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As tensões geopolíticas globais afetam diretamente as commodities brasileiras. Neste Ações e Cotações, Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro, analisa os impactos do conflito na balança comercial brasileira, com foco nos preços do milho e da soja para a safra 2025/26. Discutimos também a elevação dos preços dos fertilizantes e suas consequências na formação de preços. Além disso, Serigati aborda o congelamento do orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) pelo Ministério da Agricultura, uma medida crucial para a proteção dos produtores, e os possíveis cenários para a próxima safra diante desse contexto desafiador.
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NotíciasTranscrição
00:00Nós vimos como as commodities brasileiras, então, podem ser afetadas aí por essa questão, esse momento geopolítico.
00:07Por isso, hoje, no Ações e Cotações, nós vamos analisar os impactos do conflito na balança comercial brasileira.
00:18Para falar conosco, nós vamos receber o Felipe Serigatti, pesquisador da FGV Agro.
00:26Bem-vindo, Felipe. Muito obrigada pela disponibilidade.
00:31Faz um tempinho que a gente está tentando uma entrevista com você e agora deu certo. Bem-vindo.
00:36Olá, Mariana. Muito obrigado pelo convite.
00:38Imagina, eu que agradeço.
00:40Bom, vamos começar por partes. Tem várias coisas que eu gostaria de te perguntar, mas vamos partir, então, do seguinte princípio.
00:47A gente já pode observar algum comportamento diferente no preço para o milho a partir da guerra que a gente está assistindo no Oriente Médio?
00:58Na entrevista passada com a Argos, a gente viu essa questão, e ela falou um pouquinho de como que isso pode afetar, olhando a segunda safra, né?
01:07Então, já falando mais de 2026.
01:09Mas, no agora, no atualmente, a cotação do milho já sofreu algum tipo de diferenciação?
01:15O que você pode trazer em relação a como essa guerra no Oriente Médio impacta essa commodity?
01:22Bom, estamos aqui no mês de junho e, claramente, esse vai ser um mês muito importante para a definição da cotação do milho, tá?
01:29E aí temos diversas variáveis nessa direção.
01:31Certamente, uma delas é o conflito, principalmente se houver ali uma escalada, algo mais contundente nesse conflito.
01:40Mas, acho que mais importante que o conflito, o mercado está guardando o relatório do USDA, tá?
01:46Uma definição mais clara da área plantada de milho nos Estados Unidos, tá?
01:51Até o momento, as projeções que o USDA tem divulgado, né?
01:54Aquele do balanço de oferta e demanda, né?
01:56Praticamente todo dia, 12 de cada mês que o USDA publica, tá ali com uma expansão de área do milho,
02:04com uma safra recorde de milho para os Estados Unidos, estamos falando aí em mais de 400 milhões de toneladas.
02:09Só que, tá utilizando a área plantada do relatório de intenção de plantio, publicado no dia 30 ou 31 de março, né?
02:20Então, veja que essa é uma informação a respeito da intenção do plantio do produtor.
02:26Então, não é ainda efetivamente o que o produtor norte-americano fez,
02:30mais do que isso, esses dados foram levantados em algum momento entre fevereiro e o início do mês de março.
02:37Em outras palavras, é uma informação pré-anterior ao tarifácio do Donald Trump,
02:43lá no dia, no início de abril, que gerou uma série de mudanças ali no mercado.
02:49Tem um ponto de organização importante, né?
02:51Olha, diante de todo aquele movimento que o Trump fez, diante da resposta que a China acabou sendo induzida a fazer,
03:02pergunta, será que essa área plantada de milho ficou maior ou ficou melhor,
03:07uma vez que os Estados Unidos e China não transacionam tanto milho?
03:11Nós não sabemos, né?
03:13A gente vai ter essa resposta mais clara justamente agora, no final desse mês.
03:19Além disso, nós temos as projeções para a nossa segunda safra agora.
03:23E as projeções são muito positivas, né?
03:26A Conab falando, se eu puder, arredondava em torno de 100 milhões de toneladas,
03:30mas tem consultoria muito boa no mercado falando em quase que 113 milhões de toneladas.
03:34Além disso, como foi dito aqui nas duas entrevistas anteriores,
03:40você tem um efeito de segunda ordem a partir desse conflito.
03:44Então, esse conflito, se encarecer o preço do petróleo, os biocombustíveis ganham competitividade.
03:51Será que a demanda por milho, inclusive para a produção de etanol, vai aumentar?
03:56Vai ficar mais aquecida?
03:57Então, veja, tem diversos fatores que vão condicionar o desempenho, a cotação do milho.
