminosos, tanto o Cauã de 19 anos quanto o Gabriel,
04:41o Cauã que atira e o Gabriel que subtrai a arma do policial,
04:43já foram presos pelas forças policiais,
04:46mas, como sempre, a gente vem falando aqui,
04:49a grande dificuldade do policial trabalhar pela fragilidade da legislação.
04:54Infelizmente, o nosso Congresso Nacional
04:56não aprova as mudanças necessárias
04:58para que a gente mantenha criminosos como esses
05:00que já cometeram roubo qualificado,
05:03extorsão, receptação, permanecer sem preso.
05:06Mas nós já identificamos, qualificamos,
05:08sabemos quem são,
05:09e o trabalho da polícia agora,
05:11claro, de imediato, uma operação saturação
05:13por parte da Polícia Militar,
05:15que tem o objetivo de evitar que esses criminosos
05:17saiam dessa região
05:19e depois o trabalho da Polícia Civil
05:21em conjunto com a Polícia Militar
05:22para realizar a prisão o mais rápido possível,
05:25não só dos dois criminosos,
05:26que aí está de forma latente,
05:28cometeram crimes graves contra o policial,
05:31mas também desses que participaram dessa ação
05:34que facilitou a fuga desse criminoso
05:36que estava até então dominado pelo policial militar,
05:38que para mim, Emílio,
05:39volto a falar aqui para milhares de pessoas que nos assistem,
05:43é um verdadeiro herói, o Cabo Santana.
05:46Então quem está criticando,
05:48dizendo, olha, ele deveria ter feito isso, aquilo,
05:50muitos nunca passaram por uma situação dessa,
05:52não sabem o que é ser policial no Brasil,
05:54e outros nunca passaram por um momento
05:56de tamanha gravidade como ele passou.
05:59Eu agradeço a Deus pela oportunidade de estar aqui,
06:02mas agradeço ainda mais
06:03porque Deus colocou a mão nesse policial
06:05que é um excelente,
06:06um dos melhores policiais militares
06:07que nós temos atualmente,
06:09é autor de várias prisões em flagrante,
06:11todos os meses lá no primeiro batalhão,
06:13por ele estar bem.
06:14Ontem eu pude falar com ele
06:16por uma videochamada,
06:19porque eu estou no interior de São Paulo,
06:20realizando entregas,
06:22e falei com a esposa dele,
06:23com o comandante dele,
06:24o Tenente Coronel Francisco Neto,
06:25que esteve lá no Hospital das Clínicas acompanhando.
06:27Graças a Deus ele está bem.
06:28Falei hoje de novo com a equipe médica,
06:30que me relatou que o quadro dele é estável,
06:33até o momento não vai precisar de nenhuma cirurgia.
06:36Estão avaliando até a possibilidade
06:37da retirada do colar cervical dele,
06:39e se Deus quiser logo logo,
06:40ele vai estar 100% recuperado.
06:43Então quer dizer,
06:44ele abordou os caras em Paraisópolis,
06:46mas esses caras estavam,
06:48eles estavam assaltando,
06:49foi uma perseguição,
06:50quando ele chegou ali,
06:52quando ele chegou,
06:53que tem essa menina,
06:55essa voz,
06:56que eu recebi,
06:57eu acredito que todo mundo recebeu esse vídeo,
06:59essa voz,
07:00essa menina que está gravando,
07:04ela mora em Paraisópolis,
07:06que loucura isso aí.
07:08São pessoas,
07:09nós vivemos num momento,
07:11no nosso país,
07:11Emílio,
07:12que a população,
07:14ela,
07:15infelizmente,
07:16em alguns locais,
07:17como foi esse caso aí,
07:18torce para o criminoso,
07:19porque o criminoso é de lá,
07:21então ele fugiu para o reduto dele,
07:24e aí esses pseudo moradores,
07:25que são tão criminosos quanto eles,
07:27dão guarida,
07:28ajudam,
07:28facilitam a fuga,
07:30e no meu entendimento,
07:31tem que ser identificados,
07:32qualificados,
07:33e também responder criminalmente por isso.
