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00:08Muito bom dia, bem você está no ar, obrigada pela sua companhia.
00:13Como receber e acolher as crianças neurodivergentes?
00:17Autismo, TDAH, altas habilidades e outras condições fazem parte da realidade de muitas salas de aula,
00:24sejam elas públicas ou particulares.
00:26Mas afinal, as escolas estão preparadas para esse acolhimento?
00:31Quais são os direitos dessas crianças e o que as famílias precisam saber na hora de matricular os filhos?
00:38A verdade é que a inclusão, gente, ela não é um favor que a escola está prestando não, tá?
00:43É lei, é direito.
00:44E cada criança tem seu jeito de aprender e de se desenvolver.
00:48Para falar sobre esse assunto tão importante e explicar como escolas e famílias podem caminhar juntas nesse processo,
00:55recebemos a pedagoga Elisabeth Souza.
00:59Tudo bem, Elisabeth?
01:00Bom dia.
01:01Tudo bem.
01:02Obrigada por estar aqui participando desse debate tão importante, né?
01:05E é um tema que sempre, é um momento que sempre mexe muito com essa questão, né?
01:11Se as escolas estão preparadas para receber alunos e alunas neurodivergentes.
01:17Primeiro de tudo, eu queria saber o seguinte, toda escola, ela é obrigada por lei a receber
01:23a matrícula de uma criança neurodivergente?
01:26Por lei, essa escola realmente é preciso, é lei, a lei de Berenice Pisciani, que precisa
01:32ser receber essa criança no ambiente escolar, né?
01:37Adaptando suas funções, suas estruturas, a parte pedagógica, não só receber, mas adaptar,
01:45né?
01:46Entendi.
01:47É em qualquer série, qualquer idade.
01:49Desde o pequenininho.
01:51Das séries iniciais até o ensino médio.
01:55A gente precisa estar com essas adaptações.
01:57Caso alguma escola, seja ela pública ou particular, se recuse a fazer a matrícula do aluno, da aluna,
02:04ou o aluno em questão já está matriculado e a escola diga que está prejudicando o rendimento
02:11dos outros alunos, aí convida a família a retirar aquele aluno, né?
02:15Como é que pode denunciar, né?
02:17Quais os mecanismos para recorrer, para denunciar isso que está infringindo a lei?
02:22Essa família precisa se dirigir ao Ministério Público, fazer essa atuação, né?
02:29Essa denúncia.
02:29Essa denúncia, apresentar o que a escola pediu a retirada dessa criança, que por lei
02:34ela não pode fazer isso.
02:35Ela precisa receber essa criança nesse ambiente.
02:40E o que é que é essa adaptação das escolas, né?
02:43Para os alunos em sala de aula.
02:45É um professor específico, é um auxiliar pedagógico específico para aquela criança,
02:50dependendo da condição da criança.
02:52São exercícios, tarefa para casa, diferenciado, prova.
02:56O que é exatamente essa adaptação, né?
02:58Para a gente saber e conferir se a escola realmente está seguindo a risca isso.
03:02A escola tem um professor comum em sala de aula, que vai trabalhar para todos iguais.
03:06Mas a criança neurodivergente, ela precisa ter essas adaptações precisas,
03:10para que ela esteja uma evolução melhor.
03:14Mas desenvolver melhor essas questões.
03:17Então, adaptação curricular, pedagógica, né?
03:20Tem um setor específico dentro da escola, que é o setor do AEE,
03:23que ele vai fazer todas as adaptações de tempo de prova,
03:29estrutura de prova, como a fonte, diminuir os textos.
03:35Então, esse setor é específico para trabalhar com essas crianças neurodivergentes,
03:39que vai levar para o professor regente de sala
03:42essa modificação de adaptações para essa criança,
03:45que é um plano individual, que é o PEI,
03:48Plano Educacional Individual.
03:50Essa criança é um plano único dela, individual para ela,
03:53é feito para ele.
03:55Então, esse AEE vai junto com o professor trazer maneiras adequadas
04:01para trabalhar com essas crianças neurodivergentes.
04:03Na escola da minha filha, existem crianças que foram diagnosticadas com TDAH.
04:10E uma das coisas que eu percebo é que essas crianças,
04:13elas têm o direito de começar a prova uma hora mais cedo do que as outras, né?
