- há 5 meses
- #jovempan
Nesta entrevista analisamos o futuro do setor de bioenergia, com o avanço estratégico do etanol de milho e a situação do mercado de cana-de-açúcar, com a análise de José Guilherme Nogueira, CEO da Orplana.
Confira na íntegra: https://youtu.be/3ke0W7RVPz8
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NotíciasTranscrição
00:00A moagem da cana-de-açúcar na safra 2025-26 deve totalizar 590,4 milhões de toneladas.
00:09Uma queda de 5% frente aos quase 622 milhões registrados na safra passada, 24-25, isso estimativas da Conab.
00:20Isso tem refletido nos resultados das usinas e influencia diretamente quem planta cana-de-açúcar.
00:26Para avaliar o cenário e nos contar sobre a performance no campo, nós vamos conversar agora com o José Guilherme Nogueira.
00:33Ele é CEO da Orplana. Bem-vindo, José Guilherme. Obrigada por participar do Ora H do Agro.
00:38Eu já começo pedindo para você, então, nos dar suas impressões, essa avaliação sobre o desempenho da safra atual
00:45e como que a Orplana também avalia essa redução na moagem, porque uma coisa está ligada à outra.
00:52Obrigada de novo pela participação.
00:53Sem dúvida. Obrigado, Mariana. É sempre bom estar com vocês na Ora H do Agro.
00:59Para nós, a avaliação dessa safra, ela fica muito clara.
01:04O primeiro ponto é essa redução de 30 milhões de toneladas, ou pouco mais de 30 milhões de toneladas,
01:12que está sendo prevista de uma safra do ano passado para essa safra,
01:17ela está sendo impactada principalmente pelo clima, obviamente, né?
01:22Então, a cana é uma cana que sofreu bastante com o clima do ano passado
01:28e ela reflete esses resultados esse ano, tá?
01:32Apesar das chuvas esse ano estarem melhores do que o ano passado, né?
01:37Não só o índice de pluviosidade, mas também a regularidade das chuvas,
01:43essa cana, ela teve muito, ela ficou muito precariada com as questões da seca no passado, tá?
01:53Então, esse é um primeiro ponto que impacta bastante.
01:56O segundo ponto é a idade média do canavial também, né?
02:00É uma idade média maior, é o canavial mais velho.
02:04Então, o canavial mais velho, a produtividade tende também a ser menor.
02:10Então, impacto não somente do clima na produtividade, né?
02:15Principalmente a gente coloca água, né?
02:17Quando a gente fala de clima, a gente está colocando água,
02:20mas também da idade média.
02:23Graças a Deus, até o momento, a gente não teve grandes impactos de incêndios nessa safra.
02:30Nós estamos nesse momento na área, ou melhor, no momento de risco vermelho, né?
02:36Que é o principal época onde ocorrem os incêndios
02:41e pode, sim, ainda acometer em alguma região.
02:46Mas claro que a gente está muito aberto e observando essas adversidades, Mariana.
02:51Pois é, vai se aproximando essa época do mês, do ano, né?
02:55Agosto, setembro, a gente começa a falar de seca em diferentes regiões do país
03:01e os produtores rurais em diferentes cultivos ficam de olho nisso.
03:05A cana não fica de fora dessa discussão.
03:08E aí você traz, então, pra gente que tem fator climático e esse tempo da...
03:15Idade média do canavial.
03:16Tempo e médio, exato. Idade média.
03:18Eu queria entender um pouco, então, de alguma forma a gente está falando da necessidade
03:22de reformar as áreas de cana, pelo menos do centro-sul do Brasil.
03:27Está existindo essa necessidade?
03:30O que falta pra isso acontecer, então?
03:32Exatamente pra que elas entreguem a produtividade esperada, né?
03:35Essas áreas entreguem a produtividade esperada.
03:39Isso, você foi num ponto crucial, né?
03:41Realmente, a renovação desses canaviais é um canavial mais novo,
03:46ele é mais produtivo, tá?
03:48Ele tende, obviamente, a ser sempre mais produtivo.
03:52Porque é uma cana que está começando agora,
03:54ela tem toda aquela vitalidade, né?
03:57Pra produzir dentro da sua toceira.
04:00Então, ela consegue trazer um volume maior.
04:03E isso, obviamente, que impacta bastante também na produtividade
04:07ou no que compõe a produtividade.