07:34Agora,
07:36toda essa questão que envolve,
07:38atuação criminosa,
07:40reincidência criminal,
07:41esse criminoso aí de nome caô,
07:42por exemplo,
07:43está envolvido no latrocínio,
07:45com a quadrilha que praticou,
07:47o latrocínio do delegado Belarmino,
07:49que morreu recentemente,
07:51inclusive a polícia fez um grande trabalho,
07:53prendeu os criminosos,
07:54mas ele tem envolvimento com essa quadrilha também,
07:56ou seja,
07:57reincidência criminal,
07:59é o maior mal para a segurança pública,
08:00no nosso país hoje em dia,
08:01e tem que combater isso,
08:02mas até que isso aconteça,
08:05temos que levar para a justiça,
08:07tanto os dois que praticaram o crime,
08:09quanto esses que facilitaram a fuga dos criminosos.
08:12E o que vai acontecer com eles agora?
08:14Ele tem 19 anos o que atirou?
08:1719 anos,
08:18já foi preso por roubo,
08:20por extorsão.
08:21E já tem passagem,
08:23como todos, né?
08:24Já,
08:25ambos, né?
08:25Isso é um,
08:26infelizmente,
08:26aliás,
08:27semana passada,
08:28nós prendemos em sete dias,
08:30três vezes,
08:33o mesmo criminoso por tráfico de drogas.
08:34A polícia prendeu em sete dias,
08:36três vezes.
08:37Ele foi preso,
08:38foi solto no direito de custódia.
08:39Foi preso,
08:40foi solto no direito de custódia.
08:42Na terceira vez,
08:43ele permaneceu.
08:44Talvez pela terceira vez,
08:46o policial conseguiu mostrar
08:48que ele era nocivo à sociedade.
08:49Mas esses dois indivíduos,
08:51ambos possuem antecedentes criminais,
08:53por crimes graves,
08:53e agora os próximos passos,
08:55a gente não vai parar de trabalhar
08:57até que a gente consiga realizar
08:58a prisão deles.
08:59Eu,
09:00eh,
09:00concito aqui a população,
09:02a grande audiência que vocês têm,
09:03se vocês tiverem qualquer informação
09:04a respeito desses dois covardes,
09:07ligue o nove zero,
09:08ligue o oito um,
09:09não diz que denúncia,
09:10a denúncia é anônima,
09:11tanto o nove zero,
09:11quanto o oito um,
09:13eh,
09:13forneça informações
09:14para as forças policiais,
09:16que nós vamos,
09:17não vamos parar
09:17até encontrá-los
09:19e realizar a prisão
09:20desses covardes.
09:21Muito bem,
09:22se vocês têm pergunta?
09:23Não,
09:23eu queria,
09:23perguntar para o Derritte,
09:25o que que ele acha
09:26da,
09:26da turma que assiste,
09:28todo mundo assistiu o vídeo
09:29e vê o,
09:30o rapaz ali dando um tiro
09:32no pescoço do policial
09:33e mesmo assim
09:34chamado de suspeito.
09:36Eu queria a opinião do,
09:38queria a sua opinião sobre isso,
09:39Derritte,
09:39porque,
09:41eh,
09:41a pessoa escreve suspeito,
09:43por quê?
09:43Qual que é o intuito disso?
09:48Eu tenho que me controlar aqui
09:49para não falar às vezes
09:50o que eu,
09:50o que eu penso,
09:51porque na condição do secretário
09:53de Estado,
09:54temporariamente eu,
09:55eu não tenho,
09:56não estou amparado pela imunidade
09:58parlamentar como deputado federal,
09:59que hoje em dia também,
10:01às vezes não está,
10:01não está servindo para muita coisa,
10:03né?
10:03Não estão respeitando
10:04esse preceito constitucional.
10:05mas enfim,
10:06para mim são,
10:08o que eu posso dizer
10:09de uma pessoa que,
10:10será que num país civilizado,
10:12decente,
10:13onde o sistema de justiça criminal
10:14funciona,
10:16um,
10:16alguém da imprensa
10:18chama um criminoso
10:18que atira num representante
10:20do Estado,
10:21fardado,
10:21de suspeito
10:22ou de criminoso?
10:24É o ponto que nós chegamos.
10:25Ou a gente muda esse cenário,
10:27essa narrativa,
10:29eh,
10:29que coloca o policial
10:31como bandido
10:32e o bandido
10:32como mocinho da história,
10:34ou vai ser difícil
10:35a gente reverter esse quadro?
