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  • há 2 dias
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MAXR11 vai acabar? Entenda tudo sobre a polêmica incorporação do FII Max Retail pelo Capitânia HBC Renda Urbana FII a R$ 67,00 por cota e o impacto das Lojas Americanas nos imóveis do fundo!
Seja muito bem-vindo, COTISTA! No vídeo de hoje do canal Conversa de Cotista, analisamos detalhadamente a situação crítica e os próximos passos do FII Max Retail (MAXR11). Se você possui esse fundo na carteira ou quer entender como uma fusão bilionária pode liquidar suas cotas com desconto, este conteúdo é indispensável.
O MAXR11, administrado pelo BTG Pactual, passa por um dos momentos mais conturbados de sua história. De um lado, temos imóveis alugados para as Lojas Americanas enfrentando sérios problemas de falta de manutenção, com infiltrações, umidade, telhas quebradas e fiação exposta que depreciam os ativos de Taguatinga, Belém, Brasília e Vitória. De outro, a recente aprovação da proposta de incorporação total do fundo pelo Capitânia HBC Renda Urbana FII com base no valor fixado de R$ 67,00 por cota, gerando forte debate entre os investidores, já que o Valor Patrimonial do fundo é de R$ 93,16 por cota.
Além disso, destrinchamos a polêmica envolvendo a loja de Manaus com o caso da locatária P CHEN, que teve seu estabelecimento lacrado pelo Estado por ausência de inscrição fiscal, e a vacância do imóvel de João Pessoa que gerou uma queda de 25% na receita do fundo.
O que você vai aprender neste vídeo:
Fim do MAXR11: Os bastidores da incorporação aprovada de R$ 67,00 por cota e a consequente extinção do Fundo.
Caso Americanas: O relatório chocante de falta de manutenção e os reparos urgentes exigidos da locatária em recuperação judicial.
Desconto Patrimonial: O MAXR11 fechou a R$ 54,30 no mercado secundário enquanto seu valor patrimonial passa de R$ 93,00. O que explica esse abismo?
Problema em Manaus: A interdição da loja P CHEN e as medidas judiciais e administrativas adotadas pela gestão.
Dividendos de Julho: O pagamento recente de R$ 0,27 por cota e as despesas que estão corroendo as receitas do fundo.
Não tome nenhuma decisão no mercado sem entender os riscos ocultos que envolvem este FII de varejo.
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💬 Diga nos comentários: o que você achou do valor de R$ 67,00 aprovado para a incorporação do MAXR11? Vai aceitar a troca de cotas?
Aviso: Este material é exclusivamente informativo e reflete apenas nossa visão analítica baseada em dados públicos do fundo imobiliário. Não representa recomendação de compra ou venda.
Transcrição
00:00Olá, você está no Conversa de Cotista.
00:02Nos apoie inscrevendo no canal e deixando seu like.
00:06Ah, lembre-se, esse vídeo não é recomendação de investimento,
00:09apenas uma análise de nossa visão.
00:11Bom, imagina você ter um imóvel avaliado no papel por R$ 93,00 a cota
00:17e, de repente, ser forçado a passar isso para frente por R$ 67,00.
00:21Nossa, parece loucura, né?
00:23Sim, tipo, é uma diferença brutal.
00:25Mas é exatamente isso que a gente vê no relatório de junho de 2026 do Max RR11.
00:32A nossa imersão de hoje é para entender justamente como que essa gestão de tijolo, sabe?
00:37A gestão puramente física ali virou um pesadelo tão grande.
00:41Pois é, e esse caso é um choque de realidade gigantesco
00:46sobre os bastidores do varejo físico, sabe?
00:48A ferida principal desse fundo começou, na verdade,
00:51com a deterioração acelerada dos imóveis que estavam alugados para as lojas americanas.
00:55Aham, e eu vi essa parte e me chamou muito a atenção.
00:58Porque, tipo, não estamos falando de um simples atraso de aluguel, né?
01:02Exato, não é só um boleto vencido.
01:05Americanas simplesmente parou de fazer a manutenção básica que era obrigação dela.
01:10É como se, imagina, você herda uma mansão maravilhosa,
01:14aluga, mas o inquilino não conserta o encanamento,
01:17destrói a casa e para de pagar.
01:19Você descobre que só o IPTU e a conta de luz daquela mansão vazia
01:24vão te levar à falência.
01:26Nossa, é a analogia perfeita.
01:28É exatamente o peso do custo fixo esmagando o proprietário.