04:10Então, mas também, se não chover também, nós vamos ter o mesmo problema, né?
04:16Então, as áreas, sim, esse ano já foram, foi um volume maior de reforma dos canaviais.
04:24Ainda não foi o número que nós gostaríamos,
04:26apesar de ter sido um número aí próximo a 17, 18% de reforma.
04:32Essa taxa média é em torno de 15%.
04:35Foi uma taxa entre 18%, foi uma taxa maior.
04:39Ele não foi ainda maior devido a dois fatores.
04:43Primeiro, a disponibilidade e a qualidade daquela muda
04:47pra formar os novos canaviais.
04:51Então, estavam mudas muito ruins ainda.
04:54Então, elas precisam ainda estar melhor preparadas
04:57pra que a gente tenha viveiros melhores
05:01e tenha o replantio e a renovação dos canaviais.
05:04E um segundo ponto é a questão financeira.
05:07A atividade canavieira, ela é muito intensiva em capital, né?
05:12E com custos de produção acima de 15 mil reais por hectare,
05:17o produtor precisa de muito dinheiro, né?
05:19Pra fazer essa formação desse canavial.
05:22E pra fazer essa formação do canavial,
05:24ele tem que comprar, obviamente, os fertilizantes,
05:26ele tem que arar a terra, ele tem que fazer todas as operações.
05:30E isso, num momento de juros, da taxa Selic de 15%,
05:36com juros chegando aí 18%, 19%,
05:39fica muito complicado pro produtor.
05:41Então, ele não se dispõe a isso.
05:43Então, ele espera um pouco mais
05:44pra fazer a renovação desses canaviais
05:47pra depois aí continuar com a atividade
05:50e avançar com os próximos níveis, Mariana.
05:54Certo.
05:55E aí, entrando nesse sentido também
05:57que você está me falando, juros altos,
06:00não está fácil pra nenhum produtor.
06:02Como que vocês avaliam, então, no médio prazo?
06:08Porque, pelo menos por enquanto,
06:10o produtor não parece estar muito aberto
06:14à renovação dessas áreas por uma questão financeira.
06:18A necessidade existe,
06:20a questão financeira está sendo um impeditivo.
06:22No médio prazo, vocês acham que o produtor
06:24tem que fazer isso, é sim ou sim?
06:28Ele precisa fazer isso porque, se de alguma forma
06:30não fizer também,
06:32a produtividade vai acabar caindo num nível
06:34que aí, aí sim, a rentabilidade acaba sendo prejudicada.
06:38Como que vocês enxergam?
06:39Porque pra isso precisa de planejamento, né?
06:41A gente, o produtor não compra os, é isso, né?
06:44Os fertilizantes, ele não compra os insumos
06:46do dia pra noite e a cana é uma atividade 24 por 7.
06:50A gente sabe o quão rotativo é a atividade.
06:55Como que você enxerga a maturidade desse produtor
06:58dentro desse desafio financeiro,
07:00mas de sim, de alguma forma,
07:02se planejar pra, no médio prazo,
07:03fazer essa renovação da área?
07:08Sem dúvida.
07:09Acho que, primeiro, o que está na mão do produtor
07:12é o controle dos seus custos, né?
07:14E pra ele fazer um produto, né?
07:17Que seja líder em custo,
07:19que é a cana-de-açúcar dele, né?
07:21Ele precisa, sim, de ter os planejamentos.
07:24Não só o planejamento de compra,
07:26mas também a gestão do seu estoque,
07:29a gestão dos seus ativos
07:31e buscar melhores condições,
07:34sempre agronômicas,
07:35pra extrair a melhor produtividade.
07:38A gente percebe hoje
07:39produtores aí sempre buscando
07:42novas tecnologias, tá?
07:45Parece até trivial,
07:48mas muitos produtores aí
07:50nos últimos anos buscando
07:52áreas, ou melhor,
07:55toda uma formação
07:57pra que ele possa irrigar
07:58os seus canaviais,
07:59ter uma irrigação de salvamento,
08:02que a gente chama,
08:03pra que ele não dependa tanto aí
08:05do clima pra ter as suas produtividades.
08:08Então, a irrigação tem sido um ponto
08:10importante nesse processo.