10:36Eu luto diariamente
10:37contra isso,
10:37vocês sabem,
10:38e eu agradeço
10:39porque a gente ainda
10:40tem esses espaços,
10:42espaços como esse,
10:43que a gente pode
10:44falar a verdade,
10:45que a gente pode ser sincero
10:46e dizer que,
10:47sem dúvida alguma,
10:48esses dois covardes
10:49são criminosos,
10:51aliás,
10:51criminosos reincidentes
10:52e nós faremos de tudo
10:54para realizar a prisão deles.
10:55Ah,
10:56Derrite,
10:57lamento,
10:58obviamente,
10:58o acontecido ontem,
11:00quando a gente vê,
11:02principalmente,
11:02a cultura americana,
11:03tem até nos filmes americanos,
11:05quando um policial
11:06é baleado ou morto,
11:08o bandido se desespera
11:09porque sabe que vai ser pego,
11:11assim,
11:11não há tolerância
11:13para quem comete crime
11:14contra policiais.
11:16Aqui no Brasil,
11:17a gente já viu
11:18várias ondas
11:19de agressões
11:20a policiais,
11:21né,
11:21inclusive,
11:22teve épocas
11:23do crime organizado
11:24estar matando policiais.
11:26Por que você acha
11:27que tem essa cultura,
11:28assim,
11:28de o bandido
11:29não ter tanto medo
11:31da polícia
11:31como em outros países?
11:33É o sistema
11:34de justiça?
11:35O que que acontece aqui
11:37do bandido
11:38estar relativamente
11:39confortável
11:40em agredir
11:42ou matar um policial
11:43que está fazendo
11:44sua função,
11:44está trabalhando?
11:46São várias nuances
11:47eu vejo,
11:48Samir,
11:48porque além da questão
11:50da fragilidade
11:50da legislação,
11:51sem dúvida alguma,
11:52porque eu não tenho dúvida
11:53que os policiais
11:54vão prender
11:55esses criminosos,
11:56mas eu também não tenho dúvida
11:57que logo logo
11:58eles vão estar na rua.
11:58infelizmente
12:00isso é uma realidade
12:01e se fosse
12:02nos Estados Unidos
12:03ou um país
12:04onde a legislação
12:05funciona de maneira séria,
12:07esses caras
12:08ficariam 20,
12:0930 anos presos
12:10sem nenhum direito,
12:11sem direito
12:11a saída temporária,
12:13auxílio-reclusão,
12:14visita íntima,
12:15progressão de regime
12:16de cumprimento de pena,
12:18mas também
12:18tem essa outra nuance
12:19que é uma maneira
12:21de invadir
12:23a cultura
12:23de uma sociedade
12:25por meio
12:25de narrativas
12:26que coloca,
12:28que chama criminoso
12:29que nitidamente
12:30agride um policial
12:31que atira
12:33no policial
12:33chamando ele
12:34de suspeito.
12:35Não é suspeito,
12:35não.
12:36Ali é uma prova material
12:37que ele atirou
12:38no policial.
12:39E detalhe,
12:39policial que estava
12:40realizando um acompanhamento,
12:42que é uma maneira técnica
12:44de chamar de perseguição,
12:45de acompanhamento,
12:47porque ele já tinha
12:47cometido outros delitos.
12:49Então,
12:50sem dúvida alguma,
12:50fragilidade da legislação,
12:52mas essa
12:52influência
12:56da narrativa
12:57que é uma narrativa
12:59sem dúvida alguma
12:59marxista
13:01de tratar o bandido
13:02como um coitadinho
13:03vítima da sociedade,
13:04chamar criminoso
13:05com prova material
13:06que comete crime
13:07de suspeito,
13:08isso vai fragilizando.
13:09Agora,
13:10em São Paulo
13:11eu garanto para vocês
13:12que as forças policiais
13:13vão realizar a prisão
13:14desses criminosos,
13:15nós vamos
13:16submetê-los a julgamento,
13:17vamos levar
13:18à justiça,
13:19porque a polícia
13:20está fazendo o seu papel,
13:22está fazendo o seu trabalho.
