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  • há 5 meses

Categoria

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Diversão
Transcrição
00:00Vamos à escola, assim a frente a viver
00:03Seu Aldemar Vigário
00:06Seu Aldemar Vigário
00:08Vou perguntar enquanto o senhor caminha se peidando
00:12Quem inventou o ar-condicionado?
00:16Tu queres a oficial ou tu queres a história verdadeira?
00:19Tenho escolha?
00:20Bom, melhor assim
00:22A verdade é que uma pequenina cidade anterior
00:27Que fora acometida
00:30Por uma onda de calor
00:33Que jamais, Dante, houvera acontecido
00:36Estava fazendo tanto calor, tanto calor
00:40Que o urubu estava voando com a asa só
00:41Com a outra seavanava
00:42Foi quando surgiu
00:47Aquele que salvou Maranguape da hecatombe climática
00:53Salvou Maranguape
00:56E posteriormente
00:57O planeta Terra de uma forma geral
00:59Eu estou falando de um gênio
01:01Agora pergunto
01:02Quem é esse gênio?
01:04Quem?
01:04Quem?
01:05Quem?
01:07Raimundo Nonato
01:09A verdade é que era verão
01:15Em Maranguape
01:17Temperatura beirava os 67, 68 graus
01:23Na sombra
01:24A cidade inteira já estava internada
01:28No magnífico hospital das clínicas de Maranguape
01:32Hospital Capistrano de Abreu
01:35Capistrano de Abreu
01:36Fugo Buraco Negro
01:37Quem entrava ninguém nunca mais via
01:40Pois bem, foi ali então que apareceu
01:44De repente
01:44Aquele cearensezinho
01:47É, das perninhas finas
01:51Os joelhinhos
01:53Um batendo no outro
01:54Parecia aquelas bolas que você faz assim
01:55Vai
01:56Taca
01:56Taca
01:56Taca
01:57Taca
01:57Taca
01:58Taca
01:58Taca
01:59Taca
01:59Taca
01:59Taca
02:00Taca
02:00Taca
02:01Taca
02:01Taca
02:02Taca
02:02Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:03Taca
02:04Um catarrinho que talvez não sairia aquele catarrinho
02:06Sabe
02:07Do catarrinho que vai e volta igual o ioiô
02:11Todo
02:14Ninguém sabia
02:15Que aquele gênio ia revolucionar
02:18Os ares de todo o planeta Terra
02:21Aí o mundinho assim que chegou foi recebido na sala de espera
02:25Onde uma enfermeira, muito bonita, sempre vinha oferecer a quem chegava
02:29Um chup-chup de cajarana
02:33Eu te lembro disso?
02:35Eu dou.
02:36Chup-chup de cajarana, por favor.
02:37Cajar.
02:38Que, de repente, começou a se pular um ar fresco.
02:44Espitou aquele arzinho gostoso.
02:46Todo mundo curioso, o ar vinha lá da sala de espera.
02:48Foram todos observar o que estava acontecendo.
02:52Quando chegaram na sala de espera, viram a enfermeira oferecendo chup-chup de cajarana para o Mundinho.
02:57Aí o Mundinho não queria, ficava, não quero.
03:01Não quero.
03:03E foi então que perceberam que toda vez que Raimundinho dizia, não quero, não quero,
03:08que ele balançava a cabecinha, as orelhinhas dele, as duas orelhinhas,
03:16provocavam um deslocamento de ar tão absurdo que refrescou o hospital inteiro.
03:25Foi então que Raimundinho salvou e refrescou.
03:31Trouxe frescou para esse mundo quente de meu Deus.
03:34Eu vou dizer um negócio.
03:35Raimundinho, naquele verão, passou 40 noites e 40 dias respondendo, não quero, não quero.
03:44Mesmo com a dor.
03:45Caí de bom pelaquele chup-chup.
03:49Raimundinho não é nada.
03:50Salvou o clima do planeta.
03:52Oi!
03:55Chegue do ar-condicionado.
03:58Tu te lembras disso, não te lembra?
03:59Eu lembro, mas senhor Ademar, vá sentar antes que eu lhe dê uma orelhada nos cornes.
04:04Ok.
04:06Ai, Cacilda.
04:07O inventor do ar-condicionado foi o americano Willis Carrier, em 1911.
04:17Dona Cacilda.
04:19Fala, meu doce de leite.
04:21Tá me chamando de gostoso, né?
04:22Não exatamente.
04:24É porque doce de leite sabe, né?
04:25A gente mexe, mexe e ele continua mole.
04:29Engraçadinha.
04:29Bom, vamos à pergunta.
04:31Dona Cacilda.
04:33A senhora sabe como se chama o ser que da cintura pra cima é homem e da cintura pra baixo é um cavalo?
04:40Ah, sei.
04:42Francinildo.