04:05E esses fatores vão ter uma definição mais clara justamente agora, no mês de junho.
04:09São muitas perguntas, né?
04:13O difícil é encontrar as respostas.
04:15A gente conta com você para elaborar esse raciocínio também em relação, então, à soja.
04:20Porque você traz aí esse destaque para o milho.
04:22Como a gente tem falado isso, o etanol, ele tende a ganhar mais atração das usinas,
04:30mais direcionamento da cana para o etanol em vez do açúcar.
04:35Mas e soja?
04:36A gente está falando de algum impacto que seja possível olhar agora,
04:42olhando, inclusive, para a formação de preço de 25, 26?
04:45O que vocês têm acompanhado aí na FGV?
04:48Então, vamos lá.
04:49Então, diretamente, todo esse conflito, esse atrito envolvendo a Irã e Israel,
04:54para o mercado de soja não tem nenhum canal muito direto.
04:58Eu sei que o pessoal vai dizer, não, tem canal direto, sim, né?
05:01Tem que olhar ali para os custos de produção.
05:03E sem dúvida alguma, né?
05:05Se o pessoal fica atento ao impacto do milho na segunda safra lá em 2026,
05:11e óbvio que é importante, tem que manter o radar ligado ali,
05:13mais contundente ainda é as compras de insumos para a nossa safra de verão, né?
05:21E aí, o grande destaque é a safra de verão, naturalmente, é a nossa safra de soja.
05:26E aí?
05:26Então, a gente tem uma elevação nos custos de produção, isso está claro.
05:30Não vende agora, está ok.
05:32Sem dúvida alguma, né?
05:33Os problemas ali do Irã acabaram jogando bem para cima as cotações da ureia.
05:38Mas o pessoal vai lembrar, os fosfatados já viam operando com preços de patamares elevados
05:43e não é de hoje.
05:45Por exemplo, a China demorou para liberar seus excedentes
05:48para que fossem comercializados no mercado internacional.
05:51E quando a libera, tem ali na fila do balcão, né?
05:54Para ir buscar os fosfatados, tanto a Índia quanto o Brasil.
05:58E os fosfatados estavam operando com preços mais elevados
06:01e, na nossa percepção, isso explica em parte do atraso das compras.
06:06Não é apenas isso.
06:07Você também tem uma questão financeira junto aos produtores
06:10que, se for o caso, a gente pode abrir justamente para conversar
06:13sobre o EF, taxação da LCA, outros instrumentos privados de crédito.
06:18Mas, ok, o fato é, teve um atraso já nas compras, né?
06:22Então, tinha produtor dizendo, olha, está caro agora.
06:25Será que esse preço não vai ter um alívio um pouquinho mais lá na frente?
06:28Infelizmente, parece que aquele produtor que ficou aguardando o melhor momento
06:32acabou ficando em posição menos confortável.
06:35Esse melhor momento não veio.
06:37Esse melhor momento tinha ficado lá atrás.
06:39De qualquer forma, pensando na soja, ponto de interrogação importante.
06:43Diante da elevação dos custos de produção.
06:46E uma elevação diferente daquela da guerra da Ucrânia,
06:49que é uma elevação que não foi acompanhada pelo preço das comodas agrícolas.
06:54Em outras palavras, a relação de troca está operando em uma situação menos confortável
06:59agora, no momento em que a gente conversa.
07:01Qual que vai ser a estratégia majoritária dos produtores?
07:05Será redução de área para tentar empregar ali a mesma tecnologia?
07:09Ou será que vai ser o oposto?
07:10Não.
07:11Você vai empregar uma tecnologia inferior,
07:13mas tentando ali preservar a área.
07:15Ou vai ser uma combinação desses dois fatores?
07:18Independente de qual seja o resultado,
07:21sim, você começa o ciclo 25, 26 de maneira mais pressionada.
07:26Ninguém está dizendo aqui que a safra vai ser problemática,
07:30tem muita coisa ainda para acontecer,
07:32não jogamos nem a primeira sementinha ainda no solo,
07:34mas as condições iniciais, as condições de partida,
07:39naturalmente, parecem ser menos favoráveis.
07:41Então, mesmo que na soja você não tenha esse efeito direto,
07:44você tenha diversos efeitos indiretos que têm que ser levados em consideração.
07:49E com uma margem de ajuste mais curta,
07:52porque a principal safra nossa é agora,
07:55se a chuva permitir, começando em setembro.
07:58Não é a nossa segunda safra do milho lá em 2026.
08:01Pois é, esse quebra-cabeça,
08:03ele é muito interessante e complexo de acompanhar.
