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Lucas Sharau, economista e sócio da iHub Investimentos e os analistas Alberto Ajzental, Vinicius Torres Freire e Julia Lindner, discutiram as alternativas do governo para compensar a queda de arrecadação com o novo IOF. Entre pressões políticas, insegurança regulatória e risco de fuga de capital, as medidas dividem o mercado e desafiam a meta fiscal de 2025.

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Transcrição
00:00E vamos voltar a falar especificamente sobre as medidas alternativas do aumento do IOF.
00:04Eu vou conversar agora com o Lucas Charal, economista e sócio da iHub Investimentos.
00:10Lucas, boa noite para você, obrigada por estar aqui com a gente.
00:13Vou começar te fazendo uma pergunta bem abrangente, né?
00:15Queria te ouvir sobre a sua avaliação sobre essas alternativas propostas pelo governo
00:20como compensação alta do IOF.
00:23De todas as medidas, quais te parecem mais apropriadas?
00:27Porque como a gente vem conversando aqui ao longo do jornal, mexer com LCA, LCI vai dar dor de cabeça para eles.
00:34E como disse o Vinícius, o governo tem que cortar na carne, mas de quem?
00:39Pois é, Cris. Obrigado mais uma vez pela oportunidade aqui.
00:42Depois de todo esse pessoal que falou antes de mim, fica muito difícil complementar,
00:46fazer aqui os melhores esforços para a gente conseguir discorrer bastante sobre o assunto e aprofundar.
00:50Sobre o IOF, o governo, quando publicou a medida do IOF,
00:55o mercado inteiro sentiu que ele está catando as moedinhas, como a gente já falou aqui no jornal anteriormente.
01:01Então ele está buscando formas de arrecadar.
01:04Nessa uniformização do IOF, eu não sei se voluntariamente ou involuntariamente,
01:10às vezes parece que o governo está fazendo tentativas para ver o que implaca,
01:14o que passa pelo Congresso.
01:15Mas nessa primeira medida publicada na uniformização do IOF,
01:20nós tivemos uma certa uniformidade em alguns produtos financeiros que antes eram muito caros,
01:27por conta da utilização, por conta do IOF que era mais elevado,
01:31como por exemplo algumas formas de compra através de cartão de crédito,
01:34ou até mesmo a dolarização através de contas internacionais,
01:38que tinham alguns benefícios antes,
01:39e aí eu estou falando do que foi melhorado,
01:43no sentido dos cartões que ficaram um pouco mais baratos,
01:45e ao mesmo tempo o que foi piorado,
01:48que antes era uma alternativa muito mais econômica em termos de IOF,
01:51que eram as contas internacionais,
01:52que agora passam a pagar uma taxa de IOF de 3,5%,
01:57o que acaba tornando tudo meio que a mesma coisa em termos de custo
02:02para as compras e aquisições internacionais.
02:05Então, essa é a minha leitura em torno dessa uniformização do IOF
02:08e os impactos que tem diretamente nos produtos financeiros que a gente vê.
02:12Eu vou passar para a pergunta dos nossos analistas,
02:15todo mundo querendo falar sobre isso, claro.
02:17Vamos começar pelo Alberto Azental.
02:18Alberto, fique à vontade.
02:20Lucas, pelo andar da carruagem fica claro que o governo não tem vontade política,
02:27nem coragem, nem determinação em enfrentar os problemas de frente
02:31e propor um Brasil melhor, quer seja no médio ou no longo prazo.
02:36Quer dizer, fazendo mudanças estruturais, reforma administrativa, etc.
02:40É sempre um puxadinho atrás do outro.
02:43A pergunta, se desse lado nada será resolvido
02:47e vão empurrar a goela abaixo de alguém, a questão dos impostos,
02:52você acha que quem vai pagar o pato é aquele que tem menor força,
02:56menor poder ou grita menos?
02:58Com certeza.
03:01Aí a gente começa nesse embate dentro do Congresso,
03:04como também vocês mencionaram anteriormente.
03:06A bancada ruralista vai brigar pelos seus interesses,
03:09o crédito rural, ele é incentivado hoje no Brasil justamente porque
03:12é uma produção estratégica para crescimento econômico,
03:16pensando no futuro, vamos pensar daqui nos próximos anos,
03:19porque toda essa medida vai começar a afetar tudo daqui para frente,
03:222026 para frente.
03:25E que tipo de Brasil que a gente vai querer?
03:27Vai querer um Brasil que custe caro para produzir o alimento,
03:31que é o nosso principal, a nossa principal fonte de destaque internacional?
03:36Basicamente, essa é a linha do que nós estamos caminhando
03:39e é o que está sendo construído.