04:19Então, aí já é um diferencial para essa criança neurodivergente.
04:22A prova, enquanto a prova das crianças, dos alunos, né?
04:27Sala de aula, eles têm preto e branco, com letras pequenas,
04:33uma prova para uma criança, um aluno, um adolescente com TDAH,
04:37pode ser letras maiores, uma prova colorida, né?
04:40Uma maneira que vá prender a atenção dessa criança.
04:44Agora, Elisabeto, eu queria também falar uma coisa importante,
04:46aí eu me dirijo às famílias, ao pai e à mãe,
04:49e queria que você também, que o meu pai da Goga, né, comentasse um pouco sobre isso.
04:53Existem crianças que possuem TDAH, mas que não sabem,
04:58porque o pai e a mãe resolveu não contar, né?
05:01Seja com medo que a criança sofra bullying, seja...
05:04Existe um episódio de uma criança, que eu soube de uma escola,
05:08que ela descobriu o diagnóstico TDAH na hora que ela recebeu a prova.
05:12A coleguinha do lado disse, por que a tua prova é diferente da minha?
05:15Você tem TDAH?
05:17Ela, eu não tenho TDAH, e começou a chorar, e foi falar com a mãe.
05:20Então, assim, qual a importância da criança, desde cedo,
05:23saber da condição neurodivergente dela?
05:26É importante que os pais conversem, né?
05:28Que tenha esse apoio também de profissionais,
05:31que seria mais adequado para trabalhar essas questões com essas crianças neurodivergentes.
05:35Então, o psicólogo, né, que começa esse trabalho desde cedo,
05:38para que essa criança tenha uma condição, até não enfrente esse bullying dentro da escola.
05:43Porque, às vezes, os coleguinhas realmente percebem que é diferente.
05:47Mas também, o profissional pode tirar a criança,
05:50ir para a sala do AEE e fazer em momentos diferentes.
05:53Sim.
05:53Para que ela não se sinta, né, diferente, excluída,
05:56que a prova é diferente, que a prova é...
05:58E aí, começa esse bullying realmente, às vezes, até sem querer,
06:02a criança não sabe o que está fazendo o bullying.
06:04Não sabe nem o que é o bullying, né?
06:06Mas está fazendo um bullying com o seu amiguinho, né?
06:08E a família precisa estar atenta e precisa realmente...
06:11Conversar com a banca da criança, explicar o que é a TDAH...
06:14Explicar por que ela está fazendo aquela prova diferente,
06:17que é uma condição melhor para ela,
06:19que ela vai ter um rendimento melhor.
06:21Então, a prova realmente é uma prova adaptada,
06:24é uma prova estruturada para aquela criança com a TDAH.
06:27E essas crianças, né, que têm esse apoio na escola, né,
06:31que têm essas atividades diferenciadas,
06:33elas conseguem, sim, responder com bom rendimento escolar, né?
06:37É isso?
06:38Consegue, consegue sim.
06:39Eles têm um rendimento muito bom,
06:41porque vai ser trabalhado com ele,
06:43num processo terapeuta, desde sempre.
06:45Quando tem o laudo, a gente já tem um ponto de partida,
06:48que é onde a gente vai poder dar essa condição a essa criança.
06:52Então, ela tem um rendimento,
06:53eu tenho várias crianças com TDAH dentro do consultório,
06:56e que tem um rendimento muito bom,
06:58que nem percebe, às vezes, que tem,
07:01porque foi trabalhado desde cedo.
07:03Foi expressado para a família,
07:06o profissional já passou,
07:07já disse como é.
07:08A escola, às vezes, se alinha com o profissional, né?
07:11A escola chama esse profissional para dentro da escola
07:14para também passar as orientações precisas.
07:17Então, assim, as crianças têm uma evolução, sim.
07:20Existem crianças neurodivergentes
07:22que elas têm uma sensibilidade com o som, né?
07:25Muito barulho.
07:26A escola é muito barulho, né?
07:28A quadra na hora da educação física,
07:30pelo amor de Deus, é um barulho imenso.
07:33Tem sensibilidade com luz, né?
07:35Então, como é que essas crianças convivem nas escolas?
07:39O que é que as escolas precisam fornecer?
07:41Por exemplo, aquele fone, né?
07:44Abafador.
