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O governo de São Paulo classificou as tarifas impostas por Donald Trump como uma ameaça ao setor produtivo brasileiro e alertou para um “ambiente de elevada volatilidade” no comércio internacional. Em paralelo, China e Estados Unidos anunciaram uma trégua comercial com a redução de tarifas por 90 dias, sinalizando tensões mais amplas nas relações econômicas globais.

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Transcrição
00:00Falando em Estados Unidos, Estados Unidos e China chegaram a um acordo sobre o tarifácio proposto por Trump,
00:05houve recíproca da China, vamos entender todo esse movimento com a Luciana Verdolim que está de volta.
00:10Como ficam as taxas e tarifas agora, Luciana Verdolim?
00:16Olha, depois do susto inicial, né, Cine, com as tarifas altas dos dois lados,
00:21foi fechado um acordo no fim de semana em Genebra, na Suíça, e ficou assim.
00:25Os produtos chineses entrariam nos Estados Unidos com uma tarifa de 145%, caiu para 30%.
00:33Já os produtos chineses, aí os chineses também utilizaram a chamada reciprocidade,
00:38também aumentaram as tarifas de 10% para 125%, aumentaram as tarifas para 125% e agora caiu para 10%.
00:47Então, 30% dos produtos chineses, 10% dos produtos americanos entrando na China.
00:52Isso está valendo por quanto tempo? 90 dias, até que os dois lados façam novas reuniões.
00:58Em duas semanas, os negociadores de Estados Unidos e China deverão novamente se encontrar,
01:04porque ficou claro o seguinte, os países não querem um rompimento e chegaram à conclusão de que é preciso negociar.
01:11Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump disse o seguinte,
01:14não há previsão que as tarifas saltem para aquele 145% anunciado inicialmente,
01:20mas ele não tem ideia de qual será a tarifa de equilíbrio durante as negociações.
01:27Isso vai ser motivo de muita demanda a partir de agora.
01:31Fato é que depois aí da briga, depois da comunidade internacional ter ficado bem apreensiva,
01:37os Estados Unidos sentam para negociar.
01:39Já negociou com o Reino Unido, agora está negociando com os chineses
01:43e o governo norte-americano sinaliza com a possibilidade também de conversar com outros países.
01:50O Brasil está na fila.
01:51O ministro da Indústria e Comércio, o vice-presidente Geraldo Alckmin,
01:55tem conversado com representantes de comércio daquele país
01:58e o Itamaraty também está de olho nessa possibilidade de renegociação.
02:02Muito bom, Luciana Verdolim.
02:03Obrigado.
02:04Já já conversamos mais.
02:05Alan Gani, com o movimento anterior de Donald Trump, vai agora...
02:10Ah, ela está liberada já?
02:11Ah, então rapidamente, Gani, deixa eu só trazer mais uma informação relacionada a essa questão do tarifácio
02:16e depois eu vou aqui com os nossos amigos.
02:18Valéria Luizete está conosco porque um relatório enviado pelo governo paulista
02:21para a Assembleia Legislativa reconhece que o tarifácio do presidente dos Estados Unidos
02:26poderia ser prejudicial para a economia do Estado.
02:31Valéria Luizete, conta as informações para a gente agora.
02:35Exatamente. Boa tarde, Evandro, a todos que nos acompanham.
02:40Esse alerta aparece, então, num relatório em anexo ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias de 2026
02:47que foi encaminhado pelo governador do Estado, a Alespe.
02:51Esse relatório técnico que tem a função, então, de embasar a elaboração do orçamento estadual para 2026.
02:57O documento cita, Evandro, riscos provocados pelas tarifas que foram impostas pelos Estados Unidos,
03:03além de um cenário global marcado por conflitos geopolíticos, tensões regionais e também um maior protecionismo.
03:12Segundo o texto, todo esse contexto, esse ambiente, pode afetar os fluxos de comércio internacional no Estado,
03:19elevar custos de produção e também de transporte e, como consequência, é claro, pressionar a inflação no Estado de São Paulo.
