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Segundo a pesquisa Radar Febraban, realizada pelo Instituto IPESPE, a percepção de aumento de preços caiu de 89% em março para 83% em junho. As mulheres lideram essa percepção (85%), contra 80% dos homens. Para 75% dos brasileiros, os preços elevados estão afetando principalmente a compra de alimentos e produtos domésticos, seguidos pelos combustíveis (30%) e pelos gastos com saúde e medicamentos (28%).
Reportagem: Beatriz Manfredini

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Transcrição
00:00Uma nova pesquisa revela que o aumento do custo de vida está preocupando mais os brasileiros.
00:07Beatriz Manfredini.
00:09A inflação e o custo de vida continuaram sendo preocupações dos brasileiros no primeiro semestre de 2025.
00:16Mas em junho foi percebida uma melhora nas expectativas em relação ao mês de março.
00:21É o que aponta a pesquisa Radar Febraban, realizada entre os dias 12 e 20 de junho deste ano, com 2 mil pessoas em todo o país.
00:31Segundo o levantamento, a percepção de que os preços estão em elevação, que atingiu um pico de 89% em março, caiu para 83% em junho.
00:42As mulheres são as que mais percebem o aumento dos preços. São 85% contra 80% dos homens.
00:49A maior parte dos brasileiros, 75%, também avalia que os preços altos estão impactando o poder de compra de alimentos e outros produtos do abastecimento doméstico.
01:01O economista Alex André comenta o sentimento da população.
01:05Apesar dos preços estarem diminuindo, o que contribui ainda para um peso negativo é a conta de energia, que está numa bandeira vermelha.
01:14O preço dos combustíveis, apesar do petróleo caindo, o preço na bomba ainda não atingiu um preço considerável, que nós consideramos nos últimos três meses, que seja plausível para uma queda.
01:25Então, ou seja, os preços de combustíveis continuam mais altos e, logicamente, dos alimentos, que também estão altos.
01:30Ou seja, a conjuntura de alimentos, combustíveis e energia elétrica contribui para uma inflação estrutural, ou seja, uma inflação corrente mais alta no curto prazo.
01:39Apesar disso, os dados mostram que, ao mesmo tempo, a percepção com relação à vida pessoal e familiar está em níveis altos ou estáveis.
01:48Segundo a pesquisa, 78% dos brasileiros avaliam que a vida pessoal e familiar, ou melhorou, são 40%, ou ficou igual, 38%.
01:59A percepção de piora, que era de 19% em março, variou três pontos e agora é de 22%.
02:06O economista Alex André explica os motivos para uma sensação de melhora em relação aos próximos meses.
02:13É uma justificativa que espera-se um corte de juros no ano que vem.
02:17De acordo com o Boletim Fox, a taxa de juros, a taxa básica de juros no Brasil deve fechar em 15%, que é o patamar que já está hoje.
02:24No ano que vem, o Banco Central, de acordo com o Banco Central, os economistas consultados pelo Banco Central no Boletim Fox,
02:29coloca uma perspectiva de 12,5%.
02:32Então, uma queda já esperada para o ano que vem e, consideravelmente, também uma inflação próxima de 4,5%.
02:39Então, o cenário que estava ruim pode melhorar de acordo com as perspectivas econômicas
02:45e os brasileiros também querendo colocar como suas principais prioridades a poupança e investimentos em geral, que eu destaco como positivo.
02:52A pesquisa identificou um recuo de dois pontos na avaliação de melhora do país, atingindo 33%, o menor nível da série histórica.
03:04Já a percepção de piora subiu de 34% para 38%, o maior nível da série.
03:11Sobre as prioridades para a população, a saúde continua no topo com 32%, seguida de emprego e renda com 20% e inflação e custo de vida 11%.
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