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O presidente Lula autorizou uma lei que permite ao Brasil retaliar na mesma moeda países que impõem barreiras comerciais, como sanções. A medida, que já é chamada de "lei da reciprocidade", pode intensificar a guerra comercial com o governo de Donald Trump.

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Transcrição
00:00Na Comensal, o presidente Lula autorizou nesta quinta-feira o uso da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos.
00:08A medida, sancionada em abril, permite que o governo responda ao tarifácio da gestão Trump,
00:14imponha taxas sobre importações norte-americanas, suspenda concessões comerciais e investimentos,
00:21além de direito de propriedade intelectual, quebrar os direitos de propriedade intelectual.
00:27A decisão foi tomada após o Planalto entender que o diálogo com Washington tem sido unilateral e fechado a ponderações do Brasil,
00:35mas pode abrir uma nova frente na crise entre os países, inclusive com tarifas ainda maiores dos Estados Unidos.
00:42O Itamaraty já enviou um comunicado à Câmara de Comércio Exterior sobre essa decisão do presidente Lula
00:49e informou que a gestão Trump foi notificada no dia de hoje.
00:53Chama os nossos comentaristas, Roberto Mota já ao vivo, apostos, vai trazer suas análises e impressões.
01:00Mota, seja bem-vindo, ótima noite a você.
01:02Governo Federal autorizando o uso desse dispositivo.
01:06Lei de reciprocidade contra os Estados Unidos.
01:09Trocando em miúdos, devolver na mesma moeda, né?
01:13O que a gente pode esperar de um processo como esse. Bem-vindo.
01:15Vamos esperar o governo federal autorizar a lei da gravidade, Caniato.
01:22Boa noite pra você, boa noite aos meus colegas de bancada, boa noite à nossa audiência.
01:28Reciprocidade não precisa de lei, só precisa de simetria.
01:33Mas a relação entre Brasil e Estados Unidos é uma relação assimétrica.
01:40Apenas 1% das importações americanas vem do Brasil, mas os Estados Unidos representam mais ou menos 10% das exportações brasileiras.
01:50Os Estados Unidos são a maior potência econômica, militar e cultural do planeta.
01:57O governo americano tem a capacidade de impor graves sanções ao comércio brasileiro, ao Estado brasileiro e a indivíduos do Brasil.
02:09Enquanto a capacidade do governo brasileiro se resume praticamente a produzir bravatas.
02:17É difícil acreditar que Donald Trump tenha perdido um minuto de sono por causa dessa tal lei da reciprocidade.
02:26O mesmo não se pode dizer de vários integrantes do Estado brasileiro.
02:33Pois é, a possibilidade do Brasil adotar a lei da reciprocidade já foi autorizada pela gestão federal o uso desse dispositivo.
02:42Chama o Luiz Felipe Dávila para analisar essa situação.
02:45Dávila, lá atrás, há algumas semanas, quando nós falávamos das possibilidades, dos caminhos possíveis para o governo brasileiro,
02:53você sempre defendia uma saída diplomática.
02:58Entendia que a diplomacia brasileira poderia atuar e reverter ou atenuar essas sanções, especialmente as tarifas impostas ao Brasil.
03:09Mas a sinalização agora é outra.
03:11Parece que o governo brasileiro escala e defende, inclusive, adotar a lei da reciprocidade.
03:18Um dispositivo que você dizia, olha, talvez seja o pior caminho a ser adotado.
03:22O que é preciso considerar a partir dessa notícia?
03:26É o pior caminho a ser adotado é a reciprocidade, Caniato.
03:30Boa noite a você, ao Mota, ao Beraldo e à nossa querida audiência.
03:33A diplomacia, as relações internacionais, devem ser tratadas como assunto do Estado brasileiro.
03:42Ou seja, não importa o presidente que estiver no poder, deveria olhar para a política externa como algo para defender o interesse nacional.
03:51Mas nos governos petistas e, principalmente, neste governo Lula III, a diplomacia se transformou numa peça de retórica política ideológica militante que ignora o interesse nacional.
04:08Se o presidente da República tivesse honrado o seu cargo e defendido o interesse nacional,
04:15ele já teria pegado o telefone e telefonado a Donald Trump no primeiro dia que a guerra foi declarada, isto é, no dia 9 de julho.
04:26Ligaria para Donald Trump conversar com o presidente americano e abriria espaço para uma negociação técnica e diplomática
04:36para evitar a retaliação das tarifas norte-americanas.
04:41O presidente Lula não fez nada disso, aliás, é só bravatas e desaforos e, quando fala, é contra os Estados Unidos.