08:12A parceria, junto com instituições,
08:16público, privadas,
08:17pra buscar novas variedades de cana,
08:20novas tecnologias,
08:21trazer um novo manejo
08:23e fazer com que a cana consiga aí
08:25performar ainda melhor
08:27nesse processo, tá?
08:29É claro que
08:31dentro do seu planejamento,
08:33não só o planejamento agronômico,
08:35de escolher ou de ter
08:37o melhor momento
08:38da sua colheita,
08:39da sua cana,
08:41mas também
08:41a melhor compra
08:42do seu insumo,
08:43como você bem mencionou,
08:44Mariana.
08:45Isso, pra ele,
08:46é fundamental
08:47nesse processo.
08:48A gente sabe que existem aí
08:49cooperativas,
08:51revendas agropecuárias, né?
08:53Existem diversos
08:54parceiros que ele pode
08:55adquirir aí
08:56isso,
08:58mas ele tem que estar
08:59muito ligado.
09:00O dólar,
09:00ele impacta diretamente
09:02no preço dos fertilizantes,
09:03a geopolítica internacional,
09:06ela impacta diretamente,
09:08né?
09:08A grande maioria
09:08acaba sendo importado
09:11e isso depende muito
09:13do produtor.
09:14O produtor,
09:14ele depende muito disso.
09:16Então, pra isso,
09:17ele precisa estar
09:17muito atento
09:18a buscar oportunidades,
09:22mas, claro,
09:22saber que
09:23o custo de produção dele
09:25precisa ser
09:27muito bem planejado
09:29pra que ele possa
09:30auferir ganhos
09:31aí ao longo prazo,
09:33a cana não é
09:34uma cultura anual
09:35que você tira aí
09:36em quatro, cinco meses
09:37ou três meses e meio.
09:39A cana,
09:39você planta ela,
09:41a gente brinca
09:42que a gente casa
09:43com a cana
09:44durante aí
09:45seis, sete anos.
09:46São seis cortes,
09:48cinco, seis cortes
09:49que você tem
09:50com essa cana.
09:51Então,
09:51se você faz
09:52um plantio
09:53errado também,
09:54um investimento errado,
09:55você vai amargar
09:56esse plantio
09:57daqui pra frente.
09:58Então,
09:58precisa ter muito cuidado
10:00com as suas ações,
10:03muito planejamento,
10:04muito carinho
10:08com esse canavial
10:09pra que o produtor
10:11possa aí
10:12ter os seus ganhos
10:13de produtividade,
10:15mas não só isso,
10:16ter rentabilidade
10:17no seu canavial
10:18e, claro,
10:19gerenciando melhor
10:20seus custos.
10:21Mariana.
10:22Perfeito.
10:22E você trouxe,
10:23então,
10:23esse ponto
10:24da geopolítica
10:25e da cotação.
10:27Então,
10:27eu não posso deixar
10:27de perguntar também
10:28sobre como vocês
10:30estão olhando,
10:31como que a Orplana
10:32recebe a notícia
10:33de que,
10:35dentro daqueles
10:35eixos de investigação
10:38do governo
10:38dos Estados Unidos,
10:40está um eixo
10:40de etanol.
10:42E eles de olho
10:43querendo investigar
10:44as práticas
10:45aqui do etanol
10:46brasileiro.
10:48Como que vocês
10:48recebem essa notícia?
10:49Queria entender um pouco
10:50se vocês estão
10:51preocupados
10:52se isso de fato
10:53influencia
10:55na realidade
10:56da Orplana
10:57já hoje em dia?
10:59Como que isso tem sido
10:59de fato
11:00avaliado
11:02pelos produtores
11:03rurais
11:03e por quem está
11:04ali na lida
11:05do campo
11:06do dia a dia?
11:07Sem dúvida.
11:08O setor sucro energético
11:10nosso é muito
11:11transparente.
11:12Então,
11:13não somente
11:13com os dados,
11:14mas também
11:14as ações
11:15com que ele é feito.
11:17Então,
11:18a gente tem percebido
11:19sim,
11:20um setor
11:21sucro-alcooleiro
11:23cada vez mais
11:24consolidado
11:25desde 1970
11:27do Proálcool
11:28e aí até agora.
11:31Então,
11:31quando vem
11:32todos esses questionamentos
11:34de
11:34será que realmente
11:36o setor
11:37de biocombustíveis
11:38do Brasil
11:39ele atinge
11:41as metas
11:41como deve atingir?