01:32E como a Americanas entrou em recuperação judicial,
01:35o fundo ficou de mãos atadas por um bom tempo.
01:38Sim, o BTG Pactual teve que entrar no meio para cobrar, não foi?
01:42O administrador precisou notificar a empresa formalmente
01:46e, no fim das contas, o fundo entrou naquele acordo da RJ.
01:50Eles vão receber cerca de R$ 367 mil,
01:54só que divididos em 48 parcelas.
01:5648 parcelas, caramba.
01:58Pois é.
01:59Corrigidas pelo IPCA, que é o nosso índice de inflação, claro,
02:03mas, assim, é um alívio mínimo e extremamente diluído ao longo dos anos.
02:08Apoie nosso trabalho, deixe seu like, acesse nosso site,
02:11clique no banner Conversa de Cotista
02:13e tenha acesso exclusivo de material complementar dessa análise
02:17e a outros podcasts exclusivos.
02:19O link está na descrição desse vídeo.
02:22Retomando o raciocínio,
02:24o que me impressiona muito no relatório é aquele caso de João Pessoa.
02:28O fundo perdeu o inquilino lá, né?
02:30Perdeu.
02:31E isso gerou uma queda imediata de 25% na receita,
02:35logo de cara, no primeiro trimestre.
02:37Sim, despencou.
02:38Mas aí, por causa de uma multa recisória gigantesca
02:42de quase 840 mil reais,
02:45a receita do fundo deu um salto de repente.
02:47Eles distribuíram 54 centavos por cota no semestre.
02:52Olhando só para isso, tipo, parece até que perdeu
02:55e o inquilino foi um ótimo negócio.
02:56Ah, mas essa é a clássica armadilha de curto prazo, sabe?
03:00Esse salto no caixa é só uma ilusão contábil.
03:03Mentira! Como assim, ilusão?
03:05Porque a multa, na verdade,
03:07ela mascara a gravidade real da situação.
03:10Manter aquele galpão gigante e vazio em João Pessoa
03:13gera uma despesa anual que eles estimam em 860 mil reais,
03:18só com o imposto e manutenção básica.
03:20Nossa!
03:21Ou seja, a multa recisória
03:23mal paga um ano de despesas.
03:26Exatamente.
03:27A multa paga um ano de sobrevida.
03:30Depois disso, o imóvel se transforma
03:32numa verdadeira âncora financeira para o fundo.
03:35Que loucura!
03:36E lendo o material,
03:38fica claro que o abandono físico, né,
03:40o tijolo em si,
03:41não foi o único problema.
03:43Eles sofreram muito com a burocracia também.
03:46Perfeitamente.
03:46O caso que aconteceu em Manaus
03:48com o inquilino PC HIN
03:49ilustra isso de uma forma fascinante
03:52e preocupante ao mesmo tempo.
03:54Não esqueça do like
03:56e diga nos comentários
03:57de qual fundo imobiliário
03:58você deseja ver em nossa análise.
04:00Em abril, a loja foi literalmente lacrada
04:03pelo Estado.
04:04Lacrada.
04:05Lacrada.
04:06O motivo foi a ausência de renovação
04:08no cadastro de contribuintes do Amazonas,
04:10o tal do CICA.
04:12E a responsabilidade legal
04:13de manter essa inscrição ativa
04:15e de lidar com essa burocracia
04:17é 100% do lojista.
04:19Mas na prática,
04:20a loja fechada não vende,
04:22se não vende não paga aluguel.
04:23Então, o problema do lojista
04:25cai direto no colo do fundo imobiliário, né?
04:27Exato.
04:27E é aí que o conceito da gestão
04:29muda completamente.
04:31Uma gestão de imóveis
04:32que no papel é classificada
04:34como passiva,
04:36onde o fundo, em teoria,
04:37só recolheria os aluguéis,
04:39foi obrigado a arregaçar as mangas.
04:41Tiveram que agir ativamente.
04:42Sim.
04:43O MagSR11 teve que contratar
04:44especialistas locais,
04:46ir até a Secretaria da Fazenda
04:48e protocolar pedidos defensivos
04:50para tentar destravar o imóvel.
04:52O risco do negócio do lojista
04:54virou o risco do patrimônio do cotista.
04:56Então, tipo, recapitulando
04:57o cenário de guerra aqui.
04:58A gente tem imóveis
04:59precisando de manutenção pesada,
05:01o inquilino gigante
05:03em recuperação judicial,
05:05custos fixos milionários
05:06comendo caixa
05:07e lojas lacradas pelo Estado.
05:09Um caos total.