04:49É contra o dólar como moeda comercial internacional, é como apoio mais aos BRICS do que ao comércio multilateral
04:58e isso tudo só aumenta a tensão com os Estados Unidos.
05:02Aí ele ganha alguns aplausos dos seus militantes de esquerda,
05:06chegou a melhorar um ponto nas pesquisas como defensor da soberania nacional,
05:12mas agora tudo já voltou ao normal.
05:15Lula já voltou a cair nas pesquisas de opinião, as pessoas estão cansadas e preocupadas
05:20porque esta guerra tarifária vai afetar empregos brasileiros.
05:25A estimativa, Caniato, é que nós percamos em torno de 110 a 150 mil empregos
05:31por causa da queda das exportações para os Estados Unidos.
05:36Vamos perder em torno de 130 bilhões de reais por deixar de exportar produtos aos Estados Unidos.
05:45E se Lula dobrar a aposta e retalhar os produtos que foram taxados pelos Estados Unidos,
05:52o presidente norte-americano Donald Trump já disse que vai dobrar a aposta e dobrar as tarifas brasileiras.
05:59Isso vai colocar em risco vários setores da economia.
06:04Por exemplo, como a exportação de peças, eletromecânica e coisas do tipo,
06:09como é o caso da cidade do interior de São Paulo, de Piracicaba,
06:13que já perdeu 1,3 bilhão de reais em exportação para os Estados Unidos.
06:18Ou seja, mais uma vez, a diplomacia sendo usada como arma de retaliação ideológica,
06:25militante, esquerdista, que não tem nada a ver com a defesa do interesse nacional.
06:33O governo Lula está jogando a grande reputação da diplomacia brasileira, do Itamaraty,
06:41que é considerado um dos melhores ministérios das relações exteriores do mundo,
06:45na lata do lixo, para fazer gracinha para a sua tribo partidária.
06:52É uma vergonha o que está acontecendo com a diplomacia brasileira
06:57neste episódio lamentável da guerra comercial com os Estados Unidos.
07:03Pois é, o presidente Lula diz e afirma que é preciso dar uma resposta altura aos Estados Unidos
07:12e, por essa razão, autoriza a adoção da lei da reciprocidade contra os Estados Unidos,
07:17especialmente no que tange o tarifácio.
07:20Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo, está ao vivo com a gente.
07:23Beraldo, seja bem-vindo, ótima noite a você.
07:26Dependendo do movimento feito pela outra parte,
07:29a gente consegue refletir sobre o que pensa
07:32e qual é a estratégia da outra parte,
07:35quando adota um dispositivo que todos diziam,
07:38poxa, não é uma boa, talvez seja o pior caminho.
07:41Mesmo todos os analistas, veículos de comunicação,
07:44todas as discussões feitas nas últimas semanas,
07:47todas as indicações pontuavam que seria um péssimo caminho adotar a lei da reciprocidade.
07:54E aí o governo dobra a aposta e sugere justamente a adoção desse caminho.
07:59O que está por trás desse movimento, Beraldo? Bem-vindo.
08:01Boa noite, Caniato. Boa noite, Dávila, Mota.
08:05Boa noite, audiência que prestigia diariamente os pingos nos isca.
08:09Caniato, eu fico com a impressão que depois de anunciar algo como isso,
08:14ou seja, o Brasil, o governo brasileiro,
08:17vai dar uma resposta à altura a Donald Trump.
08:19Eu imagino o presidente da República,
08:21quando ele vai tomar banho, ele cantando, muito animado,
08:26aquela música Macho Macho Man,
08:27porque ele deve se sentir assim, muito Macho Man,
08:31de estar enfrentando o Donald Trump,
08:34vou pagar na mesma moeda,
08:36quem ele pensa que eu sou.
08:38Só que aí a gente olha para a vida real
08:40e nós nos damos conta
08:42que o Brasil tem muito mais a perder do que a ganhar.
08:46As importações para nós, dos Estados Unidos,
08:49elas são muito mais importantes do que as nossas exportações para os Estados Unidos.
08:54É só a gente ver a questão percentual.
08:56É claro, o Dávila traz aqui a questão do suco de laranja,
09:00tem a questão do café também, é importante,
09:02mas no todo da economia,
09:05os Estados Unidos é muito mais importantes para nós
09:07do que nós somos para eles.
09:08Isso é um fato da realidade.
09:10E aí eu chamo a atenção para um discurso feito
09:12pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho,
09:15que menosprezou essa questão da perda de empregos.
09:18Inclusive, acho, se não me estou enganado,
09:21ele usou um número até maior do que esses cento e poucos mil
09:23trazidos pelo Dávila.
09:24Falou coisa de 300 mil empregos, mas menosprezou.