08:07A gente falou de milho, falou de soja,
08:10e eu queria que você, talvez, se for possível,
08:13aprofundasse um pouquinho mais
08:15em como que o momento atual,
08:17mesmo antes de saber de plano safra 25, 26,
08:21como que esse momento atual de instabilidade,
08:25com o custo de produção elevado por conta de fertilizantes,
08:30o quanto que isso já vai influenciar,
08:33já influencia agora o produtor ali na calculadora
08:37a formar o preço que ele vai vender essa soja.
08:40Porque a gente sabe que muito da venda é antecipado.
08:45Não espera-se a colheita para vender.
08:47Muito produtor, o agro, ele gira muito nessa toada de venda futura.
08:54Nessa questão de venda futura,
08:56nessa questão de olhar já a formação de preço
08:59para vender, para comercializar lá na frente,
09:02o produtor, ele já vai levar isso em consideração,
09:05os fertilizantes em consideração,
09:06ou também é preciso cautela, ainda está muito cedo para falar disso?
09:11Então, na verdade, que isso vai entrar na conta,
09:14não tem a menor dúvida.
09:15O discurso de produção, o produtor está fechido nesse momento
09:18em que a gente está conversando.
09:19Óbvio, aquela fração do mercado que fechou antes,
09:23agora está respirando aliviada.
09:25Aqueles que esperaram ali um melhor momento,
09:28novamente, já estavam caros os fertilizantes antes,
09:32principalmente os fosfatados, né?
09:34Estavam esperando um melhor momento,
09:36esses talvez estejam ali um pouco arrependidos
09:38de não ter antecipado a maneira mais intensa
09:43aquisição desses insumos,
09:44mas o fato é, se a gente for marcar hoje, né,
09:47qualquer grande mensagem,
09:49sem saber clima,
09:51sem saber o que vai acontecer daqui até a colheita,
09:53lá no primeiro trimestre do ano que vem,
09:56qualquer grande mensagem, a grande manchete,
09:58e custos de produção, e aí de uma maneira geral, tá?
10:03Da safra 25, 26, já começa de maneira mais apertada.
10:08A margem do produtor deve começar mais pressionada.
10:11Por que isso?
10:12Bom, já conversamos bastante a respeito de insumos de produção,
10:16mas os insumos de produção não são os únicos custos, né,
10:19que o produtor vai ter que incorrer.
10:21E mais do que isso, como parte desses custos serão financiados,
10:25não é?
10:26Então, não vão ter cobertura de capital próprio,
10:28que a gente observa.
10:30Gente, custos de financiamento dessa safra,
10:33eles estão mais elevados.
10:35Em parte disso, fatores internos mesmo, né?
10:38Então, a gente tem uma taxa de juros
10:41que está operando em patamares mais elevados.
10:44Essa semana, o Banco Central fez um novo aumento,
10:46está a taxa selic operando em 15%.
10:48Se a gente for pegar os papéis de referência para o mercado,
10:51esses papéis com prazo de vencimento de dois anos,
10:53também estão operando com prazo, com taxa de juros elevadas.
10:57Mais do que isso?
10:59Olhando para frente, essa taxa de juros parece que,
11:03no curto prazo, no médio prazo, vai ter algum alívio.
11:06Parece que não.
11:07Ou seja, deveremos cruzar toda a safra 25 e 26,
11:11não importa se é safra de verão, se é segunda safra,
11:13se é safra de inverno,
11:14com taxa de juros em patamares bastante elevados.
11:18E do outro lado do balcão,
11:20que é uma crédito bancária,
11:22seja pelo safra ou não,
11:23é a única fonte de financiamento.
11:25Aqueles instrumentos privados de crédito, né?
11:27LCA, CPR, CRAS,
11:30que deram um bom alívio em alguns momentos,
11:33esses também estão operando agora com custos mais elevados.
11:36Veja, por exemplo, LCA permanece atraente?
11:39Permanece.
11:40Mas ficou mais caro.
11:42Já foi mais.
11:43Já foi mais atraente.
11:45Só para a gente encerrar,
11:46eu queria trazer um assunto
11:48que sai um pouco dessa questão,
11:51desse foco do fertilizante,
11:52mas está dentro desse contexto todo
11:55de ser um quebra-cabeça para o produtor rural.
11:58E é uma notícia extremamente recente,
11:59então eu vou pedir licença para poder te perguntar isso,
12:02que é sobre seguro rural.
12:04Porque agora a gente ainda teve mais essa questão
12:06do corte do orçamento.