13:22São Paulo
13:23só não é um paraíso
13:24dentro do Brasil
13:25em termos de segurança pública,
13:27porque infelizmente
13:27existe um retrabalho
13:29gigantesco
13:29que diariamente
13:30os policiais fazem
13:31e vamos continuar fazendo
13:33porque a legislação
13:34é muito fraca.
13:35O Derriti,
13:35vamos falar a verdade,
13:36nos governos passados
13:38sempre teve uma
13:39treta entre a polícia
13:41e a relação
13:42do policial
13:43ser mal remunerado,
13:44reconhecido,
13:45você agora
13:46que está com o seu
13:46belo blazer,
13:47o que tem de trabalho
13:48efetivo para o reconhecimento
13:50desse trabalho
13:50que é uma vocação
13:51obviamente da polícia,
13:52que a gente gosta
13:53de falar aqui,
13:54mas que é muito maltratada.
13:55O que você tem feito
13:56e o que dá para fazer?
13:58Vamos lá.
13:59Primeiro nós,
14:00é claro que se falar
14:01em termos de aumento salarial,
14:02eu gostaria de conceder
14:03500% de aumento
14:04pelas forças policiais,
14:05mas isso,
14:06a gente tem
14:07muita responsabilidade,
14:08o governador
14:08Tarcísio de Freitas,
14:10no primeiro ano
14:11da gestão,
14:12concedeu o maior
14:12aumento salarial
14:13que um governador
14:14concede em primeiro ano,
14:16foi em média
14:17cerca de 20% e 22%
14:19de aumento
14:19no primeiro ano,
14:20normalmente os governadores
14:21concedem aumento
14:21no último ano
14:22para o outro governador
14:23que assumir pagar,
14:24ele não fez isso,
14:25ele fez no primeiro ano,
14:26no segundo ano
14:27não tivemos esse aumento
14:29que foi combinado
14:30com o governador,
14:31no terceiro ano,
14:32que foi esse ano,
14:33o governador acabou
14:33de conceder
14:34mais uma parcela
14:35do aumento salarial
14:35e tem o compromisso
14:37do ano que vem,
14:37mais uma parcela,
14:38não tenho dúvida
14:39que o governador Tarcísio
14:40vai fechar
14:40os quatro anos
14:41da sua primeira gestão
14:43como o governador
14:44que concedeu
14:44os maiores aumentos salariais,
14:46fora isso,
14:47no aspecto da valorização,
14:49nós temos
14:50alguns programas acontecendo,
14:52como por exemplo,
14:52esse mês aqui,
14:53vamos lançar
14:54as primeiras cartas
14:55de crédito
14:55do programa
14:56Moradia Segura,
14:57é um financiamento
14:58direto da CDHU
14:59de uma carta de crédito
15:00no valor de até
15:01300 mil reais
15:02que os policiais civis,
15:03militares,
15:04policiais penais
15:04vão pagar
15:05em 30 anos,
15:07em até 30 anos,
15:09muitos deles
15:09com uma taxa
15:10de 0% de juros
15:11e alguns deles
15:13que recebem
15:13uma remuneração
15:14acima
15:16de 15 mil reais
15:17vão ter 4%
15:18de juros ao ano,
15:19ou seja,
15:19menos da metade
15:20do que os bancos,
15:21os financiamentos
15:22bancários convencionais
15:23concedem,
15:24entram também
15:24no pacote de valorização.
15:26Além disso,
15:27a questão
15:27da lei orgânica
15:28da Polícia Civil
15:29e a nova
15:31reestruturação
15:31da carreira
15:31da Polícia Militar
15:32é o nosso próximo passo
15:34para reestruturar.
15:35Então,
15:36valorização salarial,
15:37reconhecimento
15:38da questão
15:38de fornecer
15:39uma moradia
15:40para conceder
15:41àquele policial
15:41que mora
15:41às vezes
15:42numa periferia
15:42que ele consiga
15:43pagar o seu próprio
15:43imóvel
15:44com 0%
15:45de juros
15:46em 30 anos
15:47e a questão
15:48da progressão
15:49da carreira
15:50para melhorar
15:51as promoções,
15:52enfim,
15:52a progressão,
15:53meritocracia,
15:54eu tenho certeza
15:55absoluta
15:56que a gente vai fazer
15:57essa entrega
15:57e vai ser um diferencial
15:59como nenhuma outra gestão
16:00fez até hoje
16:01no estado de São Paulo.