05:10Fica muito claro
05:11que manter a estrutura
05:12do MagSR11 isolada
05:13virou algo insustentável, sabe?
05:15E acho que isso explica
05:16aquela decisão drástica
05:17que os cotistas tomaram.
05:18Com certeza.
05:19Acho que a solução definitiva
05:22veio com a aprovação
05:24da incorporação.
05:25Quase 59% do quórum
05:28aprovou a incorporação
05:29do MagSR11
05:30pelo fundo capitane
05:32HBC Renda Urbana.
05:33Ou seja, o MagSR11 acaba.
05:36Acaba.
05:36Ele será extinto
05:37e os cotistas vão receber
05:39cotas do novo fundo.
05:41E aqui a gente volta
05:43para aquele ponto inicial
05:44que você puxou.
05:45Essa troca foi precificada
05:47considerando o valor
05:48de 67 reais por cota
05:50do MagSR11.
05:51E aí que entra
05:52a matemática amarga
05:53que a gente não entende
05:55de cara, né?
05:56Porque o VPA,
05:57o valor patrimonial da cota,
05:59estava calculado
06:00em mais de 93 reais.
06:01Exato.
06:02Isso significa que,
06:03no papel,
06:04considerando lá o terreno,
06:06a estrutura,
06:06o caixa,
06:07o fundo valia muito mais.
06:09Como que o mercado
06:10justifica
06:11um desconto
06:12tão agressivo assim
06:14na hora de incorporar?
06:16É que,
06:17pensa bem,
06:17um VPA altíssimo
06:19no papel
06:19não gera caixa
06:21e com certeza
06:22não paga a conta de luz
06:23de um galpão abandonado.
06:25Ah, claro.
06:25O tijolo
06:26não paga as contas sozinho.
06:28Pois é.
06:28O fundo capitania
06:30aceitou assumir
06:31toda essa dor de cabeça,
06:33resolver essas vacâncias
06:34e brigar com a burocracia,
06:36mas cobrou um prêmio
06:37de risco bem alto
06:38por isso.
06:39E esse prêmio
06:40é justamente
06:40esse desconto
06:41frente ao valor patrimonial.
06:43Entendi.
06:43Eles compram barato
06:45para poder bancar
06:46o conserto
06:46da situação toda.
06:47Apoie o nosso trabalho,
06:48deixa seu like.
06:49Ah,
06:50acesse nosso site
06:51e clique no banner
06:52Conversa de Cotista
06:53e tenha acesso exclusivo
06:54de material complementar
06:55dessa análise
06:55e a outros podcasts exclusivos.
06:58O link está
06:58na descrição
06:59desse vídeo.
06:59Mas para o cotista
07:01acho que a contrapartida
07:02é sair dessa operação
07:04engessada, né?
07:04Sim,
07:05ele sai de uma bucha
07:06e entra num fundo
07:07muito mais líquido
07:08com um regulamento
07:10flexível
07:10que permite diluir
07:11esse risco
07:12em dezenas
07:13de outros ativos imobiliários.
07:15É o peso que se paga
07:16pela sobrevivência
07:17no mercado.
07:18Toda essa operação,
07:19na verdade,
07:20só nos mostra
07:21que a gestão imobiliária
07:23está cada vez mais distante
07:26de ser só comprar
07:27um terreno
07:28e esperar a renda passiva
07:29cair na conta
07:30no final do mês.
07:31Sem dúvida nenhuma,
07:32tem que ter gestão ativa
07:34de verdade.
07:34...por um valor
07:35tão abaixo
07:36da sua cota patrimonial
07:37simplesmente
07:38para fugir
07:39de uma avalanche
07:40de problemas operacionais.
07:42Isso representa
07:44uma derrota
07:44definitiva do cotista
07:46ou é apenas
07:47aquele pragmatismo
07:48doloroso
07:49e necessário
07:50para conseguir sobreviver
07:51no implacável
07:52mercado de varejo?
07:54Fica aí o pensamento
07:55para você investigar
07:56por conta própria.
07:57Queremos expressar
07:58nossa imensa gratidão
07:59pela sua audiência hoje.
08:00Vocês são a nossa
08:01motivação para a busca
08:03por dados precisos
08:04e análises de alto nível.
08:06Por favor,
08:06deixe seu like,
08:07compartilhe o conteúdo
08:08com quem busca vencer
08:10no mercado
08:10e se inscreva no canal
08:11para fortalecer a comunidade.
08:13Muito obrigado
08:14por nos acompanhar
08:14e até o próximo
08:15A Conversa de Cotista.
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