11:43Ele atua
11:44no processo
11:45de descarbonização?
11:46ou como
11:48que ele é
11:48colocado
11:49dentro
11:49da geopolítica
11:51internacional
11:52de biocombustíveis?
11:54Como que isso
11:54tem que acontecer?
11:56Então,
11:56acho que toda
11:56essa investigação
11:58eu acho
11:59que é
12:00válida,
12:00né?
12:01Volto a dizer,
12:03o Brasil
12:03não tem que se
12:04preocupar em
12:05esconder
12:06e nem se esconde
12:07com nada
12:08relativo a isso.
12:09Agora,
12:10o que tem aumentado
12:10muito
12:11e a gente tem
12:12percebido
12:13é sim,
12:13até na matéria
12:14que ele passou
12:14é o etanol
12:15de milho,
12:16né?
12:16Ele tem ganhado
12:17cada vez mais
12:18relevância
12:19nesse volume
12:21junto com
12:23o etanol
12:23de cana,
12:24tá?
12:25É um etanol
12:26diferente,
12:27com bases
12:27diferentes,
12:28ele é oriundo
12:29do milho,
12:30né?
12:30A grande maioria
12:31da sua produção
12:32é no centro-oeste,
12:34diferente
12:34do da cana,
12:36que é no sudeste,
12:38onde você tem
12:38aí um volume
12:40de usinas grandes
12:41no estado de São Paulo,
12:42Minas Gerais,
12:43Goiás,
12:44isso no etanol
12:45de cana
12:46e no etanol
12:46de milho
12:47é Mato Grosso,
12:47Mato Grosso do Sul
12:48e Goiás.
12:49Então,
12:50principalmente
12:50isso tem impactado
12:52sim e tem
12:53chamado
12:54muita atenção
12:55de outros
12:56países
12:57perante
12:58aos efeitos
12:59do etanol,
13:00até porque
13:01a gente consegue
13:02ser muito
13:02competitivo,
13:04né?
13:04Uma vez
13:05que esse etanol
13:06de milho,
13:06ele acaba
13:07sendo produzido
13:08aí pós
13:08a safra
13:10de soja
13:10com valores
13:11bem baixos
13:12e consegue
13:13entrar aí
13:14no mercado
13:14auxiliando
13:16aí o consumidor
13:17e, claro,
13:18abastecendo
13:18todo o mercado
13:19interno
13:19que a gente
13:20observa
13:21com os preços
13:21do etanol,
13:22Mariana.
13:23Mas é isso,
13:23sim,
13:24você trouxe
13:25bem essa
13:26explicação
13:26de que os
13:27Estados Unidos,
13:28se eles estão
13:28olhando para o etanol
13:29de uma forma geral,
13:30preocupa muito mais
13:31essa relação
13:32de etanol
13:33de milho,
13:34embora para
13:35o mercado
13:36em si
13:37não haja
13:38muita distinção
13:38quando a gente
13:39vai falar
13:39de cotações,
13:41mas para
13:43esse produtor,
13:44para as usinas,
13:46para quem está
13:46olhando,
13:47para quem está
13:48na atividade
13:48da cana
13:49de açúcar,
13:50você enxerga
13:51que essa
13:52preocupação
13:53da investigação
13:53do etanol
13:54pode esbarrar
13:55diretamente
13:56no sentido
13:58disso,
13:58de precificação
14:00ou de,
14:01por exemplo,
14:02haver um temor
14:03mesmo,
14:03assim,
14:04por parte
14:04dos produtores
14:05rurais
14:05de que isso
14:06mexa tanto
14:07nas cotações
14:08que às vezes
14:09fica mais estratégico
14:10olhar para o açúcar
14:11e não para o etanol
14:12aqui no mercado
14:13interno,
14:14como que a gente
14:15entende
14:16o desdobramento
14:17disso aqui também
14:18dentro do Brasil?
14:20Mariana,
14:21pela parte técnica
14:22não vejo
14:23problema algum,
14:24agora pela parte
14:25política
14:26pode ser que haja
14:28qualquer
14:29ponto aí
14:30relativo
14:31aos dois países,
14:33a relação
14:33entre Estados Unidos
14:35e Brasil,
14:36mas pela parte
14:36técnica
14:37a gente
14:38não vê isso
14:39e não vê
14:40como preocupação
14:41esse ponto.