16:02É,
16:03mas deixa eu te falar
16:04uma coisa,
16:05além de tudo isso,
16:06além de tudo isso,
16:08além de tudo isso
16:09que é importante,
16:10é muito importante,
16:11em São Paulo
16:12não tem mais
16:13punição
16:14para o bom policial,
16:15o policial que trabalha,
16:17o policial que arrisca
16:18a vida
16:18e às vezes
16:19troca tiro
16:20com criminosos,
16:21a gente não afasta
16:21mais policial
16:22que chega
16:24no ápice
16:25do seu juramento,
16:26coisa que acontecia
16:27no passado,
16:28eu fui tirado
16:28das ruas
16:29quando trabalhei
16:30na rota
16:31em governos anteriores
16:32porque me envolvi
16:33em confrontos
16:34e o policial
16:35que está na rota
16:35ele acaba se envolvendo,
16:37o policial que está
16:37no dia a dia,
16:38esse policial,
16:38o Cabo Santana
16:39é um herói,
16:40imaginem vocês
16:41que em épocas
16:42não tão remotas
16:43assim,
16:44os policiais
16:45eram retirados
16:45da rua,
16:46por quê?
16:46Porque,
16:46ah não,
16:47a gente não quer
16:47o confronto,
16:49se tem alguém
16:49que não deseja
16:50o confronto
16:50no estado de São Paulo,
16:51é o secretário
16:52de Segurança Pública
16:53e o governador,
16:54mas no mundo real
16:55os confrontos
16:55acontecem
16:56e se o policial
16:57estiver certo,
16:58agiu dentro
16:58dos limites
16:59da lei,
16:59como o Cabo Santana
17:01agiu,
17:01a gente não vai punir
17:02o policial,
17:03o bom policial
17:03tirando ele da rua,
17:05isso repercute
17:06de maneira tão grande
17:08quanto essa questão
17:09da valorização
17:09porque o policial
17:10se sente amparado,
17:12sabe que quem está aqui
17:13já passou pelo que eles passaram
17:15e não vai punir
17:16os bons policiais
17:16que arriscam suas vidas
17:18diariamente.
17:19É,
17:20eu fico imaginando
17:20o que se passa
17:21na cabeça do policial
17:23nesse momento
17:23e aliás,
17:24esse vídeo
17:25é bem esclarecedor
17:26ainda bem que a gente
17:27tem rede social
17:28que publica isso
17:30e a gente pode ver
17:31porque é uma situação
17:32complicada
17:33de abordagem.
17:35Não,
17:36você está,
17:36o policial está ali
17:37tem um monte de gente,
17:38pode ver,
17:39tem um monte de gente
17:39assistindo,
17:40filmando,
17:41filmando
17:42e ele tem que,
17:43ele está cumprindo
17:44o papel dele.
17:44Pegando bandido,
17:45ele é um profissional,
17:46ele foi treinado
17:49para fazer exatamente isso,
17:51mas é uma situação
17:52muito difícil,
17:54você imagina
17:54como é que está
17:55a pressão
17:57na cabeça
17:58desse policial
18:00aí,
18:00não é,
18:00derrite,
18:01não é fácil,
18:02não é,
18:02não é uma,
18:04porque às vezes
18:05a gente vê um vídeo
18:06e fala,
18:06não,
18:06o policial foi truculento
18:07ou ele fez isso
18:09ou ele exagerou
18:10um pouco
18:10ou ele passou
18:11dos,
18:11sempre tem aquela
18:12passou dos,
18:13mas a gente vendo
18:15aí a situação,
18:17a vida em risco,
18:18o caos,
18:18não é fácil não.