07:44Aquele abafador, né?
07:46A escola precisa fornecer,
07:47precisa ter um abafador
07:48para uma criança neurodivergente.
07:51Então, é obrigação da escola fornecer isso?
07:52Não é obrigação da escola.
07:54Esse abafador é trazido pela família, né?
07:57A família traz para a criança.
07:59Mas aí a escola precisa se adequar
08:01para esses ruídos, essa parte sensorial,
08:03para que não venha a ter o sofrimento daquela criança.
08:06Então, a escola propor um cantinho de regulação, né?
08:11Com iluminação baixa,
08:13que ele fique naquele ambiente
08:14na hora que esteja muito ruído, muito barulho.
08:18E a escola propor esse ambiente
08:20mais tranquilo para essa criança,
08:22para ela não entrar nesse processo de sofrimento.
08:25E, às vezes, esse sofrimento traz
08:27com que ela não queira ir para aquele ambiente.
08:29E eu acho que o mais importante de tudo também
08:31nessa questão é a conscientização,
08:33como a gente falou agora há pouco,
08:34dos outros alunos, né?
08:36Da comunidade escolar como um todo, né?
08:38Porque quando você conscientiza, né?
08:40Os próprios alunos,
08:42os amiguinhos da sala de aula,
08:43eles podem ajudar nessa regulação,
08:45eles podem ajudar nessa compreensão.
08:47E, principalmente, na inclusão dessa criança,
08:50nas atividades escolares,
08:51nas tarefas em grupo,
08:52no jogo de educação física,
08:55na hora de escolher ali o time, né?
08:56Eu acho que é muito importante
08:57a escola constantemente estar fazendo esse papel aí
09:01de conscientização na comunidade escolar.
09:04social e educacional, né?
09:06E implica que a escola precisa ter esse momento
09:10de interação com essas crianças dentro da escola,
09:13trazendo temas importantes como esse do bullying
09:16para o respeito e essa vida social
09:20dessa criança neurodivergente.
09:22Então, assim, até nas apresentações do Dia dos Pais,
09:25que ele vai estar ali inserido,
09:27numa festinha de São João,
09:29não só nos temas que envolvam só os alunos,
09:32mas sim os familiares que estão ali presentes.
09:34Que, muitas vezes, os familiares também
09:37apresentam esse comportamento.
09:38Dizer, ah, atrapalhou a apresentação do meu filho.
09:41Isso.
09:41E aí, isso é importante que a escola,
09:44desde sempre,
09:44insira esses momentos também.
09:46E que faça esses trabalhos,
09:48não só com as crianças,
09:49mas com a família.
09:50É importante que a família também tenha
09:53um momento desse,
09:54de socialização,
09:56de palestra dentro da escola,
09:58de mostrar que a escola é realmente inclusiva.
10:01Que a escola não pode ser inclusiva só em receber,
10:03em sim adaptar todas essas questões
10:06para essa criança.
10:08A Elisabeth está falando aqui
10:10de uma forma muito educada, polida.
10:11Olha, se acontecer alguma coisa,
10:12procura o Ministério Público,
10:13faça a denúncia.
10:14Arma o barraco.
10:15Vamos falar na linguagem do povo.
10:17Arma o barraco, bata o pé, filme,
10:20e não deixe excluir o seu filho e a sua filha.
10:23Até porque, quando é escola particular,
10:25a mensalidade é cara,
10:27não é barata.
10:28Seu filho tem todos os direitos do mundo,
10:30tem o direito de se apresentar
10:31na dancinha de São João,
10:32na dancinha do Dia das Mães,
10:33tá certo?
10:34E as pessoas precisam ter essa consciência,
10:37inclusive.
10:37Então, não deixa passar.
10:38Não deixa barato.
10:40Vai falar coordenação com diretora,
10:42com Ministério Público,
10:43com DPCA, com tudo.
10:46O que não pode é deixar o seu filho,
10:48ou sua filha,
10:49passar por esse constrangimento,
10:50porque a gente sabe que existe, sim.
10:51Por mais que a sociedade venha refletindo
10:55e tendo uma nova postura
10:58diante de crianças neurodivergentes,
11:00de adultos neurodivergentes,
11:02é preciso, sim, ficar atento
11:04e não deixar passar.