03:27Apesar das incertezas, o relatório também destaca que a economia do Estado ainda apresenta um PIB nominal elevado,
03:35correspondente com o que tem sido dito nos últimos tempos,
03:39e o que sustenta parte do otimismo do governo de São Paulo.
03:42Mesmo reconhecendo esses riscos, o governador Tassísio de Freitas já fez afirmações
03:46de que todo esse cenário pode ser também uma grande oportunidade
03:51para que novos players passem a se relacionar internacionalmente com o Estado de São Paulo.
03:57Ele, inclusive, citou parte da Ásia e também da Europa,
04:03um movimento que a gente já vê acontecendo desde o início do tarifasso.
04:08Em nota também, o governo estadual disse que a visão técnica e essa análise política
04:12são complementares e que o momento exige dois pontos aí, né?
04:17Prudência fiscal e também essa visão para a possibilidade de ampliar
04:21as relações do Estado de São Paulo com novos mercados internacionais.
04:26Obrigado, Valéria Luizete. Bom trabalho para você.
04:28A gente vai discutir daqui a pouco esse tema porque, num primeiro momento,
04:31o governador Tassísio de Freitas acabou minimizando aí o tamanho do impacto
04:35que poderia sofrer o Estado de São Paulo com as tarifas impostas pelo Donald Trump
04:39por causa do alinhamento político e ideológico e dizia que essa situação poderia abrir caminhos
04:45para novas oportunidades com outros países.
04:48Agora, de certa forma, ele reconhece que sim, poderia haver algum tipo de problema
04:54provocado por isso.
04:56Quando questionado, ele coloca não, são visões complementares.
04:59Há desafios, mas poderiam haver questões positivas também.
05:04Já a gente joga aqui na nossa panela.
05:05Mas falando sobre esse acordo entre China e Estados Unidos, a Langane,
05:10tem uma questão interessante. Por quê?
05:11Com a decisão tomada anteriormente pelo Donald Trump de tarifação,
05:16o dólar acabou desvalorizando, o real valoriza em relação ao dólar
05:19e isso, de certa forma, tira um pouco da pressão que a gente sofria
05:22por causa da alta do dólar.
05:24Com esse movimento de acordo, o dólar volta a se valorizar.
05:28E que consequência que isso traz?
05:31Seja positiva, mas seja negativa.
05:33De pressão inflacionária também para o Brasil.
05:35Então, vamos lá, Evandro. Primeiro, vamos entender por que o dólar valoriza,
05:41não só no Brasil, mas em relação a todas as moedas do mundo.
05:46Basicamente, você tem três variáveis que afetam o preço de dólar.
05:49Uma delas é oferta e demanda.
05:52Então, aumentou a demanda por investimentos nos Estados Unidos,
05:56à medida que houve redução das tarifas.
05:59Todo mundo voltou a apostar nos Estados Unidos.
06:02Houve, portanto, uma compra de dólares para comprar ativos nos Estados Unidos.
06:07Esse é o primeiro ponto.
06:08Segundo ponto que levou à valorização do dólar é que agora,
06:13com menos tarifas protecionistas,
06:15há uma aposta de maior crescimento da economia americana
06:18ou menor probabilidade de recessão.
06:21O que mantém a taxa de juros mais elevada.
06:25Aqui, num cenário de recessão, havia uma expectativa de queda da taxa de juros.
06:30Com os juros mais elevados nos Estados Unidos,
06:33aumenta, diminui, desculpa, o diferencial em relação a outros países.
06:38Portanto, fica mais atrativo investir na renda fixa norte-americana,
06:42valoriza o dólar.
06:43Terceiro fator que explica a valorização da moeda norte-americana, Evandro,
06:48é a expectativa.
06:50Então, há agora uma expectativa mais positiva em relação à economia americana.
06:55Então, envolve aí todos os riscos políticos macroeconômicos.
06:58Eles diminuíram uma maior aposta no dólar.
07:01O que isso traz de consequência para a gente
07:04se continuar essa valorização da moeda norte-americana?
07:09Uma consequência imediata, Evandro, é mais inflação.