18:20Emílio,
18:21vamos fazer uma
18:21seguinte reflexão
18:22aqui,
18:23infelizmente a ocorrência
18:24teve esse desfecho,
18:25mas graças a Deus
18:26o policial vai se recuperar
18:27e está bem,
18:27mas vamos pensar
18:28em uma situação hipotética,
18:29se ao invés do policial
18:30ter sido baleado
18:32por esse criminoso
18:33que estava armado,
18:34se uma dessas pessoas
18:36aí,
18:36esses que estavam filmando,
18:38que pra mim
18:38são coautores
18:39como eu mencionei anteriormente,
18:40se o policial
18:41nessa tentativa
18:42de retirar
18:43da posse ali,
18:45da prisão
18:46do policial,
18:47se o policial
18:48tivesse dado um tiro,
18:49nem,
18:49não vou falar um tiro fatal,
18:50tivesse dado um tiro
18:51no joelho
18:52de algum desses
18:52moradores da comunidade,
18:54como vocês acham
18:55que a mídia
18:56iria tratar esse caso?
18:57Ah,
18:57o policial hoje
18:59já ia ter pedido
19:00de entidades
19:02que se dizem
19:02defensores de direitos
19:03humanos,
19:04de outras instituições,
19:05esse policial
19:06tem que ser afastado,
19:07eles queriam colocar
19:08ele em praça pública,
19:10linchar esse policial,
19:12mas agora,
19:13quando acontece isso,
19:14essas mesmas
19:14instituições
19:16não aparecem,
19:17esses órgãos
19:17que se dizem
19:18defensores de direitos
19:18humanos não aparecem,
19:20mas é a realidade.
19:21então às vezes,
19:22também na cabeça
19:23do policial,
19:24o policial
19:24muitas vezes
19:26fica com receio
19:27de agir
19:28por conta
19:29dessa pressão
19:30pública que existe
19:31na atuação do policial,
19:32não estou dizendo
19:32que o policial
19:33tem que sair atirando,
19:34ele tem que agir
19:35dentro dos limites
19:36da lei,
19:37mas é uma linha
19:37muito tênue
19:38onde o policial
19:39arrisca a sua vida.
19:40Nesse caso aí,
19:41foi um milagre
19:42ele ter sobrevivido,
19:44graças a Deus,
19:45mas a gente tem que
19:45repensar a forma
19:46como a gente trata
19:47o policial
19:47e ter um pouco
19:48de empatia,
19:49muitas vezes
19:50aqueles que criticam
19:51tem um pouco
19:51de empatia,
19:52que não imaginam
19:53como é estar
19:53numa situação
19:54como essa.
19:55É isso aí,
19:56pô,
19:56Derrite,
19:56obrigado por você
19:57ter atendido,
19:58você está em Bauru,
19:59né?
20:00Você está no interior.
20:00Bauru,
20:01hoje a gente veio
20:01inaugurar aqui
20:02o atendimento
20:03da cabine Lilás,
20:04que é um atendimento
20:05190,
20:06quando a mulher
20:06é vítima de violência
20:07contra a mulher,
20:08ela liga o 90,
20:09são mais de 83
20:10policiais militares
20:11que foram treinadas
20:13para um atendimento
20:14mais humanizado,
20:14especializado,
20:15para linkar
20:16com a rede de proteção,
20:17com as delegacias
20:18da mulher,
20:19enfim,
20:19o aplicativo
20:19SP Mulher Segura,
20:21então o Bauru
20:21aqui foi,
20:22inauguramos hoje
20:23aqui esse atendimento
20:24tão importante
20:25para romper
20:26esse ciclo de violência
20:27contra a mulher
20:27que acontece
20:28em todo o Brasil
20:28e que graças a Deus
20:29ele está conseguindo
20:30diminuir o estado
20:30de São Paulo também.
20:31Boa,
20:32obrigado viu Derrite,
20:33você ter atendido a gente,
20:34ele está em compromisso,
20:35ele falou,
20:36não,
20:36eu vou conversar com vocês,
20:37tal,
20:38porque esse assunto
20:39ontem ficou todo mundo
20:40comentando na internet
20:41e a gente ficou preocupado,
20:43então ele foi atingido
20:44no pescoço,
20:45graças a Deus,
20:45mas foi mesmo,
20:46foi Deus,
20:47que a gente está falando,
20:48é,
20:49foi a gente,
20:49a gente viu ali,
20:50foi mesmo,
20:52então está tudo bem
20:53com o policial,
20:54ainda bem eles estão
20:55atrás dos autores
20:57dessa barbaridade.
20:58Obrigado Derrite,
20:59um abraço para você.
21:00Eu que agradeço,
21:00um abraço para você.
21:01Obrigado,
21:01muito bem.
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