12:08A gente está falando aí de 42% do orçamento
12:11previsto para 2025 do PSR, né?
12:13Do programa de subvenção ao seguro rural ali.
12:16Esse corte, o setor alega que foi pego de surpresa,
12:19que não estava sabendo disso.
12:21Isso traz um ambiente de mais instabilidade,
12:26de mais insegurança,
12:28de como começar essa safra 25-26,
12:31se inclusive muitos dos produtores
12:32iam contratar no segundo semestre
12:34para a safra verão, né?
12:36Como que você avalia isso assim?
12:39A gente já pode falar que isso também
12:41vai influenciar na safra 25-26,
12:44que quem quiser fazer o seguro de fato
12:47vai precisar também colocar
12:49um dinheiro a mais do próprio bolso,
12:51já que o subsídio não necessariamente vai acontecer, né?
12:55Queria saber se você também pode comentar
12:57um pouquinho sobre isso,
12:58porque é um assunto muito novo,
13:00mas seguro rural é calcanhar de Aquiles
13:02para o governo federal, né?
13:03Pois é, vamos lá.
13:07O comentário aí é fácil, né?
13:09Essa decisão é péssima.
13:10Simples assim.
13:11Beleza.
13:12É uma decisão inédita?
13:13Não, não é inédita, né?
13:14Vamos lá.
13:16Nos últimos dois anos,
13:18nós não tivemos o programa de seguro rural
13:21com, vamos dizer assim,
13:22com destaque dentro da política agrícola
13:25do atual governo.
13:26E isso é ruim, né?
13:28Por que que é ruim?
13:29Então, vamos lá.
13:29Quando a gente vai conversar com seguradores,
13:31com resseguradoras,
13:32uma coisa que eles pedem é previsibilidade, tá?
13:36Você tem ali mais ou menos
13:37um montante previsível,
13:40óbvio, se for crescente, melhor ainda,
13:42do volume de recursos que estão disponibilizados,
13:45não apenas em uma safra,
13:46mas num horizonte maior.
13:48Agora, quando você sinaliza
13:49que vai ter o volume de recursos,
13:51e na hora H
13:52esse recurso fica menor,
13:55esse recurso desaparece,
13:57de algum lugar
13:57esse recurso vai ter que sair.
13:59Óbvio, então,
14:00que seguradoras, resseguradoras,
14:01às vezes,
14:02acabem correndo em prejuízo,
14:04o produtor acaba tendo que pagar
14:05uma conta mais alta,
14:07só que essa história não termina
14:08no momento que a gente conversa.
14:10Isso tem reflexo no próximo ciclo.
14:12No próximo ciclo,
14:12a seguradora,
14:14ali,
14:14perdão do trocadilho,
14:15mas insegura com a situação,
14:18vai dizer o quê?
14:19Eu vou ter que jogar na garantia,
14:20eu vou ter que jogar ali
14:22num campo que é mais tranquilo
14:23para mim,
14:24onde eu tenho maior certeza,
14:26menor incerteza,
14:27e acaba reduzindo a oferta de seguro.
14:30Ou, então,
14:31acaba pedindo um valor,
14:33um prêmio mais alto pelo seguro.
14:35E aí, naturalmente,
14:36a cobertura do seguro
14:37fica mais prejudicada.
14:39Nós tivemos, ano passado,
14:40um problema muito sério
14:41no Rio Grande do Sul.
14:42Pode ser pro agro,
14:44pode ser o PSR,
14:45não importa,
14:45alguma política pública.
14:47Se não fossem instrumentos
14:48à situação do Rio Grande do Sul,
14:49estaria pior agora
14:51do que sem esses programas.
14:54Em outras palavras,
14:56o problema de seguro rural,
14:57na verdade,
14:58é poupança lá na frente.
15:01Você economiza lá na frente.
15:03Em outras palavras,
15:04você dá uma estabilidade maior
15:05para o produtor
15:05para que ele possa produzir.
15:07Vai ter problema no curto prazo?
15:09Sempre vai ter uma fábrica
15:10a seu aberto.
15:11A gente tem que fazer com que
15:11os problemas de um ciclo
15:13não contaminem o próximo.
15:15O programa de seguro rural
15:16é um excelente instrumento
15:17para isso.
15:18Infelizmente,
15:19pouco prestigiado
15:20na atual gestão.
15:20Inscreva-se no curto para o emprego
15:22No curto para o emprego
15:22o emprego.
15:23Então,
15:24depois,
15:26o controle rural,
15:27o controle rural,
15:28o controle rural.
15:29Como assim,
15:30o controle rural,
15:31o controle rural.
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