11:05Não deixar passar esse direito,
11:06não deixar passar esse constrangimento
11:08com o filho ou com a filha.
11:10Não deixar excluir, sim, incluir, né?
11:12Exatamente.
11:13É importante a gente fazer essa inclusão.
11:15Exatamente.
11:16Dessas crianças.
11:16Elisabeth, muito obrigada
11:18pela sua participação aqui no programa,
11:20por esses esclarecimentos.
11:21Sucesso para você.
11:22Obrigada, Thais.
11:24E olha, a agricultura urbana e familiar
11:26vem ganhando cada vez mais espaço no Recife.
11:29Além de movimentar a economia local,
11:31o setor tem se tornado um aliado importante
11:34na segurança alimentar da cidade.
11:36São mais de 100 territórios agroecológicos
11:40espalhados pelo Recife,
11:41entre eles 49 escolas e creches
11:44que já cultivam suas próprias hortas.
11:46Veja na reportagem como esse movimento
11:48tem transformado comunidades inteiras.
11:51Nos canteiros da horta comunitária
11:54Mãos de Milagres,
11:55o cultivo vai além dos alimentos.
11:57O projeto reúne 10 mulheres
11:59que encontraram na agricultura familiar
12:02uma oportunidade de aprendizado,
12:04geração de renda e transformação social.
12:07Além de plantar, cultivar hortaliças
12:10e produzir alimentos e lambedores medicinais,
12:13elas deram uma nova vida a um terreno
12:16que estava abandonado.
12:18Nós surgimos no dia 27 de novembro de 2024.
12:23Logo após a queda das barreiras
12:26que a gente sofreu em 2022,
12:29fiquei pensando o que poderia ser feito
12:31aqui dentro do meu território
12:32para poder lutar por justiça climática
12:35e um pouco ao combate também
12:36ao racismo estrutural e ambiental
12:38que a gente sofreu e sofre até hoje.
12:40Então, conheci o pessoal da CEAL,
12:43que é o pessoal da Secretaria Executiva
12:45de Agricultura Urbana da Prefeitura do Recife
12:47e eles, desde o começo aqui,
12:50nos ajudaram com essa horta,
12:52desde a primeira mudinha.
12:54Então, foi uma parceria da comunidade
12:56junto com a Prefeitura.
12:59A gente conseguiu a parceria
13:01com a Secretaria de Saúde
13:02para estar ocupando esse espaço aqui
13:03atrás do posto de saúde.
13:05E aqui a gente planta ervas medicinais.
13:09Aqui é uma agricultura urbana,
13:10mas em forma agroecológica.
13:14Aqui você vê que é tudo junto e misturado.
13:16A Horta Mãos de Milagres
13:18é uma das 12 iniciativas assessoradas
13:21pela Secretaria Executiva de Agricultura Urbana
13:24por meio do Programa Municipal de Agricultura Urbana
13:27de Base Agroecológica do Recife.
13:29A expectativa é fortalecer a agricultura familiar
13:33e contribuir para a segurança alimentar da população.
13:37Hoje, o Programa Municipal de Agricultura Urbana
13:40de Base Agroecológica está presente
13:43em mais de 100 territórios da cidade do Recife.
13:47Além de promover a produção de alimentos saudáveis,
13:51a iniciativa também fortalece
13:53a segurança alimentar, a assessoria
13:56e sustentabilidade a centenas de pessoas.
14:0070% da população do Brasil está nos centros urbanos.
14:03E as grandes mazelas sociais
14:05também estão nos centros urbanos.
14:07Acho que a agricultura, como a agroecologia,
14:09é esse caminho, essa transformação,
14:11essa ferramenta metodológica
14:13de transformação dos espaços.
14:15Então, uma área como essa, que era o ocioso,
14:17que era ponto de vulnerabilidade social,
14:20que vinha aqui animais, enfim,
14:22era escuro.
14:23Então, você olha para esse lugar hoje,
14:25ele tem vida, tem mulheres,
14:27tem organização social.
14:28Então, a agroecologia, a agricultura,
14:30a agroecologia nas cidades,
14:32que eu gosto muito de dizer isso,
14:33que a agroecologia se expressa nas cidades
14:36a partir da agricultura urbana.
14:37Então, a agricultura urbana
14:38é para além de um eixo produtivo.