03:40Aos poucos, o Brasil vai começar a se tornar mais inviável,
03:42mais caro, os incentivos vão caindo e, consequentemente,
03:45a gente fica numa insegurança muito grande em relação ao nosso futuro.
03:50Vinícius, fica à vontade para a sua pergunta.
03:52A gente tem, nesse pacote aí, que ainda nem está escrito no papel,
03:59que a gente não sabe precisamente o que ele é,
04:01uma medida que só pode ser implementada,
04:03que só vai render dinheiro no ano que vem,
04:05que é imposto sobre os títulos imobiliários e agropecuários,
04:10que é imposto de renda.
04:10Não vai rolar agora.
04:12Agora, a gente tem contribuição.
04:13Contribuição pode ser cobrada a partir deste ano.
04:16Então, a gente tem, politicamente, uma resistência muito grande
04:19sobre títulos imobiliários e agro.
04:22E a gente tem CSL sobre fintechs.
04:26E a gente pode ter cripto, imposto sobre cripto,
04:29eu não sei no que eles vão tributar,
04:31porque eles nem sabem ainda exatamente que tipo de operação vai ser tributada.
04:35E bets.
04:35No final das contas, você acha que fica o quê?
04:38Só o remendo para cobrir o rombo do IOF,
04:42que dois terços eles vão perder.
04:43Ou é possível que passe medidas de tributação de títulos imobiliários e agropecuários,
04:49que estão causando uma grande revolta no Congresso?
04:52Duas dezenas de frentes parlamentares fizeram um manifesto forte
04:56e aquilo vai agitar o Congresso muito grande.
04:58O que vem?
04:58Você acha que, politicamente, com a sua experiência de mercado e tudo mais,
05:03fica só o remendinho do IOF ou alguma coisa a mais vem?
05:08Olha, prever o futuro é muito difícil.
05:10A gente aqui faz os melhores esforços sempre para tentar antever qualquer movimento de mercado.
05:15O que a gente vê muito é essa formação de quem grita mais alto,
05:18a bancada ruralista já se posicionou, já está começando a fazer algum ruído.
05:22Você vê por parte dos bancos também uma manifestação muito forte em torno dessa tributação.
05:27E vai ser muito a guerra dos gritos.
05:28Quem vai gritar mais alto?
05:29Quem vai querer conseguir montar o seu lobby de uma forma mais estruturada dentro do Congresso
05:34para barrar e tirar essas barreiras de incentivo que estão aparecendo com essa anseia arrecadatória do governo.
05:43Agora, um outro ponto que eu acho que é importante comentar,
05:46eu acho que agrego falando isso a vocês,
05:49é essa mudança, essa tarifa IOF, tarifa investimento, não tarifa investimento, não tarifa IOF, vai e vem.
05:56Isso causa nos investidores uma anseia muito grande,
06:00fazendo com que muitos dos investidores busquem a realização dos seus investimentos,
06:05movimentem, mandem dinheiro para fora,
06:08apliquem, por exemplo, títulos incentivados buscando pegar essa lacuna disponível de títulos incentivados que há esse ano.
06:16Então, isso é muito ruim para o mercado.
06:18Esse que é o meu ponto.
06:19E isso vai causar muita turbulência.
06:22E isso que a gente espera acontecer ao longo dos próximos meses.
06:24Vou passar para a Júlia Lindner, nossa analista que fica em Brasília.
06:28Júlia, por favor, pode fazer a sua pergunta.
06:33Lucas, eu queria te perguntar sobre uma outra proposta que tem sido debatida,
06:37ainda que com um pouco mais de ceticismo,
06:39que seria aquela questão de uma revisão de benefícios fiscais, isenções tributárias.
06:45De que forma você vê isso prosperando nesse ano, especialmente?
06:49E até para viabilizar também, tecnicamente,
06:51quais seriam os desafios de tentar fazer uma revisão linear, como tem se falado muito?
06:59Bom, em relação à revisão das concessões já realizadas,
07:02isso é muito difícil porque alguns direitos e algumas estruturações de empresas
07:06que dependem disso para funcionar.
07:09Então, uma mudança muito drástica nesse sentido vai causar uma turbulência ainda maior.
07:15O governo quer isso antes de um ano eleitoral,
07:18nesse vespeiro que eles querem mexer.
07:21Então, existe muita delicadeza na tratativa desses assuntos no momento atual.
07:26E falar qualquer coisa nesse sentido, tentando prever o que vai de fato acontecer,
07:30eu acho até um pouco imprudente.
07:32No meu ver, o próprio governo vai tentar mexer o mínimo possível
07:37nesses direitos já adquiridos, nessas concessões que já existem,
07:41para evitar esse tipo de problema.
07:43Agora, quais vão ser os vespeiros que eles precisarão mexer para o ano que vem?