09:27Diz que isso aí é um efeito colateral,
09:29que o Brasil já está encontrando outros caminhos e outros mercados.
09:33Aí eu pergunto à nossa audiência,
09:36se era tão fácil assim encontrar novos mercados,
09:40por que não foi feito isso antes?
09:42Por que o governo brasileiro
09:44não aumentou a nossa capacidade de exportação
09:49fomentando que o Brasil produzisse
09:52para atender também esses novos mercados
09:54que agora estão sendo atendidos?
09:56Então, é tudo um discurso, é tudo uma retórica.
10:00Mas, preto no branco, a gente vê que a política,
10:04a diplomacia, a política externa brasileira,
10:05a diplomacia brasileira hoje,
10:08ela vai sendo feita à base da relação pessoal
10:11de quem eu gosto e quem eu não gosto.
10:13Não tem visão estratégica,
10:14tem muito menos visão de longo prazo.
10:16Porque eu pergunto a vocês,
10:18o que é o Paraguai para o Brasil?
10:21É um país que produz mais da metade dos cigarros
10:26que são vendidos no Brasil
10:27e que são contrabandeados do Paraguai.
10:30O Paraguai, só na questão do cigarro,
10:32representa para o Brasil
10:33uma perda de arrecadação anual
10:35de mais de 20 bilhões de reais.
10:38Pois bem, se o Brasil passasse, por exemplo,
10:42a exigir visto de Paraguai
10:44que quisessem vir para o Brasil,
10:46se o Brasil, por exemplo,
10:48construísse um muro,
10:49o muro do Trump na fronteira com o Paraguai,
10:52colocasse ali o exército bem equipado,
10:54bem preparado,
10:54a Polícia Federal ativa.
10:56Tenho certeza que todo o custo
10:58para fazer tudo isso
10:59seria pago em menos de um ano
11:02com esses 20 bilhões de reais
11:03que passariam a ser arrecadados
11:05dentro do Brasil.
11:06Mas o Brasil não faz política externa
11:09com a lógica.
11:10O Brasil não faz hoje política externa
11:12com o melhor interesse nacional.
11:14O Brasil faz política externa
11:16para parecer macho-man
11:18e agradar os seus amiguinhos.
11:21Pois é, inclusive,
11:22vários questionamentos,
11:23pessoas que acompanham o noticiário
11:25perguntam,
11:26bom, se o Brasil adotar a lei da reciprocidade,
11:29devolver na mesma moeda
11:31ou tomar medidas
11:32que estão contempladas nesse dispositivo,
11:36como, por exemplo,
11:36quebrar as patentes dos medicamentos
11:40de laboratórios norte-americanos
11:42e, para além disso,
11:44outras empresas que acabaram criando
11:46fórmulas, produtos
11:48e que vendem pelo mundo afora.
11:50Fico imaginando o governo brasileiro
11:53adotando esse dispositivo
11:56e quebrando as patentes
11:57e as fórmulas desses produtos.
11:59Vai ser um recado muito importante
12:02para os norte-americanos,
12:04mas não acho que isso vai fomentar,
12:06vai abrir o diálogo
12:08para que os Estados Unidos
12:09diminuam as taxas impostas ao Brasil.
12:12Talvez isso estique mais a corda
12:14e até fomente um movimento
12:17dos Estados Unidos
12:18no sentido de dobrar a taxação.
12:20Poderia colocar em 100%.
12:22E aí muita gente diz,
12:23bom, mas o presidente brasileiro
12:25ou o governo brasileiro
12:26está fazendo o seguinte cálculo.
12:29Esse movimento de apontar
12:32para os Estados Unidos
12:33e falar, eles são os nossos inimigos,
12:35parece que isso tem colado,
12:37isso faz bem a ele,
12:39mas isso vai ser utilizado
12:40em que momento?
12:41O Mota tem a ver
12:43com o processo eleitoral?
12:45Seria uma cortina de fumaça
12:46para outras questões?
12:47Enfim, o que é preciso considerar
12:49em relação a esse movimento
12:51feito pelo governo?
12:54Cariato, não é possível
12:56se fazer nenhum comentário racional.
12:59sobre essa estratégia do governo do PT,
13:03porque não há nenhuma racionalidade nisso.
13:06O que parece que existe
13:08é uma aposta.
13:11Agora, a gente não tem como saber
13:13aposta em que.
13:15O que é que pode acontecer,
13:19que tipo de acontecimento
13:20eles esperam que surja,
13:23que traga alguma vantagem
13:26para quem,
13:28não é nem para quem
13:29toma decisões como essa,
13:30é o simples fato
13:32de veicular a possibilidade,
13:36é o simples fato
13:37de discursar sobre isso.