14:40Além da gente também ter um objetivo
14:41de diminuir a insegurança alimentar,
14:44de combater a fome,
14:45de rever espaços e lugares
14:47que antes eram com o imaginário ruim
14:51desses territórios,
14:52a gente ressignificar.
14:53Então, para mim, a agricultura urbana
14:56de base agroecológica
14:57é essa transformação de territórios.
14:59Tanto territórios materiais,
15:01mas o primeiro território é dentro da gente.
15:03Então, é uma grande satisfação estar aqui.
15:05Os resultados também se refletem
15:07na vida de quem participa
15:09das hortas comunitárias.
15:11Para a dona Célia,
15:12que faz parte do projeto
15:14Mãos de Milagres,
15:15desde o início,
15:16a agricultura urbana
15:18representa mais do que o cultivo
15:20de alimentos é aprendizado
15:22e qualidade de vida.
15:24Porque, assim,
15:24eu aprendi mais outras ervas, né?
15:26Que agora eu sou...
15:28Na minha rotina é mais chá,
15:29para em casa,
15:30que antigamente era café,
15:31agora é mais chá.
15:32Aprendi aqui com Simone,
15:34com Taciana.
15:35Então, para mim,
15:37foi tudo, tudo de bom.
15:38É importante ter essa opção aqui
15:39sem agrotóxicos, né?
15:41A senhora podendo levar
15:42o seu tomate natural para casa,
15:45um mamão, uma banana.
15:46A gente leva mamão, banana,
15:49coentro, a gente sempre leva.
15:50Essa semana foi a colheita de coentro,
15:52a gente colheu coentro.
15:53Mas a gente sempre leva
15:54produtos naturais daqui da horta.
15:56Muito bom.
15:58E agora eu tenho um recadinho para você.
16:01A Faculdade Senac
16:02é a sua melhor decisão.
16:04Ensino inovador,
16:05voltado para o mercado,
16:07nas áreas de gestão,
16:08tecnologia,
16:09gastronomia,
16:10moda e saúde.
16:12Cursos com nota máxima do MEC,
16:14professores, mestres e doutores.
16:16Tudo para levar você
16:18aonde você quer chegar.
16:19Faculdade Senac,
16:20sua realização,
16:21nosso propósito.
16:23Inscrições abertas
16:24para as unidades do Recife,
16:26Caruaru e Petrolina.
16:28Acesse pe.senac.br
16:30barra vestibular
16:31e saiba mais.
16:34Agora a gente faz um rápido intervalo
16:36e daqui a pouco a gente volta
16:37com mais uma história
16:38de empreendedorismo.
16:40Já, já.
16:40Já.
16:44Já.
16:45Já.
16:45Já.
16:48Bem, você de volta
16:49e agora eu estou aqui
16:49com o Luciano Barreto
16:51do Doces da Lua,
16:52essa empreendedora,
16:54confeiteira.
16:54Tem muita história
16:55para contar aqui para a gente.
16:56Tudo bem?
16:57Tudo bom, Thais.
16:57Prazer estar aqui.
16:59Obrigada pela oportunidade
17:00de a gente apresentar
17:01o nosso trabalho
17:02no espaço desse programa
17:03tão maravilhoso.
17:04Ô, rapaz,
17:05que coisa maravilhosa.
17:06Olha, me diga,
17:07há quanto tempo você trabalha
17:08com confeitaria,
17:09fazendo bolo,
17:10fazendo docinho?
17:11Eu comecei
17:12desde os meus 10 anos,
17:13minha mãe ensinou
17:14a fazer bolo.
17:1410 anos.
17:15Isso.
17:16E aí,
17:17mas em 2020
17:17foi a minha virada de chave
17:19porque eu realmente
17:20fiquei desempregada,
17:22meu patrão demitiu todo mundo.
17:24Você disse,
17:24não, vou investir.
17:25Isso.
17:26A gente pegou toda a rescisão,
17:27meu esposo,
17:28que hoje é meu sócio,
17:29ele disse,
17:29não, vamos embora investir
17:30que você faz muito doce gostoso.
17:32E aí,
17:33a gente realmente
17:34entrou com tudo
17:34no Doce da Lua.
17:36Voltei para o CLT,
17:37porém,
17:38eu não desisti
17:38do Doce da Lua
17:39até mais ou menos
17:412023.