07:48Não começar a surgir inflação, não começar a ter fuga de capital do Brasil
07:52e a gente não ter um grau de investimento para manter o nosso dinheiro no nosso país.
07:57Lucas, isso me leva a te perguntar,
07:59lembrando aqui que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota,
08:02disse que não tem o compromisso de aprovar essa medida provisória com as propostas do governo.
08:07Então, minha pergunta é a seguinte, caso a CMP não seja aprovada,
08:11quais são os impactos para as contas do governo e para a meta fiscal?
08:16É aí que mora o grande problema.
08:18A partir do momento que a gente não vai arrecadar,
08:22a gente está tentando arrecadar, está catando moedinha,
08:24não vai arrecadar.
08:25E aí, o que o país vai precisar fazer?
08:27Já precisa premer moeda, vai ter impactos na dívida, na inflação,
08:31em outros aspectos também, como provavelmente o crédito.
08:34O crédito vai começar a subir juros,
08:36está todo mundo precificando uma queda dos juros no ano que vem.
08:40Se por um acaso não vai vir a arrecadação que está sendo projetada,
08:43todas essas projeções começam a ser revisadas.
08:47Os juros começam, poxa, será que os juros realmente vai cair no ano que vem?
08:50Isso é uma questão que pode começar a surgir,
08:52se essa arrecadatória não gerar parte ou algum resultado
08:58que o governo espera que gere com tudo que está sendo feito.
09:00Se não gerar esse impacto, aí a gente vai precisar revisar
09:04todas as nossas projeções econômicas,
09:06todos os cenários para os próximos anos,
09:09e essa projeção que nós vimos no boletim fotos publicado todas as segundas-feiras
09:13de uma queda gradativa, mesmo que bem tímida,
09:16mas a gente vê uma queda gradativa nas projeções de inflação
09:19para os próximos anos,
09:20isso vai precisar ser revisado para um outro sentido
09:22e vai ter impactos muito grandes no mercado financeiro.
09:25Bolsa vai corrigir para baixo,
09:26títulos de renda fixa também vão ter taxas mais elevadas
09:30e, consequentemente, seus preços também serão reduzidos
09:33e essa será praticamente a leitura, na resumo,
09:36da consequência que a gente pode ter no futuro.
09:40Alberto.
09:41Lucas, em termos, você estava falando exatamente sobre isso,
09:46você acha que levar adiante essa discussão sem solução
09:51vai deteriorar tanto assim os números no final desse ano?
09:55Talvez para o final desse ano, não.
09:59Eu estou falando mais para os próximos anos.
10:01Eu estou falando do final de 2026, 2027 e 2028.
10:05Em 2027 e 2028, o foco se esquece.
10:08A gente nunca, nunca na história, eu estou há mais de 15 anos no mercado,
10:11eu nunca vi os focos acertar para as reduções tão longas.
10:13Mas a tendência é muito importante.
10:17Quando você vê uma tendência de elevação ou de redução,
10:21isso impacta em muito os títulos hoje.
10:24Os preços que nós trabalhamos e negociamos hoje em dia
10:27o que a gente está negociando, a bolsa, a renda fixa.
10:31Então, quando há movimentações contrárias a essas projeções,
10:35as correções do mercado são bastante agressivas.
10:38Vinícius.
10:40Lucas, como até a Júlia lembrou aqui,
10:43ainda existem os remendos aí que são mais improváveis,
10:46mas que dá para o governo fazer.
10:47que ele não queria contar com isso, porque é um pouco incerto.
10:51Primeiro, ele pode dar uma pressionada mesmo para se extrair mais dividendos.
10:56Se não, da Petrobras, embora isso esteja na mesa, do BNDES.
11:00E, além do mais, ele pode contar com alguns dinheiros de participações,
11:05concessões de petróleo, embora o setor já esteja reclamando
11:08que não vai querer mudança nos contratos de participação,
11:11mas algum dinheirinho vem.
11:12Você, para a gente fazer uma estimativa aí,
11:15tapando o rombo do IOF,
11:17seja com um pouco de cripto,
11:19um pouco de bet,
11:21um pouco de dividendo
11:23e um pouco de participação de petróleo,
11:26coisa parecida,
11:27dá para levar com a barriga até o final do ano que vem
11:30ou vai ficar essa dúvida de 2026 já?
11:33Como é que fecha 2026 sem um tributaço maior?
11:38Bom, ainda as projeções para 2026 são bastante positivas.
11:41Apesar de todo esse cenário,
11:43essa turbulência que a gente está vivendo hoje,
11:45a gente vê os dados que nós temos,
11:47as projeções que trabalhamos,
11:49é uma projeção positiva para uma redução de inflação,
11:51uma convergência da inflação,
11:52ainda não para a meta,
11:53está no topo da meta de juros,
11:55mas está dentro de um controle,
11:58vamos dizer assim.