07:11À medida que, nos nossos processos produtivos,
07:16há componentes em dólar, há commodities cotadas em dólar.
07:20Portanto, pega na inflação.
07:22Por outro lado, a nossa moeda mais desvalorizada
07:27impulsiona o setor exportador.
07:30Então, é favorável para as exportações.
07:35Interessante, Gani.
07:36Agora, 4h25, quem nos acompanha pela rádio,
07:38um rápido intervalo para vocês.
07:40Daqui a pouco vocês estão de volta.
07:41nas outras plataformas, seguimos.
07:43Como é que você avalia esse cenário, Piperno?
07:45Ah, eu acho que, primeiro que, realmente,
07:48enfim, eu concordo, em grande parte, com o diagnóstico do Alan.
07:54O mundo atravessou um primeiro quadrimestre
07:58de muita turbulência.
08:00Muita volatilidade, muita incerteza.
08:03E agora, fica claro, quer dizer, o que vai acontecer agora,
08:08também, de certa forma, já é caçar para a cantada.
08:12Quando os Estados Unidos, quando a administração Trump percebeu,
08:17e eles não são burros, o estrago que vinha sendo feito,
08:21é claro que muda aí o discurso, enfim, a retórica deixa de ser tão inflamada,
08:26tenta vender a ideia de que, olha, a gente quis mais dar um recado
08:31para tentar agora um novo realinhamento.
08:34E é óbvio que eles também pagaram para ver e perderam a aposta,
08:37porque muita gente peitou.
08:40Não só a China, mas a comercial pelos próprios vizinhos,
08:44Canadá e México.
08:45Houve, inclusive, um impacto eleitoral no Canadá e na Austrália.
08:48Não, e só para complementar, em março foi o déficit histórico
08:51da balança comercial americana, enquanto em abril,
08:55a China aumentou em 9%.
08:58Apesar.
09:00Apesar das tarifas, aumentou em 9%.
09:02Ou seja, os Estados Unidos são o país que mais perderam
09:06com essa confusão toda.
09:08Quer dizer, a China não perdeu tanto assim,
09:10com a Europa voltaram atrás e tal,
09:13aqui no Brasil ainda não impactou tanto,
09:14mas a economia americana, inclusive, encolheu no primeiro trimestre.
09:170,3%.
09:19É uma redução importante, porque é uma redução
09:23na maior economia do mundo.
09:27Então, era natural que eles também procurassem
09:30algum tipo de acomodação.
09:33E é claro que essa acomodação, com o tempo,
09:36vai ser boa para todo mundo.
09:38As cadeias, enfim, produtivas, elas voltam a se estabilizar,
09:42voltam ao normal.
09:43Agora, concordo plenamente, inteiramente com o diagnóstico,
09:47feito pelo governo do Estado de São Paulo.
09:49Do ponto de vista técnico, eles estão oferecendo
09:53um diagnóstico mais do que correto.
09:56Só que tem a questão política.
09:58Eu, se sou um adversário político do governador Tarcísio,
10:02a primeira coisa que eu diria para ele,
10:04olha, parabéns, que o seu diagnóstico
10:05veio agora com atraso, porque lá atrás
10:08você estava usando o bonezinho vermelho do MAGA.
10:10Ô, do MAGA, Make America Great Again.
10:14Zé Maria Trindade, você acha que essa solução agora
10:18encontrada entre China e Estados Unidos
10:20também diminui um pouco da preocupação
10:23que os governos no Brasil,
10:26seja o governo do Estado de São Paulo,
10:28seja o governo federal,
10:29tinham sobre as consequências que isso poderia trazer
10:32para o nosso país?
10:33Porque o Brasil estava meio que ali atrás da moita,
10:35rezando para não ser visto pelos Estados Unidos
10:38e, consequentemente, também não ser super taxado.
10:42Agora, a poeira vai baixando,
10:44as coisas vão se organizando.
10:46Piperno diz aqui, e o Gani,
10:47que isso seria bom para todo mundo.
10:49E para você, como você avalia?
10:52É porque havia uma instabilidade muito grande, né?