13:39Foi esse o caminho
13:40que trouxe
13:41o Estado brasileiro
13:43e o país
13:44para onde a gente está hoje.
13:46Foi justamente isso,
13:47essa facilidade
13:49de dizer coisas
13:51que não fazem sentido nenhum,
13:53que são agressivas,
13:55que são ofensivas,
13:57que ameaçam
13:58os interesses
13:59de uma nação
14:00soberana e poderosa.
14:03Tem gente que diz,
14:04olha,
14:04isso aí é uma aposta
14:06no quanto pior,
14:08melhor.
14:09Talvez,
14:10fazendo um cálculozinho
14:11pequeno eleitoral,
14:13nós vamos provocar,
14:15vamos criar confusão,
14:17vamos criar uma sensação
14:18de insegurança,
14:20vamos reviver
14:22essa coisa tão antiga,
14:25tão absurda que é,
14:28do anti-americanismo.
14:30Vamos ser os defensores
14:32da soberania nacional,
14:33pessoas que participaram
14:35da criação
14:36do Foro de São Paulo
14:38aqui no Brasil,
14:40que é um projeto
14:41de internacionalização
14:43socialista.
14:45Essas pessoas agora
14:46vestiram a camisa verde,
14:48amarela,
14:49estão segurando
14:49a bandeira nacional
14:50e falando de soberania.
14:52Veja essa história
14:54das patentes.
14:56Isso são crianças
14:58brincando com fósforo
15:00e gasolina
15:00na cozinha de casa.
15:02Na hora que esse troço
15:03explodir,
15:05vai ser um estrago
15:06muito grande.
15:08Quebra de patente
15:09tem implicações gravíssimas.
15:11mas isso pode,
15:12por exemplo,
15:14sujeitar indivíduos
15:15a processos judiciais
15:17nos Estados Unidos.
15:19Isso pode determinar
15:21por parte do governo americano
15:24que empresas americanas
15:27parem de fornecer produtos
15:30e prestar serviços aqui.
15:31Nós já falamos sobre isso.
15:32não existe
15:35uma empresa
15:36no Brasil.
15:38Não existe
15:38um órgão
15:39do governo
15:40que continue
15:41a funcionar
15:42amanhã.
15:43Se o governo americano
15:44disser às empresas
15:45de tecnologia
15:46cortem os serviços.
15:49Não fica
15:49um site
15:50de internet
15:51no ar.
15:52Não fica
15:53um aplicativo
15:54de internet
15:55banking.
15:56Ninguém.
15:57Para tudo.
15:58não é possível
16:00que alguém
16:01não tenha
16:02explicado isso
16:03para as pessoas
16:04que estão dizendo
16:05essas...
16:06Eu não consigo
16:07nem classificar
16:08porque esse tipo
16:10de declaração,
16:11esse tipo
16:12de consideração
16:13é de uma
16:14irresponsabilidade
16:17tão grande
16:17que eu
16:19fico
16:19olhando
16:20para o Congresso
16:21Nacional.
16:22Como é que o Congresso
16:23Nacional,
16:23que tem como
16:24a sua responsabilidade
16:26fiscalizar os outros
16:28poderes,
16:29não se manifesta
16:30a respeito disso.
16:31Isso é uma brincadeira
16:33de pessoas
16:35cuja posição
16:36de poder
16:37dá a elas
16:38a ilusão
16:39de que
16:40acontecendo o caos,
16:42esse caos
16:42não chegará nelas.
16:44Mas é justamente
16:45essa...
16:47esse pensamento
16:48tolo
16:48que já foi desmentido
16:50por uma coisa
16:51chamada
16:51sanção magnítica.
16:54Então,
16:54o que a gente
16:55pode esperar
16:56é uma piora
16:59da situação
16:59geral.
17:00Eu acho que
17:01a gente não vai
17:02escapar de ver isso.
17:03Nas próximos dias,
17:04nas próximas semanas,
17:05nós estaremos
17:06aqui
17:07comentando
17:08o desenrolar
17:10disso,
17:11mas é muito
17:11importante que as pessoas
17:12não esqueçam
17:13que no momento
17:15em que
17:16estadistas
17:17deveriam tomar
17:19o controle
17:19dessa situação
17:20e entrar
17:22em um diálogo
17:23de adultos
17:24com os Estados Unidos
17:26da América,
17:28o que nós
17:28estamos vendo
17:29mais uma vez
17:30é um festival
17:32de bravatas.
17:33hoje.
17:33E aí
17:38o que
17:39o que
17:40o que
17:41o que
17:42o que
17:42o
17:43o
17:43o
17:43o
17:43o
17:44o
17:44o
17:44o
17:44o
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17:45o
17:46o
17:47o
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