12:00Não vejo isso,
12:02eu não tenho um dado que eu consiga afirmar categoricamente para vocês,
12:06que, de fato, se não passar nada disso,
12:08suspenduricar essa ceia e gerar,
12:11não gerar o resultado,
12:12se isso vai ser tão drasticamente corrigido,
12:14a ponto de corrigir as projeções do ano que vem.
12:17Eu já vi isso acontecer antes,
12:19esse filme eu já vi antes,
12:21já aconteceu antes,
12:22vai acontecer de novo?
12:24É muito difícil de afirmar,
12:25mas no Brasil a gente já sabe como as coisas funcionam.
12:29Sobre duas questões que você pontuou,
12:32que eu acho muito importante comentar.
12:33Primeiro, sobre esse aumento do dividendo,
12:37da Petrobras, do BNDES,
12:39isso é extremamente prejudicial para o mercado.
12:42Quando o mercado vê essa intervenção tão direta
12:44na participação do governo,
12:47ou até mesmo influenciando nas decisões,
12:49como também já visto em filmes passados do Brasil,
12:52isso deteriora muito a imagem da empresa
12:55e, consequentemente, seu valor de mercado.
12:57A Petrobras hoje é um dos maiores players de bolsa,
12:59é um dos maiores patrimônios de bolsa
13:02e quando há essa subprecificação,
13:04a gente sente no nosso índice Bovespa
13:06de uma forma bastante gritante.
13:08E no BNDES a gente também já viu história recente
13:10do que já aconteceu no passado em relação ao BNDES
13:13e será que a gente quer viver esse filme de novo?
13:17Será que é por esse caminho?
13:18Quando há essa intervenção,
13:20essa manipulação dessas empresas
13:22que têm como puro objetivo fomentar a economia,
13:25são setores estratégicos
13:27que são para a nossa potência como país,
13:29se desenvolver.
13:30Quando isso volta para pagar a conta,
13:32começa a ficar perigoso.
13:34E aí que a gente volta a falar,
13:36será que é por aí o caminho
13:38que o Brasil deveria seguir?
13:39E sobre por último,
13:40nas criptos e nas bets,
13:42na bets eu concordo completamente
13:44que as taxas têm que haver aumento de tributo,
13:47que tem que ser tributado
13:48e realmente é análogo até em alguns países
13:50igual ao imposto sobre o tabaco,
13:53sobre o álcool,
13:53que é o imposto da luxúria,
13:55mas sobre a cripta eu acho muito difícil
13:57a gente conseguir fazer alguma coisa
13:59de forma muito prática,
14:00porque a cripto tem uma certa dificuldade,
14:03tanto de rastreio,
14:04de você vincular isso a um CPF,
14:06propriamente dito.
14:07Tudo bem que algumas corretoras do Brasil
14:09para funcionar tem que ter essa correspondência,
14:11mas lá fora nem tanto.
14:13Você tem empresas que fazem essas negociações
14:16e não tem necessariamente a necessidade
14:18de você identificar o seu CPF
14:19de forma tão acervialidável,
14:23vamos dizer assim.
14:24Júlia, fica à vontade para a sua pergunta.
14:29Lucas, a gente vê o governo
14:31claramente tendo que recuar
14:33de uma medida que já foi muito controversa,
14:35mas ao mesmo tempo tendo esse diálogo
14:37mais próximo com os parlamentares,
14:39inclusive com a cúpula do Congresso reunida
14:41em mais de uma ocasião.
14:43Como é que você vê nesse momento
14:44a imagem da equipe econômica,
14:46em especial do ministro Fernando Haddad?
14:49Muito difícil de comentar esse assunto
14:52realmente para o mercado.
14:54A imagem do Fernando Haddad
14:55não é de um exímio economista,
14:59muito pelo contrário,
15:00a imagem está desgastada,
15:03o mercado não vê ele como a solução
15:06para o Brasil,
15:08e isso de fato a gente está vendo
15:09na reação dos investidores,
15:11que hoje a Bolsa chegou a cair 1,1%
15:15ao longo do dia,
15:15e hoje fechou a 0,3%.
15:17Então essa volatilidade toda,
15:20essa oscilação de mercado,
15:22ela é oriunda de uma equipe econômica
15:24que está demonstrando ações frágeis
15:26no controle da economia
15:27e no controle das contas
15:29do próprio governo.
15:31Lucas, muito obrigada.
15:32Prazer conversar com você.
15:34Volte mais vezes.
15:35Boa noite, boa semana.
15:36Cris, é um prazer.
15:38Cris, muito obrigado a vocês.
15:39Espero mais vezes poder participar
15:40e contribuir no programa.
15:42Obrigada.
15:42Cris, muito obrigado a vocês.
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