10:55E a economia não anda bem na instabilidade.
10:58Eu costumo dizer que não há nada mais covarde no mundo
11:01do que dinheiro, né?
11:02O capital.
11:03Ao menor sinal de risco, ele foge como o diabo foge da cruz.
11:08E é assim mesmo.
11:09E isso aí volta à naturalidade.
11:12O que havia nessa guerra entre Estados Unidos e China
11:15não era exatamente uma disputa comercial,
11:18mas é um embargo.
11:19Tarifas desse ponto aí, passando de 200%,
11:23não é tarifa, isso é embargo,
11:25ou seja, é impedimento de importação.
11:29E a coisa começa a voltar ao normal.
11:31O mundo estava muito bem ali arrumado,
11:34no sentido de que a competitividade
11:36era pela habilidade de cada país de produzir, né?
11:41Em cada setor, né?
11:43Cada país tinha o seu setor ali de produção para exportar
11:46e se baseava no custo de produção.
11:50Com essa história do tarifácio, a coisa se perdeu.
11:52E não era mais a história de habilidade de produção,
11:58ou seja, economia, e sim de embargos e tarifas.
12:03O Brasil, num determinado momento, achou que ia se dar bem.
12:07Com isso aí, se deu.
12:10Esse acordo apressado aí da China
12:12pode ter sido um reflexo desta instabilidade
12:16no comércio com os Estados Unidos.
12:19Veja bem que esse acordo aí...
12:21Olha que novidade, que surpresa.
12:26Os Estados Unidos querem que a China
12:28prometa importar commodities.
12:33Olha, os Estados Unidos querendo exportar commodities, né?
12:37Que tinha um parque industrial incrível,
12:39tem ainda um bom parque industrial
12:41e preocupado com commodities, né?
12:43Querendo competir com o Brasil em commodities,
12:45significa que alguma coisa mudou nesse hemisfério, né?
12:49Fala, Segre.
12:52Ah, eu acho que o Trump anda olhando,
12:54assistindo três em um.
12:56Porque nós falamos na época.
12:59A questão dos Estados Unidos ser China,
13:01o resto é secundário.
13:03A questão focada era China.
13:06E na semana passada, a gente adiantou.
13:08Agora, era negociação cognitiva.
13:11Lembra?
13:11Nós falamos negociação primal,
13:13um coloca as determinações e outro topa,
13:16aceita, não tem o que discutir.
13:18E a outra, cognitiva.
13:19Sentamos e negociamos.
13:21É o que aconteceu agora.
13:22Os dois começaram a later,
13:24um de um lado, o outro do outro.
13:26Viram que se um mordia o outro,
13:28poderia pegar até raiva.
13:29Então, melhor não aproximar muito.
13:32Vamos negociar.
13:33E estar negociando.
13:34E essa tarifa de 35% versus 10%
13:38que colocaria a China para produtos americanos
13:40é mais ou menos a média que já tinha,
13:43inclusive, entre países no geral.
13:46A OMC determina que a taxa promedda é 14%.
13:49Então, está tudo dentro do programado.
13:53E quem assistiu o 3 em 1 já sabia que isso ia acontecer.
13:56Agora, o Alan Ghani,
13:58a gente estava trazendo muito aqui no nosso 3 em 1
14:00ao longo das últimas semanas
14:01das preocupações, da angústia
14:04que essas decisões de Donald Trump
14:05estavam provocando,
14:07seja para os americanos,
14:10seja também para todo mundo
14:12que de alguma forma necessita
14:14ou tem relações comerciais com os Estados Unidos.
14:17Você acha que essa decisão de agora,
14:20a partir da avaliação que temos
14:23do jeitinho que funciona Donald Trump
14:26permanecerá é de longo prazo?
14:29Olha, não dá para cravar isso.
14:31Não dá, definitivamente não dá.
14:34Veja, com essas novas tarifas,
14:36o mercado no mundo inteiro acabou se animando.
14:39Mas são tarifas superiores
14:42ao que se praticava antes,
14:44por exemplo, em 2015.