17:42De 2023 para cá,
17:44foi realmente
17:44a virada de chave total
17:46porque eu fiquei
17:47só no empreendedorismo.
17:48Sim.
17:49Junto com ele
17:50veio a maternidade.
17:51Sim.
17:51Que é realmente
17:52mais um desafio.
17:53É, e mais um,
17:55um estímulo
17:55para o empreendedorismo,
17:56né?
17:57Porque agora
17:57tem mais conta
17:58para pagar.
18:00Exatamente.
18:01E aí,
18:01a gente já tem
18:02uma cartela de clientes.
18:04Graças a Deus,
18:05a gente tem
18:05uma cartela
18:06muito boa
18:07e a gente procura
18:09mais novos clientes.
18:10Como é que a gente faz
18:11para encomendar
18:12os doces da Lua?
18:13Olha só, gente.
18:13Deixa eu mostrar antes
18:14porque eu acho
18:15que os detalhes
18:17eles fazem toda a diferença.
18:18Olha que sacola linda.
18:21Será que dá para a gente
18:21pegar aqui
18:22por causa do brilho da luz?
18:23Lindo,
18:24doces da Lua.
18:25Como é que a gente faz
18:26para encomendar?
18:27Pode encomendar
18:27pelo nosso Instagram
18:28que vai aparecer
18:29provavelmente aqui.
18:30Aqui no Instagram.
18:31E pelo nosso WhatsApp
18:32e pelo Google.
18:34A gente tem uma avaliação
18:35de nota 5
18:36no Google.
18:37Olha!
18:38E está lá o cardápio todo
18:39para quem quiser.
18:40Não,
18:40a gente faz o cardápio,
18:41a gente fala com o cliente
18:43com atendimento personalizado
18:45porque a gente trabalha
18:46por encomenda
18:46com agendamento de dia
18:47e horário
18:48pelo WhatsApp.
18:49Entendi.
18:49Aí a gente não tem
18:50um cardápio fixo.
18:51A gente geralmente
18:52tem essa tabela
18:54mais personalizada.
18:55Esse atendimento
18:56mais personalizado.
18:57Aqui você está trazendo
18:58um bolo bem casado.
18:59Isso.
19:00É isso?
19:00Esses são os nossos
19:01carro-chefes.
19:02O bolo vulcão
19:03de bem casado.
19:04Que lindo, gente.
19:05É a nossa torta de cookie.
19:08Não sei se pode falar
19:09o nome da marca.
19:09Pode.
19:09Mas é creme de avelã.
19:10A famosa Nutella.
19:12A Nutella.
19:12A Nutella não paga nada,
19:14mas está aqui no programa.
19:16E os nossos brigadeiros
19:18que são gourmets
19:19e tradicionais também.
19:22Lindos, minha gente.
19:23Isso aqui é de churros.
19:24Isso, de churros.
19:25Olha só que lindo
19:26e grande, viu?
19:27Porque tem um brigadeiro
19:28que a gente paga aí,
19:29menino,
19:30dá nem para ver direito.
19:31Vou provar isso aqui de churros.
19:32Pode ter a vontade.
19:32Vou lá, tá?
19:33Porque está apetitoso.
19:40Delícia.
19:41Tem churros delicioso.
19:43Amo de churros.
19:44Tem churros.
19:45Isso.
19:46Eu trouxe alguns sabores aqui
19:47diversos para você
19:48ficar à vontade de experimentar.
19:50Churros,
19:51chocolate ao leite,
19:53ferreiro roché,
19:54que é um dos nossos
19:56queridinhos,
19:56mais pedidos, né?
19:58O sabor ferreiro roché.
19:59Sabor kitty cat,
20:00sabor nico Nutella.
20:03Ai, que maravilha.
20:03São alguns dos sabores
20:04que a gente trabalha
20:05entre outros.
20:06A gente tem uma cartela imensa
20:07e esse é o nosso diferencial.
20:09A gente traz dentro
20:10da nossa confeitaria
20:11uns brigadeiros grandes,
20:12como você mesmo.
20:13Sim.
20:15visualizou.
20:16E trabalhamos com produto
20:17de altíssima qualidade.
20:19Esse é o nosso diferencial.
20:21E essa torta cookie aqui,
20:23que é o carro-chefe também.