14:43Estados Unidos
14:43é o maior
14:44produtor
14:45de longe
14:46de etanol,
14:48todo ele,
14:48ou melhor,
14:49a sua grande maioria
14:50é oriundo
14:51de etanol
14:52de milho,
14:53conseguindo aí
14:55ter bons preços,
14:57inclusive
14:57com possibilidades
14:59de exportação
15:00inclusive até
15:00para o Brasil,
15:01para a região
15:02nordeste,
15:03esse etanol
15:04de milho,
15:04e o Brasil,
15:05o Brasil consegue
15:06também exportar
15:08um volume
15:08de etanol
15:09interessante
15:10para os Estados
15:11Unidos,
15:11cerca aí
15:12de 480,
15:14500 milhões
15:15de litros
15:17são exportados
15:18anualmente
15:18para os Estados
15:20Unidos,
15:20principalmente
15:20pela questão
15:21da intensidade
15:22de carbono,
15:23ou seja,
15:25aquele etanol
15:26produzido
15:27pela cana
15:27de açúcar,
15:29ele gasta,
15:30ou melhor,
15:31ele retira
15:32mais carbono
15:33da atmosfera,
15:33então ele é melhor
15:35na eficiência
15:37e na intensidade
15:38de carbono
15:39e não é à toa
15:40que esses
15:41estados,
15:42principalmente a Califórnia
15:44e empresas,
15:46elas observam isso
15:48e tem com isso
15:49a sua
15:50importância
15:53e colocam isso
15:53como importante
15:54no seu negócio.
15:55mas não acredito
15:57que para o produtor
15:57seja um ponto
15:59de preocupação
16:00técnica,
16:02pode ser sim
16:03política,
16:04tá?
16:05E os preços
16:06obviamente aí
16:07são vinculados
16:08pelo mercado,
16:09o açúcar é vinculado
16:10aí o açúcar
16:11número 11,
16:12o número 5,
16:12o número 11
16:13Bolsa de Nova York,
16:145 Londres
16:15e o açúcar
16:16número 11
16:17aí hoje,
16:19aí na casa
16:19dos 16,35
16:21nessa linha
16:24seguindo bem
16:25a média
16:26do valor
16:27aí dos últimos
16:287, 8 anos.
16:30O açúcar
16:30conseguiu chegar
16:31a 26,
16:3227 centos,
16:34mas ele também
16:35lá atrás
16:35ele teve a 11 centos
16:38de libra-peso
16:39no preço do açúcar.
16:41Então agora
16:41ele está
16:42num preço médio,
16:43os custos
16:44no Brasil
16:45são custos
16:46ainda relativamente
16:47baixos,
16:49o Brasil consegue
16:50produzir açúcar
16:51a 15 centos
16:52então quando
16:53ele está a 16
16:54o Brasil ainda
16:55consegue ser
16:56um pouco competitivo
16:57ele ganha
16:58um pouco de dinheiro
16:59não é aquela
17:01maravilha
17:01quando o açúcar
17:02está a 27,
17:0326
17:04mas obviamente
17:06que isso
17:07também
17:08a gente precisa
17:09olhar o mercado
17:09como um todo
17:10não somente o Brasil
17:11mas Índia,
17:12Tailândia
17:13que é o que tem
17:13puxado aí
17:15os preços do açúcar
17:16para baixo
17:16esse ano.
17:17O preço do açúcar
17:18para baixo
17:18que está sendo colocado
17:19não é pelo efeito
17:20Estados Unidos
17:21ou pelo efeito
17:21Trump
17:22ou por qualquer
17:22outro efeito
17:23geopolítico
17:24nesse momento
17:25pelo efeito
17:26de produção
17:27ou de possível
17:28excesso de produção
17:29entre Índia
17:30e Tailândia
17:31e não uma quebra
17:33tão grande
17:34quanto até
17:35poderia esperar
17:36do Brasil
17:37então
17:38isso acaba
17:39afetando bastante
17:41eu acho que é nesse ponto
17:42que a gente precisa
17:43se atentar muito.
17:44que a gente precisa
17:45tchau
17:46ou seja,
17:46que a gente precisa
17:47de tudo
17:47em uma
17:48dúvida
17:48que a gente precisa
17:49de tudo
17:49e aí
17:51a gente precisa
17:52de tudo
17:52e aí
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