04:44Francinildo é um garçom que é um espetáculo, que trabalha no boteco na esquina da minha casa.
04:49Dona Cacilda, eu estou falando de um ser mitológico, um ser fantástico.
04:53Eu também.
04:54Se tu conhecesse Francinildo, tu ia ver que Francinildo é um negócio de outro mundo.
04:58De vista assim, logo chegando, a gente não dá nada por ele não, sabe?
05:02Tadinho, um metro e meio, desse tamanho assim.
05:05Francino, magrinho, careca.
05:07Mas depois a gente vai tomando gosto.
05:09Eu só não estou entendendo onde é que entra o cavalo.
05:11Não, o cavalo entra já também.
05:12Não, não, não, não, não precisa.
05:13Não precisa.
05:14Não precisa.
05:15Mas como eu estava te dizendo, Francinildo é uma pessoa tão maravilhosa, sabe?
05:19Um ser de outro mundo, tão mitológico, tão mitológico,
05:22que ele me levou para o lugar na primeira vez que a gente saiu.
05:26Chega, me arrepio.
05:27Chegamos a ver estrelas.
05:29E aí eu decidi que eu ia fazer um retrato de Francinildo, sabe?
05:33Mas assim, tamanho natural.
05:35Ficou desse tamanho assim o retrato.
05:37Ué, a senhora falou que ele tinha um metro e meio?
05:39Não, mas eu só tirei da parte do cavalo dele.
05:43Eu ainda pergunto.
05:44Bem feito.
05:45Não está zero, dona Cacilda.
05:46Que injustiça que você está com inveja.
05:48Está com inveja de Francinildo.
05:50Pensa que eu não sei, tolinho.
05:52Sabe por que você está com inveja de Francinildo?
05:54Porque o teu cavalo é pônei.
05:58Para você, beijinho, beijinho, pau-pau.
06:02Seu galeão com Mica.
06:15Atenção, senhores passageiros do voo 2001.
06:18Uma odisseia na fila do aeroporto.
06:21Daremos prioridade aos passageiros das filas pares de número 12 a 25,
06:26excepto números primos.
06:28Depois, os passageiros da fila número 1 até a raiz quadrada de 144.
06:34E, finalmente, aos passageiros em que a fila do quadrado da hipotenusa
06:38é igual à soma dos quadrados dos catetos.
06:41Se você não entendeu nada do que eu disse, procure um dos nossos professores de matemática.
06:45No sabão deste aeroporto.
06:47E boa viagem.
06:50Seu galeão com Mica.
06:53Voar para muitas pessoas ainda causa um certo medo.
06:57É verdade, professor.
06:58Mas já está provado que é mais fácil você morrer a caminho do aeroporto do que de desastre aéreo.
07:05Justamente.
07:05Esse foi um argumento que me ajudou a perder o medo do avião.
07:09E também uma outra coisa que minha mãe sempre me dizia.
07:11Ela dizia, Raimundo, a gente só parte dessa pra melhor quando chega a nossa hora.
07:16É verdade, professor.
07:18Mas o triste mesmo é quando chega a hora do piloto.
07:20Aí eu choro.
07:21Auá!
07:24Tanto tempo pra fazer essa piada...
07:26Muito obrigada.
07:28Muito obrigada.
07:30Seu Baltazar da Rocha.
07:38Estou aqui, Lio.
07:40Pois é, seu Baltazar.
07:42O senhor está, mas não esteve.
07:44O senhor andou faltando muito semana passada.
07:46Eu tive um probleminha na minha casa.
07:50Minha mulher caiu da escada segurando o ferro de passar.
07:54Minha nossa, mas e aí?
07:56Não, está tudo bem.
07:57Minha mulher já está no hospital.
07:59E o ferro passa bem.
08:01Pois o senhor me empresta esse ferro.
08:03Tá, que eu vou...
08:04Olha o bullying!
08:06Vamos à pergunta.
08:08Ciências.
08:09Como se chama o estado em que a água evapora mais rápido?
08:14São Paulo.
08:17Meu salário.
08:19Ó.
08:39E aí?
08:40Que eu vou...
08:41Que eu vou...
08:42Que eu vou...
08:43Que eu vou...
08:44Que eu vou...
08:45Que eu vou...
08:46Que eu vou...
08:47Que eu vou...
08:48Que eu vou...
08:49Que eu vou...
08:50Que eu vou...
08:51Que eu vou...
08:52Que eu vou...
08:53Que eu vou...
08:54Que eu vou...
08:55Que eu vou...
08:56Que eu vou...
08:57Que eu vou...
08:58Que eu vou...
08:59Que eu vou...
09:00Que eu vou...
09:01Que eu vou...
09:02Que eu vou...
09:03Que eu vou...
09:04Que eu vou...
09:05Que eu vou...
09:06Que eu vou...
09:07Que eu vou...
09:08Que eu vou...

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