20:24Esse é o nosso carro-chefe,
20:25torta de cookie com Nutella.
20:27Gente, maravilhoso.
20:28e você,
20:30porque a gente,
20:31quando é empreendedor,
20:32a gente meio que assume
20:33todas as funções, né?
20:35Isso.
20:35Você tá ali na produção,
20:37na criação,
20:38falando com o cliente,
20:39em todos os lugares.
20:40Qual que é o teu maior desafio?
20:42Hoje,
20:42o meu maior desafio
20:43é conciliar a maternidade
20:45com o empreendedorismo.
20:47mas, como você mesmo falou,
20:50eu atendo,
20:51né?
20:51O WhatsApp sou eu que atendo,
20:54sou eu que faço toda a produção.
20:56Quando tem sazionagem,
20:57a gente tem uma pessoa de confiança
20:58que trabalha conosco.
20:59meu esposo,
21:01ele fica na parte mais do financeiro,
21:04de compras,
21:05essa parte é com ele.
21:07E todo o marketing do nosso Instagram,
21:08se você for lá no nosso Instagram,
21:10você vai ver todo o marketing,
21:11sou eu que faço as ideias,
21:13a gente tem profissionais
21:14que fazem nossas fotografias,
21:16mas toda ideia é tudo da minha cabeça.
21:18Ou seja,
21:18é tudo artesanal, afetivo,
21:20com carinho, né?
21:21Do início ao fim do processo.
21:23Desde o atendimento
21:24até o feedback, né?
21:27Que a gente sempre entra em contato
21:28com o cliente
21:29pra pedir esse feedback a ele.
21:30Maravilha.
21:31Então encomenda aqui, ó,
21:32doces da luta,
21:33aqui o Instagram,
21:33aqui o WhatsApp,
21:35pra você encomendar aí
21:36pro seu fim de semana,
21:38pra semana, né?
21:39A garotada voltando às férias,
21:41você faz um lanchinho,
21:42dia dos pais.
21:43Exatamente.
21:43Também, ó,
21:44feliz dia,
21:44já tá aqui, menino.
21:46Feliz dia dos pais,
21:46já tá pronto.
21:48Já tá pronto.
21:50Né, Manoel?
21:51Manoel ganha os presentes.
21:52Ô, filho, não...
21:53Não, não, fica enrolando.
21:55Olha aí, dão o presente,
21:56tudo direitinho.
21:56Dá, né?
21:57Pronto.
21:58Já tá aqui, ó,
21:58feliz dia dos pais.
21:59Então você encomenda aí
22:01doces da Lu, tá?
22:03Porque são...
22:03É delicioso aqui o que eu provei,
22:05tá tudo muito cheiroso,
22:06muito bonito.
22:07E também você, o quê?
22:08Você ajuda uma empreendedora
22:10aqui do nosso estado, tá?
22:12Não compra naquele lá
22:13que tem várias redes, não,
22:15que ganha já muito dinheiro.
22:16Vamos comprar.
22:17E quem faz aqui, ó,
22:18o pequeno dinheiro circular
22:19aqui no nosso estado.
22:21Lu, muito obrigada
22:22pela sua participação.
22:24Sucesso pra você.
22:25Volte sempre.
22:25Zé Fugato, lancei aqui
22:27um bolo,
22:28uma nova linha,
22:28quero divulgar,
22:29as portas estão abertas aqui.
22:30Obrigada, Thaís.
22:31Obrigada.
22:31Obrigada a todo mundo.
22:33E eu sou muito grata,
22:33realmente,
22:34por estar participando
22:34hoje dessa oportunidade
22:35aqui no seu quadro,
22:36no seu programa.
22:37Ô, maravilha.
22:38Me dê um abraço.
22:38Me dê maravilhoso.
22:40Sucesso pra você, viu?
22:41Tudo de bom.
22:42Você também.
22:43E obrigada pelo carinho
22:44da sua audiência, tá?
22:45A gente se encontra amanhã,
22:47às 8h35 da manhã.
22:48Cheiro,
22:49eu vou continuar comendo aqui
22:49o meu brigadeiro.
22:51Desculpa aí,
22:51tô fazendo inveja, né?
22:52Mas fazer o quê?
22:53Entra lá,
22:53Doce da Lu.

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