14:45Em 2015, basicamente,
14:47você tinha um protecionismo ali da China
14:49de 10% e 3% dos Estados Unidos.
14:52Então, do ponto de vista de globalização,
14:55é um mundo pior em relação a 2015,
14:59porém, é um mundo melhor
15:00do que 145% e 125%.
15:03Isso travava, o Zé falou,
15:05isso é embargo,
15:06isso travava o comércio internacional.
15:09Agora, por 90 dias,
15:10o mercado acaba respirando.
15:13É claro que pode ter muito vai e vem,
15:15e isso é um grande problema
15:16na negociação do Donald Trump,
15:18que se, por um lado,
15:19toda essa imprevisibilidade,
15:21esse jeito de negociar,
15:23que bota lá em cima,
15:24depois arrefece,
15:25ele pode ter alguns ganhos.
15:27Por outro lado, Evandro,
15:29em economia,
15:29você precisa ter um mínimo
15:31de previsibilidade.
15:34O capital,
15:34ele aceita qualquer risco,
15:37menos o risco institucional.
15:39Então, ele quer
15:40alguma previsibilidade
15:42na regra do jogo.
15:43Mas não dá pra cravar
15:45que essa situação
15:46se normalizou,
15:48até porque a gente
15:49tá falando aí
15:50de duas superpotências
15:51que disputam
15:53o espaço econômico
15:55e também geopolítico.
15:57Apenas respiramos.
15:58Apenas respiramos.
16:00E essa respiração,
16:01é bom ter um aparelhinho
16:02ali próximo, hein,
16:03Fábio Piperno?
16:04Um ventilador mecânico,
16:06caso seja necessário?
16:07É claro que sim,
16:09porque agora fica
16:09a desconfiança.
16:11Qual a garantia
16:12de que daqui a pouco
16:13o Trump não vai tentar
16:14uma outra medida malucada aí?
16:16Então, veja,
16:17é claro que
16:18muitas empresas americanas,
16:20elas já tomaram
16:21precauções
16:22nos últimos tempos
16:22e agiram como
16:24qualquer um de nós,
16:26como qualquer pessoa
16:27normal faz,
16:29por exemplo,
16:30em épocas
16:31de ameaça
16:32de escassez.
16:33Ou seja,
16:34vai lá no mercado
16:35da esquina
16:36e faz um estoque
16:37em casa.
16:37Então, a gente viu notícias,
16:38por exemplo,
16:39de empresas que importaram
16:41algumas toneladas,
16:43por exemplo,
16:44de iPhone.
16:46Trouxeram um monte
16:46lá na Ásia,
16:47muitos deles fabricados
16:48na China, inclusive.
16:49Por quê?
16:50Porque o que entrou agora
16:52não tinha
16:52nenhuma nova tarifa,
16:54né?
16:55Mas então,
16:56já se adiantaram
16:58com medo.
16:59Então,
16:59esse tipo de movimento,
17:01ele vai,
17:02ele causa distorções
17:03do mercado.
17:03Por isso,
17:04inclusive,
17:04isso que o Alan
17:05falou há pouco,
17:07essa,
17:07nesse mesmo momento
17:09em que a economia americana
17:10teve um déficit comercial
17:11recorde,
17:12a China teve um superávit
17:14maior ainda.
17:15Por quê?
17:15Porque muita gente
17:17já aumentou
17:18o seu volume
17:19de importações
17:20como forma
17:21de precaução,
17:22uma forma de réde,
17:23inclusive.
17:23Então,
17:25o que vai acontecer
17:27a partir de agora?
17:28Bom,
17:28as coisas voltam
17:30de alguma forma
17:30a se acomodar,
17:32porém,
17:32isso que você falou,
17:33é uma sensação
17:34de alívio,
17:35mas não é de certeza.
17:37Porque ninguém sabe
17:38o que vai acontecer
17:38daqui 90 dias.
17:39Porque eles estão falando
17:40também em vários
17:42acordos provisórios.
17:43Exatamente.
17:43Vários remendos.
17:45Ainda não se fala
17:46numa solução definitiva.
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